A Somália é o fio-fó do mundo, disso não há muita dúvida. Aquele lindo recanto abandonado por qualquer deus, fada, gnomo ou mesmo orc. A vida naquele cantinho miserável e explosivo do mundo é algo pra lá de complicado, pois o medo domina a população. E se não bastasse tudo isso, os membros da milÃcia islâmica de lá, a Al-Shabaab, se opõe fortemente ao pseudogoverno chamado de GFT (Governo Federal de Transição), que na verdade não governa coisa alguma. A Al-Shabaab agora está “recrutando” voluntários para o que eles chamam de guerra santa, convidando jovens somalis que estejam no exterior, juntamente com guerrilheiros estrangeiros, para que se unam à sua causa estúpida e ridÃcula de fundamentar mais uma teocracia escrota e sanguinária.
A pedofilia é uma ocorrência derivada de um comportamento social que parece ser comum entre os paÃses do Oriente Médio na atualidade. Não que outros paÃses não a apresentem, mas a questão é que no Oriente Médio não é unicamente relacionada com ato sexual com menores de idade, mas também consiste no casamento com meninas em tenra idade (com menos de 14 anos – já que a adolescência começa após essa idade, na ocasião da primeira menstruação). Esses casamentos são realizados como se fosse um costume social, aceito e até mesmo incentivado por razões religiosas. No texto que se segue, mostraremos uma pesquisa sobre os casamentos organizados com a “benção” do Hamas, bem como um sucinto resumo sociológico que procura estudar o porque deste comportamento e uma pesquisa jornalÃstica atrás da veracidade das acusações.
Por Philip Bowring
Herald Tribune
Seria pueril criticar o discurso do presidente Obama no Cairo para o mundo muçulmano. Foi bem redigido e, como de costume, bem proferido. Teve o impacto pretendido, apesar de serem difÃceis as ações que sustentarão as palavras.
Contudo, o discurso sugeriu uma divisão entre muçulmanos e não-muçulmanos maior do que realmente existe. Houve uma falta de reconhecimento implÃcito na grande diversidade do islamismo, uma religião que, como o cristianismo, formou e foi formada pelas sociedades à s quais se ligou.
Examinando mais uma vez as maluquices deste mundo ensandecido, foi nos trazido esta linda notÃcia da Reuters que fala como os amorosos religiosos islâmicos tratam suas mulheres. Com vocês: Ibtihal Hassan
Segregadas dos homens, proibidas de dirigir e submetidas a limitações para viajar, trabalhar e mesmo estudar, muitas mulheres da Arábia Saudita tentam se suicidar para escaparem de uma das sociedades mais rÃgidas do mundo.
A Arábia Saudita, um Estado islâmico conservador cujos clérigos exigem uma separação total entre os homens e as mulheres, costuma adotar uma postura severa com as mulheres, muitas delas vÃtimas de atos agressivos realizados por homens. Clique aqui para ler o restante deste artigo »



