Evangelismo: a maior mentira da História
Índice
- Notas de edição
- Introdução
- O inicio da trama
- O grande mestre iniciado e incompreendido
- Discípulos envergonhando seu mestre e sua doutrina
- Notas e referências
O presente texto foi tirado do site http://www.geocities.com/foratalibagospel/mentira.html.
Este texto foi modificado pela redação do Ceticismo, Ciência & Tecnologia visando o seguinte:
- Alteração do título, de modo a ficar mais alusivo ao conteúdo do texto. O título original é “A maior mentira da História”.
- Adição de um índice para facilitar a busca por conteúdo.
- Adição desta seção de notas de edição para justificar as alterações gráficas no texto.
- Remodelação das notas de fim, evitando as “idas e vindas” durante a leitura do texto.
- Mudanças de formatação do texto afim de adequá-lo ao formato do blog.
- Adição de quebras no texto em parágrafos para facilitar a leitura.
- Revisão ortográfica e gramatical.
- Adição de inserções explicativas, deixando o texto mais compreensível.
O conteúdo textual não foi alterado em seu significado, mantendo-se fiel ao original, respeitando assim o desejo do autor.
Este não é um opúsculo acadêmico, no sentido estrito do termo. E nem mesmo poderia ser: qualquer professor ou pesquisador ligado a uma universidade estaria se expondo a perder sua cadeira ou ajuda de custo para pesquisa, se se atrevesse a publicar algo de teor parecido com esta obra. Pois, de fato, para muitos esta obra será considerada execrável, blasfema, digna de ser queimada após a leitura. E isso, pelo simples fato de que aqui, em não muitas páginas repletas de citações, viemos desmascarar a maior mentira que já foi propagada em toda a história da Humanidade. Fazemos isso não por desconsiderar aquele que teve seus ensinamentos criminosamente deturpados por grupos fanáticos, sedentos de poder, coisa que ele mesmo certamente desaprovaria de forma extremamente veemente.
Estamos, sim, honrando a memória de um número gigantesco de inocentes que foram massacrados num espaço de vários séculos, unicamente porque não queriam se curvar perante a grande mentira. E também em honra a esses heróis inocentes, que decidimos que este trabalho seria lançado apenas virtualmente, no formato de um e-book, podendo ser livremente distribuído por quantos assim o desejem desde que inalterado em seu teor (“sine adulterare“). Num mundo corrompido, em que mercenários se levantam em todos os campos com a única intenção de saciar sua sede por dinheiro, optamos em reverenciar o nobre costume da Velha Tradição, que não permite que se faça da religião um comércio. Estamos certos de que fundamentalistas de todos os matizes não aprovarão esta obra, que certamente tentarão desacreditar como “coisa do demônio”; afinal, estaremos aqui gritando para todo o mundo a respeito do mal que fizeram e ainda fazem à Humanidade. Porém, não serão mais inocentes os fundamentalistas que conseguirem ler todo este trabalho; as mentiras que divulgam, muitas vezes crendo tratarem-se de verdades incontestáveis, caem como castelos de cartas diante do vento poderoso da História das antigas civilizações, notadamente da gloriosa Civilização Egípcia, por razões ligadas estreitamente às mesmas mentiras que tem sido apregoadas há tantos séculos.
Também teremos uma pequena parte demonstrando os métodos utilizados para que a grande mentira fosse imposta à força às populações de todo o mundo, com ênfase na Europa, por termos relatos históricos confiáveis à disposição, e por nos mostrar que, basicamente, os mesmos métodos baixos de caluniação e descrédito estão em uso até hoje contra os que não querem mais seguir a grande mentira. Nos abstivemos deliberadamente de encerrar o presente com uma “conclusão”; não porque nos faltem condições para tal, mas sim para deixar ao leitor espaço para tirar suas próprias conclusões.
É crença muito difundida, e pouco analisada, de que os cinco primeiros livros da Bíblia teriam sido escritos por Moisés. Os próprios teólogos não mais crêem nisso, embora praticamente não se comente a este respeito dentro das igrejas, e quando se comenta, o piedoso objetivo do comentário quase sempre é classificar os teólogos como “hereges”. De acordo com o que em Teologia se chama de “alta crítica” – que trata de questões referentes à autoria e integridade dos textos bíblicos – , os referidos livros foram escritos por volta de 700 a.E.V1, ou seja, muitos séculos depois dos acontecimentos narrados. A respeito de Moisés, o suposto autor desses livros, os pesquisadores Knight e Lomas, em sua obra “A Chave de Hiram”, informam que:
“[...]Mas antes de nos aprofundarmos na questão das datas é importante lembrar aquilo que sabemos sobre esse homem chamado Moisés e o que a Bíblia nos conta sobre os israelitas e seu novo deus. Percebemos que o nome Moisés é verdadeiramente muito revelador. Estranhamente, a Bíblia Católica Romana Douai informa a seus leitores que significa “salvo das águas”, quando na verdade quer simplesmente dizer “nascido de”. Esse nome Moisés sempre requeria um outro nome que o prefixasse, como por exemplo, Thotmoses (nascido de Thot), Ramsés (nascido de Rá) ou Amenmosis (nascido de Amon). Apesar do elemento “moisés” ser soletrado de maneiras diversas em outras línguas que não o egípcio, significa sempre o mesmo, e nos parece provável que o próprio Moisés ou talvez algum escriba posterior tenha abolido da frente de seu nome o nome de algum deus egípcio, alguma coisa assim como tirar o Donald de um nome escocês, deixando-o apenas com o Mc, em vez de McDonald. A definição católica romana está provavelmente errada, mas se existir alguma verdade histórica nessa idéia, pode ser que o nome de Moisés tenha sido nascido do Nilo”, e então ele se chamaria Hapymoses” (grifamos).
“[...]. Qualquer Faraó que desse uma ordem dessas estaria abrindo mão de seu direito a uma vida eterna quando seu coração fosse pesado. Além do mais, em termos práticos teria sido muito desagradável e pouco saudável ter milhares de corpos em decomposição flutuando na praticamente única fonte de água potável da população. De acordo com o Antigo Testamento, a mãe de Moisés estava decidida a não permitir que seu filho morresse, portanto, colocou-o nos juncos da beira do Nilo em uma cesta impermeabilizada com piche, na qual ele foi encontrado pela filha do Faraó. Faz tempo já se percebeu que esse episódio de nascimento é quase idêntico ao de Sargão I, o rei que dominou a Babilônia e a Suméria centenas de anos antes de Moisés. Uma comparação rápida mostra as similaridades óbvias:
Sargão
Minha inconstante mãe Concebeu-me: e me teve Em segredo Ela me colocou em uma cesta de vime, com betume selando A tampa. Ela me atirou ao rio, Que não me cobriu.
Moisés
… uma mulher Levita. concebeu e teve um filho… ela o escondeu por três meses. Mas não podia escondê-lo mais. Então ela conseguiu uma cesta de vime, tornou-a impermeável com barro e Piche, colocou-o na cesta. E a colocou nos juncos da Margem do Nilo.“(grifamos)
Temos, logo de início, três valiosas informações: primeiro, o nome de Moisés estava originalmente ligado ao de uma divindade do panteão egípcio. Os autores sugerem que isso se deva ao fato de que Moisés teria de fato um papel importante na corte egípcia de então. Segundo, a monstruosa ordem atribuída a Faraó no sentido de que todos os bebês hebreus do sexo masculino que nascessem fossem eliminados, estaria em total desacordo com os princípios éticos e religiosos do Egito, e faria com que o Faraó perdesse seu direito à vida eterna. Curiosamente, o Livro dos Mortos egípcio mostra que uma das perguntas do Tribunal de Osíris, que tinham que ser respondidas pelos mortos, era se a pessoa havia sujado as águas do Nilo – que seria então do egípcio que enchesse o Nilo de cadáveres! Em terceiro lugar, temos a constatação da semelhança entre as histórias de Moisés e Sargão I da Babilônia. É interessante notar que o atual alfabeto hebraico é, na verdade, assírio, e foi adquirido exatamente durante o período do exílio na Babilônia. Isso parece reforçar a visão da Alta Crítica segundo a qual os livros do Antigo Testamento foram escritos a partir do ano 700 a.E.V.
