Eu sempre percebi a enorme tendência de tudo que é religioso descambar pra Lei de Godwin, mas tem coisas que chega ao cúmulo do ridículo. Um belo exemplo disso foi trazido até meus humildes olhos pelo artista italiano Giuseppe Veneziano, que não tinha muito o que fazer (e provavelmente o gnocchi acabara) e resolveu usar de seus dons artísticos para retratar una piu bella madonna. O problema é que ao retratar a Nossa (dos católicos, e não minha) Senhora, ele colocou Adolf Hitler – o austríaco psicótico – no colo da santa(?) senhora. Conclamo todas as legiões de leitores à minha presença, pois aqui temos mais uma SEXTA INSANA!
Hoje resolvi escrever um pouco a respeito do papa, aquele homem que gosta de usar túnicas vermelhas, com bordados de marca (e alguém ai já ouviu falar com certeza das famosas grifes como a Gucci, por exemplo) e aqueles sapatinhos Prada (e uma vez mais, faço lembrar aquele filme - O Diabo veste Prada), e ainda por cima, tem uma semelhança física incrível com Palpatine, que o André sempre faz questão de chamá-lo de Imperador dos Sith. Mas então, voltemos ao assunto… foi noticiado na IG esses dias que:
Lombardi disse que “nunca” o jovem Joseph Ratzinger pertenceu à Juventude Hitlerista, que era, disse, “um corpo de voluntários fanáticos”.
O papa, precisou o porta-voz, em um encontro com a imprensa após os comentários neste sentido publicados pela imprensa internacional e israelense, era um seminarista “que com 16 anos foi alistado à força no corpo dos auxiliares para a defesa aérea, como ocorria naquela época com todos os jovens alemães”.
“Era uma força auxiliar do Exército, que não tinha nada a ver com os nazistas nem com a ideologia nazista”, acrescentou.
Um dos mais prestigiados pesquisadores das relações militares entre americanos e brasileiros, o historiador Frank McCann, da Universidade de New Hampshire, revela que o Brasil recusou gestões dos EUA para participar da ocupação aliada da Áustria após a 2ª Guerra (1939-1945). A sugestão, rejeitada por motivos ainda hoje não esclarecidos, poderia, se aceita, ter modificado substancialmente o papel brasileiro nas relações internacionais no pós-guerra e facilitado o caminho para o País obter a almejada cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, acredita o professor. Ele vai comentar suas pesquisas sobre o assunto no I Seminário de Estudos sobre a Força Expedicionária Brasileira (FEB), dia 15/06, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS-UFRJ). Maiores informações sobre o seminário no site da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB).



