mar 13

Em um comunicado final onde delinearam seis pontos-chave para alertar os líderes políticos do mundo, os cientistas afirmam que há um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis.

“Observações recentes confirmam que, dados os altos índices de emissões, as piores projeções do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), ou ainda piores, estão sendo percebidas”, diz o documento. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

fev 01

As bactérias causadoras de chuva que vivem em nuvens podem ter desenvolvido a capacidade de estimular temporais como forma de se dispersar por todo o mundo, constatou um recente estudo. A nova pesquisa oferece aos cientistas um primeiro vislumbre sobre a conexão entre biologia e clima e sobre a maneira pela qual os minúsculos organismos conseguem acompanhar o ciclo meteorológico para percorrer o mundo.

Os micróbios, conhecidos como nucleadores de gelo, são encontrados na chuva, na neve e no granizo em todo o mundo, de acordo com trabalhos anteriores liderados por Brent Christner, microbiólogo da Universidade Estadual da Louisiana. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

jan 09

O rápido aumento das temperaturas no mundo todo terá, provavelmente, um grave efeito sobre as colheitas nas zonas tropicais e subtropicais no fim deste século, prevê um estudo publicado hoje pela revista Science. Como resultado, se não houver uma adaptação, metade do mundo enfrentará uma grande escassez de alimentos, advertiu o estudo.

Para pior, a população dessas regiões (entre 35 graus de latitudes norte e sul) é uma das mais pobres e com maior crescimento demográfico. Calcula-se que cerca de 3 bilhões de pessoas vivam nessa área, que vai do sul dos Estados Unidos ao norte da Argentina e o sul do Brasil; do norte da Índia e o sul da China ao sul da Austrália e toda África. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

jan 09

Pesquisa recente mostra que o derretimento dos icebergs no oceano ao redor da Antártida pode na verdade desacelerar o aquecimento global. As partículas de ferro que eles contêm alimentam as algas que absorvem o CO2. Poderia o cultivo artificial de algas nas águas frígidas ajudar a combater a mudança climática?

A pesca era fria e sem vida, sem nenhum peixe se debatendo na rede. Quando foi colocada no convés do HMS Endurance no Atlântico Sul, além da costa da Antártida, o único som foi um rangido abafado. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

dez 06

A relação entre as mudanças climáticas globais e os fenômenos que deixaram mais de uma centena de mortos e cerca de 80 mil desabrigados em Santa Catarina é ainda uma incógnita. Mas a relação entre a tragédia e o fracasso das políticas de acesso à moradia e de ocupação do espaço urbano é uma certeza, de acordo com Wagner da Costa Ribeiro, professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP).

Durante o seminário “Controle de Enchentes – 10 Anos do Plano Diretor de Macrodrenagem da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, que terminou nesta terça-feira (3/12), em São Paulo, Ribeiro também ressaltou a necessidade de aperfeiçoamento dos sistemas de previsão do clima e de inundações. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 17

Um mês depois de Arthur Clarke falecer, agora foi a vez de do meteorologista norte-americano Edward Lorenz, considerado o pai da teoria do caos, morrer na quarta-feira, de câncer, aos 90 anos, em sua residência de Cambridge (Massachusetts, nordeste dos EUA), conforme nota do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), onde foi professor por muitos anos.

Lorenz demonstrou o “efeito borboleta” – a possibilidade de pequenos fatos desencadearem grandes consequências -, o qual concebeu na década de 1960, e em 1972 apresentou um estudo intitulado “Previsibilidade: O Bater de Asas de Uma Borboleta no Brasil Desencadeia Um Tornado no Texas?”. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

fev 25

aquecimentoglobal.jpgAs projeções reveladas pelos estudos do IPCC mostram que o aquecimento poderá variar de região para região, sendo acompanhado por aumentos e diminuições na precipitação (chuvas). Além disso, poderão ocorrer alterações na variabilidade do clima e na freqüência e intensidade de alguns fenômenos climáticos extremos.