A narrativa bíblica diz que Moisés teria libertado o povo hebreu da escravidão do Egito, e que seus pedidos a Faraó eram no sentido de que o povo fosse ao deserto oferecer um sacrifício a Yahweh, o deus do povo de Israel. Porém, a esse respeito a História registra que
“Após a expulsão dos hicsos, semitas de todos os tipos, ai incluídos os Habiru, devem ter-se tomado bastante impopulares, e isso explicaria porque os sempre amigáveis egípcios subitamente escravizaram muitos ou todos os remanescentes em seu país durante a década de 1560-1550 a.C. Inscrições dos séculos XVI e XV a.C. foram encontradas dando detalhes desses escravos Habiru e de seus trabalhos forçados. Uma delas conta como era grande o número dessas pessoas forçadas a trabalhar em minas de turquesa o que deve ter sido extremamente perigoso sem ventilação e com archotes queimando todo o oxigênio. Foi interessante perceber que essas minas estavam a muito pouca distância da montanha de Yahweh, o Monte Sinai, nas montanhas ao Sul da península de Sinai. Seria isso uma coincidência, ou poderia ser que o movimento de escravos Habiru tivesse se dado aqui em vez de no próprio Egito? Achamos registros que indicam que apesar desses protojudeus falarem a língua canaanita, eles adoravam deidades egípcias e ergueram monumentos aos deuses Osíris, Ptah e Hator, o que não combina com a imagem dos nobres e escravizados seguidores de Yahweh ansiosos para serem levados a Jerusalém pelo “deus de seus pais” (grifamos).
Quem quer que já tenha ao menos lido a Bíblia conhece a expressão “Eu sou o SENHOR, que te tirou do Egito”, repetida inúmeras vezes em todo o Antigo Testamento (como em Êxodo 20:2 , Deuteronômio 8:14 e Deuteronômio 20:1 , por exemplo). Esta expressão vem comumente após alguma determinação apresentada como uma ordem direta de Yahweh, que não poderia ser desobedecida. Porém, acabamos de perceber que toda a história de Moisés está extremamente “mal contada”; há a inegável cópia da história de Sargão I da Babilônia, o nome Moisés tem significado totalmente diferente do que fomos acostumados a acreditar e, fato igualmente ou até mesmo mais importante, há registros históricos de que os hebreus (habirus) no Egito não cultuavam Yahweh como seu deus, e sim, as deidades egípcias. Os mesmos autores lembram da divergência existente a respeito da data em que Moisés teria vivido, sem mencionar, porém, uma questão decorrente da narrativa bíblica: segundo a Bíblia, Moisés feriu o Egito com dez pragas devastadoras; pela narrativa, o Egito teria ficado completamente arrasado, devido à natureza e extensão das pragas. Porém, não há nenhum registro na história do Egito que pelo menos sugira que semelhantes calamidades possam ter ocorrido na extensão narrada pela Bíblia; de outra forma, nos parece evidente que teria sido extremamente fácil fixar a época exata da existência de Moisés e do tão falado “êxodo”! Já foi mencionado o fato de que, excetuando-se a praga da morte dos primogênitos, todas as outras nada mais são do que fenômenos naturais, que já foram observados várias outras vezes, inclusive a vermelhidão das águas do Nilo, como mencionado pelo próprio Werner Keller em “A Bíblia tinha razão”.
Estas observações são extremamente importantes, uma vez que os dogmas explicitamente autoritários utilizados como pretexto para se fazer um número absurdamente alto de vítimas de todas as idades, em vários séculos de história2, baseiam-se em narrativas que, à luz de fatos históricos documentados, mostram-se notoriamente manipuladas em seu teor. Não entraremos aqui em investigações sobre os diversos (e possivelmente ímpios e sórdidos) motivos que poderiam ter levado os antigos sacerdotes e escribas a legitimarem tamanha falsificação; nosso objetivo é, antes de mais nada, provocar a reflexão do leitor, despertar o desejo de conhecer a verdade por si próprio, para que o mesmo jamais se deixe levar por “verdades” supostamente absolutas, “reveladas” por algum “profeta” ou “iluminado”. Nem mesmo nos arvoramos em detentores de nenhuma verdade absoluta; o único “título” que nos habilita a falar sobre este assunto é o de ex-seminarista, tendo cursado o primeiro ano do Seminário Teológico Presbiteriano do Rio de Janeiro, com aprovação em todas as disciplinas, durante o ano de 1999 E.V. Outrossim, fazemos questão de citar as fontes das informações aqui reproduzidas, a fim de que qualquer pessoa interessada em desmascarar a presente “obra do diabo” possa descobrir por si mesma onde estão, respectivamente, as verdades e as mentiras.
O grande “mestre iniciado” e incompreendido
É amplamente difundida no mundo a crença em que Jesus era o “cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Evangelho de João 1:29). Já vimos, anteriormente, que a definição de “pecado” está inserida em um contexto dogmático que se baseia em narrativas que, à luz da História, mostram-se comprovadamente deturpadas. Estariam também deturpadas as narrativas que temos a respeito de Jesus?
A maioria das pessoas conhece apenas as narrativas bíblicas sobre Jesus, contidas nos evangelhos atribuídos aos apóstolos Mateus, Marcos, João e Lucas (sendo que Lucas não chegou a conhecer Jesus pessoalmente, como ele mesmo admite), e tende a acreditar que são os únicos relatos disponíveis a respeito do Mestre. Entretanto, isso não é verdade; segundo os próprios teólogos admitem, existem pelo menos mais onze evangelhos datados da mesma época dos quatro evangelhos chamados canônicos3. De acordo com os gnósticos, esse número seria de algumas dezenas. Porém, nos limitaremos aos onze mencionados, por estarem já relativamente bem difundidos, inclusive pode-se fazer o download dos mesmos via internet com bastante facilidade. Estes outros evangelhos, doravante chamados aqui de “evangelhos apócrifos”, trazem suas próprias versões da história de vida de Jesus. Alguns episódios lembram bastante os canônicos, porém, há algumas narrativas ligeiramente diferentes, outras completamente estranhas ao contexto bíblico como o conhecemos normalmente. No evangelho de Pedro (que não possui divisões em capítulos e versículos por não se tratar de texto canônico e sim apócrifo) podemos ler as seguintes passagens:
“[...]Como Maria havia lavado as fraldas do Senhor Jesus e as estendera sobre umas madeiras, o menino possuído pegou uma das fraldas e colocou-a sobre sua cabeça. Imediatamente os demônios fugiram, saindo pela boca, e foram vistos sob a forma de corvos e serpentes. O menino foi curado instantaneamente pelo poder de Jesus Cristo e se pôs a louvar o Senhor que o havia libertado e rendeu-lhe mil ações de graça”.
“Havia lá um filósofo, astrônomo sábio, que perguntou ao Senhor Jesus se ele havia estudado a ciência dos astros. Jesus, respondendo-lhe, expôs o número de esferas e de corpos celestes, sua natureza e sua oposição, seu aspecto trinário, quaternário e sêxtil, sua progressão e seu movimento de leste para oeste, o cômputo e o prognóstico e outras coisas que a razão de nenhum homem escrutou.”
“[...]José concordou e também Maria. Levaram, pois, a criança para o professor e assim que ele o viu, escreveu o alfabeto e pediu-lhe que pronunciasse Aleph. Quando ele o fez, pediu-lhe para dizer Beth. O Senhor Jesus disse-lhe: – Dize-me primeiro o que significa Aleph e aí então eu pronunciarei Beth. O professor preparava-se para chicoteá-lo, mas o Senhor Jesus pôs-se a explicar o significado das letras Aleph e Beth, quais as letras de linhas retas, quais as oblíquas, as que tinhas desenho duplo, as que tinham pontos, aquelas que não tinham e porque tal letra vinha antes da outra, enfim, ele disse muitas coisas que o professor jamais ouvira e que não havia lido em livro algum. O Senhor Jesus disse ao professor: – Presta atenção ao que vou te dizer! E pôs-se a recitar clara e distintamente Aleph, Beth, Ghimel, Daleth, até o fim do alfabeto. O mestre ficou admirado e disse: – Creio que esta criança nasceu antes de Noé. Virando-se para José, acrescentou: – Tu o conduziste para que eu o instruísse, mas esta criança sabe mais que todos os doutores. Depois disse a Maria: Teu filho não precisa de ensinamentos.”
A narrativa de Pedro mostra Jesus versado em Astrologia, apesar da clara e severa proibição da Torah:
Deuteronômio 17:3-5
indo servir outros deuses ou adorando o sol, a lua, ou o exército dos céus – o que eu não mandei -, se te derem aviso disso, logo que o souberes, farás uma investigação minuciosa. Se for verdade o que se disse, se verificares que realmente se cometeu tal abominação em Israel, farás conduzir às, portas da cidade o homem ou a mulher que cometeu essa má ação, e os apedrejarás até que morram.
