As Filipinas é um país católico. Mas MUITO católico. Tão católico que alguns filipinos chegam ao fanatismo de se crucificarem no Dia de Surrar Jesus, mais conhecida como Sexta-Feira Santa. O povo lá consegue ser bem estranho, e a ICAR adora muito tudo isso! Assim, qualquer coisa que faça as pessoas pensar é vista como inimiga pelos lords Sith do Império do Mal. E um bom exemplo foi o arranca-rabo que arrumaram quando o Ministério da Saúde das Filipinas distribuiu preservativos gratuitamente para a população.
Cristãos fundamentalistas são um pé-no-saco. Como ninguém dá muita bola pra eles (o que pode ser perigoso), eles resolveram deixar o coitado do Darwin em paz (por enquanto) e resolveram atacar climatologistas que estudam os efeitos do chamado Aquecimento Global. Adivinhem só a principal “arma” de argumentação dos toscos? Que o AG é apenas uma teoria e não foi provado ainda, sem nenhuma base científica. Pois, é. Vocês já ouviram essa história antes.
Os débeis mentais que se acham no direito de criticar o ensino da Evolução, mesmo sem saber NADA de biologia, resolveram entrar em ação em alguns Estados norte-americanos (claro, sempre eles, sob o comando da ridícula Fundação Templeton e do Discovery Institute) alegando que o tema do aquecimento global deveria ser abordado de duas maneiras diferentes e contraditórias, deixando os alunos escolherem o que melhor lhes aprouver. Sim, eu sei: mais do mesmo.
E no doce mundinho louco, mais uma bizarra amostra do amor cristão e de tolerância religiosa. Como sabemos, devemos respeitar as religiões, como os cristãos pregam, conforme foi dito pelo seu deus pregado. Só uqe o “respeito” que a corja fundamentalista ensandecida prega é o respeito pela sua religião e nada mais. Dessa forma, como eles agem perante outras religiões? Atacam com uma chuva de pedras; só que o líder supremo vodu no Haiti resolveu rodar a baiana haitiana e prometeu “guerra” na última quarta-feira (24/02), após uma horda de evangélicos terem atacado uma cerimônia organizada em honra aos mortos no terremoto do mês passado. Esta é sua SEXTA INSANA!
Neste artigo, queremos transcrever um fato quase desapercebido pela maioria das pessoas, que foi um dos episódios mais sangrentos da China do século XIX, antes das tragédias que viriam a ocorrer no século XX que antecederam a formação da moderna China dos dias de hoje.
É também um dos mais negros episódios do Cristianismo, em que teve influência nas origens desse conflito, no qual teve o saldo estimado de cinquenta milhões de mortos. E é amplamente desconhecido, e está na hora de divulgar o assunto.
Com isso, queremos demonstrar um dos perigos que representa o fanatismo religioso e as loucuras messiânicas.
Sábado de Sol. Eu ia alugar um caminhão pra levar a galera pra comer feijão. Bem, é fim de mês e o dinheiro tá no fim, mas com contas pagas, assim não me resta muito o que fazer por vocês, então, trago-lhes uma notícia de arrepiar, pois um homem foi detido na segunda-feira (21/9) em Porto Príncipe, Haiti (já sabem que vem merda, né?) acusado de matar a mulher e os cinco filhos, todos entre 9 anos e 11 meses de idade. Em sua defesa, Mesac Dama afirmou que agiu sob o comando de “forças místicas”, informou a polícia haitiana.
Este é seu SÁBADO INSANO (sim,eu sei que era pra ser sido postado na sexta-feira. Desculpem, pessoal).
Eu costumo dizer que não tenho nada contra a religiosidade de alguém. O problema não é a crença em um deus, e sim as conseqüências de uma visão fanática, que acabam por matar pessoas inocentes. Um exemplo disso é o caso da menina de 11 anos que morreu no estado norte-americano de Wisconsin, em março desse ano. Jovens morrem a cada minuto no mundo e isso é algo alarmante. Mas este caso é pra lá de macabro, pois a morte dessa menina se deu porque o pai se recusou a levá-la ao médico, já que – na minúscula cabecinha desse imbecil – rezando pra Jesus faria com que a criança melhorasse. Isso não aconteceu – seja por incompetência, indiferença ou inexistência de deus(es) – e agora o sujeito está tendo sua recompensa: um processo por homicídio (culposo, imagino).
