nov 04

A Itália sempre foi um país meio doido, onde prefeitos completamente malucos criam leis insanas. Lá, até pouquíssimo tempo, era considerado quintal do Vaticano, o qual mandava e desmandava. A Itália só conseguiu sua independência política no início do século XX, relegando o Império do mal a um cubículo territorial, mas de grande dinheiro e poder, não só temporal, mas político também.

Os stormtroopers católicos nunca engoliram o fato de terem perdido a última lembrança do Império Romano, parando às suas janelas que descortinam para Roma, e não perdem as oportunidades de mandar e desmandar num lugar que não está mais sob o seu julgo. Nem Roma e muito menos o resto do mundo. Assim, eles quase tiveram uma apoplexia nervosa quando a Corte Europeia de Direitos Humanos decretou que lugar de instrumentos de tortura não ficam bem como adorno e ordenaram a retirada de todos os crucifixos das escolas.

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set 01

O ensino religioso que aborda uma doutrina específica pode gerar discriminação dentro das salas de aula, segundo o sociólogo da Unesp (Universidade Estadual Paulista), José Vaidergorn. “O ensino religioso identificado com uma religião não é democrático, pode ser considerado discriminatório”, disse em entrevista à Agência Brasil.

Segundo Vaidegorn, o ensino voltado para uma determinada religião pode constranger os alunos que não compartilham dessas ideias. O professor ressalta ainda a possibilidade de que, dependendo da maneira que forem ministradas, as aulas de religião podem incentivar a intolerância entre os estudantes. “Em vez da educação fazer o seu papel formador, o seu papel de suprir, dentro das suas condições, as necessidades de formação da população ela passa a ser também um campo de disputa política e doutrinária.” Clique aqui para ler o restante deste artigo »

ago 20

Muito se discute sobre a presença de símbolos religiosos em tribunais. Essa questão é importante, pois na verdade não são simplesmente símbolos religiosos, mas apenas símbolos religiosos cristãos ou, melhor dizendo, apenas símbolos religiosos da Igreja Católica Apostólica Romana – que não são os mesmos símbolos da Igreja Católica Ortodoxa Russa, ou Grega ou outra “católica”, muito menos protestantes ou neo-pentecostais (favor não confundir as duas coisas).

A decisão da liminar – oriunda de uma ação civil pública proposta por Daniel Sottomaior e baseava-se no caráter laico do Estado – coube à juíza federal Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, e esta decidiu que os símbolos católicos poderão permanecer nos órgãos públicos, negando assim o pedido do Ministério Público Federal para a retirada dos mesmos desses locais. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

ago 10

Mais um tiro de canhão no barquinho de papel das Ovelhinhas do Senhor que querem impor sua vontade escrota. Foi proposto no dia 31/07 uma ação civil pública pedindo uma liminar com o intuito de obrigar as repartições de órgãos federais do estado de São Paulo a retirar os (totalmente fora de contexto) símbolos religiosos em locais de atendimento ao público. O pedido foi feito em nome da ONG Brasil para Todos, tendo como representante o Daniel Sottomaior, um dos maiores chatos defensores do direito dos ateus. Não que isso tenha algo a ver com ateísmo; mesmo porque, a Brasil para Todos é composta por religiosos, juristas, políticos e, claro, gente que se aproveita de qualquer coisa pra aparecer na mídia. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 17

Até que enfim, uma notícia sobre algo inteligente que os americanos fizeram: A Corte de Apelações Federal americana, em total respeito aos princípios de laicidade que a Constituição dos Estados Unidos prega, determinou que um treinador de futebol americano (sabe aquele futebol que a bola parece um caroço de azeitona? Pois é) estava terminantemente proibido de se ajoelhar e rezar com sua equipe.

O professor de espanhol e treinador no colégio público de East Brunswick, em New Jersey, desde 1983, chamado Marcus Borden pedia a um pastor uma ação de graças na refeição, antes de uma partida, e convidava seus jogadores a se ajoelharem no vestiário para rezar antes de entrar em campo.

No início de 2005, os pais (que devem ser um bando de malditos hereges) alegaram, entretanto, que tal ato se tratava de uma intromissão da religião em uma instituição pública, o que contraria a neutralidade imposta pela Constituição ao Estado em matéria de religião, tema muito sensível nos EUA. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

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