A IBM anunciou no começo do mês passado que vai juntar seus cientistas de quatro especialidades (nanofabricação, microeletrônica, fÃsica e biologia) para desenvolver um chip capaz de ler sequências de DNA.
O primeiro sequenciamento do DNA humano foi feito pelo projeto Genoma Humano e custou a pequena bagatela de 3 bilhões de dólares. Hoje o custo do sequenciamento completo é de aproximadamente 100 mil dólares. Se as pesquisas da IBM obtiverem resultados, o sistema poderá reduzir o custo de sequenciamento para algo entre 100 e 1000 dólares.
A corrida por memórias mais rápidas, de maior capacidade e cada vez mais miniaturizadas parece não ter fim. E provavelmente não terá. Mas agora começou uma nova corrida, à medida que cresce a preocupação com a manutenção dos dados digitais para a posteridade.
A ideia (agora, com essa chatice de acordo ortográfico, é sem acento) é produzir circuitos e telas para uso em roupas “inteligentes”, por exemplo. Uma nova técnica permite produzir chips mais maleáveis, inovando no que costumam chamar de “eletrônica flexÃvel” - o tipo que pode ser usado em em telas dobráveis (como as da foto ao lado) capazes de fazer da leitura do jornal online algo mais parecido com a leitura do exemplar impresso - ainda está longe de ser uma realidade no nosso dia-a-dia. Porém, cientistas da Coréia do Sul (um lugar que não é insano em cortar verbas de pesquisa no ramo tecnológico como aqui) relatam um avanço significativo em direção ao desenvolvimento de tais dispositivos.
Na noite de 29 de dezembro de 1959, o fÃsico norte-americano