Em relação às letras do alfabeto hebraico, mostrou também conhecimentos da Kaballah judaica. A primeira passagem é de um notório exagero: as fraldas que Jesus usava quando era um bebê tinham poder sobre espíritos malignos! Isto mostra que estes relatos, tendo sido escritos décadas depois dos acontecimentos, contém diversas imprecisões e mistificações. De qualquer modo, é de se notar que, descontado o exagero de se dizer que Jesus, ainda criança, já era um exímio conhecedor de Astrologia e Kaballah, a menção a esses conhecimentos mostra que ele era certamente um iniciado, ou seja, não era um homem comum. Outro fato digno de nota em relação aos apócrifos é que nem todos mencionam a ressurreição de Jesus, apesar de ser o dogma fundamental do Cristianismo como o conhecemos. Alguns sequer mencionam a crucificação. Eis uma explicação lógica para o fato de que, na própria Bíblia, podemos facilmente verificar que os primeiros cristãos consideravam-se judeus, e porque não havia consenso entre eles em relação à necessidade ou obrigatoriedade de pregar o evangelho aos não judeus: como, de fato, um evento monumental como a ressurreição poderia ter passado despercebido por diversos autores destes evangelhos apócrifos? Como a alegada “grande comissão” de Jesus para que os discípulos pregassem “a toda criatura” poderia, como o próprio Novo Testamento deixa claro, ser notoriamente desconhecida entre vários destes discípulos, se fosse verdadeira?
Podemos considerar, por sinal, que a doutrina conhecida hoje como “cristã” é, na verdade, “Paulina”, ou seja, de autoria ou pelo menos grandemente influenciada por Saulo de Tarso. Bittencourt afirma que
“Logo após a morte de Paulo em Roma por volta do ano 64, surge naquela mesma cidade o Evangelho de Marcos, provavelmente no ano 65, e que serviria de base a duas outras grandes obras futuras. Cópias deste Evangelho logo encontraram seu caminho até as mais distantes partes do império.
Partindo do trabalho de Marcos, cuja conexão com Pedro e com a cidade de Roma lhe dava grande autoridade, Mateus escreve seu Evangelho provavelmente em Antioquia da Síria e Lucas na Grécia, o primeiro entre 80-85 e o último entre 85-90.
E por fim, parecendo desconhecer os outros três, o Quarto Evangelho surge na última década do século, provavelmente em Éfeso”(grifamos).
Podemos inferir claramente deste texto, extraído de um livro de Teologia Cristã, é bom frisar, que Paulo teria exercido uma considerável influência sobre os autores dos quatro evangelhos considerados canônicos pelas igrejas, uma vez que suas cartas teriam sido escritas antes de qualquer um deles. A respeito de Paulo de Tarso, Knight e Lomas nos informam que
O assassinato do Rei dos Judeus pelo procurador romano criou muita publicidade, em toda Israel e mais além, e pessoas começaram a se interessar pelo movimento messiânico. Uma dessas pessoas foi um cidadão romano de nome Saulo, vindo de uma área que hoje é ao sul da Turquia. Seus pais haviam se tornado judeus da Diáspora e ele era um jovem que tinha sido criado como judeu mas sem nenhuma das atitudes e cultura dos puros seguidores de Yahweh em Qumran. A idéia de que seu trabalho era perseguir cristãos é uma insensatez óbvia, porque esse culto não existia nessa época. Os Nazoreanos, agora liderados por Tiago, eram os judeus mais judaicos que é possível imaginar e o trabalho de Saulo era simplesmente, por conta dos romanos, desarticular qualquer movimento remanescente que buscasse a independência.
Os Mandeanos do sul do Iraque, como já discutimos, são Nazoreanos que foram expulsos de Judá e cuja migração pode ser datada com precisão em 37 E.V.: portanto, é quase certo que o homem que os perseguiu foi o próprio Saulo, aliás, Paulo. Saulo deve ter sido o terror do movimento judaico de libertação por dezessete anos, já que era o ano de 60 d.C. quando ele subitamente se viu cego na estrada para Damasco. Hoje em dia se acredita que Saulo não tinha autoridade para prender ativistas em Damasco mesmo se lá houvesse algum, o que parece bastante improvável, e seu destino era, no entender de muitos estudiosos, a Comunidade de Qumran, que era sempre chamada de “Damasco”. Sua cegueira e a recuperação da visão foram simbólicos de sua conversão a um dos partidos da causa Nazoreana. O fato do destino de Saulo ser efetivamente Qumran está claro em Atos 22:14, em que lhe informam que ele seria apresentado ao “Justo”, uma referência óbvia a Tiago. (grifamos)
Logo no primeiro século, a doutrina dos Nazoreanos, os verdadeiros seguidores de Jesus, já havia chegado em vários outros países, inclusive nas Ilhas Britânicas, onde foi estabelecido o chamado Cristianismo Celta. Os cristãos celtas não acreditavam na divindade de Jesus, nem aceitaram a supremacia de Roma e, por estes motivos, seus líderes foram massacrados pela igreja romana. É de se notar, pela leitura das cartas paulinas, que o cristianismo paulino já surgiu com uma evidente vocação para a anatematização de pensamentos discordantes. Sobre isso Knight e Lomas nos esclarecem que
“Uma seita chamada de os Ebionim ou Ebionitas era descendente direta da Igreja de Tiago, seu nome sendo exatamente o mesmo que os Qumranianos usavam para descrever-se – Ebionim, que como sabemos significa “os Pobres”. Esta seita tinha os ensinamentos de Tiago, o Justo, em alta conta, e acreditava que Jesus havia sido um grande mestre mas um homem comum, não um deus. Eles ainda se consideravam como judeus e acreditavam que Jesus tinha sido o Messias após sua “coroação” por João. Há registros que também mostram que eles odiavam a Paulo, a quem viam como o inimigo da verdade. Por muito tempo depois da morte de Jesus e Tiago, os termos Ebionita e Nazoreano eram usados para significar a mesma coisa, e essas pessoas eram condenadas, sob ambos os nomes, como hereges pela Igreja de Roma. No entanto todos os descendentes da Igreja de Jerusalém, exceto o desvio Paulino, acreditavam que Jesus tinha sido um homem e não um deus, portanto, é apenas o próprio e enfeitado Vaticano e seus seguidores que são os verdadeiros pagãos ou “hereges”(grifamos).
As discordâncias entre os cristãos do primeiro século eram notórias, sendo inclusive admitido pelos teólogos que os livros do Novo Testamento foram escritos, entre outros motivos, com o propósito de combater heresias. Esta vocação para amaldiçoar os que crêem de outra forma fez com que a igreja escrevesse algumas das mais infames e vergonhosas páginas de toda a História da Humanidade.
Discípulos envergonhando seu Mestre e sua doutrina
Logo no início da história da igreja, seus seguidores já estavam divididos em vários partidos, sendo que o partido paulino, para infelicidade da Humanidade, acabou prevalecendo sobre os demais e veio a se tornar aquilo que conhecemos como igreja cristã. Outros grupos de seguidores, além dos Nazoreanos, eram os vários grupos gnósticos, sendo que alguns desses já existiam antes de Jesus, e absorveram seus ensinamentos. Os gnósticos também não acreditavam na divindade de Jesus, considerando-o como um iniciado. A ligação entre Jesus e a comunidade de Qmram, bem como seus conhecimentos de Astrologia e Kaballah, demonstrados no evangelho apócrifo de Pedro, mostram que, de fato, ele teria sido um iniciado. Os ensinos contidos em alguns evangelhos apócrifos mostram, entre outras diferenças em relação ao cristianismo conhecido, que a doutrina de Jesus, ao contrário do cristianismo paulino, era tolerante e valorizava as mulheres, considerando-as tão dignas de honra quanto os homens.
Infelizmente, não foram estas as idéias que prevaleceram na igreja, que acabou se transformando numa monstruosa máquina totalitária, exterminando comunidades inteiras, como na cruzada conta os cátaros (uma seita cristã gnóstica) no sul da França do século XIII. Depois de perseguir e quase eliminar os gnósticos, que passaram a praticar suas religiosidades em sociedades secretas, o totalitarismo eclesiástico de Roma voltou-se contra os pagãos, não porque eles realmente praticassem as absurdas torpezas descritas no infame “Malleus Maleficarum“– o famigerado “manual da caça às bruxas” da Inquisição – mas simplesmente porque a Antiga Religião fazia felizes os seus praticantes, que não viram razão para abandoná-la e filiar-se à igreja, apesar das reiteradas e mentirosas pregações no sentido de que os Antigos Deuses nada mais eram do que diabos disfarçados, e que as alegres reuniões pagãs, os sabbaths, eram cultos demoníacos. Nesta insana campanha de perseguição e difamação, as mais grotescas e inverossímeis histórias foram criadas sobre sacrifícios de bebês, transformação de pessoas em animais, e refeições imundas durante as celebrações. Até mesmo animais, supostamente associados ás bruxas, foram considerados amaldiçoados, e ainda hoje há quem acredite, por exemplo, que gatos “trazem má sorte”, que ouvir uivos de cães ou pios de coruja significa que alguém conhecido irá morrer, e outras tolices do mesmo tipo. Porém a despeito do absurdo conteúdo do “Malleus Maleficarum”, ele foi aceito até mesmo pelas igrejas reformadas como “referência” em relação à bruxaria e, em nome dessa estupidez, estima-se que nove milhões de pessoas tenham sido executadas pela Inquisição entre os séculos XV e XVIII. Este nefando livro, certamente uma das mais abomináveis coisas já engendradas pela mente humana, advogava o uso da tortura para obtenção de confissões, e fornece detalhes sobre instrumentos e métodos de tortura a serem utilizados. Sobre o Malleus Maleficarum, seus autores e demais autoridades eclesiásticas que apoiaram esta obra hedionda, cabe o comentário de Gardner que “enquanto existirem padres assim não haverá necessidade de se evocar demônios”. Gardner reproduz o comentário de um piedoso clérigo que reclamava que, numa região da Europa, “ninguém comentava sobre outra coisa a não ser o último sabbath, e não se esperava outra coisa que não fosse o próximo”.
