Jonas Desmascarado
Jonas e o peixão. Mais um ridículo mito hebreu, transposto para a Bíblia e que é defendido (tolamente) por muitas pessoas. O que tem por trás disso? O que se esconde naquelas linhas?
Como associar historicamente um conto despretencioso com a queda de uma das maiores cidades da antigüidade?
Javé, o Omni Tripla Ação, começa o livro de Jonas com sua raiva costumeira, e querendo destruir as pessoas. Até aqui, tudo normal. Nada de novo a respeito de um deus em eterna TPM.
Jonas 1:1 – Certo dia, o SENHOR Deus disse a Jonas, filho de Amitai:
Jonas 1:2 – Apronte-se, vá à grande cidade de Nínive e grite contra ela, porque a maldade daquela gente chegou aos meus ouvidos.
Jonas não quis, então pegou um barco, e Deus criou um vento que quase partiu o navio ao meio:
Jonas 1:4 – No entanto, Deus mandou um forte vento, e houve uma tempestade no mar. Era tão violenta, que o navio estava em perigo de se partir ao meio.
Javé “Paz e Amor” quando fica zangado tem dessas coisas. Quer matar as pessoas, não importando se são inocentes ou não. No meio da confusão, Jonas confessa que estava fugindo de Deus, e dá a idéia de que era para jogá-lo no mar:
Jonas 1:12 – Jonas respondeu: – Vocês me peguem e joguem no mar, que ele ficará calmo. Pois eu sei que foi por minha culpa que esta terrível tempestade caiu sobre vocês.
Os marujos ainda não quiseram, mas como a tempestade aumentou cada vez mais, aceitaram, e a tempestade se acalmou:
Jonas 1:15 – Em seguida, os marinheiros pegaram Jonas e o jogaram no mar, e logo o mar se acalmou.
Ah, agora sim! A parte que todos nós conhecemos: Deus mandou um peixão engolir Jonas (apesar de Jesus ter dito que era uma baleia… às vezes a onisciência divina falha, normal.
)
Jonas 1:17 – O SENHOR ordenou que um grande peixe engolisse Jonas. E ele ficou dentro do peixe três dias e três noites.
Jonas ainda orou para Deus, em meio aos sucos gástricos e restos de comida dentro do peixe…
Jonas 2:2 – Ali, de dentro do peixe, Jonas orou ao SENHOR, seu Deus, dizendo:
Jonas 2:3 – Em minha aflição, invoquei o Senhor, e ele ouviu-me. Do meio da morada dos mortos, clamei a vós, e ouvistes minha voz.
Jonas 2:4 – Lançastes-me no abismo, no meio das águas e as ondas me envolviam. Todas as vossas vagas e todas as vossas ondas passavam sobre mim.
A Bíblia, como não podia deixar de ser, cai em contradição: Quem jogou Jonas no mar? Os homens ou Deus? Ora, bolas!! Vimos antes que foram os homens, mas nos versículos acima, ele diz que foi o próprio Deus quem o jogou. O redator desta história era meio confuso… De qualquer forma, o Senhor dos Anéis Bíblico dá uma ordem ao peixe para vomitá-lo na praia. Creio que Jonas devia ser meio indigesto…
Jonas 2:10 – Então o SENHOR deu ordem ao peixe, e ele vomitou Jonas na praia.
Como é que Jonas passou pela goela do peixe? Não existem peixes grandes o suficiente para que um homem passe pela goela e sem ter sido mastigado. Nem mesmo se tivesse sido uma baleia, já que as goelas das baleias não são grandes. Elas não comem peixes de tamanho médio. Elas costumam se alimentar “filtrando” o alimento na superfície, como se fosse um arrasto de uma rede, em que o animal nada lentamente com a boca aberta, deixando a água fluir por entre as cerdas expostas que capturam aí os pequenos organismos que constituem seu alimento.
Voltando ao besteirol, digo, ao relato do capítulo seguinte, Javé, mau feito um pica-pau, manda novamente avisar a Nínive que ela ia ser destruída. O mais curioso é que a pregação de Jonas mostra como as coisas mudaram muito pouco. Afinal, ainda hoje o melhor método de convencimento das igrejas é a ameaça. TJR-16 (prega o amor de deus num minuto e no minuto seguinte diz que todo mundo vai pro inferno).
Jonas 3:4 – Jonas entrou na cidade, andou um dia inteiro e então começou a anunciar: “Dentro de quarenta dias, Nínive será destruída!”
