mai 14

“O nome Hubble é duplamente famoso. A segunda fama é derivativa da primeira. No início, achava-se que as estrelas faziam parte de um aglomerado único. No entanto, alguns cientistas começaram a questionar isso, levantando a ideia que várias estrelas estariam em aglomerados próprios, muito, mas muito longe de nosso planeta. Kant foi um dos maiores responsáveis por isso e sua proposição do problema ficou conhecida como a “hipótese dos universos-ilha”. Edwin Hubble foi o cientista que demonstrou que esses “Universos-ilha” existiam e deu a eles o nome de “Galáxias”. Não satisfeito, ele demonstrou que sim, as galáxias se afastam, medindo o seu desvio para o vermelho (em inglês, Redshift). Daí veio a fama do cientista Hubble.

Em 24 de abril de 1990, foi lançado pela NASA em , a bordo do Ônibus Espacial Discovery o telescópio espacial Hubble. Veem a imagem de abertura deste artigo (cliquem para ampliar)? Agradeçam aos dois Hubbles. Em 19 anos de serviço, o telescópio Hubble nos trouxe imagens magníficas, pois ele é capaz de fotografar imagens não só nas linhas espectrais que nossos olhos distinguem, mas consegue enxergar em infra-vermelho também. No entanto, aos poucos ele está se tornando obsoleto. Por isso, a ESA – Agência Espacial Europeia lançou hoje os mais avançados e potentes telescópios jamaios criados: o Herschel e o Planck.

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jan 02

O Big Bang não é a única noção da origem do cosmo compatível com a física atual. A chamada cosmologia quântica de laços (”loop quantum cosmology”) está acumulando argumentos a favor de uma segunda possibilidade: que nosso universo tenha surgido do colapso de um universo preexistente. A teoria chegou agora ao ponto de maturidade necessária para fazer previsões que podem ser submetidas a testes experimentais. Caso se confirme, o Big Bang teria sido na realidade um Big Bounce - um grande rebote -, e o cosmo não viria de um ponto de infinita densidade, mas de uma sucessão de expansões e contrações talvez eterna, sem princípio nem fim.

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nov 19

por Zulema Abraham
Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas,
Universidade de São Paulo

Em 1958, o astrônomo britânico Martin Ryle (1918-1984) apresentava à Sociedade Real de Londres os primeiros indícios relativos à origem extragaláctica das então recém-detectadas fontes de rádio e suas implicações na natureza evolutiva do universo.

Relendo hoje seu trabalho, percebe-se nitidamente a limitação do conhecimento sobre o tema à época e o gigantesco avanço que se sucedeu nos últimos 50 anos após sua publicação. Em 1974, Ryle ganhou o prêmio Nobel de Física por sua importante contribuição para o desenvolvimento da radioastronomia, que forneceu os primeiros elementos que confirmavam a hipótese do Big Bang.

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set 09

Os alarmistas de plantão estão com seus orifícios bem fechadinhos. Cristãos estão esperando o arrebatamento! Mórmons estão pregando que Jesus vem pela 3ª vez. O mundo está pronto pra ir pro ralo! Um buraco afro-brasileiro negro se abrirá e milhares de demônios sairão e tomarão conta do mundo. Preparai-vos, ó pecadores. MUAAAHAHAHAHA

Infelizmente, para este bando de toscos, não há nenhum perigo quando o LHC entrar em funcionamento. Se não acreditam em mim, acreditem em Stephen Hawking. Eu creio que ele entende disso um pouquinho; mesmo porque, Oxford Cambridge não daria a cadeira que pertenceu a Isaac Newton a um camarada, só por causa de uma cadeira de rodas estilosa e mais avançada que muito laboratório de informática de faculdade.

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out 24

Que tal se a Física fosse um programa de TV? De repente, as pessoas se interessassem mais, não é mesmo? Dentre tantos lixos programas televisivos, vale a pena destacar os Reality Shows. Já pensaram se fizéssemos um Reality Show com os maiores físicos modernos do mundo?

Senhoras e senhores, apresentamos o… BIG BANG BRASIL!! (por Salvador Nogueira) Clique aqui para ler o restante deste artigo »