Em nome de um “Mestre Iniciado” que jamais pregou a violência ou o extermínio de seguidores de quaisquer outros cultos, pessoas inocentes foram, durante vários séculos, cruelmente torturadas e assassinadas, pelo simples fato de seguirem outra religião. Comunidades inteiras foram exterminadas. Culturas inteiras perderam-se totalmente, sem que nenhum registro seja conhecido, devido ao vandalismo e à intolerância dos missionários. Em nome de um Mestre Iniciado que jamais amaldiçoou seguidores de outras crenças, quaisquer que elas fossem, seus pretensos seguidores, ainda hoje, espalham o veneno da intolerância religiosa, inclusive utilizando-se dos mais modernos meios de comunicação para essa hedionda tarefa. Em nome de um Mestre Iniciado que ensinou seus discípulos a serem verdadeiros, seus atuais seguidores não hesitam em mentir descaradamente a respeito de outras religiões, a fim de apresentá-las como “enganos do diabo” e, dessa forma tão pouco digna, conseguir novos adeptos. Não somente os espíritas, esotéricos e praticantes das religiões afro são assim caluniados: até mesmo o catolicismo tem sido reiteradamente atacado por outras igrejas, que o consideram “idólatra”, sem considerar a “idolatria” que tem sido praticada e divulgada, com ampla cobertura de mídia e dentro destas mesmas igrejas, em relação aos “artistas gospel”, e mesmo em relação a alguns pastores “famosos”.
Em nome de um “Mestre Iniciado” que teve seus primeiros discípulos entre os mais pobres de Israel, sendo ele mesmo um dos pobres, as atuais lideranças religiosas que dizem “seguir seus ensinamentos” utilizam-se de diversas formas de pressão psicológica sobre seus desventurados rebanhos, a fim de amealhar a maior quantia de dinheiro possível. Não se contentam com o mandamento bíblico do dízimo, certamente insuficiente para financiar o escandalosamente milionário estilo de vida de muitos dos atuais líderes religiosos: utilizam-se dos mais variados, absurdos e às vezes manifestamente ridículos pretextos para “levantar ofertas”, fazem permanentes “campanhas de associação”, divulgadas através de programas de televisão e de emissoras de rádio adquiridas por essas lideranças, campanhas estas com os mais variados nomes, porém, todas com o intuito em comum de arrecadar mais dinheiro.
Em nome de um “Mestre Iniciado” que teria ensinado certa vez seus discípulos a “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, seus atuais seguidores, pretensos “representantes de Deus na Terra”, desenvolvem cada vez mais uma obsessão pelo poder político, muitas vezes deixando clara a intenção de legislar no sentido de impor a observância de seus dogmas a toda a sociedade, desprezando o conceito de separação entre Estado e Religião. A atuação de vários destes pretensos “representantes divinos” na política se caracteriza por uma repulsiva desfaçatez, sendo que vários se envolveram em escândalos de corrupção política.
Em nome de um “Mestre Iniciado” que ensinou seus discípulos a serem fiéis á verdade dos fatos, alguns de seus pretensos seguidores, logo no início da história do cristianismo, não hesitaram em falsificar deliberadamente relatos a fim de fazer parecer que estavam pregando não a doutrina de um grande iniciado, mas do próprio Deus que teria se encarnado na Terra a fim de livrar a Humanidade do “engano dos demônios”, como os atuais seguidores alegam até hoje quando se referem a qualquer religião de origem não cristã. Estes mesmos pretensos seguidores do primeiro século não hesitaram em caluniar nem mesmo seus próprios companheiros, estes sim, discípulos verdadeiros, mas que eram considerados “hereges” e acabaram sendo perseguidos e anatematizados pelos falsificadores da doutrina.
Em nome de um “Mestre Iniciado” que, segundo os seus atuais seguidores, veio para libertar, prega-se abertamente contra a liberdade humana, e aqueles que se colocam a favor da liberdade são considerados “hereges”, “blasfemos”, “inimigos de Deus”. Formas novas de expressão, novos estilos musicais, livros e filmes tem sido reiteradamente apontados como “obras do diabo”, unicamente por apregoarem a liberdade. A pregação insistente de que manifestações artísticas populares, não cristãs, são necessariamente “demoníacas”, com a conseqûente e pouco disfarçada interdição da apreciação destas manifestações por membros de várias igrejas, não somente é uma maneira hipócrita de criar um “mercado alternativo” para que “artistas” de talento muitas vezes questionável possam ter seu público, mas mostra também que o caráter totalitário ainda está bem presente nas mesmas.
Em nome de um “Mestre Iniciado” que, segundo se diz, curava todas as doenças, ainda se insiste em condenar o uso de preservativos, mesmo diante da epidemia mundial de AIDS, e a se condenar o sexo antes do casamento, sem se levar em conta que nos tempos antigos as pessoas casavam-se praticamente ainda na adolescência e não desenvolviam os problemas psicológicos que podem surgir, decorrentes de um adiamento da experiência sexual em uma espera muitas vezes longa e absolutamente contrária à natureza humana.
Em nome de um “Mestre Iniciado” que, segundo afirmam, teria prometido o derramamento do “Espírito Santo” e dons espirituais genuínos a todos os que cressem, vemos hoje em inúmeras comunidades cristãs pessoas enfrentando problemas seríssimos causados por médiuns exatamente iguais aos médiuns espíritas, sujeitos exatamente aos mesmos acertos ou erros; porém, ao contrário dos médiuns espíritas conscientes e sérios, estes são extremamente pretensiosos, ignorantes e irresponsáveis. São tão ou até mais perigosos do que alguns médiuns espíritas mal orientados, pois estes nem sequer sabem que são simplesmente médiuns, conhecimento que certamente faria um grande bem às suas almas, embora possa certamente fazer um grande mal a seus enormes egos. Tais pessoas se julgam revestidas de santidade e, consequentemente, investidas de infalibilidade, “profetizando” curas e bênçãos de todos os tipos para pessoas que continuam, porém, doentes e cada vez mais distantes das bênçãos anunciadas pela própria mente do “profeta” ou por espíritos zombadores, que encontram amplo terreno para se manifestar livremente em um meio onde muitas pessoas, geralmente detendo um baixo nível de instrução, se consideram “espiritualmente infalíveis”, simplesmente por se dedicarem a práticas absolutamente inócuas e manifestamente ineficazes contra a empáfia dos mesmos, como jejuns regulares, e orações prolongadas no alto de morros tidos como “locais consagrados à oração”.
Em nome de um “Mestre Iniciado”, que segundo se diz, pregou a humildade, seus atuais discípulos fazem questão de ostentar vestuário dito “social”, numa tola demonstração de vaidade que, muitas vezes, compromete parte considerável dos rendimentos destes mesmos discípulos. É de se notar que, apesar de ninguém saber exatamente como os primeiros cristãos se trajavam, ainda existem muitos que julgam seus companheiros de crença em função do vestuário utilizado. Existe atualmente, em boa parte das igrejas cristãs, uma crescente obsessão por uma “prosperidade” que, em muitos casos, não passa de mal disfarçada megalomania, a qual muitas vezes leva a pessoa a uma situação financeira pior, às vezes até mesmo desastrosa. Apesar disso, e em flagrante contraste com o conceito de humildade, esta obsessão por bens materiais é estimulada de forma deselegantemente explícita por muitos chamados “líderes” de comunidades cristãs.
Em nome de um “Mestre Iniciado”, que enfrentou e escandalizou os hipócritas do seu tempo afirmando que meretrizes os precediam no “Reino dos Céus”, muitos dos seus atuais pretensos discípulos, demonstrando total ignorância em relação à misericórdia de tal afirmação, ainda agem exatamente como os falsos religiosos daquele tempo. Ainda hoje há frequentadores de comunidades cristãs de diversas orientações que se julgam membros de uma casta superior, desprezando e referindo-se às pessoas de outras religiões, às vezes até mesmo de outras comunidades cristãs, como se fossem “seres inferiores”.