Os crédulos (e tolos) habitantes de Nínive acreditaram nele e se arrependeram (segundo a própria Bíblia, 120 mil crianças inocentes iam ser destruídas pelo bom e misericordioso Deus). Isso fez Deus mudar de idéia (mais uma contradição se levarmos em conta a onisciência de Deus) e tornou Jonas um falso profeta. Doideira? Bom, é o que diz o livrinho mágico.
Jonas 3:10 – Deus viu o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos. Então mudou de idéia e não castigou a cidade como tinha dito que faria.
Jonas, é claro, não gostou de ficar com a fama de mentiroso. Por quê? Você gostaria?
Jonas 4:1 – Por causa disso, Jonas ficou com raiva e muito aborrecido.
Jonas 4:2 – Então orou assim: – Ó SENHOR Deus, eu não disse, antes de deixar a minha terra, que era isso mesmo que ias fazer? Foi por isso que fiz tudo para fugir para a Espanha! Eu sabia que és Deus que tem compaixão e misericórdia. Sabia que és sempre paciente e bondoso e que estás sempre pronto a mudar de idéia e não castigar.
Jonas 4:3 – Agora, ó SENHOR, acaba com a minha vida porque para mim é melhor morrer do que viver.
Fico imaginando Jonas com as mãos na cintura, peitando Deus:
– Olha aqui sua vagabunda! Não me chama de mentiroso não, senão arranho tua cara, tá??
E isso por quê? Porque Javé gosta de dar uns pitis:
– Olhem aqui, bofes e mocréias! Eu extou moooooooooooorta de tentar ser amada… herr, hã… digo amadO, por voxês (isso mesmo! Javé fala em miguxês
). Voxês não me dão bola? Bandidos, bandidos, bandidos! (dando soquinho na mão espalmada e batendo o pézinho) só por causa disso vou ferrar voxês! Vou rodar minha baiana. Ó!
Agora, o maior nonsense, contradição, absurdo e maluquice desta história toda: Deus fecha a cara e passa um pito em Jonas por ele ter ficado brabo, alegando que havia pessoas inocentes em Nínive.
Jonas 4:11 – Então eu, com muito mais razão, devo ter pena da grande cidade de Nínive, onde há mais de cento e vinte mil crianças inocentes e também muitos animais!
Muito curiosamente, o Senhor dos Anéis Bíblico não estava nem um pouco preocupado em virar um navio no mar cheio de pessoas inocentes por causa de Jonas um dia antes. E por quê? Porque ele queria arrepiar com uma cidade inteirinha, mesmo tendo pessoas inocentes nela.
Bom, isso evidencia que o “bom” Deus Javé não passa de uma entidade com sérios problemas comportamentais, instável, e por isso nem um pouco digno de confiança, e que gosta de fazer sádicos joguinhos psicológicos com as pessoas. Qualquer semelhança com o bandido Jigsaw não é somente semelhança…
Qualquer pessoa com um mínimo de imaginação pode perceber o absurdo hilário desse besteirol todo. Você tá calmo e tranqüilo em sua cidade (Nínive, é claro), chega um Zé Ruela sozinho na praça e fica berrando que tudo vai ser destruído (como esses caras falando que o mundo vai acabar) e as pessoas não apenas dão atenção mas acreditam! As pessoas são capazes de coisas extraordinárias.
Depois disso, passa um tempo e nada acontece. Pô, aquele maluco fez todo mundo se alarmar à toa por causa de um deus qualquer. Que tal a gente dar uma surra naquele idiota pra ele aprender?
Imagina trabalhar para alguém assim:
• Manda você ir lá e avisar que uma cidade vai ser destruída.
• Você, num gesto de lucidez, decide não fazer isso e seu “chefe” decide dar um fim em você e manda um capanga (no caso, um peixe) dar conta de ti.
• Sem saída, você decide ir lá e avisar a cidade desesperadamente.
• Então, o “capo” celestial decide que não vai mais destruir coisa nenhuma e faz você passar por bobo (ter feito você ser engolido por um peixe não tinha sido suficiente).
• Você se sente ofendido, lógico, e ainda toma um esporro, já que havia pessoas inocentes (coisa que você mesmo tinha dito antes).
