Neste artigo, queremos transcrever um fato quase desapercebido pela maioria das pessoas, que foi um dos episódios mais sangrentos da China do século XIX, antes das tragédias que viriam a ocorrer no século XX que antecederam a formação da moderna China dos dias de hoje.
É também um dos mais negros episódios do Cristianismo, em que teve influência nas origens desse conflito, no qual teve o saldo estimado de cinquenta milhões de mortos. E é amplamente desconhecido, e está na hora de divulgar o assunto.
Com isso, queremos demonstrar um dos perigos que representa o fanatismo religioso e as loucuras messiânicas.
Os católicos perderam a calma e partiram pra porrada! Ignoraram os preceitos lindinhos do Príncipe da Paz, Rei dos Reis, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Filho do Homem, blá blá blá… entre outros epítetos idiotas de um ser mitológico que não é levado a sério por nenhum historiador sensato – o famoso Mega Star da Palestina, Jóquei de Jegue, Grão Cavaleiro do Burrico, J³, Jay Cee etc. Ah, também o chamam de Jesus, mas isso não é importante agora.
Examinando mais uma vez as maluquices deste mundo ensandecido, foi nos trazido esta linda notícia da Reuters que fala como os amorosos religiosos islâmicos tratam suas mulheres. Com vocês:
Segundo a agência de notícias EFE, uma professora britânica foi presa no Sudão acusada de insultar a fé e a religião. Gillian Gibbons, 54 anos, está detida na capital do país, Cartum. Meios de comunicação afirmam que Gibbons foi presa depois de permitir que sua turma, com idade em torno de 7 anos, desse o nome de Maomé a um ursinho. O fato pode ser considerado uma grave ofensa ao profeta Maomé. Na lei islâmica, a blasfêmia é punida com 40 chicotadas.