Em nome de um “Mestre Iniciado”, que teria dito a seus discípulos que eles conheceriam a verdade e ela os libertaria, “líderes” totalmente despreparados, sem um mínimo de cultura, ou seja, conhecimento (em algumas comunidades ditas cristãs, há “líderes” e “autoridades da igreja” que mal sabem ler!), nem um mínimo de condições emocionais para cargos de liderança, oprimem seus rebanhos, impondo-lhes de forma despótica suas próprias opiniões como verdades absolutas, cujo questionamento ou é ameaçado com o “fogo do inferno”, ou dá lugar a uma sumária e piedosa exclusão da comunidade em questão
1 – ALMEIDA, Prof. João Luiz Carvalho – INTRODUÇÃO E ANÁLISE DO ANTIGO TESTAMENTO – ed. do autor para uso no Seminário Teológico Presbiteriano do Rio de Janeiro.
2 – É bom lembrar que, embora em escala um pouco menor, ainda hoje os mesmos dogmas são utilizados para legitimar discriminações contra pessoas que não seguem cegamente as ordens das lideranças das religiões dominantes, e.g., a proibição pelo Vaticano do uso de preservativos e do sexo antes do casamento.
3 – BITTENCOURT, B. P. – O NOVO TESTAMENTO Cânon Língua Texto Rio de Janeiro e São Paulo, JUERP/ASTE
64 respostas para "Evangelismo: a maior mentira da História"
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junho 19th, 2008 em 10:42
Excelente artigo
agosto 7th, 2008 em 10:40
SOU UM CRENTE NA PESSOA BENDITA DE JESUS, E QUERO TE PERGUNTAR SE VOCÊ JÁ ASSISTIU OS MILAGRES NA NIGÉRIA. JESUS CONTINUA CURANDO SIM. AMÉM!
agosto 7th, 2008 às 11:03
Ta, porque nao prova para nos a existencia desses milagres ?
Que tipo de milagres, hein ? Quem foram os “curados” ? Cite os nomes, idades, profissao !! Onde exatamente se realizaram ? Que doencas tinham ? Vc tem os atestados medicos realizados por uma junta de medicos imparciais (nao-crentes, de preferencia) ANTES e DEPOIS da suposta “cura”, autenticados em cartorio ? Vc tem os exames medicos realizados ANTES e DEPOIS da “cura” ? Tem fotografias do ANTES e DEPOIS (de preferencia, nao-manipuladas por Photoshop, e que sejam da mesma pessoa, no mesmo dia) ? E quem garante que foi Jesus que os curou ? Ele regenerou algum membro amputado ? Eliminou queimaduras de 2° e 3° graus da pele ? Corrigiu deformidades fisicas congenitas ? Curou surdez de quem ja nasceu com nervos danificados ?
Ahn ? Nao ? Nao tem provas ? Ta lá na Nigeria ?
Ta bom…. vc é so um crente… acredita por acreditar…. mas nao é capaz de provar nada. So papinho da boca para fora.
So mais um pouco, vc vai crer que Jesus é Papai Noel disfarcado que voa de casa em casa para comer biscoitos e deixar presentes…
agosto 7th, 2008 às 13:28
Meu filho, seu deus proibiu beber bebida forte. espera o porre passar para depois vir falar com a gente.
Next!
setembro 9th, 2008 em 20:10
só tenho uma coisa a dizer, sobre este texto: BRAVO!!!!
outubro 2nd, 2008 em 20:45
meu DEUS como pode ser tanto assim as pessoas ignorantes
outubro 2nd, 2008 às 20:50
Sei lá. Anos de igreja ajudam…
outubro 2nd, 2008 em 20:53
uaehuaeha
“Sei lá. Anos de igreja ajudam…”
num sakei xD
ignorante no sentido
SOU UM CRENTE NA PESSOA BENDITA DE JESUS, E QUERO TE PERGUNTAR SE VOCÊ JÁ ASSISTIU OS MILAGRES NA NIGÉRIA. JESUS CONTINUA CURANDO SIM. AMÉM!
ow no do texto??
Evangelismo: a maior mentira da História
outubro 2nd, 2008 às 21:00
num sakei
Experimente ligar o Detector de Sarcasmo
outubro 2nd, 2008 em 21:01
entendi….
abril 14th, 2009 em 09:23
Em resposta o que me foi enviado.
Infelismete não perco meu tempo discutindo com aqueles que ainda não aprenderam a respeitar ao seu oponente.
Palavrões e ofensas são marcas registradas nesta respostas.
Peço, por gentileza não enviarem mas e-mails.
Continuem firmes com suas idéias.
abril 14th, 2009 às 12:17
@Marcos,
Vc esperava o que, diante de seus fracos argumentos ?
XaparraL respondeu:
abril 14th, 2009 às 16:37
@Marcos,
(…)Infelismete não perco meu tempo discutindo(…)
InfeliZmente(para você) você nem sabe escrever, quanto mais argumentar.
InfeliZmente você não sabe nem ao menos se expressar: você é infeliz por não perder seu tempo discutindo?
Pois então perca o seu tempo discutindo e seja feliz!!
Fabio K respondeu:
abril 14th, 2009 às 17:12
@Marcos,
Meu caro, você diz que prefere escolher mentiras em que acreditar, e usa de ironia barata, assim o que você esperava receber, em resposta?
Continue firme, vivendo a mentira que você escolher, e seja feliz.
abril 14th, 2009 em 12:29
A articulação do texto, esta bem feita seguindo moldes da boa teoria da argumentação, mas infelismente o caráter tendencionista fica evidente, onde usa de modo irresponsável ou vil, trechos de textos desconexos do contexto para validar um ponto de vista, A VELHA RETÓRICA, o que me incomoda nesses sites é que não tem uma postura séria ou científica, mas elementos de caráter emocional ou ideológico, que só visam tentar enganar, pessoas menos esclarecidas para seu modo de pensar, usando os mesmos ardis das instituições religiosas que dizem combater, sendo 2 faces de uma mesma moeda, como diz o adágio: “não a nada mais religioso que um Ateu” , pois como os teístas estão presos em dogmas e preconceitos, como a história mostra somente pessoas que resolveram romper com os paradigmas de seu tempo como Jesus, Sócrates, Giordano Bruno, Francisco de Assis, Galileu, Issac Newton, e tanto outros, porque essas pessoas foram que mudaram o mundo, tiveram uma postura contra os dogmas de sua época, uma atitude sincera e honesta perante o mundo e as coisas do mundo, amor ao conhecimento e não a teorias, ideologias ou “filosofias” limitantes, mas a investigação, seja ela filosófica ou científica, porque como a tempo vem se denunciando “fizeram da ciência uma religião” que tudo o que não não estiver em seus dogmas é taxado como errado, ou quando não procuram adaptar a realidade a sua teoria…” valores egoístas, preconceitos, como vejo aí jogam pedras e tijolos sobre a histõria cristã e hebraica, procurando desmerecê-los e torcendo as evidência ou dando a elas um carater de “verdade absoluta” ainda mais na história e na arqueologia, que tudo é VERDADE ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO, enfim se quiserem verdadeiramente conhecer os VERDADEIROS CÉTICOS veja aquelas pessoas que listei acima, pois entre um Lenin avido de poder, prefiro uma Madre Teresa de Calcutá.
abril 14th, 2009 às 12:44
Dos nomes que vc citou, apenas Jesus não existiu. No mais, vc falou, falou, falou, mas não PROVOU onde está o teor tendencionista e nem REFUTOU nada do exposto. Ademais, não inverta o ônus da prova. QUEM AFIRMA TEM QUE PROVAR. Eu tenho um dragão na minha garagem e vc tem que aceitar? Só nos seus devaneios crentais.
.
Sócrates era ateu e se opunha à religião. Giordano Bruno foi queimado pela religião, Francisquinho de Assis não possui provas históricas suficientes sobre o que alegam que aconteceu com ele, Galileu foi obrigado a se contradizer, embora estivesse certo, Newton mostrou muitas incongruências em erros da Bíblia. Em comum eles possuem a capacidade de mostrar os erros da religião, com escritos ainda mais sarcásticos que aqui, basta ler Diálogo sobre 2 sistemas, de Galileu. Mas óbvio que cre(n)tin(h)os como vc não lêem mais que 2 versívculos de seu livrinho mágico.
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No aguardo de suas refutações COM PROVAS.
Fabio K respondeu:
abril 14th, 2009 às 14:07
@Edson,
pois entre um Lenin avido de poder, prefiro uma Madre Teresa de Calcutá.
Teresa de Calcutá? A mesma que bajulava ditaduras sangrentas, tais como Franco, na Espanha, os Duvalier, no Haiti, Enver Hoxha, na Albânia e os esquadrões da morte na Nicarágua e Guatemala? Que aceitava dinheiro e favores de ladrões e corruptos? Que era contra o divórcio na Irlanda, mas quando Diana se separou, disse que “Foi melhor assim. Ela não era feliz nesse casamento”? Que era contra o controle de natalidade? Que disse que a AIDS era o castigo de Deus, por um comportamento sexual inadequado?
