fev 14

shame_uganda.jpgUganda é, como boa parte dos países da África, algo que só saiu da pré-história, pois lá (algumas) pessoas sabem ler e escrever. No mais, é o tipo de lugar em que nenhum de vocês gostaria de passar as férias, e não sejam hipócritas dizendo que não é bem assim. Como todo lugarzinho tosco, ainda não se decidiu qual regime tem. Em 1971, o psicótico Idi Amin deu um golpe de Estado e tomou o poder na mão grande. Em 1979, houve um contra-golpe, com a ajuda da Tanzânia (até parece que ela é um grande poderio militar) e assumiu Yusuf Lule, que pouco depois foi deposto em favor de Godfrey Binaisa, que também foi deposto quando uma junta militar assumiu o comando da bagaça. Apollo Milton Obote volta ao poder (foi ele quem Amin derrubara no golpe de Estado). Nesse ínterim, a violência exacerbada e a anulação de qualquer direito que as pessoas pudessem ter marcaram aquele ridículo canto do mundo. O atual presidente Yoweri Museveni foi democraticamente eleito em 1996. Em resumo, ninguém lá se entende e a violência é a ordem do dia naquele maravilhoso lugar, que nem mesmo Drácula gostaria de passar a noite.

Agora, está correndo um projeto de lei que decreta pena de morte para quem for declarado como sendo homossexual; e isso não é exceção, é a regra naquele continentezinho, pois 36 nações africanas proíbem legalmente o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. Quatro países - a saber: Mauritânia, Nigéria, Sudão e Somália - aplicam a pena de morte para quem infringe a norma. Uganda será o próximo país a aprovar uma lei similar, com o agravante que ela será muito mais rígida com aqueles que tiverem práticas homoafetivas.

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set 01

O ensino religioso que aborda uma doutrina específica pode gerar discriminação dentro das salas de aula, segundo o sociólogo da Unesp (Universidade Estadual Paulista), José Vaidergorn. “O ensino religioso identificado com uma religião não é democrático, pode ser considerado discriminatório”, disse em entrevista à Agência Brasil.

Segundo Vaidegorn, o ensino voltado para uma determinada religião pode constranger os alunos que não compartilham dessas ideias. O professor ressalta ainda a possibilidade de que, dependendo da maneira que forem ministradas, as aulas de religião podem incentivar a intolerância entre os estudantes. “Em vez da educação fazer o seu papel formador, o seu papel de suprir, dentro das suas condições, as necessidades de formação da população ela passa a ser também um campo de disputa política e doutrinária.”

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jul 06

Um grupo de cerca de cem homossexuais espanhóis anunciou a criação da primeira comunidade religiosa para gays, lésbicas, bissexuais e transexuais – a Primeira Igreja Protestante Inclusiva. O grupo se define como “uma organização evangélica que não pretende discriminar ninguém por opção sexual ou credo” e pretende formar pastores, oferecer cultos e casar homossexuais, inclusive ateus.

Os criadores da igreja afirmaram que já têm preparados os estatutos da nova instituição e pedirão, ainda esta semana, a inscrição na Direção Geral de Assuntos Religiosos do Ministério da Justiça da Espanha. Este pedido pode iniciar uma disputa legal com a Federação Espanhola de Igrejas Evangélicas, organização que reúne as 2,3 mil organizações que professam esta religião no país.

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jun 27

Em um discurso, o presidente francês Nicolas Sarkozy disse que as burcas não tinham lugar na França, já que são um símbolo de subjugação das mulheres. Burcas são aquelas vestes esquisitas que cobrem as mulheres dos pés à cabeça, muito mal deixando os olhos à mostra. Isso quando deixa mostrar os olhos. Segundo a tradição islâmica, mas não com fundamentada no Alcorão, o corpo das mulheres devem ser cobertos para que não haja incitação à luxúria.

Isso vem de conceitos medievais, onde saqueadores estupravam mulheres, ou mesmo entre as desavenças de uma tribo contra outra, o alvo principal era atingir a honra da família, tirando a virgindade das filhas. Coisa de pessoas atrasadas, mas que ainda ocorre, pois mesmo ainda hoje, a briga entre tribos no Oriente Médio acarreta em estuprar filhas virgens, de modo a provocar “vergonha” na família. Só que num mundo civilizado isso é totalmente idiota (tanto a prática do estupro, como a “proteção” cobrindo a mulher toda). O que acontece hoje é uma misoginia generalizada, onde mulheres não podem fazer nada de nada segundo as “tradições” islâmicas mais fundamentalistas.

