jun 04
É melhor esperar que o controle de volume do aquecimento global não chegue ao 11. Agora que a mudança climática parece ter se tornado audível, esse marco tomado de empréstimo ao filme “Spinal Tap” talvez venha um dia a representar a maneira definitiva de avaliar o grau de catástrofe climática que teremos de enfrentar.
De acordo com um novo estudo, agora se tornou possível ouvir o avanço do aquecimento global em forma de tempestades maiores, mais intensas e surgidas a intervalos cada vez mais frequentes – sinais de mudança climática, na interpretação de muitos cientistas. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mai 26
Uma parada prolongada na atividade solar levou os astrofísicos a dedicar atenção especial aos seus telescópios para determinar o que o Sol fará a seguir – e de que maneira o clima da Terra pode responder.
O Sol vem apresentando seu menor nível de atividade em décadas e sua menor luminosidade em 100 anos. A pausa solar faz com que alguns cientistas tomem como paralelo a Pequena Era Glacial, um período de frio incomum na Europa e na América do Norte que se estendeu de 1300 a 1850. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mai 17
Quando o primeiro Dia da Terra aconteceu, em 1970, os ambientalistas norte-americanos tinham uma boa razão para se sentirem culpados. A riqueza do país e a tecnologia avançada pareciam tão ruins para o planeta que chegaram a aparecer numa famosa equação desenvolvida pelo ecologista Paul Ehrlich e pelo físico John P. Holdren, hoje conselheiro científico do presidente americano Barack Obama.
A equação deles era: I = PRT. Isso significa que o impacto ambiental é igual à população multiplicada pela riqueza multiplicada pela tecnologia. Proteger o planeta parecia exigir menos pessoas, menos riqueza e tecnologias mais simples – o mesmo tipo de transformação social e revolução energética defendidos em muitos comícios relacionados ao Dia da Terra. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
abr 17
“É difícil acreditar que é isso que está derretendo as geleiras”, diz Veerabhadran Ramanathan, um dos maiores cientistas especializados em clima do mundo, enquanto caminha por um conjunto de casebres de tijolos, cada um deles contendo um fogão a lenha feito de barro que despeja fuligem na atmosfera.
Enquanto mulheres usando saris rasgados e multicoloridos assam pães e cozinham lentilhas no início da noite, sobre um fogo alimentado por gravetos e esterco, crianças tossem devido à densa fumaça que invade as suas casas. Uma camada negra de fuligem cobre a parte interna de telhados de palha. Ao alvorecer, uma nuvem amarronzada estende-se sobre a paisagem como se fosse um cobertor sujo e diáfano. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
abr 08
Especialistas em mudanças climáticas nas Américas do Norte e do Sul estão cada vez mais preocupados com as implicações potencialmente devastadoras da elevação do nível do mar.
Até agora as Américas eram vistas como menos vulneráveis do que outras partes do mundo como as ilhas do Pacífico, Vietnã e Bangladesh. Mas as estimativas apresentadas em uma reunião científica em Copanhague, em março, alarmaram observadores da região.
Partes do Caribe, do México e do Equador são consideradas de maior risco. A cidade de Nova York e áreas no sul da Flórida também são tidas como especialmente vulneráveis. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
abr 06
As mudanças climáticas não estão apenas fazendo o gelo do oceano Ártico desaparecer, elas também estão mudando o tipo de gelo que se forma. Os pesquisadores estão tentando determinar como um aumento na “panqueca de gelo” está afetando o extremo norte, e inclusive se está acelerando o aquecimento local.
No passado, as águas o Ártico foram dominadas por grossos pedaços de gelo marinho, que duram de um ano para outro. Mas a cobertura de gelo do oceano está diminuindo e o gelo grosso que dura vários anos está desaparecendo rapidamente. No lugar das camadas de gelo grosso, os pesquisadores estão percebendo uma proporção maior de gelo recém-formado e fino. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mar 30
A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.
Desde 1980, a temperatura no Atlântico Norte tem aumentado em média 0,25 ºC por década. O número pode parecer pequeno, mas tem grande impacto em furacões, que preferem águas mais quentes. Um exemplo: 2005 teve recorde no número de furacões, enquanto em 1994 foram poucos eventos, mas a diferença na temperatura oceânica entre os dois anos foi de apenas 1 ºC. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mar 27
O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.
Às vezes, eles são erroneamente chamados de “hidratos”, mas considerando que as respectivas moléculas e/ou átomos estão dispostos no interior do retículo formado pela molécula de água, tal terminologia é considerada errônea, posto que hidratos são substâncias que contém água, não que estão presas nela. Sendo assim, eles serão referidos aqui unicamente como “clatratos”. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
mar 12
Carol Turley do Laboratório Marinho de Plymouth, no sul da Inglaterra, disse que é impossível saber como a vida marinha vai reagir, mas ela teme que várias espécies não sobrevivam. Desde a Revolução Industrial, no século 18, as emissões de CO2 já elevaram a acidez dos mares em mais de 30%, de acordo com pesquisadores.
“Eu estou muito preocupada com os ecossistemas dos oceanos, que atualmente são produtivos e diversificados”, disse Turley à BBC. “Eu acredito que nós podemos estar caminhando para uma extinção em massa, pois esse ritmo de mudanças nos oceanos não é visto desde o tempo dos dinossauros”, afirmou. “Isto pode ter um grande impacto na segurança alimentar. É realmente imperativo reduzirmos as emissões de CO2.” Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jan 09
Pesquisa recente mostra que o derretimento dos icebergs no oceano ao redor da Antártida pode na verdade desacelerar o aquecimento global. As partículas de ferro que eles contêm alimentam as algas que absorvem o CO2. Poderia o cultivo artificial de algas nas águas frígidas ajudar a combater a mudança climática?
A pesca era fria e sem vida, sem nenhum peixe se debatendo na rede. Quando foi colocada no convés do HMS Endurance no Atlântico Sul, além da costa da Antártida, o único som foi um rangido abafado. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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