Um homem casado se envolve com uma executiva e com ela tem um tórrido romance. O frenesi da aventura desaparece, ele a rejeita e a mulher passa a persegui-lo, assim como à sua esposa e filha. Sucesso na década de 1980, o filme “Atração Fatal” retrata o extremo de um comportamento patológico denominado “stalking”.
Originário do verbo inglês “to stalk”, cujo significado literal é “atacar à espreita”, esse fenômeno é também conhecido como síndrome do molestador. O tema tem sido muito discutido por psiquiatras, psicólogos e juristas (desde 1990, o stalking é considerado crime nos EUA; no Brasil é contravenção penal), e estima-se que 20% da população, em algum momento da vida, já tenha sido incomodada por um “stalker”.
Os católicos perderam a calma e partiram pra porrada! Ignoraram os preceitos lindinhos do Príncipe da Paz, Rei dos Reis, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Filho do Homem, blá blá blá… entre outros epítetos idiotas de um ser mitológico que não é levado a sério por nenhum historiador sensato – o famoso Mega Star da Palestina, Jóquei de Jegue, Grão Cavaleiro do Burrico, J³, Jay Cee etc. Ah, também o chamam de Jesus, mas isso não é importante agora.



