É um choque para todas as pessoas normais, digo, todos que sabem que a Evolução é FATO! O Archaeopteryx pode não ser exatamente o primeiro pássaro, como se sabia até agora. Não! O que a maldita Ciência, que não se decide, resolveu é que uma nova espécie pertencente a outro gênero, cujo fóssil foi encontrado recentemente, pode desbancar a posição do Archaezinho, lançando novas perguntas. Como era melhor quando acreditávamos em pessoas vindas de um punhado de barro que Deus largou por aí…
Qual a semelhança entre jacarés, aves e dinossauros? Novas descobertas mostram que quando os dinos começaram a dominar a Terra, havia menos oxigênio atmosférico do que existe hoje em dia. Tomando por base indícios de ancestrais comuns às aves e aos répteis, a descoberta traz novas reflexões sobre nossa compreensão do processo evolutivo de jacarés e aves.
No caso de nós, humanos – bem como outros mamíferos -, o ar flui para dentro e para fora dos pulmões; o tipo de coisa que você já está careca de saber. Quando o ar é inalado, move-se através de camadas progressivamente menores e ramificadas chamadas de “brônquios”, até chegarem aos alvéolos pulmonares (preciso dizer onde eles ficam?). Lá, acontece a troca gasosa do oxigênio pelo dióxido de carbono, onde a hemoglobina é o veículo dos gases. Nada demais até aí, e até minha avozinha sabe disso. Entretanto, nas aves o ar que é inalado e flui somente em uma direção em um loop contínuo. Em vez de despejar oxigênio em alvéolos, o oxigênio passa por tubos de transferência dentro dos pulmões, chamados “parabrônquios”, através do qual o ar flui em uma única direção antes de sair do pulmão. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Pela foto aí ao lado, você pode até estar pensando que o pobre patinho está morrendo à míngua, com suas tripas expostas ao vento, morrendo de uma forma brutal. Na verdade, não. Aquilo que você está vendo ali esticado não tem nada a ver com os intestinos, é o pênis do dito pato.
Não, você não leu errado, logo, pare de ficar se admirando no espelho achando que é o tal. Aquele pato tem um pinto (irônico, não?) maior que o seu em todos os sentidos. O pior é que, como divulgador de Ciência, acabo tendo que compartilhar histórias assim. A vida não é fácil. A dita realmente é dura… Clique aqui para ler o restante deste artigo »
por Alexander Kellner
Imaginem a seguinte cena: num dia ensolarado e de temperatura elevada, dois dinossauros famintos e com um calor tremendo ouvem um urro longínquo. Há dias sem comer, os répteis, à beira da fadiga, caminham apressadamente para o local. Lá chegando, se enchem de esperança: um terceiro dinossauro agoniza na lama. O infortunado estava com sede e não resistiu a avançar para a pequena poça de água no centro de um grande lamaçal, mesmo quando suas patas afundavam perigosamente. Acabou preso, sem poder sair. Mais que depressa, os dois novos visitantes avançam sobre o animal, que julgam ferido, na ânsia de saciar a sua fome. Outros que se enganaram e também não conseguiram mais sair do lamaçal! Mesmo fracos, se debatiam bastante, mas acabaram por perecer no local.
Ficção? Pode ser. No entanto, essa é a interpretação dada por pesquisadores para um dos mais interessantes achados dos últimos anos na paleontologia: um verdadeiro “bolo” de dinossauros! Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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