jun 04
De acordo com uma lenda romana, houve uma vez um garoto cruel que torturou uma raposa amarrando palha à sua cauda e depois ateando fogo ao material. O deus Robigus ficou tão enfurecido que puniu a humanidade com a ferrugem do colmo do trigo, um pesadelo fúngico que arrasa as plantações e as deixa com aspecto queimado. Durante os séculos seguintes, os romanos visaram apaziguar a divindade por meio de sacrifícios anuais de cães e vacas, suficientemente azarados por possuírem pêlo cor de ferrugem.
Robigus, Deus dos Fungos, continua furiosamente entre nós, porém nos dias de hoje vem coletando seu sacrifício pessoalmente. No leste dos Estados Unidos, milhares de morcegos habitantes de cavernas morreram numa agressiva infecção causada por fungos chamada de “síndrome do nariz branco”, e outras centenas de milhares, se não milhões, estão correndo risco de contrair a moléstia. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mai 01
Talvez um visitante não se viesse a se sentir exatamente em casa. Mas o planeta conhecido como Gliese 581d tem muito mais em comum com a Terra do que os astrônomos imaginavam inicialmente. Novas medições sobre a órbita do planeta o colocam firmemente em uma região na qual as condições seriam propícias à presença de água em forma líquida e assim de vida tal qual a conhecemos, afirmou o astrônomo Michel Mayor, da Universidade de Genebra, Suíça, em anúncio recente. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mar 24
De acordo com a mitologia grega, uma ave chamado Fênix, era capaz de morrer e se reduzir às cinzas, mas depois renascia em um ciclo incessante de vida e morte. Porém, a verdadeira fênix, entretanto, não tem asas, mas tentáculos, e já invadiu os mares do mundo inteiro. Seu nome é Turritopsis nutricula, e ela é uma água-viva.
Se as observações feitas em laboratório estiverem corretas, a T. nutricula é o único animal do nosso planeta a alcançar a imortalidade biológica. Tal como a ave da mitologia, ela alcance o auge do seu ciclo de vida e se reproduz para, num passe de mágica celular, retornar à configuração que tinha no início. Compreender direito esse animal pode ser a chave para determinar de uma vez por todas se o envelhecimento e a morte são inseparáveis da nossa condição de seres vivos complexos ou se eles são o subproduto de processos que podem ser retardados ou evitados por completo. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
fev 23
A triste-pia, um parente da América do Norte do merlo, encontra o caminho até seu destino de inverno na América do Sul através do sol, estrelas, paisagens, campos magnéticos da Terra e luzes polarizadas invisíveis aos olhos humanos. O pássaro cantante viaja 9.656 quilômetros sem guias e com poucos meses de idade.
E ele não é o único. Milhões de pássaros do tamanho da palma da mão se apressam em direção ao sul nas noites do outono americano, enchendo monitores de radares meteorológicos como tempestades. Gansos, aves de rapina e aves costeiras também migram, às vezes atravessando continentes inteiros. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
fev 23
Caçadores humanos estão fazendo com que suas presas evoluam mais rápido do que naturalmente evoluiriam, resultando em indivíduos menores e mais jovens com o passar do tempo, segundo um novo estudo.
A predileção dos caçadores pelos animais maiores – os “troféus” – afeta populações da fauna e flora com maior rapidez do que a seleção natural, e até mesmo outros impactos humanos, como poluição e destruição de habitats. Tal preferência resulta em um número desproporcional de animais e plantas menores para reprodução. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
fev 01
As bactérias causadoras de chuva que vivem em nuvens podem ter desenvolvido a capacidade de estimular temporais como forma de se dispersar por todo o mundo, constatou um recente estudo. A nova pesquisa oferece aos cientistas um primeiro vislumbre sobre a conexão entre biologia e clima e sobre a maneira pela qual os minúsculos organismos conseguem acompanhar o ciclo meteorológico para percorrer o mundo.
Os micróbios, conhecidos como nucleadores de gelo, são encontrados na chuva, na neve e no granizo em todo o mundo, de acordo com trabalhos anteriores liderados por Brent Christner, microbiólogo da Universidade Estadual da Louisiana. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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