jan 13
Nós, seres humanos antiéticos, normalmente somos especistas e pouco nos importamos com outros animais. Agora, muito pior é quando reinos atacam reinos e uma verdadeira guerra começa. Nos recônditos do reino Plantae, há algumas criaturas maléficas que caçam, enganam e devoram animaizinhos indefesos. São as chamadas "plantas carnívoras", o pesadelo dos pobres e éticos vegans. Em termos de tamanho, as maiores são do gênero Nepenthes e Triphyophyllum, que podem ter até dezenas de centímetros de altura e/ou largura. Plantas destes gêneros são capazes de devorar até mesmo rãs! (não, não é daquelas rãs gigantes também, engraçadinho). Existem até mesmo plantas carnívoras subaquáticas, como as do gênero Utricularia. Agora, foi descoberta uma nova espécie de plantas carnívoras. O que ela tem de diferente? Ela caça suas vítimas embaixo da terra.
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jan 30
Sim, pois é isso que a reportagem da Folha, cujos competentíssimos repórteres, em matéria cedida pela Reuters, nos trouxeram. Segundo eles, um cientista do Centro de Pesquisa em Ciência Aplicada de Taiwan, apresentou à imprensa o resultado de um experimento que mistura nanopartículas de ouro e água a plantas. O resultado? A planta começa a emitir luz. Sim! Isso mesmo: sem nenhum custo ou consumo de energia.
Bem, pelo menos é o que os jornalistas pensaram e, pior!, escreveram. E o que é similar a um jornalista escrevendo sobre Ciência?
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out 01
Ao longo de sua vida, Charles Darwin se cercou de flores. Aos 10 anos, ele anotou todas as vezes que uma peônia nasceu no jardim de seu pai. Quando comprou uma casa para criar sua própria família, transformou o quintal numa estação de campo botânica, onde realizou experimentos com flores até sua morte. Porém, apesar de sua íntima familiaridade com as flores, o cientista certa vez escreveu que a evolução delas era um “abominável mistério”. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
ago 25
Os biólogos deram um grande passo adiante para adotar um “código de barras” para cada espécie viva do planeta. Um banco de dados contendo códigos de barra de sequências genéticas permitiria identificar facilmente as espécies envolvidas em, por exemplo, embarques suspeitos de animais provenientes de áreas sob proteção ambiental. Descobrir o código de barras mais apropriado para animais foi um procedimento relativamente simples, mas o equivalente vegetal se provou bem mais problemático.
Agora os pesquisadores chegaram a um “acordo comunitário amplo” sobre dois genes que poderiam ser usados para o código de barras vegetal. A aprovação do acordo, delineado em estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pode estimular grande número de estudos nesse ramo e também oferecer aos biólogos acesso a fundos provenientes de fontes que até o momento relutavam em bancar esse tipo de pesquisa porque os resultados poderiam se tornar ao menos em parte obsoletos com certa rapidez. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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