Para você, que acompanha o Ceticismo.net, tem um QI acima da média, se interessa por ciência e não fica me xingando, tem início o ciclo de palestras Ciência às 6 e meia, promovido pelo SBPC/RJ.
Se você mora no Rio de Janeiro, poderá assistir ao vivo no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas - CBPF, Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, situado na Rua Xavier Sigaud, 150 - Urca. Vocês podem ver indicações de como chegar ao local, com mapa e até coordenadas do Google Earth, no próprio site da instituição. Caso você não more no Rio e/ou é preguiçoso como eu, você poderáassistir por streaming, no seguinte endereço: mms://itv.cbpf.br/cienciaseisemeia (sim, você terá que assistir pelo maldito Media Player).
O mundo dos Camelinhos de Alá não é o menos louco. Está de igual para igual em toda doideira mundial, quando a religião está no comando. A sharia é a lei islâmica contida no Alcorão e que regula a vida de homens, mulheres e crianças nos países muçulmanos. Alguns são mais liberais que outros, mas alguns são extremamente rígidos. No caso das mulheres (como em muitos outros) há problemas por causa de simples interpretações. O Alcorão diz que as mulheres devem cobrir o colo dos seios e esconder-se, deixando apenas sua beleza aparente sobressair. Mas, o que significa? Para alguns, cobre-se o cabelo e pronto. Para outros, como no caso do Egito e Arábia Saudita, usa-se o niqab, um véu que só mostra os olhos. Isso pode ser um acicate às mulheres, mas algumas delas transformam a desvantagem em vantagem (ou quase). Um diplomata dos Emirados Árabes arrumou (provavelmente, ao termo seria “comprou”) uma noiva. Só que ela só se mostraria a ele na noite de núpcias. Quando o cara descobriu a garota, viu que ela era estrábica e tinha excesso de pelos no rosto. Em suma: mais feia que Shtan chupando tâmara!
E aqui estamos nós, com mais uma notícia do maravilhoso povo civilizado que segue a cartilha de Alá. As pérolas dos Camelinhos de Alá são várias, então fiz um apanhado do que andou ocorrendo esses dias, como o caso de 3 mulheres terem sido sentenciadas a levar umas chibatadas, sob a acusação de terem pulado a cerca e terem feito sexo fora do casamento. O país onde ocorreu esta incrível demonstração de civilidade? Malásia.
Ao longo dessas semanas, promovemos um verdadeiro festival de loucuras, insanidades, bizarrices e doideiras em geral. A bem da verdade, eu não fico procurando por elas, eu posto o que simplesmente “aparece” para mim, como se fosse uma espécie de “revelação divina”. Esperamos continuar assim; pois, de qualquer forma, ninguém mais espera que o mundo seja um lugar de pessoas normais.
Em um discurso, o presidente francês Nicolas Sarkozy disse que as burcas não tinham lugar na França, já que são um símbolo de subjugação das mulheres. Burcas são aquelas vestes esquisitas que cobrem as mulheres dos pés à cabeça, muito mal deixando os olhos à mostra. Isso quando deixa mostrar os olhos. Segundo a tradição islâmica, mas não com fundamentada no Alcorão, o corpo das mulheres devem ser cobertos para que não haja incitação à luxúria.
Algures na Índia. Uma fila de peças de artilharia em posição. Atado à boca de cada uma delas há um homem. No primeiro plano da fotografia um oficial britânico ergue a espada e vai dar ordem de fogo. Não dispomos de imagens do efeito dos disparos, mas até a mais obtusa das imaginações poderá “ver” cabeças e troncos dispersos pelo campo de tiro, restos sanguinolentos, vísceras, membros amputados. Os homens eram rebeldes.
Na Austrália, Noruega e Suécia, há um crime racial específico ocorrendo: homens islâmicos estupram mulheres ocidentais por razões étnicas. Isso é sabido porque os criminosos declaram abertamente suas motivações sectárias.



