Não é de hoje que a presença de flores em hospitais gera uma certa contovérsia. Alguns acham que a água dos vasos formam um belo resort para bactérias, enquanto outros argumentam estupidamente que as flores nas cabeceiras das camas competem com os pacientes pelo sagrado oxigên. Será mesmo que as flores são criaturinhas malévolas que representam riscos para a saúde dos pacientes?
Na Inglaterra, está havendo sérios debates sobre isso, a ponto de Giskin Dia e Naiome Carter, do Imperial College London analisarem a literatura e conversar com pacientes e funcionários no Royal Brompton Hospital e do Chelsea & Westminster Hospital sobre suas atitudes em relação a flores. Seus resultados foram publicados no British Medical Journal, com revisão por pares. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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