A literatura disponível ainda não avaliou os impactos, adaptações e vulnerabilidade decorrentes das mudanças climáticas, quando considerado os valores máximos de aquecimento apontados pelas projeções. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

out 16

<img src=”http://ceticismo.files.wordpress.com/2007/10/aquecimentoglobal.jpg” alt=”aquecimentoglobal.jpg” align=”right” />Imagine viver num mundo onde ninguém pudesse pensar ou agir de forma independente. Onde somente respostas pré-aprovadas fossem aceitáveis. Onde quebrar estas normas e manter pensamentos proibidos resultassem em terríveis castigos ou mesmo a própria eliminação dos infratores.

Aparentemente, este é o tipo de mundo desejado pelos alarmistas (Chicken Littles*) do aquecimento global. Parece mesmo que eles estão preparados para fazer tudo que seja necessário para alcançá-lo. Senão, como explicar a ultrajante carta endereçada à ExxonMobile, em 27 de outubro de 2006, por dois senadores norte americanos, Olympia Snowe (R-MA) e Jay Rockefeller (D-WV)?<!–more–>

A carta ridiculariza a Exxon pela ajuda financeira aos “negadores” do aquecimento global. Diz ela: “Nós estamos convencidos de que o suporte da ExxonMobile a um pequeno grupo de “céticos” em relação às mudanças climáticas globais, combinado com o acesso e influência desse mesmo grupo junto às autoridades políticas e governamentais, tem tornado cada dia mais difícil a tarefa da diplomacia dos Estados Unidos para demonstrar a clareza moral deste país perante o resto do mundo”.

A missiva prossegue, dizendo: “ExxonMobile e seus sócios na “negação” fabricam controvérsia, espalham dúvidas e impedem o progresso com estratégias similares àquelas utilizadas pela indústria do tabaco por tantos anos”. A menção à indústria do tabaco não é uma analogia gratuita. É, na verdade, uma ameaça de que a Exxon poderá enfrentar o mesmo ataque massivo por parte do governo, se não concordar em jogar o jogo deles. Severa taxação sobre lucros e aumento de regulamentações são somente duas das armas no vasto arsenal dos políticos.

A carta conclui, dizendo: “Nós recomendamos que a ExxonMobile publicamente reconheça a realidade das mudanças climáticas e o papel dos seres humanos na sua causa e/ou incremento. Segundo, a Exxon deve repudiar as campanhas de “negação” das mudanças climáticas”.

Por mais inacreditável que esta carta possa ser aos olhos de constitucionalistas e livre-pensadores, devemos parar e raciocinar sobre este “novo pensamento” que vem sendo lentamente introduzido, por falsários, em nossa sociedade. Em agosto p.p., eu descrevi a essência da lei deste novo pensamento, que denominei “verdade globalmente aceitável”. Essa “verdade” não é somente um exercício intelectual, uma “torre de marfim”. Aqueles que a praticam estão convictos de que o único caminho para alcançarmos a sociedade perfeita é se todos pensarem e agirem em uníssono. Os que inadvertidamente quebram as regras e ousam pensar por si próprios, ou agem contrariamente ao “consenso”, estão simplesmente causando a destruição dos seus bem assentados planos.

Como eu descrevi em agosto, esta idéia inacreditável não é somente um delírio tolo de poucos lunáticos. Ela vem sendo aceita como um fator distintivo na discussão da maioria dos temas políticos, seja quando emanam do Congresso ou quando são papagueadas pela mídia. A origem deste “novo pensamento” parece estar num tal “Instituto Éden”, que opera em Nova York, em estreita parceria com a ONU.

