A IBM anunciou no começo do mês passado que vai juntar seus cientistas de quatro especialidades (nanofabricação, microeletrônica, física e biologia) para desenvolver um chip capaz de ler sequências de DNA.
O primeiro sequenciamento do DNA humano foi feito pelo projeto Genoma Humano e custou a pequena bagatela de 3 bilhões de dólares. Hoje o custo do sequenciamento completo é de aproximadamente 100 mil dólares. Se as pesquisas da IBM obtiverem resultados, o sistema poderá reduzir o custo de sequenciamento para algo entre 100 e 1000 dólares.
A corrida por memórias mais rápidas, de maior capacidade e cada vez mais miniaturizadas parece não ter fim. E provavelmente não terá. Mas agora começou uma nova corrida, à medida que cresce a preocupação com a manutenção dos dados digitais para a posteridade.
Materiais de classe aeroespacial, usados na fabricação de aviões, sondas espaciais e outros equipamentos de ponta, estão sempre associados com desempenho excepcional - mas também com um custo elevadíssimo. Isso agora poderá começar a mudar, graças ao trabalho da equipe do professor Seamus Curran, da Universidade de Houston, nos Estados Unidos.