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mai 23

O mundo está mudando. Antigos preconceitos estão caindo, surgindo no horizonte uma promessa de igualdade. Pelo menos, é isso que esperamos e o afro-presidente Obama Wan Kenobi está se esforçando para isso.

O povo norte-americano (chamar de estadunidense parece coisa de aborrecente da UNE, mas que usa tênis Nike e come no MacDonald’s) costuma agir do modo mais tosco possível, sempre que há oportunidade. No entanto, alguns ainda guardam neurônios. Eles elegeram o primeiro presidente negro: Barack Obama. Agora, Obama nomeia o primeiro diretor negro da NASA, o ex-astronauta e general de infantaria da marinha reformado Charles Frank “Charlie” Bolden, Jr.

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jan 05

A pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.

Aliado a isso, algumas vezes temos sensações desconfortáveis, onde não gostamos do que vemos ou mesmo o repudiamos, à medida que alguma coisa tenta ser algo, mas não consegue chegar perto. É o Vale da Estranheza.

O presente artigo esmiuça nossa herança evolutiva, correlaciona a nossa capacidade de reconhecermos rostos desde nosso nascimento, e como isso nos influencia ao ver o mundo que nos cerca.

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ago 16

Por José Luis Barbería pelo jornal El País
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

“Em nome da Mãe, da Filha e da Espírito Santo. Deusa nossa, acolhe a nós, cristãs… Mãe nossa que estás no céu…” As teólogas feministas nos propõem inverter, subverter a linguagem de gênero da liturgia católica para que comprovemos a apropriação masculina da própria idéia de Deus realizada através dos séculos. Pensam que, de tanto representar o Altíssimo com figuras masculinas e de excluir a mulher dos estamentos do poder religioso, as hierarquias católicas acabaram “violando a imagem de Deus nas mulheres”, apagando a parte feminina do Supremo Criador.

Poucas imagens podem ser tão obscenas em nossas sociedades católicas quanto a exposição pública de uma mulher nua pregada na cruz. E poucas coisas irritam tanto o Vaticano quanto o questionamento do papel atribuído à mulher na Igreja. “A ordenação das mulheres é o primeiro passo para recomeçar a comunidade de iguais que Jesus queria. A Igreja se empobrece clamorosamente pela carência de uma contribuição feminina mais plena e responsável”, indica a freira María José Arana, antiga pároca da Congregação do Sagrado Coração, doutora em história e autora do livro “Mulheres Sacerdotes, Por que Não?”

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jul 26

Me comove o amor cristão. Fico sensibilizado com aqueles que seguem direitinho os ditames de seus dogmas, agindo em plena conformidade com os princípios morais de sua religião. Que o diga o reverendíssimo padre Ademar Pimenta, durante a missa no último domingo (dia 20/7), conforme traz o Jornal O Dia, do Rio de Janeiro.

O ilustre pároco, que leva suas ovelhas pelos vales tranqüilos e os ajuda a refrigerar a alma, está sendo acusado de tentar agredir o travesti Fabiano Fontes Figueira, conhecido como Mayara, 29 anos, durante a missa do último domingo na Igreja Matriz de São Gonçalo, município no Rio de Janeiro.

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out 16

criancamuculmana.jpegNa Austrália, Noruega e Suécia, há um crime racial específico ocorrendo: homens islâmicos estupram mulheres ocidentais por razões étnicas. Isso é sabido porque os criminosos declaram abertamente suas motivações sectárias.

Adolescentes australianas foram sujeitadas a horas de degradação sexual durante uma série de violações em grupo em Sydney, entre 1998 e 2002. Os criminosos moldaram a razão para suas ações em termos explicitamente étnicos: as vítimas eram chamadas de “sluts” e “porcas australianas” enquanto abusadas. Na corte suprema australiana em dezembro de 2005, um estuprador paquistanês declarou que suas vítimas não tinham direito de dizer “não”, porque não escondiam o rosto sob o véu. Clique aqui para ler o restante deste artigo »