A gênese do uso oficial dessas “verdades globalmente aceitáveis” está descrita numa carta dirigida ao Éden Institute, assinada por Robert Miller, Assistente do Secretário Geral das Nações Unidas. Ele escreve: “Refiro-me à necessidade de estabelecermos um corpo de objetivos, informações globalmente aceitáveis, que sirvam como alicerce para a educação global. Sua fórmula (o “Projeto Éden”) para identificar os dados objetivos universalmente aceitáveis é verdadeiramente única. Ele encontra a sua distinção estabelecendo um padrão global para as pesquisas”. Traduzindo: Nós decidimos o que é verdade e todas as novas informações ou descobertas científicas serão avaliadas a partir da sua consistência ou não com as “verdades globalmente aceitáveis”.

A última vez em que o ser humano foi amarrado a esta camisa de força mental foi durante a Inquisição, na Idade Média. O período foi também chamado de Idade das Trevas porque foi uma era de ignorância, superstição, repressão e caos social.

Para a nova religião do aquecimento global, os modernos hereges são todos aqueles que ousam questionar se os fatos científicos suportam ou não o iminente cataclismo, anunciado diariamente pelas manchetes dos jornais, que por sua vez ecoam os press-releases de grupos ambientalistas. De fato, não há melhor exemplo para a prática da “verdade globalmente aceitável” do que o aquecimento global.

A carta à ExxonMobile não é o único exemplo das medonhas táticas que vêm sendo utilizadas para desencorajar e sufocar o debate sobre este tema. Recentemente, o procurador geral do estado da Califórnia abriu um processo contra os três maiores fabricantes de automóveis, sob a alegação de cumplicidade na geração e emissão de CO². Como provas para a instrução do processo, o procurador pediu cópias de toda a correspondência entre as montadoras e os ditos “céticos” das mudanças climáticas. Mensagem das entrelinhas: – vocês não devem nem mesmo conversar com essa gente! Definitivamente, 2006 foi o ano em que vimos a “Igreja do Aquecimento Global” chegar perto do pânico, ao menor sinal de comportamento herético.

É absolutamente incrível assistir a tal pânico, considerando que o mantra do aquecimento global é quase universal. Existem mais de 12.000 grupos ambientalistas nos EUA, controlando mais de 20 bilhões de dólares em ativos, todos unidos na pregação do “evangelho” das mudanças climáticas. Dentre as grandes “holdings” do ambientalismo, várias delas recebem verbas federais para “estudos” e “relatórios” sobre as suas mais recentes descobertas. Mais e mais verbas, estimadas em bilhões de dólares, são encaminhadas a cada ano para outros milhares de cientistas, ávidos por aderir à nova Igreja e ajudar a solidificar o mantra através de suas pesquisas.

Somada a este substancial poder de fogo está uma mídia condescendente, que oferece capas e capas de revistas com fotos de gelo derretido, além da indústria cinematográfica e televisiva que não perde uma só oportunidade de fazer referência ao assunto. O próprio documentário de Al Gore esteve nos cinemas do país por meses e o ex vice-presidente é convidado para os talk-shows quase toda semana.

A mensagem catastrófica do aquecimento global está literalmente em toda parte. Ela doutrina nossas crianças nas escolas. Circula livremente nas mensagens publicitárias das empresas – criadas especialmente para mostrar a sua “responsabilidade social corporativa” e vender os seus produtos “ambientalmente responsáveis” (cuja pesquisa e desenvolvimento é provavelmente financiada por dinheiro proveniente dos impostos). Muitas estrelas de Hollywood e líderes políticos internacionais já endossaram o mantra da Igreja Universal do Aquecimento Global. Bilhões e bilhões de dólares vêm sendo gastos para, literalmente, influenciar cada esquina do mundo a aceitar a sua teoria como um fato.

Resistindo a esse furioso ataque, há um pequeno e dedicado grupo de cientistas, líderes políticos e gente comum atrás da verdade. Seus ativos estão na casa dos poucos milhões de dólares – uma gota no oceano se comparado ao baú da Igreja Universal das Mudanças Climáticas. Esses não têm a atenção da mídia. Não têm habilidade para conseguir subvenções. Hollywood certamente não está produzindo filmes para promover o ponto de vista dos “céticos”…

Então, em vista desse inacreditável poder de fogo, cobrindo virtualmente todas as possíveis áreas de escape, seria o caso de fazer a pergunta lógica: por que a “Igreja” estaria tão assustada com uns poucos grupos de renegados? O fato é que os “céticos” estão obtendo vitórias no debate, simplesmente porque estão do lado da verdade. A doutrina da Igreja do Aquecimento Global está errada!

