jun 10

Wedad Lootah não dá a impressão de ser uma ativista sexual. Muçulmana e nativa dos Emirados Árabes Unidos, ela usa um niqab (véu muçulmano que cobre inteiramente o rosto e a cabeça das mulheres, com a exceção dos olhos) preto longo – que só deixa os seus olhos castanhos à mostra – e acrescenta à conversa citações do Alcorão.

Mas ela é a autora daquilo que para o Oriente Médio é um livro novo e surpreendentemente franco de conselhos eróticos, no qual ela elogia o orgasmo feminino, aborda tópicos que são tabus, como a homossexualidade, e pede aos árabes que superem as tradições retrógradas que limitam a sua felicidade sexual. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

jun 09

O mundo islâmico é uma algaravia de esquisitices. E quando eu vejo uma notícia como essa, eu fico sem saber quem está na frente no quesito tosqueira, se os cristãos ou os muçulmanos. Decidam-se vocês, pois pra mim é caso perdido; ainda mais quando eu vejo que durante 30 (TRINTA!!) anos o cinema era proibido na capital da Arábia Saudita (Riad, caso você tenha matado as aulas de geografia).

Toda a atividade cinematográfica foi proibida na década de 70, mas agora, eles viram que cinema é bom e eles gostam (além de dar lucro, obviamente). Dessa forma, permitiram que fosse exibido uma grande película cinematográfica, mas nada da linha de Lawrence da Arábia (um grande filme, sobre um grande homem e de vital importância na história do país dos Camelinhos de Alá). Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 08

Durante um ano, os olhos negros de Fátima Mohand Abdelkader não cruzaram com os de nenhum homem que não fosse seu pai ou o dirigente da seita Takfir Wal Hijra (Anátema e Exílio), que a capturou e aliciou no bairro muçulmano de La Cañada, o mais deprimido e abandonado de Melilla. Depois de deixar os estudos, rezava em casas abandonadas, afastada dos olhares mundanos, vestia-se de preto, cobria os cabelos e pensava em adotar a pudica “burca” que seu mestre sempre lhe oferecia. Suas amigas já tinham feito isso.

Fátima, que tinha então 16 anos, engoliu a isca. Fugiu de seu namorado e sua família e se entregou ao serviço da seita mais clandestina e radical do jihadismo, que odeia os muçulmanos que não pensam como eles, que permite roubar os infiéis e disfarçar-se para não despertar a suspeita dos serviços de inteligência. Um restrito e perigoso clube do ódio que conta com acólitos em La Cañada e no bairro vizinho marroquino de Farhana, a pequena distância do muro que separa a Espanha do Marrocos. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

fev 22

O Bazar Mandavi, maior centro comercial de Cabul, tem uma ala para fabricantes de burcas – uma centena deles. Penduradas lado a lado, no mesmo tom de azul, parecem todas iguais. Shahpoor Zaheri, de 41 anos, mostra diferenças no bordado e no tecido. Ele vende 42 burcas por dia. No oitavo ano sem o Taleban, a maioria das afegãs ainda se esconde sob o manto, símbolo da opressão feminina. Num Afeganistão rural e governado por códigos de conduta tribais, é a tradição e não a religião que faz do país o pior do mundo para se nascer mulher. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

fev 09

Astrofísico argelino, Nidhal Guessoum é professor na universidade americana de Sharjah (Emirados Árabes Unidos). Ele se apresenta como um “cientista muçulmano”. Sua obra, “Réconcilier l’Islam et la science moderne: l’esprit d’Averroès” [Reconciliar o Islã e a ciência moderna: o espírito de Averróis], acaba de ser publicada pela Presses de la Renaissance. A seguir, vocês poderão ler a entrevista que ele deu ao Le Monde. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

out 16

criancamuculmana.jpegNa Austrália, Noruega e Suécia, há um crime racial específico ocorrendo: homens islâmicos estupram mulheres ocidentais por razões étnicas. Isso é sabido porque os criminosos declaram abertamente suas motivações sectárias.

Adolescentes australianas foram sujeitadas a horas de degradação sexual durante uma série de violações em grupo em Sydney, entre 1998 e 2002. Os criminosos moldaram a razão para suas ações em termos explicitamente étnicos: as vítimas eram chamadas de “sluts” e “porcas australianas” enquanto abusadas. Na corte suprema australiana em dezembro de 2005, um estuprador paquistanês declarou que suas vítimas não tinham direito de dizer “não”, porque não escondiam o rosto sob o véu. Clique aqui para ler o restante deste artigo »