Volta e meia aparece um Zé Ruela aqui reclamando de nossas postagens e do seu “dereitcho” de crença. Muito lindo, não é mesmo? Mas, e quando os toscos religiosos não respeitam os outros? Vale a regra: “pregação no ouvido dos outros é refresco”. Só que nem todo mundo tem saco para agüentar o desrespeito brutal dos crentes pelo sossego alheio.
Bem, o servidor público Wellington dos Santos Dutra ficou puto da vida com uma igrejinha mequetrefe, ridícula, pregando um culto estúpido e resolveu acionar a Justiça. Digam: vocês conseguem imaginar qual igrejinha é? Ganha um doce quem descobrir… Ela mesma! A Igreja Universal do Reino do Roubo Deus.

(8 votes, average: 4.75 out of 5)
Nem só de DaVinci e Michelângelo vive a arte sacra. Alguns artistas também enveredaram para a retratação de passagens religiosas, ainda mais no Cristianismo; mesmo porque, o Islamismo proíbe que que sejam retratadas figuras de seres vivos, e se for de Maomé, danou-se: Homem-Bomba na certa!
O mais antigo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, está certo ao considerar o processo que começará a ser julgado ali amanhã “o mais importante de toda a história” da Corte, porque, argumenta, será uma deliberação sobre o direito à vida. Mas pode-se explicar de outras formas, quem sabe mais apropriadas, a importância excepcional desse julgamento. Para o relator da ação sobre a qual o Supremo vai se pronunciar, Carlos Ayres Britto, por exemplo, o que está em tela de juízo é um confronto entre ciência e religião - ou, pelo menos, entre ciência e religião católica. Uma terceira formulação, no entanto, talvez seja a mais cabal: o STF está na iminência de fazer história porque foi chamado a se pronunciar, em derradeira análise, sobre a separação constitucional entre Igreja e Estado no Brasil.
Últimos Comentários