(Christopher Hitchens preparou um documentário sobre suas atividades, com farto material filmado, transmitido pela BBC, e publicou um livro em 1995, “The Missionary Position: Mother Teresa In Theory And Practice”)
Para mim dá no mesmo, cada um a seu modo, mas ambos são exemplo do pior do ser humano.
outubro 30th, 2009 em 14:47
Boa Tarde, amigo André!!! É o seguinte, li muitos comentários acerca de que o JOCKEY DE JEGUE não existiu históricamente, mais analisando esta parte; Evangelismo a maior mentira de todos os tempos, parece que está contradizendo os comentários da ñ existência do JOCKEY, pode me explicar isso amigo?
outubro 30th, 2009 às 15:05
Simples. Modernos historiadores fazem uma distinção do Jesus Histórico do Jesus Bíblico.
No caso do primeiro, POSSIVELMENTE possa ter existido algum rabino intinerante que pregava uma espécie de fim-do-mundo. Assim, o Jesus Histórico seria mais um judeu apocalipsista, como tantos outros que existiam na época (e ainda hoje).
O segundo é apenas um relato “heróico”, por assim dizer (veja Jesus e Super-Homem: A Necessidade de um herói mítico), mas que contém sérios erros históricos, anacronismos e deslizes geográficos.
Devo também salientar que o presente artigo não foi escrito por mim. A referência de sua autoria está no mesmo. Assim, considerando que ambos os artigos enfocam questões diferentes, além de ser de autores diferentes (o Maior Farsa de Todos os Tempos é um cotejamento do Lealcy), não vejo porque eles se contradizem, já que os autores, colaboradores e editores do Cet.net nem sempre estão em absoluta concordância.
Fica a critério dos leitores julgarem os dados expostos nos textos. Aqui, não fazemos imposição de idéias, apenas as apresentamos, com fontes e evidências do que falamos, de modo a sustentar nossa argumentação.
Joseph K respondeu:
outubro 30th, 2009 às 16:29
@DJ DIRCEU O PROFESSOR,
Jesus, o Jockey de Jegue, muito provavelmente nunca existiu, mesmo, haja vista a falta de evidências que provem que o contrário; queira explicar onde você está vendo contradição, com o artigo “Evangelismo: a maior mentira da história”.
Se a existência de pessoas que pregam uma crença é prova que a pessoa, objeto da crença, realmente existiu, então o induísmo é prova que Krishna existiu.
outubro 30th, 2009 em 15:14
Olá André, também gostaria de saber qual o seu parecer com relação à profecias feitas pelos IDEALIZADORES DO CRISTIANISMO (como vc diz enganadores do POVO), que se cumpriram, cumprem e cumprirão, ao menos parece !!! Veja só: Profecias no livro de DANIEL, com relação aos 4 reinos mundiais que se levantaram; BABILONIA, MEDOS-PERSAS, GRÉCIA E ROMA. cumpriu.
Profecia das 2300 tardes e manhã, se cumpriu… Profecia acerca da destruição de JERUSALÉM 70 d.c., cumpriu.
Uma das maiores profecias BIBLICA pelo menos na minha visão, é o surgimento do PSEUDOCRISTIANISMO chamado CATOLICISMO, descrito no livro de Apocalipse. Veja lá: Apocalipse Caps. 12, 17, 18 – Descreve tim tim por tim tim essa PRAGA da IGREJA CATÓLICA a mãe das Abominações!!! Seu surgimento como seria, a quantidade de anos que reinaria, as persiguições feita por ela, e principalmente o LOCAL de onde ela se SITUARIA, exatamente onde ela está agora!!! Aguardo seu REFUTAMENTO, Abraço amigo !!!
outubro 30th, 2009 às 15:40
Fácil!
1) Tem como vc PROVAR que as “profecias” de Daniel vieram ANTES dos acontecidos? Ademais, devo salientar que NUNCA houve império grego. Pois os gregos só conheceram unificação política, quando Roma chegou lá na mão grande e disse que ali quem mandava era eles. Foram os romanos que criaram o termo Magna Graecia. Grécia nunca foi um nome helenístico, e se você está pensando em Alexandre da Mecedônia, o “império” dele foi curtíssimo. bastou ele morrer para tudo se fragmentar no mesmo instante.
2) Profecia de Jerusalém? Meu caro, os reinos de Israel e Judá levaram porrada de todo mundo desde que foram fundados: Egípcios, Babilônios, Assírios, Romanos etc. Nunca foram NADA em termos expressivos, no máximo duas cidades-estado. Quem conseguiu alguma desenvoltura foi no reinado de Josias, morto pelo exército de Necau, pensando que o tosco exército de Judá poderia se interpor ao poderio egípcio.
3) Vc faz ideia de quantos cristianismo existiram? Leia Evangelhos Perdidos (Bart Ehrman) e vc terá a resposta. Assim, até eu faço profecias. Vc pode me dizer QUANDO o Apocalise foi escrito? Bem no meio do reinado de Nero César. Os escritos estão se referindo a ele, e não ao que viria a ser a ICAR (se bem que, claro, Roma tornou-se o que seria o Vaticano, passando de um poder Secular para Temporal). Onde Nero morava mesmo? Em Roma? Ok, isso basta!
4) Vc está REDONDAMENTE enganado com relação a uma coisa: “Profetas” para os judeus não são aqueles que possuem visões, ou vêem o futuro. Isso é punido com PENA DE MORTE pelas leis mosaicas, pois em Levítico cap.19:31 diz-se para não praticar ov (mediunidade), nem yidoni (vidência).
Se alguém “vê” algo que está para acontecer, não é vidência? Se Daniel teve vidência, então temos duas possibilidades:
1) A Bíblia mentiu descaradamente ao afirmar que é proibido ver o futuro.
2) A Bíblia mentiu descaradamente, pois Daniel não viu nada daquilo.
Vai de qual das duas?
Para os judeus, profeta” é aquele que transmite as ordens de Deus, mas ordens imediatas (faça isso, fala aquilo ou eu vou aí e detono geral).
Mais alguma coisa que vc queira saber?
Joseph K respondeu:
outubro 30th, 2009 às 16:24
@DJ DIRCEU O PROFESSOR,
Aguardo seu REFUTAMENTO, Abraço amigo !!!
Refutar profecias? Profecias que foram cumpridas, e estão se cumprindo?
Como é que fica a “profecia” da volta de jesus?
Que mico, não é mesmo?
Como é que os cristãos podem falar de profecia, se o messias dele era um mentiroso, incapaz ou, mais provavelmente, nada do que eles dizem? Afinal, até hoje, nada da “volta do salvador”.
“1. JESUS ESTABELECE O PRAZO PARA SUA VOLTA:
Mateus 24:34 — “Em verdade vos digo que NÃO PASSARÁ esta GERAÇÃO sem que TODAS essas coisas se cumpram.” (Também em Marcos 13:30 e Lucas 21:32)
Mateus 24:34 — “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer ANTES DE MORREREM TODOS OS QUE AGORA ESTÃO VIVOS.”
Isto mostra que a palavra “geração” na passagem tem seu sentido usual, que naturalmente ocorre ao leitor em uma primeira leitura do texto: o conjunto das pessoas cujos tempos de vida de sobrepõem em uma determinada época, confirmando o prazo de meados do século II para a volta de Jesus.
Se você puder, pode tentar justificar o chabú dessa “profecia” aqui.
Joseph K respondeu:
outubro 30th, 2009 às 17:05
@DJ DIRCEU O PROFESSOR,
Uma das maiores profecias BIBLICA pelo menos na minha visão, é o surgimento do PSEUDOCRISTIANISMO chamado CATOLICISMO, descrito no livro de Apocalipse. Veja lá: Apocalipse Caps. 12, 17, 18 – Descreve tim tim por tim tim essa PRAGA da IGREJA CATÓLICA a mãe das Abominações!
Você só está dizendo besteira, apenas se enchendo de eisegese.
Refute.
E essa sua pérola nem é a maior besteira, que já apareceu, por aqui.
outubro 30th, 2009 em 15:34
Obrigado por responder acerca da contradição que notei acerca do JESUS HISTÓRICO. Uma hora ele não existiu, depois defendem relatos historicos com base na sua existência, (Pelo menos na minha fraca VISÃO). O que me intriga é a inspiração dos chamados discípulos e depois da ECLESIA, em levar avante essa trama!!! (JESUS FILHO DE DEUS, O MESSIAS, OS DEVERES DOS SERVOS, A RESSUREIÇÃO, SUA VOLTA, ETC, ETC…) Dizer que levaram avante essa idéia somente para controlar os impulsos dos menos favorecidos, e para adquirir poder temporal, não me satisfaz !!!
outubro 30th, 2009 às 15:49
O simples fato de não lhe satisfazer não faz diferença. Agora, se vc puder me provar que os judeus libertavam prisioneiros na Pessach, que houve mortos levantando-se de tumbas, que o dia virou noite na respectiva data, que as contradições acerca do nascimento de Jesus fazem sentido, que o senso de Quirino e o reinado de Herodes possuem datas muito próximas e que haviam legionários romanos na Galiléia na referida data, eu agradeceria muito.
