abr 12
O Supremo Tribunal Federal, no uso de suas atribuições, resolveu cutucar o vespeiro. Isso porque começou-se a votação para se decidir pela descriminalização de abortos em condições específicas, em especial o caso de bebês anencéfalos. Entretanto, a bancada religiosa não gosta nada disso, já que isso enfraqueceria seu poder junto às ovelhinhas ao seu eleitorado.
Por todas as terras assoladas pelo poder de Sauron (aka, redes sociais), o pessoal chato e mimizento destila toda a sua brutal ignorância e desinformação, meio que pensando que o governo decretou obrigatoriedade do aborto. Pena que isso não é verdade para gestantes de gente idiota.
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jul 05
Estamos em tempos de mudança. Enquanto Monteiro Lobato é um porco racista e o Inácio de Loyola Brandão é um maníaco pervertido, enquanto livros de português podem sair com trocentos erros e defende quem fala errado, opondo-se a preconceituosos do idioma. Até mesmo a Justiça teve que intervir. Cultura, agora, é vista como inimiga do Estado, e só não a mandam pra Sibéria, pois a grana da passagem foi gasta levando políticos para passearem (isso quando não usam o jatinho do Eike Batista).
Cioso da formação educacional dos nossos perclaros pimpolhos (pronto, falei "perclaro"! Sou um burguês desgraçado.), o governo do estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições e respeitando a Constituição Federal, determinou que as bibliotecas estaduais serão obrigadas a terem disponíveis exemplares da Bíblia. Afinal, democracia se faz assim.
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ago 27
Mal acabei de publicar um artigo que tratava dos malefícios da inoculação da religião na mente das crianças, eis que somos brindados com mais uma notícia vinda do Planeta Bíblia, publicada no UOL Notícias hoje (26/08), em que os “digníssimos” deputados – os quais, supostamente, deveriam nos representar adequadamente –, tiveram a “brilhante” idéia de criar uma data comemorativa (como coisa que não tenhamos centenas delas) batizada como Dia do Evangélico!
É, vocês leram certo: Dia do Evangélico. Vamos dar uma lida aqui na íntegra a notícia, e em seguida farei meus comentários a respeito do assunto, já que o André teve um ataque de risos e está incapacitado de escrever sobre este monte de idiotices. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
dez 11
Com colaboração de Rafael Zeitouni
E no mundinho ridículo chamado Brasil, onde até mesmo o bizarro é corriqueiro, a bancada evangélica se mostra mais tosca, ridícula, estúpida e absurda do que de costume.
Dois deputados da bancada evangélica para terem o prazer (ops) de impedir a lei que regulariza o aborto, inventaram algo que é digno de risos, se não fosse um acicate às mulheres: O Bolsa Estupro!
Os nomes dos dois irresponsáveis são Henrique Afonso (PT-AC) e Jusmari Oliveira (PR-BA). O relator, José Linhares (PP-CE), padre da Igreja Católica, deu parecer favorável ao pagamento da mensalidade. Guardem estes nomes.
Exatamente. Eles prevêem uma pensão para mães de crianças nascidas fruto de violência sexual. Algo no mínimo deplorável e no máximo de uma atitude vil e selvagem, assim como o criminoso que perpetra tal crime. Entidades de defesa da mulher entraram no combate e a porradaria começou (em termos metafóricos, mas bem que os dois boçais merecem apanhar literalmente). Clique aqui para ler o restante deste artigo »
dez 11
Com colaboração de Rafael Zeitouni
E no mundinho ridículo chamado Brasil, onde até mesmo o bizarro é corriqueiro, a bancada evangélica se mostra mais tosca, ridícula, estúpida e absurda do que de costume.
Dois deputados da bancada evangélica para terem o prazer (ops) de impedir a lei que regulariza o aborto, inventaram algo que é digno de risos, se não fosse um acicate às mulheres: O Bolsa Estupro!
Os nomes dos dois irresponsáveis são Henrique Afonso (PT-AC) e Jusmari Oliveira (PR-BA). O relator, José Linhares (PP-CE), padre da Igreja Católica, deu parecer favorável ao pagamento da mensalidade. Guardem estes nomes.
Exatamente. Eles prevêem uma pensão para mães de crianças nascidas fruto de violência sexual. Algo no mínimo deplorável e no máximo de uma atitude vil e selvagem, assim como o criminoso que perpetra tal crime. Entidades de defesa da mulher entraram no combate e a porradaria começou (em termos metafóricos, mas bem que os dois boçais merecem apanhar literalmente). Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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