set 16

A nova onda é a famigerada gripe suína, onde o malfadado H1N1 trará morte e destruição, fazendo-nos cair na barbárie, matando-nos mutuamente, deflagrando guerras e propiciando miséria e fome. Infelizmente, a humanidade já tava assim antes e o vírus deve ter pensando “Holy crap! Cheguei tarde!”. Não obstante, o comportamento das pessoas mudou com isso, e há uma onda de higienização, que tende mais para palhaçada, já que o ser humano tem um gene especializado em burrice, expressado quando qualquer evento fora do comum acontece, ainda mais quando tais pessoas possuem grau de inteligência equivalente ao de uma ameba retardada (cerca de 90% da população).

A “mania de limpeza” (que não passa de mania, mesmo) chega até mesmo nos mais profundos meandros da psique humana, a ponto de refletir no lado mais obscuro da mente, principalmente nas partes responsáveis pelo sentimento religioso. Por causa do vírus stephenkingiano que está prestes a dizimar a humanidade (será o arrebatamento chegando?), as autoridades da cidade de Nápoles decidiram impedir seus devotos de ficarem beijando um relicário que, supostamente, de San Gennaro. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

jul 20

Reparem como a mulher à direita usa a máscara.Cristãos e muçulmanos estão sendo obrigados a mudar de hábitos diante da gripe suína. A Organização Mundial da Saúde (OMS) vem se reunindo com o Vaticano, com lideranças muçulmanas e de outras religiões para estabelecer um guia sobre como se deve agir caso a pandemia avance. Ontem, uma fatwa – espécie de lei religiosa do Islã – sugeriu que muçulmanos possam deixar de fazer a peregrinação a Meca por causa da gripe. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

jun 23

O progresso científico-tecnológico trouxe inúmeros desafios à humanidade. No segmento da saúde, descobertas fundamentais foram feitas após a Revolução Industrial, particularmente com o início da era pasteuriana, em fins do século XIX, e permitiram expectativa média de vida, ao menos em países socialmente desenvolvidos, em torno de 80 anos atualmente.

Entre algumas conquistas básicas, na saúde, estão para disponibilidade ampla de água potável, tratamento dos esgotos, coleta regular de lixo e, entre outras medidas de higiene, vacinas, técnicas desenvolvidas para o diagnóstico de doenças e seu tratamento, especialmente com antibióticos, no caso de doenças infecciosas. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

mai 08

Os primeiros casos de pacientes brasileiros possivelmente infectados pelo influenza A (H1N1), que causa a gripe suína, deverão começar a ser diagnosticados no início da semana que vem em território nacional, de acordo com docentes da Universidade de São Paulo (USP) reunidos em evento no Instituto da Criança da USP, na manhã desta quarta-feira (6/5), na capital paulista.

Isso porque os laboratórios e órgãos de saúde pública no Brasil estão prestes a receber, do Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), os kits de biologia molecular para o diagnóstico de pessoas infectadas pelo vírus no país. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

mai 05

A Primeira Guerra Mundial terminou em 1918 com 9 milhões de mortos. A gripe espanhola desse mesmo ano acabou com a vida de 40 milhões de pessoas. Foi a pior das três epidemias mundiais de gripe do século 20 (1918, 1957 e 1968), e de longe a pior pandemia de qualquer tipo registrada na história. O vírus que a causou não vinha dos porcos, mas das aves, mas era um H1N1 como o atual. O H1N1 era um vírus avícola até 1918, e foi a gripe espanhola que o transformou em uma cepa humana típica. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 29

Nos calabouços de Zul’Gurub, frequentados por entusiastas dos jogos online, uma gigantesca serpente alada chamada Hakkar, a Flageladora de Almas, pode oferecer importantes pistas aos epidemiologistas que tentam prever o impacto de uma pandemia.

Em setembro de 2005, uma praga chamada “Sangue Corrompido” causou tumulto no popular jogo online World of Warcraft. O que aconteceu em seguida ilustra a espécie de questão que as autoridades terão de enfrentar, à medida que um surto letal de gripe suína se espalha no México e em outros países. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 28

Neste momento em que a gripe suína ameaça transformar-se na próxima pandemia, as maiores providências são determinar se a capacidade de transmissão da doença de um ser humano para outro se sustentará e, caso isso ocorra, o quão virulenta ela poderia se tornar. Mas mesmo se esse vírus regredir rapidamente, há uma forte possibilidade de que ele apenas passe a agir sem que seja detectado, continuando a infectar silenciosamente algumas pessoas enquanto se torna mais bem adaptado aos seres humanos, para, a seguir, explodir com força total em todo o mundo.

O que acontecerá a seguir depende basicamente do vírus. Mas depende de nós criarmos uma vacina o mais rapidamente possível. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 28

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.

“Se (o vírus) tiver mortalidade baixa, não vai haver tanto impacto na população. Mas se a mortalidade for maior do que a do vírus da gripe normal, não vamos estar preparados”, afirma Ujvari, que é médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Clique aqui para ler o restante deste artigo »