abr 08
Há pouco tempo, cientistas conseguiram sintetizar pela primeira vez átomos do elemento químico de número 117, que não existe na natureza. A informação foi divulgada pelo Laboratório Nacional Oak Ridge, dos Estados Unidos.
O experimento que produziu o elemento 117, que ainda está sem nome, foi realizado por uma equipe do Instituto de Pesquisa Nuclear da Rússia, em colaboração com cientistas americanos. Por meio da colisão entre átomos de outros elementos, foram produzidos dois isótopos do 117. Ambos contam com 117 prótons, mas um tem 176 nêutrons e o outro, 177. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
abr 08
A Agência Espacial Russa deu ordem nesta terça-feira, 7, para que começasse o trabalho de design de uma nova geração de naves espaciais capazes de levar missões para a Lua, estabelecendo as bases para uma potencial nova corrida espacial com os Estados Unidos.
A Agência Espacial assinou um contrato com a companhia RKK Energiya, controlada pelo Estado, de 800 milhões de rublos (US$ 23 milhões) para o trabalho inicial em uma nova, e reutilizável, nave que substitua a Soyuz, de 40 anos. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
abr 07
A FAPESP enviou nesta segunda-feira (6/4), à Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern), sediada na fronteira entre a França e a Suíça, um memorando de entendimento para formalizar a participação de pesquisadores paulistas no Worldwide LHC Computing Grid (WLCG), uma colaboração global que reúne mais de 140 centros de computação científica em 35 países.
O objetivo do WLCG é fornecer e manter a infraestrutura de análise e armazenamento de dados de toda a comunidade de física de altas energias que participa dos experimentos do Large Hadron Collider (LHC), ou “grande colisor de hádrons”, o maior instrumento científico já construído. O acordo entre FAPESP e Cern também envolve a Universidade Estadual Paulista (Unesp). Clique aqui para ler o restante deste artigo »
abr 07
Estão abertas as inscrições, até 31 de julho, para a terceira edição da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), iniciativa pública sem fins lucrativos dedicada às escolas, professores e jovens brasileiros vinculados ao ensino fundamental, médio ou técnico.
A participação no evento, que espera envolver 50 mil alunos de todo o Brasil, é gratuita e as inscrições devem ser feitas pelo site da competição. Entre os objetivos está o de despertar e estimular o interesse pela robótica e áreas afins e promover a difusão de conhecimentos básicos sobre robótica de forma lúdica e cooperativa. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mar 20
Por Jean Remy Davée Guimarães
Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Hoje aprendemos a temer as radiações ionizantes emitidas por radionuclídeos naturais e artificiais, aparelhos de raios-X e outras fontes. Essas radiações estão entre as mais energéticas do espectro eletromagnético e são assim chamadas por possuírem energia suficiente para provocar ionização, o que afeta a ligação entre átomos e resulta em uma série de efeitos físicos, químicos e biológicos, como quebra de moléculas. Pensou no seu precioso DNA? Acertou.
Essas radiações podem atuar como uma espécie de kryptonita verde (mas infelizmente incolor e invisível) que pode enfraquecer o homem comum. É complicado, tecnológico, meio secreto. Está associado tanto a pesquisa e saúde quanto a destruição em massa. É traiçoeiro por não ter cor ou odor e por não manifestar seus efeitos no momento da exposição. E ainda produz Godzillas e outros monstros de filme B! Hiroshima, Chernobyl, Goiânia… Brrrr! Eis aí todos os ingredientes para uma forte percepção de risco. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mar 19
Engenheiros químicos americanos transformaram com sucesso óleo de plantas – canola, coco e soja – em combustível para aeronaves, indistinguível dos combustíveis convencionais, de acordo com testes feitos pelo governo americano.
