Sempre ouvimos dizer que pessoas religiosas possuem vidas mais saudáveis. Entretanto, uma pesquisa lança novas luzes sobre isso, argumentando que não é bem assim e que isso está mais para mito do que realidade. Obviamente, quem acredita em cobras falantes é capaz de acreditar em qualquer coisa, então não fará muita diferença para esse tipo de pessoa.
Uma pesquisa publicada na revista Circulation, da American Heart Association sugere que quando se trata de doenças do coração e artérias obstruÃdas, serviços religiosos ou espirituais serviram tanto aos pacientes quanto tomar meio copo d’água com um comprimido de farinha (mais conhecido como homeopatia). Assim, segundo o Dr. Donald Lloyd-Jones, da Faculdade de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern, de Chicago, “não há uma grande quantidade de carga extra ou proteção extra proporcionada por este aspecto particular da vida das pessoas”.
Cientistas da Universidade de Cambridge, Inglaterra, afirmam que a obesidade infantil pode ser causada por uma mutação genética. Os resultados de sua pesquisa mostram pela primeira vez que a condição pode ser genética, e não o resultado puramente com relação à alimentação.
Uma equipe de cientistas britânicos identificou os circuitos cerebrais que “decidem” quanto uma pessoa quer comer e o quanto ela gosta do que está ingerindo, o que poderia ajudar a descobrir um tratamento para combater a obesidade.



