Cristãos fundamentalistas são um pé-no-saco. Como ninguém dá muita bola pra eles (o que pode ser perigoso), eles resolveram deixar o coitado do Darwin em paz (por enquanto) e resolveram atacar climatologistas que estudam os efeitos do chamado Aquecimento Global. Adivinhem só a principal “arma” de argumentação dos toscos? Que o AG é apenas uma teoria e não foi provado ainda, sem nenhuma base cientÃfica. Pois, é. Vocês já ouviram essa história antes.
Os débeis mentais que se acham no direito de criticar o ensino da Evolução, mesmo sem saber NADA de biologia, resolveram entrar em ação em alguns Estados norte-americanos (claro, sempre eles, sob o comando da ridÃcula Fundação Templeton e do Discovery Institute) alegando que o tema do aquecimento global deveria ser abordado de duas maneiras diferentes e contraditórias, deixando os alunos escolherem o que melhor lhes aprouver. Sim, eu sei: mais do mesmo.
Eu sempre tenho que ouvir a mesma ladainha. Principalmente a
Está havendo uma corrida para diminuir os efeitos do aquecimento global. Duas classes estão em disputa: Os eco-chatos – para quem tudo tem que ser “verde” e “orgânico” (isopor é uma substância orgânica, caso não saibam), preocupados em sequestrar carbono, pedindo sua alma como resgate – e os eco-céticos, que afirmam que o mundo é assim mesmo, sempre foi e sempre será.
O aumento de gás carbônico (CO2) na atmosfera não causa apenas intensificação do efeito estufa (não confunda efeito estufa com aquecimento global). O aumento da concentração de CO2 afeta a quÃmica dos oceanos também, produzindo maior quantidade de ácido carbônico (H2CO3) e, de quebra, pode fazer com que alguns crustáceos se tornem maiores e mais fortes, conforme sugere pesquisa da Universidade de North Carolina em Chapel Hill.
“Eu não pertenço ao time dos céticos.” Em princÃpio, não haveria motivos pelos quais Mojib Latif começasse assim sua apresentação durante a Conferência Mundial do Clima, realizada pela ONU em Genebra, na SuÃça.
Um estudo de sedimentos encontrados na região de Cuzco, no Peru, sugere que o antigo Império Inca se beneficiou de um perÃodo de aquecimento global que durou cerca de 500 anos - exatamente na época em que aquela civilização conheceu seu maior apogeu. O estudo, coordenado pelo pesquisador Alex Chepstow-Lusty, do Instituto Francês de Estudos Andinos em Lima, capital peruana, analisou como a evolução social e econômica verificada durante os anos incas se relacionam à s mudanças climáticas nos Andes no mesmo perÃodo.
Sob a perspectiva do prato, os alimentos que consumiremos no futuro provavelmente terão aparência e gosto semelhantes aos alimentos que comemos hoje. Mas olhe mais de perto e o jantar de amanhã se tornará de fato muito diferente. Cientistas agrÃcolas que definem o futuro dos alimentos dizem que, à medida que o aquecimento global altera padrões de temperatura, chuvas e concentrações de dióxido de carbono no ar, as fazendas devem evoluir. O aquecimento global vai afetar a agricultura de várias maneiras: algumas regiões e fazendas vão ser beneficiadas; outras vão sofrer. Para lidar com as mudanças nas condições de cultivo, agricultores vão precisar reverter décadas de homogeneização de safras e diversificar as linhagens de plantas, dizem os cientistas agrÃcolas.
Rochas vulcânicas a grandes profundidades ao longo da costa dos estados da Califórnia, Oregon e Washington podem ser, de acordo com um novo estudo, um dos melhores lugares para estocar as emissões de dióxido de carbono relacionadas ao aquecimento global. Na verdade, a mesma instabilidade que ocasiona terremotos e erupções, aumenta a proteção contra o escape do CO2.
Uma parada prolongada na atividade solar levou os astrofÃsicos a dedicar atenção especial aos seus telescópios para determinar o que o Sol fará a seguir - e de que maneira o clima da Terra pode responder.



