Uma pesquisa da psicóloga Wendy Cadge, da Universidade Brandeis, estudou a relação entre a medicina e a religião em casos de crianças cancerosas. Muitos acham que a religião é um empecilho ao tratamento, enquanto outros acham que é necessária para que a famÃlia possa lidar com a dor causada, mediante a fatalidade de um diagnóstico de morte iminente. Alguns médicos veem isso de forma pragmática, analisando que a religiosidade da famÃlia não ajudará muito na cura da doença, enquanto outros observam como necessário no suporte e consolo para a famÃlia.
Tenho boas e más notÃcias. Como? Você quer a má primeiro? Tudo bem! Se você é daqueles que gosta de ovos quase crus, toma gemada, adora carne de frangos não muito cozidas (com Z, se for com S, você estará, no máximo, costurando o frango) e não é asseado o suficiente – ou paranóico – para se certificar da procedência de seus alimentos, você tem grandes tendências de contrair salmonelose, uma doença infecciosa provocada por um grupo de bactérias do gênero Salmonella, que pertencem à famÃlia Enterobacteriaceae e, acredite, não é o tipo de coisa que você gostaria de contrair. A boa notÃcia? Ah, sim! Esta bactéria desgraçada pode ser a chave para a destruição de tumores sólidos. Em suma: elas podem ajudar no combate ao câncer. Viu como até o mais asqueroso dos seres pode ter alguma serventia?
Identificada na urina molécula que pode indicar surgimento e progressão do câncer de próstata
Uma descoberta feita por pesquisadores norte-americanos poderá trazer uma alternativa ao exame de próstata, um tabu que ronda muitos homens que chegam aos 40 anos. A identificação de uma molécula presente na urina cujos nÃveis estão associados à progressão do câncer de próstata pode dar origem no futuro a um método simples e não invasivo para detectar a doença, prever sua agressividade e auxiliar na escolha do tratamento mais adequado.
Esta é a primeira vez que uma molécula relacionada ao câncer de próstata - o mais frequente entre os homens - é detectada na urina. Hoje a doença pode ser eficientemente diagnosticada por meio do exame de toque retal e da medição dos nÃveis da enzima PSA no sangue. Mas suas caracterÃsticas variam entre os pacientes, o que dificulta a identificação daqueles com maior risco de progressão da doença.
O estado emocional positivo ou negativo de um paciente com câncer não afeta, nem direta nem indiretamente, sua sobrevivência ou a evolução da doença, segundo um estudo que publica a revista “Cancer”, da Sociedade Americana de Câncer.
O estudo de 1.093 casos de pacientes com câncer na cabeça e no pescoço foi dirigido pelo psicólogo James Coyne, da Universidade da Pensilvânia.
“Chegamos à conclusão de que não há efeito do bem-estar emocional no tratamento do câncer”, disse Coyne. “A sobrevivência ao câncer é, basicamente, um assunto biológico”.
“Os pacientes com câncer não deveriam se culpar se em alguns momentos se sentem pessimistas”, acrescentou. “Ele não pode controlar seu câncer. Para alguns pacientes essa notÃcia pode trazer algum tipo de aceitação”. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Pesquisadores da Universidade de New Castle, na Grã-Bretanha, dizem ter desenvolvido um tratamento para câncer ativado por luz ultravioleta.
O tratamento faria os remédios atingirem os tumores de forma mais eficiente, evitando que os tecidos saudáveis também sejam destruÃdos pelos anticorpos monoclonais, uma arma comum contra o câncer.
“É muito difÃcil fazer com que os anticorpos cheguem especificamente ao tumor. Eles acabam sendo levados para lugares onde não os queremos”, disse Colin Self, que liderou a pesquisa. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
O uso constante de telefone celular por dez anos ou mais aumenta o risco de câncer no cérebro, segundo uma pesquisa realizada por cientistas suecos e publicado no jornal acadêmico Occupational Environmental Medicine.
O risco é ainda maior, segundo a pesquisa, no lado do cérebro onde o celular é normalmente usado. Os pesquisadores afirmam que crianças são mais vulneráveis, já que têm um crânio mais fino e o sistema nervoso ainda em desenvolvimento.
O grupo de cientistas da Orebro University, na Suécia, avaliou os resultados de 16 estudos realizados sobre o assunto ao redor do mundo - três dos Estados Unidos, quatro da Dinamarca, um da Finlândia, cinco da Suécia, um da Grã-Bretanha, um da Alemanha e um do Japão.
Desses estudos, onze levavam em conta o uso prolongado do celular por pelo menos dez anos. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Mulheres cujas mães têm quadris largos podem ter mais chances de desenvolver câncer de mama, segundo um estudo liderado pela Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha. De acordo com a pesquisa, os números de casos de câncer de mama foram três vezes mais altos entre mulheres cujas mães tinham quadris mais largos.
A pesquisa, publicada na revista especializada American Journal of Human Biology, sugere que nÃveis mais altos do hormônio sexual feminino estrogênio podem ser a causa do problema. Clique aqui para ler o restante deste artigo »



