nov 24

Pesquisadores andam preocupados com o aquecimento global, apesar que outros cientistas não acham nada de tão alarmante. Como não pode deixar de ser, cria-se muito oba-oba sobre isso, mas também existem dados que mostram uma subida na temperatura de todo o planeta. Não se sabe até onde é por causa do próprio sistema climático da Terra, ou se a ação do homem tem uma parcela de culpa nisso.

Pesquisadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, publicaram um artigo onde mostram que o aquecimento global deve deixar o planeta seis graus mais quente até o fim do século, e procura alertar sobre a necessidade de se buscar soluções com caráter de urgência.

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nov 05

Um artigo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, em setembro dete ano, escrito por uma equipe de ecologistas, incluindo Robert Booth, professor adjunto de Ciências Ambientais na Universidade de Lehigh, examina alguns dos possíveis problemas com os métodos de previsão atual, e solicita a utilização de uma vasta gama de abordagens para predizer o impacto da mudança climática sobre os organismos.

Segundo Booth e seus colegas, um dos maiores desafios que os ecologistas possuem hoje é tentar prever como a mudança climática terá impacto sobre a distribuição dos organismos no futuro.

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set 26

“Eu não pertenço ao time dos céticos.” Em princípio, não haveria motivos pelos quais Mojib Latif começasse assim sua apresentação durante a Conferência Mundial do Clima, realizada pela ONU em Genebra, na Suíça.

Afinal de contas, ele não estava fazendo uma apresentação para mais de 1.500 dos principais cientistas do clima do mundo todo por acaso - ele próprio é um dos autores diretos dos estudos feitos pelo IPCC, o órgão da ONU que vem alertando há anos sobre o aquecimento global e a participação do homem nesse aquecimento.

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jun 16

O cenário é dramático. Na metade do atual século milhões de pessoas poderão estar fugindo de mares que se elevam, de secas ou enchentes devastadoras e de outros desastres naturais, em busca de locais mais seguros onde possam sobreviver.

Seria o maior processo migratório na história. O culpado? As mudanças climáticas globais. O mais preocupante é que tal panorama não está em um livro ou filme apocalíptico, mas sim em um documento produzido por cientistas ligados à Organização das Nações Unidas e à Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, entre outras instituições.

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jun 11

Rochas vulcânicas a grandes profundidades ao longo da costa dos estados da Califórnia, Oregon e Washington podem ser, de acordo com um novo estudo, um dos melhores lugares para estocar as emissões de dióxido de carbono relacionadas ao aquecimento global. Na verdade, a mesma instabilidade que ocasiona terremotos e erupções, aumenta a proteção contra o escape do CO2.

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) e outros especialistas, inclusive do G8 (grupo dos líderes das oito nações mais ricas), consideram o sequestro e estocagem do carbono uma medida crítica na luta contra as mudanças climáticas. Basicamente, esse procedimento aprisiona o CO2 e outros poluentes emitidos quando o carvão ou outros combustíveis fósseis são queimados. O CO2 é comprimido até se liquefazer e depois bombeado para o subsolo onde é aprisionado.

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abr 06

As mudanças climáticas não estão apenas fazendo o gelo do oceano Ártico desaparecer, elas também estão mudando o tipo de gelo que se forma. Os pesquisadores estão tentando determinar como um aumento na “panqueca de gelo” está afetando o extremo norte, e inclusive se está acelerando o aquecimento local.

No passado, as águas o Ártico foram dominadas por grossos pedaços de gelo marinho, que duram de um ano para outro. Mas a cobertura de gelo do oceano está diminuindo e o gelo grosso que dura vários anos está desaparecendo rapidamente. No lugar das camadas de gelo grosso, os pesquisadores estão percebendo uma proporção maior de gelo recém-formado e fino.

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mar 13

Em um comunicado final onde delinearam seis pontos-chave para alertar os líderes políticos do mundo, os cientistas afirmam que há um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis.

“Observações recentes confirmam que, dados os altos índices de emissões, as piores projeções do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), ou ainda piores, estão sendo percebidas”, diz o documento.

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fev 01

As bactérias causadoras de chuva que vivem em nuvens podem ter desenvolvido a capacidade de estimular temporais como forma de se dispersar por todo o mundo, constatou um recente estudo. A nova pesquisa oferece aos cientistas um primeiro vislumbre sobre a conexão entre biologia e clima e sobre a maneira pela qual os minúsculos organismos conseguem acompanhar o ciclo meteorológico para percorrer o mundo.

Os micróbios, conhecidos como nucleadores de gelo, são encontrados na chuva, na neve e no granizo em todo o mundo, de acordo com trabalhos anteriores liderados por Brent Christner, microbiólogo da Universidade Estadual da Louisiana.

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jan 09

O rápido aumento das temperaturas no mundo todo terá, provavelmente, um grave efeito sobre as colheitas nas zonas tropicais e subtropicais no fim deste século, prevê um estudo publicado hoje pela revista Science. Como resultado, se não houver uma adaptação, metade do mundo enfrentará uma grande escassez de alimentos, advertiu o estudo.

Para pior, a população dessas regiões (entre 35 graus de latitudes norte e sul) é uma das mais pobres e com maior crescimento demográfico. Calcula-se que cerca de 3 bilhões de pessoas vivam nessa área, que vai do sul dos Estados Unidos ao norte da Argentina e o sul do Brasil; do norte da Índia e o sul da China ao sul da Austrália e toda África.

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jan 09

Pesquisa recente mostra que o derretimento dos icebergs no oceano ao redor da Antártida pode na verdade desacelerar o aquecimento global. As partículas de ferro que eles contêm alimentam as algas que absorvem o CO2. Poderia o cultivo artificial de algas nas águas frígidas ajudar a combater a mudança climática?

A pesca era fria e sem vida, sem nenhum peixe se debatendo na rede. Quando foi colocada no convés do HMS Endurance no Atlântico Sul, além da costa da Antártida, o único som foi um rangido abafado.

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