Por favor, coloque também os relatos históricos que descrevem os atos do Jesus Bíblico e não de um Jesus qualquer (nome muito comum na região). Sua crença é irrelevante num debate.
Caca respondeu:
dezembro 21st, 2010 às 11:26
@André,
O verbo haver com sentido de existência não vai para o plural. ‘havia legionários”
dezembro 21st, 2010 às 13:19
Feliz Natal pra vc tb.
Joseph K respondeu:
outubro 30th, 2009 às 16:55
@DJ DIRCEU O PROFESSOR
Obrigado por responder acerca da contradição que notei acerca do JESUS HISTÓRICO. Uma hora ele não existiu, depois defendem relatos historicos com base na sua existência, (Pelo menos na minha fraca VISÃO).
Como sua fraca VISÃO deve ter se percebido, não há contradição, em afirmar que a) o joquei de jegue não existiu e b) o evangelismo é uma farsa: a) diz respeito à existência física de uma pessoa, tal como descrita no mito, e b) é sobre o uso que as pessoas fizeram desse mito.
Dizer que levaram avante essa idéia somente para controlar os impulsos dos menos favorecidos, e para adquirir poder temporal, não me satisfaz !!!
É irrelevante, se você fica satisfeito ou não: não vai interferir em nada, nos fatos.
Você tem explicações para o uso que as pessoas fizeram, do mito: a) é tudo verdade, o mundo natural não é o que parece, e causas sobrenaturais estão por todos os lados, ou b) pessoas ingênuas, crédulas, ganaciosas, com agendas políticas, interesses incofessáveis… simplesmente humanas, se apoderaram do mito e o usam até hoje.
Navalha de Ockham neles.
outubro 30th, 2009 em 16:06
Isso que eu queria mesmo saber, essas refutações AMIGO !!! Eu não tenho como provar as data do livro de DANIEL, e nem vc, ficando assim a DÚVIDA!!!
Vc respondeu somente algumas questões, e logo veio com essas coisas de provar que os Judeus Libertavam prisioneiros na páscoa, tumbas, eclipses, etc… Essa respostinha de que Israel e Judá levavam porrada de tudo que é lado é fraquinha !!! Quem disse que eu creio cegamente nestes relatos? hummm… Abraço Amigo !!!
outubro 30th, 2009 às 17:17
Isso que eu queria mesmo saber, essas refutações AMIGO !!! Eu não tenho como provar as data do livro de DANIEL, e nem vc, ficando assim a DÚVIDA!!!
http://ceticismo.net/ceticismo/um-dragao-em-minha-garagem/
Vc respondeu somente algumas questões, e logo veio com essas coisas de provar que os Judeus Libertavam prisioneiros na páscoa, tumbas, eclipses, etc… Essa respostinha de que Israel e Judá levavam porrada de tudo que é lado é fraquinha !!
Crente é igual laranja. Uma espremidinha e vemos o que tem dentro. Vc falou de relatos históricos. Eu pedi pelas comprovações. E sim, Israel e Judá apanharam de todo mundo. Eu que falo isso? Não, quem fala é o chefe do Departamento de Arqueologia da Universidade de Tel-Aviv, Israel Finkelstein. Agora, ele pode estar errado. Se vc tiver algumas evidências que demonstram a inexatidão dele, acho que ele ficaria feliz se vc pudesse compartilhar isso com a comunidade científica.
Quem disse que eu creio cegamente nestes relatos? hummm… Abraço Amigo !!!
Argumentum ad Montis Leones:
Saída pela esqueeeeeeeeeeeeerda!
Joseph K respondeu:
outubro 30th, 2009 às 17:24
@André,
Argumentum ad Montis Leones:
Saída pela esqueeeeeeeeeeeeerda!
HAHAHAHAHAHA!
Está mais para saída pelos fundos, mas valeu o flashback.
outubro 30th, 2009 às 17:31
Pelos fundos? Que nada! Ele pulou a janela e saiu correndo com gritos de desespero.
Qualquer dia eu bancarei um esquizofrênico e entrarei aqui como se fosse um crente para este pessoal aprender como se faz.
Até mesmo o Josh MacDowell morreria de vergionha desse pessoal.
Joseph K respondeu:
outubro 30th, 2009 às 17:23
@DJ DIRCEU O PROFESSOR,
Isso que eu queria mesmo saber, essas refutações AMIGO !!! Eu não tenho como provar as data do livro de DANIEL, e nem vc,
Ônus da prova. Quem afirma algo tem o dever, de provar que é verdade; quando essas provas não são fornecidas, a afirmação não tem o direito, de ser considerada verdadeira.
ficando assim a DÚVIDA!!!
Não, não fica; o que acontece é que a “profecia” deve ser descartada, pois não teve sua autenticidade comprovada.
Vc respondeu somente algumas questões, e logo veio com essas coisas de provar que os Judeus Libertavam prisioneiros na páscoa, tumbas, eclipses, etc… Essa respostinha de que Israel e Judá levavam porrada de tudo que é lado é fraquinha !!!
Balela crental. Alguém está vendo algum argumento, nessa frase, que diz que a resposta é fraquinha? Não? Pois é.
Quem disse que eu creio cegamente nestes relatos? hummm… Abraço Amigo !!!
Você pode acreditar no Papai Noel, que não tem a mínima importância, na discussão, o fato é que seus argumentos foram desossados e você está tentando sair pela tangente.
outubro 30th, 2009 em 19:07
DJ DIRCEU O PROFESSOR | manoscarimbos@terra.com.br | 189.72.211.35
Postagem limada para deixar de ser aborrecente retardado. Devidamente banido e com e-mail e IP publicado.
Bom fim-de-semana, cretino.
Joseph K respondeu:
outubro 30th, 2009 às 20:55
@DJ DIRCEU O PROFESSOR,
Esse foi rápido, mal chegou com os “amigo” e “abraço”, e já mostrou o lado negro crental, tsc, tsc.
Adeus, cre(n)tin(h)o.
IP Location: Brazil Cuiabá
Resolve Host: 189-72-211-35.cbace701.dsl.brasiltelecom.net.br
IP Address: 189.72.211.35
Joseph K respondeu:
outubro 30th, 2009 às 20:58
@DJ DIRCEU O PROFESSOR,
Esse foi rápido, mal chegou com os “amigo” e “abraço”, e já mostrou o lado negro crental, tsc, tsc, que típico.
Se eu fosse uma ovelhinha do senhor, desejaria que seu ar condicionado quebrasse, aí em Cuiabá, mas como não sou, desejo a você que Buda te abrace e te dê amor, ao lhe revelar a Verdade.
Icarus respondeu:
outubro 30th, 2009 às 21:49
@Joseph K,
O que será que leva um Manézão destes a perder tempo defendendo algo que ele mesmo não acredita? hahahaha
Joseph K respondeu:
outubro 31st, 2009 às 10:44
@Icarus,
Não sei, eles nunca ficam tempo suficiente, para responder a essa pergunta.
Acho que uma consulta àquele falastrão tarado, do Freud, poderia ser interessante:
“O sentimento de culpa dos neuróticos obsessivos corresponde à convicção dos indivíduos piedosos de serem, no íntimo, apenas miseráveis pecadores; e as práticas devotas (tais como orações, invocações, etc.) com que tais indivíduos precedem cada ato cotidiano, especialmente os empreendimentos não habituais, parecem ter o valor de medidas protetoras ou de defesa.
(…)
Também na esfera da vida religiosa encontraremos alguns aspectos desse estado de coisas (atos obsessivos). A formação de uma religião parece basear-se igualmente na supressão, na renúncia, de certos impulsos instintuais. Entretanto, esses impulsos não são componentes exclusivamente do instinto sexual, como no caso das neuroses; são instintos egoístas, socialmente perigosos, embora geralmente abriguem um componente sexual. Afinal, o sentimento de culpa resultante de uma tentação contínua e a ansiedade expectante sob a forma de temor da punição divina nos são familiares há mais tempo no campo da religião do que no da neurose. Talvez devido à intromissão de componentes sexuais, talvez pelas características gerais dos instintos, também na vida religiosa a supressão do instinto revela-se um processo inadequado e interminável. Na realidade, as recaídas totais no pecado são mais comuns entre os indivíduos piedosos do que entre os neuróticos, dando origem a uma nova forma de atividade religiosa: os atos de penitência, que têm seu correlato na neurose obsessiva.
(…)
O caráter de conciliação que os atos obsessivos possuem em sua qualidade de sintomas neuróticos não é tão evidente nas práticas religiosas correspondentes. Mas também nestas descobrimos esse aspecto das neuroses quando lembramos a freqüência com que são cometidos, justamente em nome da religião e aparentemente por sua causa, todos os atos proibidos pela mesma — ou seja, as expressões dos instintos por ela reprimidos.