A Wikipédia é a coisa mais anárquica que pode existir. Como todas as boas idéias, começa muito bem me acaba virando zona. Criada com o intuito de compartilhar conhecimento, servindo de guia para referências e consultas rápidas, virou o salva-vidas de alunos preguiçosos que copiam e colam o texto, sem nem tirar os links (cansei de dar zero em trabalho “feito” assim). Considerando que é uma ferramenta de colaboração indiscriminada, qualquer um pode editar um texto lá. A chamada Wikipédia lusófona (em português) consegue ser um verdadeiro lixo, onde há muitas guerras de ego e onde portugueses, que se acham donos do idioma, capam artigos brasileiros e fanáticos religiosos vivem editando besteiras (já vi um “Jesus é o Senhor” num artigo. Pena que não dei screenshot).
Qualquer coisa que religiosos fanáticos têm acesso dá em merda. E isso ficou provado com o artigo sobre Cientologia na Wikipédia em inglês, conforme trouxe o site The Register, onde os administradores começaram a banir qualquer usuário que entrasse no confronto contra esta besteira retardada seguida por ricaços e famosos (que nem sempre são as duas coisas ao mesmo tempo).
Como já falamos, religiosos têm uma tendência a se oporem a um conceito social muito relevante: a Liberdade. Religiosos acham que o conceito de Liberdade remete-se apenas quando é adequada sos seus próprios interesses, mas nunca é extendida a outras pessoas, principalmente quando essas outras pessoas possuem uma visão filosófica/religiosa diferente.
Isso pode ser facimente observado no mundo, como no caso em que a Justiça espanhola obrigou um pai divorciado a levar o filho às procissões da Semana Santa. Tal ordem veio por causa de um processo judicial em que a mãe da criança abriu um processo judicial porque, sendo católica, ela quer porque quer que o filho seja católico também. Em contrapartida, o pai recusava-se a ir com a criança em eventos religiosos, o que imagino que isso ocasionara a separação dos dois pombinhos.
Durante um ano, os olhos negros de Fátima Mohand Abdelkader não cruzaram com os de nenhum homem que não fosse seu pai ou o dirigente da seita Takfir Wal Hijra (Anátema e Exílio), que a capturou e aliciou no bairro muçulmano de La Cañada, o mais deprimido e abandonado de Melilla. Depois de deixar os estudos, rezava em casas abandonadas, afastada dos olhares mundanos, vestia-se de preto, cobria os cabelos e pensava em adotar a pudica “burca” que seu mestre sempre lhe oferecia. Suas amigas já tinham feito isso.
Fátima, que tinha então 16 anos, engoliu a isca. Fugiu de seu namorado e sua família e se entregou ao serviço da seita mais clandestina e radical do jihadismo, que odeia os muçulmanos que não pensam como eles, que permite roubar os infiéis e disfarçar-se para não despertar a suspeita dos serviços de inteligência. Um restrito e perigoso clube do ódio que conta com acólitos em La Cañada e no bairro vizinho marroquino de Farhana, a pequena distância do muro que separa a Espanha do Marrocos.
Uma das páginas da web mais proibidas no mundo árabe é um site espanhol que promove o laicismo, os princípios democráticos e o desenvolvimento da sociedade civil, segundo uma rede de ONGs árabes com sede no Cairo.
O domínio 3almani.org, que em árabe significa laico, nasceu em março de 2007 “com a intenção de mostrar que o laicismo não é sinônimo de ateísmo, idéia muito difundida no mundo islâmico, mas a base de uma democracia em que todos os cidadãos são iguais perante a lei, independentemente de sua religião.”



