nov 26
Se já não bastava o tanto de criminosos barbarizando no estado do Rio de Janeiro, em especial na cidade do Rio, outros criminosos começaram a encher o saco. No segundo caso, são criminosos que o próprio cidadão burro resolveu que seria o melhor menos pior para legislar. Entre eles, está o famigerado deputado Chico Alencar. Como era de se esperar, quando a coisa começa a entrar nos eixos, oportunistas de plantão, deputados e outras coisas que brotam em locais úmidos e mal-cheirosos começam a atirar seus dejetos verbais, mas em prol dos pobres coitados, à mercê da polícia que insiste em não querer ser alvo de bandido.
Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mar 16
As pessoas mais idosas tinham ditados eficiente e que retratavam bem o mundo, mas infelizmente as pessoas não costumam dar ouvidos, e a ICAR é uma boa prova disso.
“Passarinho que come pedra sabe o cu que tem”, já dizia o adágio. Só que algumas bestas não sabem o cu que têm e comem além de sua cota de pedras, tendo um desfecho pra lá de indigesto, como foi o caso da menina de nove anos grávida de gêmeos mostrou. Vendo que a opinião pública se voltou contra seus dogmas idiotas, o Império do Mal voltou-se contra um de seus Siths, mostrando que, como todo bom predador, eles não desdenham voltar-se contra um de seus membros (ops), quando o caldo entorna. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
out 16
Na Austrália, Noruega e Suécia, há um crime racial específico ocorrendo: homens islâmicos estupram mulheres ocidentais por razões étnicas. Isso é sabido porque os criminosos declaram abertamente suas motivações sectárias.
Adolescentes australianas foram sujeitadas a horas de degradação sexual durante uma série de violações em grupo em Sydney, entre 1998 e 2002. Os criminosos moldaram a razão para suas ações em termos explicitamente étnicos: as vítimas eram chamadas de “sluts” e “porcas australianas” enquanto abusadas. Na corte suprema australiana em dezembro de 2005, um estuprador paquistanês declarou que suas vítimas não tinham direito de dizer “não”, porque não escondiam o rosto sob o véu. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Últimos Comentários