nov 03
Galileu Galilei é uma das mais memoráveis figuras da Ciência. Pode-se dizer que ele foi quem começou a Ciência Moderna e pai do Método Científico. Galileu era, sobretudo, um experimentalista, pouco se importando com as besteiras aristotélicas e platonianas de sentar a bunda numa cadeira e ficar apenas pensando no Universo, sem fazer nenhuma experiência para validar suas ideias. Muitas histórias acercam esta lendária figura, mas boa parte dela não é verdadeira.
Vamos dar uma olhadinha no Livro dos Porquês!
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jul 09
Eu tenho uma visão romântica sobre o mundo. Acho-o fantástico pelo paradoxo que é sua simplicidade e complexidade que coexistem. A complexidade são as diferentes forças atuantes no planeta, moldando-o sem parar, onde sua topologia muda, ainda que beeeeeem lentamente. A simplicidade é que se trata de apenas um reles planeta terrestre, jogado num canto irrelevante de uma galáxia irrelevante. Se nosso planeta fosse especial de alguma forma, sua destruição seria uma perda para o universo, só que o universo sequer se daria conta disso. Qual importância tem uma coisa que ninguém sentirá falta? Ainda assim, vemos o amanhecer raiar do dia e o crepúsculo cair da noite. Vemos as fases da Lua, vemos até o eclipse ato da sombra da Terra impedir a luz do sol ser refletida pelo satélite.
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dez 25
Por muito tempo, o Sol foi a única estrela de real importância para nós. Depois que adquirimos membros, aprendemos a caminhar pela terra e depois resolvemos nos voltar para o mar, milhões de anos que nossos primos cetáceos, percebemos que era preciso algo que nos ajudasse a enfrentar o desconhecido, que nos guiasse por terras e mares inexplorados e, principalmente, algo que nos ajudasse a voltar para casa. ao olhar para terra ou mar, vimos que não adiantava muito, pois nada nos era familiar. Portanto, olhamos para cima e vimos algo que estaria sempre ali, para nos dar conforto e a chance a promessa de segurança e um retorno garantido.
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mai 22
Quando o centro de laser mais poderoso do mundo entrar em ação no final do mês uma pequena estrela nascerá na Terra. O Centro Nacional de Ignição (NIF, na sigla em inglês), no Estado americano da Califórnia, terá como um de seus objetivos estudar ciências físicas e planetárias e examinar, no conforto do laboratório, fenômenos distantes, como a formação de planetas ou as violentas explosões que dão origem a estrelas, chamadas de supernovas. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
nov 01
Por: Verlyn Klinkenborg
Se os seres humanos se sentissem de fato à vontade sob a luz da Lua e das estrelas, atravessaríamos contentes a escuridão, com o mundo da meia-noite tão visível para nós quanto ele é para um vasto número de espécies noturnas. Mas somos criaturas diurnas, com olhos adaptados para viver sob a luz do Sol. Esse é um fato evolucionário básico, mesmo que as pessoas, em sua maioria, não se vejam assim, do mesmo jeito que também não costumamos nos pensar como primatas, mamíferos ou terráqueos. No entanto, é o único jeito de explicar o que fizemos com a noite: nós a manipulamos. Enchemos a escuridão de luz para que se tornasse mais acolhedora. Essa atitude não é diferente do represamento de um rio. Seus benefícios trazem conseqüências – a chamada poluição luminosa – cujos efeitos os cientistas só agora começam a estudar. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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