dez 09

O site britânico de genealogia Ancestry.co.uk publicou os registros do serviço militar prestado por um cara muito legal, excelente pintor, bom pianista, ferrenho opositor ao fumo e que elevou uma nação da bancarrota a uma grande potência. O único probleminha daquele austríaco enlouquecido, conhecido como Adolf Hitler, foi ter surtado de vez e feito história da maneira mais torpe, vil e assassina na Era Contemporânea.

Caso não saibam, Adolf, o Louco, serviu no exército germânico durante a 1ª Guerra Mundial, ao lado dos de mais de meio milhão de outros soldados que combateram pela Alemanha. Vai ganhar um doce quem descobrir a cereja do bolo nesta postagem.

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set 18

Eu sempre percebi a enorme tendência de tudo que é religioso descambar pra Lei de Godwin, mas tem coisas que chega ao cúmulo do ridículo. Um belo exemplo disso foi trazido até meus humildes olhos pelo artista italiano Giuseppe Veneziano, que não tinha muito o que fazer (e provavelmente o gnocchi acabara) e resolveu usar de seus dons artísticos para retratar una piu bella madonna. O problema é que ao retratar a Nossa (dos católicos, e não minha) Senhora, ele colocou Adolf Hitler – o austríaco psicótico – no colo da santa(?) senhora. Conclamo todas as legiões de leitores à minha presença, pois aqui temos mais uma SEXTA INSANA!

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ago 12

Hoje resolvi escrever um pouco a respeito do papa, aquele homem que gosta de usar túnicas vermelhas, com bordados de marca (e alguém ai já ouviu falar com certeza das famosas grifes como a Gucci, por exemplo) e aqueles sapatinhos Prada (e uma vez mais, faço lembrar aquele filme - O Diabo veste Prada), e ainda por cima, tem uma semelhança física incrível com Palpatine, que o André sempre faz questão de chamá-lo de Imperador dos Sith. Mas então, voltemos ao assunto… foi noticiado na IG esses dias que:

Lombardi disse que “nunca” o jovem Joseph Ratzinger pertenceu à Juventude Hitlerista, que era, disse, “um corpo de voluntários fanáticos”.

O papa, precisou o porta-voz, em um encontro com a imprensa após os comentários neste sentido publicados pela imprensa internacional e israelense, era um seminarista “que com 16 anos foi alistado à força no corpo dos auxiliares para a defesa aérea, como ocorria naquela época com todos os jovens alemães”.

“Era uma força auxiliar do Exército, que não tinha nada a ver com os nazistas nem com a ideologia nazista”, acrescentou.

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nov 25

Por Pietra Diwan

Inglaterra, século XIX. As transformações desencadeadas pela segunda fase da Revolução Industrial alteram profundamente a vida social. O medo burguês da multidão nascente, aliado ao triunfo do discurso científico, encontra na biologia um meio de pôr ordem no aparente caos social: reurbanização, disciplina e políticas de higiene pública deveriam ser aplicadas com a finalidade de prevenir a degradação física dos trabalhadores para evitar prejuízos na economia.

Em meio ao clima de crença inabalável na ciência, o naturalista inglês Charles Darwin publica em 1859 o livro fundador do evolucionismo: A origem das espécies. As descobertas de Darwin mostravam que no mundo animal, na permanente luta pela vida, só os mais bem adaptados sobrevivem e os mais bem “equipados” biologicamente têm maiores chances de se perpetuar na natureza. As teses de Darwin logo são transportadas para outros campos do conhecimento em uma tentativa de explicar o comportamento humano em sociedade. Surge assim o darwinismo social, que apresenta os burgueses como os mais capazes, os mais fortes, os mais inteligentes e os mais ricos. Clique aqui para ler o restante deste artigo »