mar 28
Indiscutivelmente, a Internet nos trouxe muitas coisas boas. Obviamente, nisso não se pode adicionar o Orkut que, como tudo de interessante, perde o foco e acaba se tornando um antro de tosqueira. Henio Zytomirski nasceu em Lublin, Polônia, em 1933. Entretanto, o menino Henio não viveu o suficiente para ter acesso à Internet. Ele nem mesmo viu uma televisão e nunca assistiu aos desenhos do Pernalonga. Henio morreu numa ignominiosa câmara de gás, como cortesia do 3º Reich, em 1942.
Não preciso de um DeLorean para viajar no tempo. 68 anos se passaram desde aquela data que, infelizmente, não teve nada de especial, pois morrer barbaramente numa câmara de gás era algo comum se você fosse rotulado como “diferente”, seja judeu, cigano, deficiente físico, homossexual ou rezar pro mesmo deus, mas de partido diferente. Não, Henio não teve uma morte honrosa, que despertasse indignação na época. Era apenas mais um rotulado como “traste” e nem era visto como ser humano. Hoje, Henio volta. Não numa ressurreição promovida por um deus indiferente, mas pelas mãos da tecnologia. Henio tem seu próprio perfil no Facebook.
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abr 14
Refutar criaBURRIcionista às vezes é divertido, mas tem hora que enche o saco ficar repetindo sempre a mesma coisa, ainda mais que esse pessoal parece que evoluiu de certos ofídios, já que são surdos e não enxergam muito bem, só movimentos (dos braços de pastor, balançando a Bíblia).
Não temos a mínima pretensão de fazer esse pessoal aprender algo, ainda mais quando persistem na ignorância, afirmando que “redondeza” e “esfera” são a mesma coisa.
No artigo Evolução vs. Criacionismo expusemos as bases de cada um, com uma abordagem clara, desde o que é Ciência até refutações sobre algumas barbaridades que criaBURRIcionistas costumam dizer.
Mas é tanta idiotice que esse pessoal fala que se fez necessário organizar uma listagem com as Típicos Erros Criacionistas, pra ver se param de encher o saco e ficar melhor de refutar (sua besteira é a TEC nº X. Taqui a refutação: LINK).
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mar 14
Ano 2018. As famílias de um soldado e de um suboficial americanos recebem da firma Millibots Inc. US$ 100 milhões por perdas e danos. Os dois militares, usados como escudos humanos por insurgentes afegãos que acabavam de se apossar de sua bateria móvel de mísseis, foram “sacrificados” pelo robô autônomo JCN 3000 encarregado de proteger o comboio. Ao destruir a bateria e seus operadores, o robô quis prevenir um risco iminente de utilização dessas armas, que poderiam causar um número maior de mortos no campo aliado. Foi o que tentou alegar a Millibots Inc., quando o caso foi divulgado – antes de sacar seu talão de cheques. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
fev 26
Por Marcos de Almeida
É possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
fev 26
Por Bertrand Russel
Os conceitos da vida e do mundo que chamamos “filosóficos” são produto de dois fatores: um, constituído de fatores religiosos e éticos herdados; o outro, pela espécie de investigação que podemos denominar “científica”, empregando a palavra em seu sentido mais amplo. Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia. Continue lendo »
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