Pesquisadores andam preocupados com o aquecimento global, apesar que outros cientistas não acham nada de tão alarmante. Como não pode deixar de ser, cria-se muito oba-oba sobre isso, mas também existem dados que mostram uma subida na temperatura de todo o planeta. Não se sabe até onde é por causa do próprio sistema climático da Terra, ou se a ação do homem tem uma parcela de culpa nisso.
Pesquisadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, publicaram um artigo onde mostram que o aquecimento global deve deixar o planeta seis graus mais quente até o fim do século, e procura alertar sobre a necessidade de se buscar soluções com caráter de urgência.
A monitoração contínua da atmosfera de Titã pela missão Cassini, que vem explorando o sistema saturniano desde Julho de 2004, está começando a revelar alterações sazonais na circulação atmosférica e desprendimento nova luz sobre a climatologia globais da maior lua de Saturno e a segunda maior de todo o sistema solar, depois de Ganimedes.
Recente estudo que investiga o motivo do ar em volta das nuvens ser mais brilhante sugere que modelos climáticos talvez precisem ser revistos. Meteorologistas já explicam o ar mais brilhante próximo das nuvens, graças a um estudo de 2007 de Ilan Koren e seus colegas no Instituto de Ciência Weizmann, em Rehvot, Israel. A equipe demonstrou que as gotículas das nuvens, associadas a poeira e partículas de fumaça, flutuam em um halo de quilômetros de extensão ao redor das nuvens, dispersando a luz solar pela atmosfera. Visto de um satélite, isso significa que o ar próximo das nuvens parece mais brilhante. Mas Tamas Varnai e Alexander Marshak, do Centro de Vôo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, descobriram que um fator relacionado foi deixado de fora da atual geração de algoritmos usados para interpretar imagens de satélite.
O rápido aumento das temperaturas no mundo todo terá, provavelmente, um grave efeito sobre as colheitas nas zonas tropicais e subtropicais no fim deste século, prevê um estudo publicado hoje pela revista Science. Como resultado, se não houver uma adaptação, metade do mundo enfrentará uma grande escassez de alimentos, advertiu o estudo.



