Nós, seres humanos, como muitos animais, damos o máximo de valor aos membros de nosso convÃvio social. Nós os abraçamos, os protegemos e estamos sempre pronto a defender quem achamos que é “um dos nossos”. Infelizmente, existe um processo contrário, quando muitos de nós quem não é de nosso meio, a ponto de hostilizarem verbal, social e até mesmo fisicamente. O nome disso é um termo em inglês, chamado de Bullying.
O Bullying é o ato covarde propalado pelos bullies (em bom português, valentões), que não passam de um bando de idiotas que usam sua condição de superioridade fÃsica, numérica ou mesmo hierárquica para impor medo e agir menos como selvagens, pois até mesmo as tribos ditas “selvagens” não agem feito uma cepa de retardados. O bullying está presente desde o colégio, até mesmo em empresas, passando por faculdades, forças armadas, vizinhança etc. O mundo virtual – o chamado ciberespaço (do termo em inglês cyberspace) –, como sendo um reflexo de nosso mundo real, Neo, não fica diferente disso, ainda mais quando se conta com a facilidade de se esconder por trás de uma tela brilhante, dando uma suposta liberdade de se fazer oi que quiser, causando até mesmo mortes de adolescentes. Aqui vamos nós para mais uma viagem pelo terreno mais obscuro do Universo: a mente humana.
Final de semana e de mês. O pessoal tá sem dinheiro, mas como andam com energia pra gastar (só energia mesmo), resolveram voltar às raias da Idade Média e partir pra porrada. Não que pessoas brigando seja novidade; o inusitado é saber ONDE a desavença começou: O Facebook! Os dois resolveram partir pras vias de fato, onde um saiu com uma facada na perna e outro quase teve a casa queimada. Esta é a segunda edição da sua SEXTA INSANA!
Eu devia colocar esta notÃcia apenas amanhã, pois é o dia da nossa já famosa Sexta Insana. Ah, mas que diabo! Vamos logo alegrar o pessoal com mais uma tosqueira propiciada pelo gênero humano.
O ser humano não muda. Não importa se cara-a-cara ou se está atrás de um muro ou se escondendo na Internet. É da natureza humana o ódio e a tendência ao separatismo, chauvinismo e preconceito. Somos uma espécie que só tem feito besteira entre si, mostrando que se há um milagre, foi o de não termos nos matado uns aos outros (ainda).