Agora sobre Ninive ter sido destruída não parece que isso fez muita diferença pro Jonas. Vamos aos aspectos históricos: Nínive era uma grande cidade da Assíria. Um dos seus maiores reis, com certeza foi Assurbanipal que em mais ou menos 670 A.E.C. criou uma fabulosa biblioteca, que continha milhares de tábuas contendo registros no tipo de escrita daquele tempo: a cuneiforme.
Somente muito tempo depois, a Grande Biblioteca de Alexandria (no Egito) a suplantaria. O motivo de verdade que judeus odiavam Nínive é porque era uma cidade grandiosa, infinitamente mais organizada que Israel e que a tomou na mão grande, dispersando israelitas e tomando vários como escravos em 721 A.E.C. Ainda por cima, o pessoal de lá afirmou que o deus deles, Assur, tinha dando um pau no Javé o que deixou os hebreus muito irritados, o que certamente inspirou essas várias passagens sobre a “ira divina contra Ninive”.
Bom, o fato dos queridinhos hebreus alegarem ou deixarem de alegar que fora obra do “Sinhô dus Anéis” não muda a história. E não foi nada referente com Javé (mais uma vez) estar de TPM contra os assírios. A Assíria caiu por causa da guerra com os medos e babilônicos (em 640 A.E.C.). Isso levou aquele monte de baby sitter de cabras filhos de Éber terem que servir ao povo da babilônia, acabando sendo escravos de lá. Só isso nada mais. Daí quando acabou o império assírio, por motivos indiferentes à existência de Javé das Candongas ou não, tentaram usar isso como propaganda pró-Javé. Isso remete a não querer admitir “meu deus levou umas porradas do deus deles”. Quem gosta de perdedores?
Bom, depois disso, o que acontece? O “povo escolhido”, depois de ser dominado pela Assíria, acaba sendo escravo da Babilônia. Lindo, não? Depois disso, os persas (muito mais “bonzinhos”) – liderados por Ciro – permitiram voltar para Judá e reconstruir o templo; e depois vieram os gregos (comandados por Alexandre Magno) e finalmente os romanos.
Os hebreus nunca foram respeitados, como civilização, por ninguém. Apanharam de todo mundo. Só conheceram unificação novamente (ou, melhor dizendo, “realmente”) em 1948 com a formação do Estado de Israel, e assim mesmo por causa do holocausto.
O mito de Jonas é apenas um modo de tirar o recalque contra a civilização que dominara o povo ao qual os redatores deste conto pertenciam.
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20 respostas para "Jonas Desmascarado"
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1. fabio disse:
fevereiro 23rd, 2009 em 23:41você brincou com meu Deus. Cuidado
Andre respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 01:01Tô morrendo de mêdo. Acho que vou dormir na cama da minha mãe.
Wilhelm respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 04:34@fabio,
huahauhuauahuhuahua e…?FabioK respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 08:49@fabio,
Ai minha nossa, às vezes esqueço que possam existir tipinhos como esse; será que os pastorzinhos não estão conseguindo produzir nada mas elaborado para divertir as massas céticas?
Pra você, meu xará, daqui mesmo, a TPJ nº 48! (editado para poupar espaço)“48ª JUSTIFICATIVA: VOCÊ VAI PARA O INFERNO
A utilização desse argumento é proporcional à falta de cultura do religioso e é uma extensão da justificativa nº 4 (desespero). Inquestionavelmente, um argumento utilizado por uma pessoa sem argumentos favoráveis à Bíblia na discussão.
Em primeiro lugar, porque isso não responde nada quando você aponta alguma das várias contradições e erros óbvios da Bíblia e apenas busca assustar quem fez a pergunta e distrair. Mas de uma forma tola e ingênua, porque uma pessoa cética que não acredita em céu e muito menos em inferno. Como, então, isso poderia funcionar?
Enfim de todos, é o argumento mais bobo, risível e difícil de levar a sério. E se um religioso ler isso vai apenas repetir que iremos para o inferno mesmo…”
Para ficar mais divertido, dê uma lida lá e nos conte quantas dessas você já aprontou:
http://ceticismo.net/religiao/tipicas-justificativas-religiosas/
Que Buda ilumineseus passos.XaparraL respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 12:55@FabioK,
(…)um argumento utilizado por uma pessoa sem argumentos favoráveis à Bíblia na discussão)…)Lembro-me de uma pesquisa feita ano passado com os evangélicos de uma grande cidade que mostrou um dado curioso: mais de 80% deles nunca leram a bíblia inteira.
E aí fica a pergunta: como argumentar sobre um assunto que nem ao menos procuraram ter conhecimento?
