jan 28

De acordo com novos estudos, nossos antepassadas saíram da África mais cedo do que se pensava. Bem mais cedo ou, do ponto de vista geológico, foi praticamente ontem. A bem da verdade, a história do homem na Terra é algo absurdamente recente. Por causa de uma Era Glacial, o nível dos oceanos baixaram, acarretando seca em alguns lugares. Isso fez com que antigos africanos começassem a procurar terras férteis em outros lugares. Agora, uma nova pesquisa nos diz que estas migrações começaram mais cedo do que se pensava.

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ago 04

Uma grande pergunta, e até agora não respondida, no decorrer da evolução humana é quando os humanos modernos começaram a se expandir pelo mundo. O crescimento demográfico estava associado com a invenção de determinadas tecnologias em particular? Ou as inovações comportamentais por caçadores-coletores no último Pleistoceno, com o início da agricultura durante o Neolítico?

Bem, pelo visto, os dados vindos das 3 populações não-africanas sobreviventes (bascos franceses, os chineses Han e os melanésios) são inconsistentes com o modelo de crescimento simplificado, presumivelmente porque eles refletem histórias demográficas mais complexas. Em contraste, os dados vindos das 4 populações sub-saarianas na África concordam com as duas fases do modelo de crescimento populacional. As análises suportam a teoria em que o crescimento populacional teve um desempenho significativo na evolução das culturas humanas no Pleistoceno Tardio. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

jun 10

Um complexo pré-histórico, com dois túmulos com 6000 anos de idade, representa um dos mais antigos monumentos construídos na Grã-Bretanha. Tal complexo foi descoberto por uma equipe liderada pela arqueóloga Helen Wickstead, da Universidade de Kingston University. A Dra. Helen Wickstead e os seus colegas estavam atordoados e satisfeitos por encontrar os túmulos da Era Neolítica, também conhecido como Grande Túmulo, em um sítio arqueológico em Damerham, Hampshire. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

fev 04

A maior serpente de que se tem notícia viveu na Colômbia há cerca de 60 milhões de anos. Com 13 metros de comprimento e mais de uma tonelada, a Titanoboa cerrejonensis deixa no chinelo a sucuri brasileira, que pode passar de 7 metros. Os fósseis dessa espécie ajudam a entender a temperatura dos trópicos durante o Paleoceno e servem de alerta para os impactos do aquecimento global.

Os fósseis da serpente foram encontrados por um grupo internacional de cientistas numa expedição à mina de Cerrejón, no nordeste da Colômbia. Junto aos ossos da Titanoboa foram encontrados também fósseis de tartarugas gigantes e crocodilos, possíveis presas da serpente. A análise dos fósseis foi publicada na edição desta semana da revista Nature. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

dez 09

Os corais são uma das maravilhas da natureza, como bem sabe quem teve a oportunidade de mergulhar nas regiões em que eles formam recifes. Não é por menos: essas áreas compreendem uma enorme biodiversidade e compõem um dos ecossistemas marinhos mais ricos e complexos. Estimativas indicam que algo em torno de 30% das espécies que vivem nos mares de hoje – como lulas, ouriços-do-mar, moréias, polvos e muitas outras – estão diretamente associadas aos corais.

Também no passado os corais tiveram grande importância. O registro mais antigo já encontrado da existência desses seres data do Ordoviciano, há cerca de 450 milhões de anos. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

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