A maior serpente de que se tem notícia viveu na Colômbia há cerca de 60 milhões de anos. Com 13 metros de comprimento e mais de uma tonelada, a Titanoboa cerrejonensis deixa no chinelo a sucuri brasileira, que pode passar de 7 metros. Os fósseis dessa espécie ajudam a entender a temperatura dos trópicos durante o Paleoceno e servem de alerta para os impactos do aquecimento global.
Os fósseis da serpente foram encontrados por um grupo internacional de cientistas numa expedição à mina de Cerrejón, no nordeste da Colômbia. Junto aos ossos da Titanoboa foram encontrados também fósseis de tartarugas gigantes e crocodilos, possíveis presas da serpente. A análise dos fósseis foi publicada na edição desta semana da revista Nature. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol.
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