Fabio K respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 13:56@XaparraL,
Não posso culpá-los, eu tentei ler a dita cuja inteira, mas da última vez terminou com ela sendo jogada no lixo, na rua…
Porém, eu não tento defendê-la, quem quer defender essa coisa deveria lê-la ou desisitir disso; se bem que, ao ler, muitos vão desistir, e os que não desistirem, não vão ter cura mesmo.XaparraL respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 19:36@Fabio K,
Há muito tempo, durante uma aula de Citologia, uma colega de sala fez algumas piadas sobre a bíblia (mais precisamente sobre o Gênesis), e de imediato o professor a interrompeu perguntando se ela já tinha lido a Bíblia por completo. De bate-pronto, ela disse que não. A resposta do professor que se seguiu eu tomei para mim, e foi mais ou menos assim: “Como pode ironizar uma estória que nem sequer chegou a ler?”
Naquele momento achei meio estranho a atitude do professor, mas depois entendi que ele apenas estava querendo manter o respeito em sua aula, pois ali existiam colegas de sala que eram católicos praticantes
(Não, eles não terminaram o curso).Foi a partir da observação feita em sala pelo professor que dei conta da minha descrença, que para reforçá-la eu deveria pelo menos ler a Bíblia. Já que eu tive uma formação católica (por imposiçao) e me rebelei assim que comecei a pensar por mim, como eu poderia continuar não acreditando em algo que eu nunca li?
Claro que apenas ler está muito longe de se conseguir um entendimento básico, ainda mais da Bíblia. Mas apenas aquela leitura me satisfez e consegui retirar dela uma boa lição: eu estava no caminho certo em continuar não dando importância aos seus fundamentos.
ps.: Minha primeira leitura foi Apocalipse (a partir daí segui o curso normal - Velho Testamento, etc. Se eu parasse de ler, pelo menos eu já teria matado a minha maior curiosidade).
Não leve isso para o lado da crítica (se você não conseguiu ler, então não deveria opinar). Jamais quis dizer isso.
Somente quis expor o meu lado pessoal de pensar sobre o assunto.
Fabio K respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 20:25@XaparraL,
Nenhuma ofensa tomada

Eu realmente tentei ler a dita cuja, até que fui longe, mas me enchi daquilo.
Quanto a ter que conhecer toda a obra para criticá-la, não acho isso indispensável; é claro que, se estudasse toda ela teria mais base para descer a lenha.
O que eu conheço dela é o suficiente para saber que não é algo que quero para mim ou minha família, eventualmente alguém cita partes que não conheço, e posso averiguar ou não, mas não tenho mais paciência com ela.
Quem a defende tem a obrigação de estudá-la e conhecer a fundo, quando meto o pau nela, é com relação ao pouco que conheço, acaba sendo a chance para um defensor dela se manifestar e argumentar, resultando naquilo que presenciamos tantas vezes.
Em poucas palavras, minha posição com relação à bíblia não é de perito ou estudioso, mas apenas de um leigo cético (mas não ignorante no assunto) e aberto à discussão.Fabio K respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 20:37@XaparraL,
“Há muito tempo, durante uma aula de Citologia, uma colega de sala fez algumas piadas sobre a bíblia (mais precisamente sobre o Gênesis), e de imediato o professor a interrompeu perguntando se ela já tinha lido a Bíblia por completo. De bate-pronto, ela disse que não. A resposta do professor que se seguiu eu tomei para mim, e foi mais ou menos assim: “Como pode ironizar uma estória que nem sequer chegou a ler?””Interessante. Vamos supor que essa aluna tivesse lido sobre Jonas, na bíblia, (nesse tópico vemos como estória merece umas risadas) então o professor pergunta se ela leu todo o livro e ganha a discussão só porque a aluna não leu todo o livro?
André respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 20:52Há muito tempo, durante uma aula de Citologia, uma colega de sala fez algumas piadas sobre a bíblia (mais precisamente sobre o Gênesis), e de imediato o professor a interrompeu perguntando se ela já tinha lido a Bíblia por completo. De bate-pronto, ela disse que não. A resposta do professor que se seguiu eu tomei para mim, e foi mais ou menos assim: “Como pode ironizar uma estória que nem sequer chegou a ler?”
.
Argumentum ad Baculum, já que o professor usou de seu “poder” sobre a aluna. Eu passei (e passo aqui nes site) uma vez.
.
“Você leu a Bíblia?”
