O Big Bang não é a única noção da origem do cosmo compatÃvel com a fÃsica atual. A chamada cosmologia quântica de laços (”loop quantum cosmology”) está acumulando argumentos a favor de uma segunda possibilidade: que nosso universo tenha surgido do colapso de um universo preexistente. A teoria chegou agora ao ponto de maturidade necessária para fazer previsões que podem ser submetidas a testes experimentais. Caso se confirme, o Big Bang teria sido na realidade um Big Bounce - um grande rebote -, e o cosmo não viria de um ponto de infinita densidade, mas de uma sucessão de expansões e contrações talvez eterna, sem princÃpio nem fim.
Dez anos se passaram desde que dois grupos de pesquisas independentes descobriram que o Universo está se expandindo de maneira acelerada, em virtude de uma força que chamaram “matéria escura”, sem, no entanto, ter sido descoberto o que na verdade seria esta matéria.
No decorrer deste tempo, várias hipóteses foram levantadas. Dentre elas, estava a que relacionava os MACHOs a ela e a segunda que tratavam-se dos neutrinos.
Antes que comecem com as gracinhas, MACHO é a sigla para Massive Compact Halo Object (ou objeto com halo compacto e grande massa) e foi criada nos anos 90 como parte das tentativas da identificação da matéria escura, iniciada na década de 70. Todavia, nos anos 80, referida teoria sofreu duro golpe, quando as teorias cosmológicas começaram a exigir a existência de matéria escura constituÃda por partÃculas elementares ainda desconhecidas, no lugar de objetos astronômicos.
Uma carta escrita pelo fÃsico Albert Einstein ao filósofo alemão Eric Gutkind e que veio à tona recentemente revela que o cientista desdenhava a religião.
A carta foi escrita em 1954, um ano antes da morte de Einstein, em resposta ao livro de Gutkind Escolha a vida: O chamado bÃblico para a revolta (em tradução livre), e passou os últimos 50 anos nas mãos de um colecionador particular (esse tipo de colecionador é uma praga, pois eles nos privam de conhecer importantes obras e documentos historicos).
Um estado da matéria que permite ver os efeitos da mecânica quântica, área da fÃsica que lida com as interações de partÃculas subatômicas. Essa é a definição do condensado de Bose-Einstein, que foi recentemente obtido em laboratório por pesquisadores do Instituto de FÃsica de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP). Com o feito, os cientistas brasileiros se equiparam aos fÃsicos norte-americanos Eric Allin Cornell e Carl Wieman, os primeiros a terem sucesso na empreitada, que lhes rendeu o prêmio Nobel de FÃsica de 2001. O condensado brasileiro foi obtido com o uso de tecnologia quase inteiramente nacional. Clique aqui para ler o restante deste artigo »



