Há pouco tempo, cientistas conseguiram sintetizar pela primeira vez átomos do elemento químico de número 117, que não existe na natureza. A informação foi divulgada pelo Laboratório Nacional Oak Ridge, dos Estados Unidos.
O experimento que produziu o elemento 117, que ainda está sem nome, foi realizado por uma equipe do Instituto de Pesquisa Nuclear da Rússia, em colaboração com cientistas americanos. Por meio da colisão entre átomos de outros elementos, foram produzidos dois isótopos do 117. Ambos contam com 117 prótons, mas um tem 176 nêutrons e o outro, 177.
No futuro, a globalização enfraquecerá ainda mais o Estado-nação. Um longo processo de transição em direção ao governo global será, como a Idade Média, uma época de grande insegurança. Mas a estrutura de governo da Europa irá prevalecer, mesmo nos Estados Unidos. Ela comprará seu caminho para a paz e seu modelo será copiado em todo o planeta.
Os criacionistas costumam dizer que Darwin está errado porque nunca viram uma espécie se transformar em outra. Pois cientistas americanos acabam de fazer quase isso: transformaram um peixe de água doce no seu ancestral marinho, revertendo a evolução.
Tenho que admitir, que quando peguei o telefone para ligar a Michael Heller, o polonês cosmologista e padre católico,
Uma empresa de engenharia americana declarou ao site New Scientist que planeja levar sementes de mostarda à Lua, se tornando a primeira a cultivar uma planta no inóspito território. A Paragon Space Development pretende chegar ao satélite natural da Terra “pegando carona” em uma nave que está sendo projetada e construída por outra empresa, a Odyssey Moon.
A ideia de usar ratos nos experimentos que não podem ser feitos com pessoas ocorre a qualquer um hoje em dia, mas foi preciso um marciano para a propor cem anos atrás. Chamava-se Clarence Little (não o rato, mas o cientista) e era então um estudante de doutorado na Universidade Harvard. O chamavam de “o homem-rato”.
Imagine que ontem à noite você tenha tido dois sonhos. Em um deles, Deus aparece e ordena que você tire um ano de férias e viaje ao redor do mundo. No outro, Deus aparece e ordena que você se afaste por um ano para trabalhar em uma colônia de leprosos. Quais desses sonhos você consideraria significativo?
Astrofísico argelino, Nidhal Guessoum é professor na universidade americana de Sharjah (Emirados Árabes Unidos). Ele se apresenta como um “cientista muçulmano”. Sua obra, “Réconcilier l’Islam et la science moderne: l’esprit d’Averroès” [Reconciliar o Islã e a ciência moderna: o espírito de Averróis], acaba de ser publicada pela Presses de la Renaissance. A seguir, vocês poderão ler a entrevista que ele deu ao Le Monde.