Trabalhando com a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada para Defesa (DARPA, na sigla em inglês) do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, cientistas do Centro de Pesquisa de Energia e Meio Ambiente (EERC, na sigla em inglês) da University of North Dakota converteram o óleo derivado dessas plantas em combustível com densidade, conteúdo energético e, até ponto de congelamento, similares aos derivados de petróleo. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mar 17
Os engenheiros romanos escavaram um aqueduto através de mais de cem quilômetros de pedra para levar água a cidades da antiga província da Síria. O esforço monumental levou mais de um século, diz o pesquisador alemão que descobriu o aqueduto. Clique na imagem para ampliar (o círculo vermelho mostra alguns ridículos exemplares de animais mamíferos da ordem dos Primatae).
Quando os romanos não estavam ocupados conquistando território de seus inimigos, adoravam gastar imensas quantidades de água, que gorgolejava e borbulhava por todas as suas cidades. Os engenheiros do império inventaram encanamentos padronizados, aquedutos tão altos quanto fortalezas, e canos com 15 bares (153 toneladas por metro quadrado) de pressão. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jan 24
No artigo anterior, expusemos os fatos sobre o caso do desabamento da Igreja Renascer. Em notícia divulgada há pouco tempo pela Folha (quentinha pra vocês, pessoal), são trazidas mais informações, com direito até mesmo a vídeozinho.
Pelo que estamos observando nas notícias divulgadas nesta semana, estamos presenciando tudo aquilo que já vimos várias e várias vezes em Terra Brasilis, o velho jogo do empurra-empurra, politicagem, acusações de um lado para outro, incidentes, muita conversa fiada, contradições, sensacionalismo, testemunhos ardoroso, má-fé, aproveitamento das coisas para proveito próprio, etc. Isso demonstra muito bem o caráter (ou falta dele) por parte de muitos idiotas que fazem por onde aparecerem como “bons moços”. Mas, como veremos, não é assim como a banda toca e que tem muita sujeira por trás disso tudo. E não estou me referindo aos escombros. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jan 23
A ideia (agora, com essa chatice de acordo ortográfico, é sem acento) é produzir circuitos e telas para uso em roupas “inteligentes”, por exemplo. Uma nova técnica permite produzir chips mais maleáveis, inovando no que costumam chamar de “eletrônica flexível” – o tipo que pode ser usado em em telas dobráveis (como as da foto ao lado) capazes de fazer da leitura do jornal online algo mais parecido com a leitura do exemplar impresso – ainda está longe de ser uma realidade no nosso dia-a-dia. Porém, cientistas da Coréia do Sul (um lugar que não é insano em cortar verbas de pesquisa no ramo tecnológico como aqui) relatam um avanço significativo em direção ao desenvolvimento de tais dispositivos.
Em um artigo publicado na Nature, Jae-Young Choi, do Instituto Avançado de Tecnologia da Samsung, Keun Soo Kim e Byung Hee Hong, da Universidade Sungkyunkwan, e colegas, descrevem uma técnica para produzir eletrodos finos e flexíveis a partir de grafeno (leia o resumo AQUI). Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jan 20
No dia 18 de janeiro de 2009, o teto de um templo da Igreja Renascer desabou em cima de dezenas de pessoas que estavam em um culto, provocando ate o momento nove mortes e mais de cem pessoas feridas. Isso vocês já sabem e não demora o interesse pelo público sumirá, como foi o caso do João Hélio, da menina Eloá e tantas outras tragédias que acontecem por aí.
Muitos sites céticos e ateus comentaram isso a doidado, em boa parte deles com um deboche sobre o fato de Deus não ter ajudado ninguém, como se a morte de várias pessoas fosse algum triunfo. Acho isso de péssimo gosto. Religiosos ou não, eram pessoas que perderam a vida numa fatalidade e merecem respeito. Se você entrou aqui esperando algum escárnio por isso, dê ALT+F4, porque veio no lugar errado. O que vamos abordar aqui são fatos e eventos que culminaram naquela tragédia absurda. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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