dez 15

O mundo antigamente era menos complicado. Acordava-se de manhã cedinho, ia pra labuta (eu disse “labuta”), parava-se um pouco para comer, voltava-se ao batente e ia pra casa de noite, onde uma refeição quentinha (ou não) estava esperando, junto com uma esposa quentinha (ou não). Pelo visto, não se mudou muita coisa ao longo da história.

O homem não sabia grandes coisas, não tinha acesso à informação, não sabia nada. Outra coisa semelhante aos nossos dias, com a diferença que hoje somos bombardeados com todos os tipos de informação, como TV, rádio, jornais, revistas da Avon, propagandas, outdoors, galhardetes, placas, carros de som, celulares, fax, homens-sanduche, animadores de lojas etc. Com o tempo, chegou a Internet, com e-mail, websites, vídeos pornô de amadoras educativos, documentários, TV do restante do mundo, conteúdo pirateado e até um vídeo com a vergonha que você passou na formatura, quando bebeu todas e quase morre afogado na privada, devidamente postado no Youtube por algum “amigo seu”. É muita informação. Mas quanto dela é realmente útil? O quanto dela é realmente conhecimento (informação NÃO É conhecimento).

Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 14

Uma equipe de cientistas trabalhando na República do Congo acredita ter conseguido o explicar o mistério do sucesso da “pesca” de cupins realizada pelos chipanzés.

Os macacos usam varas com pontas modificadas, transformadas em “escovas” pelos próprios animais para tornar a ferramenta mais eficiente na coleta de cupins. Os cientistas filmaram primatas selvagens usando os dentes para desgastar as pontas das varas, feitas de ramos ou caules de plantas.

Clique aqui para ler o restante deste artigo »

mai 13

Uma carta escrita pelo físico Albert Einstein ao filósofo alemão Eric Gutkind e que veio à tona recentemente revela que o cientista desdenhava a religião.

A carta foi escrita em 1954, um ano antes da morte de Einstein, em resposta ao livro de Gutkind Escolha a vida: O chamado bíblico para a revolta (em tradução livre), e passou os últimos 50 anos nas mãos de um colecionador particular (esse tipo de colecionador é uma praga, pois eles nos privam de conhecer importantes obras e documentos historicos).

Clique aqui para ler o restante deste artigo »