Pesquisadores franceses afirmaram ter descoberto uma forma de usar células-tronco embrionárias humanas para criar pele nova, que poderia ser usada em vítimas de queimaduras graves. De acordo com os pesquisadores do Instituto de Terapia com Células-Tronco de Evry, na França, as células-tronco podem ser cultivadas e transformadas em pele em 12 semanas. Esta pele de células-tronco poderia resolver os problemas de rejeição que os pacientes com queimaduras sofrem atualmente.
Christine Baldeschi, que liderou o estudo, afirmou que os resultados são promissores, e que a nova técnica poderá levar à criação de um “recurso ilimitado para a substituição temporária da pele em pacientes com grandes queimaduras, que aguardam enxertos”.
As hordas infernais do Império do Mal estão em franca atividade, e já não é de hoje. Elas estão agora voltadas a um novo inimigo: o Afro-Presidente-Jedi. Em janeiro,
Apesar de alguns religiosos, como os c
Pela primeira vez, pesquisadores encontraram uma forma de visualizar células-tronco em cérebros de animais vivos, incluindo os seres humanos. A descoberta, que permitirá aos cientistas acompanharem o processo da neurogênese – formação de novos neurônios – é anunciada meses após a confirmação de que essas células são geradas tanto em cérebros adultos quanto em cérebros em desenvolvimento.
Uma colombiana de 30 anos se tornou a primeira paciente na História a receber um transplante de um órgão criado em laboratório a partir de suas próprias células-tronco. Claudia Castillo ganhou uma nova parte da traquéia usando uma técnica apontada por especialistas como o marco de uma nova era da cirurgia, na qual uma parte do corpo danificada pode ser substituída por ela mesma, sem risco de rejeição ao transplante. Claudia não desenvolveu anticorpos e não tomou nenhum remédio imunossupressor para impedir reações do sistema imunológico ao procedimento, informou a equipe envolvida ao jornal médico britânico “Lancet”.
Há poucos dias, procurou o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele queria conversar com pesquisadores sobre o polêmico assunto da pesquisa com células-tronco embrionárias.
O mais antigo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, está certo ao considerar o processo que começará a ser julgado ali amanhã “o mais importante de toda a história” da Corte, porque, argumenta, será uma deliberação sobre o direito à vida. Mas pode-se explicar de outras formas, quem sabe mais apropriadas, a importância excepcional desse julgamento. Para o relator da ação sobre a qual o Supremo vai se pronunciar, Carlos Ayres Britto, por exemplo, o que está em tela de juízo é um confronto entre ciência e religião - ou, pelo menos, entre ciência e religião católica. Uma terceira formulação, no entanto, talvez seja a mais cabal: o STF está na iminência de fazer história porque foi chamado a se pronunciar, em derradeira análise, sobre a separação constitucional entre Igreja e Estado no Brasil.
Cheguei à conclusão que os crentes adoram o nosso blog. E o leitor contumaz dele é o Papa! Sim, ele mesmo: o Nazi-Pontíficie ama nossas postagens. De outra maneira, como explicar sua vontade louca de aparecer aqui propagandeando bobagens sem-limites?