Como escreveu George Orwell: “em tempos de fraude, dizer a verdade é um ato revolucionário”. E nesta revolução pela verdade, não há um herói maior que o senador James Inhofe (R-OK), presidente do Comitê do Senado para assuntos do meio-ambiente. Este homem tem demonstrado o poder que a honestidade de um indivíduo pode exercer.

No início deste ano (2006), o senador Inhofe fez dois pronunciamentos explosivos, nos quais atacou e expôs as pretensões infundadas e as táticas alarmistas empregadas pela Igreja Universal do Aquecimento Global. Esses dois discursos não têm precedente em décadas de debate sobre mudanças climáticas. Seus efeitos foram como o de um estopim. Quase que imediatamente, alguns cientistas começaram a sair de seus esconderijos para alistar-se ao lado do senador.

Em 6 de dezembro, tão logo a carta da ExxonMobile começou a circular pela Internet, Inhofe discursou no Capitólio, desmascarando a “mídia alarmista”. Disse ele: “No lugar de focar na verdadeira ciência do aquecimento global, a mídia tem, ao contrário, advogado pela ajuda ao alarmismo cientificamente infundado”. Seus ataques já forçaram o programa jornalístico 60 Minutes, a CNN e outros maiorais da mídia a, pelo menos, consultar os pontos de vista “céticos”. Mais importante ainda: os esforços do senador têm deixado a “galera” do aquecimento global perto de um ataque de nervos.

É importante notar que o grupo dos assim chamados “céticos” inclui, dentre outros, o Dr. Daniel Schrag, de Harvard; Claude Allegre, um dos mais condecorados geofísicos franceses; Dr. Richard Lindzen, professor de ciências atmosféricas do MIT; Dr. Patrick Michaels da Universidade de Virginia: Dr. Fred Singer; Professor Bob Carter, geologista da James Cook University, Austrália; 85 cientistas e especialistas em climatologia, que assinaram a declaração de Leipzeg, a qual denominou os drásticos controles climáticos de “advertências doentes, sem o devido suporte científico”; 17.000 cientistas e líderes envolvidos em estudos climáticos, que assinaram a petição do Oregon Institute de ciências e medicina, cujo texto afirma a falta de evidência científica comprovando que os gases estufa causam o aquecimento global; e 4.000 cientistas e outros líderes ao redor do mundo, incluindo 70 ganhadores do Prêmio Nobel, que assinaram a Petição de Heidelberg, na qual se referem às teorias do aquecimento global relacionadas aos gases estufa como “teorias científicas altamente duvidosas”.

Estes são alguns dos mais qualificados “céticos”, minimizados por gente como Jay Rockefeller, Olympia Snowe e Al Gore, e a quem, de acordo com a Igreja do Aquecimento Global, não deve ser dado voz nesse assunto.

Há uma montanha de mentiras cercando o mantra do aquecimento global. A maior delas defende que existe “consenso”, entre cientistas, de que o aquecimento da terra, causado por ações humanas, é um fato. Não há tal consenso. A razão exige que nós escutemos os céticos [antes que eles sejam queimados pelos bárbaros no cadafalso da estupidez].

<em>(*) Personagem de fábula infantil que foi atingido na cabeça por uma amêndoa e acreditou que o céu estava desabando.</em>

<hr />Fonte: <a href=”http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5481″>Mídia Sem Máscara</a>

Publicado por <a href=”http://capmagazine.com/”>capmag.com</a> com o título Uma verdade inconveniente sobre o aquecimento global: os “céticos” têm argumentos válidos.

Tradução: João Luiz Mauad