“Li, por que? Quer as citações?”
.
Não sei porque a conversa mudou totalmente ara “temos que respeitar blábláblá”mirtes respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 14:39@XaparraL, Mas se eles forem conhecer a Bíblia inteira, vão se deparar com as discrepâncias, absurdos e fantasias, que não podem ser conhecidas, senão eles deixam de acreditar nela!
Por isso, que na maioria das vezes o conhecimento dela, é seletivo, somente ao que pode ser útil.
Na boa, eu acho, que a Bíblia deveria ser reescrita, para que nela só ficassem os ensinamentos de alto valor moral, que fossem eliminados os trechos de mitologia, política, preconceito, racismo, manipulação ideológica de controle; de preferência, sem assinatura, de deus, apóstolo, jesus, ou o que seja, pra evitar veneração de nomes e pessoas, que não se pode provar terem existido, o resto, queima.
Abbadon respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 12:45@fabio,
Seu deus nao existe.
FabioK respondeu:
fevereiro 24th, 2009 às 13:35@Abbadon,
OK. Sem problemas. Que tal Ishtar? Ela me parece bem mais divertida.
Que Ishtar nos dê pleno gozo em vida
XaparraL respondeu:
fevereiro 26th, 2009 às 20:03@FabioK,
“Interessante. Vamos supor que essa aluna tivesse lido sobre Jonas, na bíblia, (nesse tópico vemos como estória merece umas risadas) então o professor pergunta se ela leu todo o livro e ganha a discussão só porque a aluna não leu todo o livro?”
Na verdade a questão não girou em torno de “quem” exatamente ganhou a discussão, e sim dos motivos que me levaram a ver o que aquele livro tinha de mais (e de menos).A pergunta do professor foi apenas um meio usado pelo professor para encerrar as provocações, nada mais. Nem ao menos fiz uma suposição do que aquilo poderia virar caso ela tivesse respondido “sim, por quê?”.
Andre
Desculpe se fugi do assunto, mas isso se deu pela praga jogada do 1º comentário.
André respondeu:
fevereiro 26th, 2009 às 20:17Do alto de minha grandiosidade e benevolênvia, eu vos perdôo. Mas, passe no caixa antes.
Fabio K respondeu:
fevereiro 27th, 2009 às 12:13@XaparraL,
Entendi.
Você tem seus motivos para ter levado esse projeto adiante, eu tenho os meus para fazer de outro modo, métodos diferentes mas, acredito, com finalidades parecidas.
Acho que já nos entendemos.“Desculpe se fugi do assunto, mas isso se deu pela praga jogada do 1º comentário.”
Hahaha, nossa, tinha me esquecido desse comentário
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2. Gima disse:
agosto 27th, 2009 em 14:40Eu já ouvi, acho que duas vezes se não me engano, uma pregação sobre essa passagem de Jonas. Mas como os pastores apenas pregam um trecho de toda a história fica fácil de convencer as pessoas que isso realmente aconteceu. No caso qdo Jonas ora ao Senhor das profundezas do inferno(interior da baleia) é para as pessoas qdo se sentirem assim tb se humilharem e orarem ao Senhor, por exemplo. A questão lógica é que é apenas uma história que cada pastor tira seu discurso como melhor lhe convém. Assim como toda a bíblia. Mas que nada estão procurando o monstro do lago Ness

André respondeu:
agosto 27th, 2009 às 14:49O melhor é questionar o livre-arbítrio de Jonas. Pq o Omni Tripla Ação não respeitou?
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3. Gima disse:
agosto 27th, 2009 em 15:21E outro detalhe, Jonas avisou q a cidade seria destruída e as pessoas se converteram e a cidade não foi mais destruída, já Nóe tb avisou do dilúvio, provavelmente ninguém se arrependeu, e será que ele avisou o mundo inteiro do dilúvio???? e os que não foram avisados acabaram pagando o pato do mesmo jeito. não tem jeito….
André respondeu:
agosto 27th, 2009 às 15:34Ele não teve tempo de avisar aos egípcios. Logo, Javé resolveu dar uma chance a eles, inundando todo o mundo, mas preservando as grandes pirâmides.
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dezembro 5th, 2008 em 16:27
[...] um criaBURRIcionista, é apenas um peixe, como uma sardinha em lata ou o imenso peixão que engoliu Jonas (ou era uma baleia? Não, não, era um monstro marinho! Não era… ah, esquece!), no entanto [...]