jan 10
Por desconhecerem o funcionamento do cérebro e da mente humana, a maioria das religiões pregam que existe dentro de nós coisas não-materiais, como alma, espírito, sopro de vida, etc. Ninguém jamais viu tais coisas e jamais foram detectadas por qualquer instrumento científico, por melhor que os cientistas tenham tentado. Para a ciência, as únicas coisas que sabe-se da existência são o cérebro, a mente e a consciência.
O CÉREBRO é uma máquina computacional de processamento paralelo (bilhões de neurônios processam dados ao mesmo tempo) e é evolutiva (incontáveis redes neuronais competem entre si em um sistema darwiniano, que evolui adaptando-se às informações que entram no sistema). Existem no cérebro trilhões de sinapses nervosas, cada uma contendo um fragmento de toda a informação que armazenamos ao longo de nossas vidas. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
ago 27
Não é de hoje que filósofos, pensadores e pedantes metidos a intelectuais se preocupam com a definição de Ética. Alguns alegam que ela aparece nas sociedades animais, mas é bem certo que esses filósofos nunca presenciaram a Natureza; pois, se o fizessem, veriam que a Natureza não tem nada de ética ou moral, pois tudo isso são conceitos humanos, de humanos para humanos, variando de sociedade para sociedade; mesmo porque, são conceitos particulares. Poderíamos, portanto, empregar conceitos de Ética e Moral para simples máquinas? Bem, é o que cientistas de Portugal e da Indonésia pesquisam, de modo a descrever uma abordagem para a tomada de decisões automáticas, mas com senso de moralidade. É o que a pesquisa, baseada em lógica computacional, descreve na última edição do International Journal of Reasoning-based Intelligent Systems. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
abr 03
Duas equipes de pesquisadores anunciaram nesta semana a criação de máquinas que podem raciocinar, formular teorias e descobrir conhecimento científico por conta própria, num grande avanço no campo da inteligência artificial.
Tais robôs-cientistas podem ser colocados para destrinchar complexos sistemas biológicos, criar novos medicamentos, estabelecer modelos do clima global ou compreender o cosmo. Por enquanto, porém, realizam tarefas bem mais modestas.
Ross King e seus colegas da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, criaram um robô chamado Adam (Adão), capaz não só de realizar experimentos sobre o metabolismo do fermento, mas também de raciocinar sobre os resultados e planejar a próxima experiência. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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