Matírio. Um sofrimento sem propósito, na maioria das vezes (pra não dizer quase sempre). Grupos religiosos clamam para si que mártires jamais fariam a burrada de se submeter a sofrimentos por livre e espontânea vontade se não houvesse um propósito maior. Isso até tem um certo grau de fundamento, EXCETO se não prestarmos atenção aos detalhes. Não é uma questão de "fulano se matou em honra ao seu deus, logo seu deus existe". Fulaninho se matou (ou se deixou matar) por dois motivos: 1) É idiota; 2) Ele acreditava que estava honrando seu deus. Há vários exemplos na história da humanidade e um dos que mais gosto são os kamikases, que montavam no avião cheio de explosivos e se atiravam nos navios americanos, crentes que eram o vento sagrado (a tradução de "kamikase"), honrando o deus-vivo: o Imperador.
Pessoas matando e morrendo em nome de seus(s) deus(es) não é novidade e não começou com os seguidores do Jim Jones ou o tosco do Justino Mártir. Isso foi evidenciado em muitas culturas, como os arqueólogos que descobriram um sítio arqueológico com restos do que seria um ritual de sacrifício que data da época pré-inca. E o que se vê lá é aterrador.
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Os católicos perderam a calma e partiram pra porrada! Ignoraram os preceitos lindinhos do Príncipe da Paz, Rei dos Reis, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Filho do Homem, blá blá blá… entre outros epítetos idiotas de um ser mitológico que não é levado a sério por nenhum historiador sensato – o famoso Mega Star da Palestina, Jóquei de Jegue, Grão Cavaleiro do Burrico, J³, Jay Cee etc. Ah, também o chamam de Jesus, mas isso não é importante agora.
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