Diante desses paralelos e analogias podemos atrever-nos a considerar a neurose obsessiva com o correlato patológico da formação de uma religião, descrevendo a neurose como uma religiosidade individual e a religião como uma neurose obsessiva universal. A semelhança fundamental residiria na renúncia implícita à ativação dos instintos constitucionalmente presentes; e a principal diferença residiria na natureza desses instintos, que na neurose são exclusivamente sexuais em sua origem, enquanto na religião procedem de fontes egoístas.”(1)
(1) Freud, S. – Atos obsessivos e práticas religiosas. Obras completas, v. IX,Rio de Janeiro: Imago, 1974
novembro 5th, 2009 em 21:14
Será mesmo que os envagelhos são mentiras ? E se eu provar para vcs que não ?
Quero ver se vcs terão a capacidade de refutar.
Deus Prova a Sua Existência Pela Profecia
Existem tantas profecias que já foram cumpridas nos menores detalhes que podemos ter confiança absoluta d que aquelas profecias que ainda se referem ao futuro também serão cumpridas da mesma maneira.
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“Vós sois minhas testemunhas” , diz Deus a Israel. “para que o saibais e o creiais” (Isaías 43.10). Vocês são a prova irrefutável para vocês mesmo e para o mundo inteiro de que eu sou Deus e não há outro. Israel (a terra e o povo) é o sinal que Deus deu ao mundo inteiro para todas as gerações.
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Deus fala de “Israel, a minha glória” (não os árabes, alemães, franceses, americanos, etc.) e refere-Se a ele somente como aquele “por quem hei de ser glorificado” (Isaías 49.3). Ao falar no resgate de Israel em Armagedom, o assunto de muitas profecias do Velho Testamento, Deus declara: “Assim eu me engrandecerei, vindicarei a minha santidade e me darei a conhecer aos olhos de muitas nações; e saberão que eu sou o Senhor” (Ezequiel 38.23).
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Deus diz que, ao contrário dos deuses falsos das muitas religiões do mundo, Ele é o Deus da profecia, Ele diz o que acontecerá antes de acontecer e cuida da história para certificar-se de que acontecerá. As profecias que ele deu a respeito de Israel e o cumprimento delas dão evidências irrefutável de sua existência e do fato dEle ter um propósito para a humanidade (Isaías 46.9,10). A história não é simples acaso; ela está caminhando para um fim definido. Há um plano, o plano de Deus. E a profecia revela esse plano antecipadamente. No coração do plano a Bíblia coloca Israel como o Seu grande sinal ao mundo, e nos deixa conhecer os detalhes do que será a sua história.
O Testemunho Especial de Israel
Se bem que muito do que os profetas previram a respeito de Israel ainda esteja no futuro, dez grandes profecias envolvendo detalhes específicos e historicamente verificáveis já foram cumpridas enquanto os séculos se desenrolavam. (1) Deus prometeu uma terra de fronteiras claramente definidas (Gênesis 15.18-21) a Abraão (Gênesis 12.1-3; 13.15; 15.7; etc.). Ele renovou a Sua promessa ao filho de Abraão, Isaac (Gênesis 26.3-5), a seu neto Jacó (Gênesis 28.13), e a seus descendentes para sempre (Levítico 25.46; Josué 14.9; etc.). (2) É um fato histórico que Deus trouxe esse povo escolhido (Êxodo 6.,8; Deuteronômio 7.6; 14.2; etc.) à “Terra Prometida” , uma incrível história de milagres. (3) Quando o povo judeu entrou na Terra Prometida, Deus os avisou: se praticassem a idolatria e imoralidade dos habitantes anteriores da terra, pelas quais Ele os destruiria (Deuteronômio 9.4), Ele os lançaria fora também (Deuteronômio 28.63; 1 Reis 9.7; Crônicas 7.20; etc.). Que tudo isso aconteceu exatamente como previsto é, novamente, um fato histórico irrefutável (http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/adrienearaujo/historia006.asp).
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Até agora a história é pouco impressionante. Outros povos acreditavam que certa área geográfica era sua “terra prometida” e, depois de entrar nela foram expulsos pelos seus inimigos. As próximas sete profecias, porém, e seus cumprimentos, são absolutamente peculiares dos judeus. A ocorrência desses eventos, exatamente como profetizados, jamais poderia ter acontecido por acaso, portanto, provam a existência de Deus, provam que a Bíblia é a palavra de Deus, e provam que os judeus são o povo especial de Deus.
(4) Deus declarou que Seu povo seria espalhado “entre todos os povos, de uma até a outra extremidade da Terra” (Deuteronômio 28.64; Neemias 1.8; 1 Reis 9.7; Amós 9.9; Zacarias 7.14; etc.). E assim aconteceu como nenhum outro povo na história o “judeu errante” é encontrado literalmente em todo lugar (a diáspora é fato histórico irrefutável: http://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1spora_judaica).
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A precisão com que as profecias bíblicas se encaixam exclusivamente aos judeus torna-se cada vez mais impressionante à medida que um cumprimento de profecia segue a outro cumprimento, até que a realidade da existência de Deus demonstrada por meio das Suas relações com o seu povo escolhido não pode mais ser posta em dúvida. (5) Deus avisou que em qualquer lugar em que os judeus vagassem, seriam objeto de pasmo, provérbio, motejo, assobio e opróbrio (Deuteronômio 28.37; 2 Crônicas 7.20; Jeremias 29.18; 44.8; etc.). Por incrível que pareça isso tem sido verdade sobre os judeus durante toda a história, como até mesmo a geração atual sabe muito bem. A difamação, as maledicências e piadas, o puro ódio conhecido como anti-semitismo, não só entre muçulmanos, mas mesmo entre aqueles que se chamam cristãos, é um fato singular e persistente da história peculiar do povo judeu. Mesmo hoje apesar da memória do Holocausto de Hitler que chocou o mundo, e desafiando a lógica e consciência, o anti-semitismo ainda está vivo e está aumentando mais uma vez mundialmente (http://www.coladaweb.com/hisgeral/antisemitismo.htm; http://pt.wikipedia.org/wiki/Nazismo; http://pt.wikipedia.org/wiki/Neonazismo).
Além disso, os profetas declararam que esse povo espalhado não seria apenas difamado, diminuído e discriminado, mas (6) que os judeus seriam perseguidos e mortos como nenhum outro povo na face da terra jamais iria ou virá a ser. A História oferece prova eloqüente do fato que isso é, precisamente, o que aconteceu com os judeus século após século em qualquer lugar em que se encontrassem. Nenhum registro histórico de qualquer outro grupo étnico ou nacional contém algo que sequer chegue perto do pesadelo, de terror humilhação e destruição que os judeus sofreram através da história nas mãos dos povos entre os quais se encontram nas suas peregrinações profetizadas (http://www.youtube.com/watch?v=cl_NGqNtCGU&hl=pt-BR).
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Os papas da Igreja Católica foram os primeiros a desenvolver o anti-semitismo como uma ciência. Hitler, que permaneceu católico até o fim, afirmaria que só estava seguindo o exemplo tanto de católicos quanto de luteranos, terminando o que a igreja começara (http://www.youtube.com/watch?v=Z3ptXgxEspE&hl=pt-BR).
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A Preservação Milagrosa dos Judeus
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Mesmo assim, Deus declarou que apesar de tal perseguição e massacres periódicos de judeus em massa, (7) Ele não deixaria Seu povo escolhido ser destruído. Mas os preservaria como um grupo étnico e nacional reconhecível (Jeremias 30.11; 31.35-37; etc.). Os judeus tinham toda razão para casamentos inter-raciais, para mudar seus nomes e esconder a sua identidade desprezada de qualquer maneira possível a fim de escapar da perseguição. Para que preservar sua genealogia se eles não tinham sua própria pátria, se a maioria deles não levava a Bíblia a sério, e se a identificação racial impunha somente as desvantagens mais cruéis?
Abster-se de casamentos inter-raciais não fazia sentido. A absorção por aqueles entre os quais se encontravam pareceria inevitável de maneira que poucos vestígios dos judeus como povo distinto deveriam permanecer hoje, tal como não há nenhum vestígio dos descendentes de Ismael. Afinal, esses exilados desprezados foram espalhados por todos os cantos do mundo durante 2500 anos, desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonosor em 587 a.C. Será que a “tradição” poderia ser tão forte sem fé real em Deus? Ou a preservação será algo que Deus mesmo realizou para os Seus próprios propósitos apesar da falta de fé dos judeus?
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Contra todas as probabilidades e o bom senso, os judeus continuam como sendo um povo identificável depois de todos estes séculos. Esse fenômeno impressionante e sem igual na história e absolutamente peculiar a esse extraordinário povo “escolhido” . Para a maioria dos judeus que vivem na Europa, a lei da igreja tornou impossível o casamento inter-racial sem a conversão ao catolicismo romano. Novamente a Igreja Católica Romana fez um papel infame. Durante séculos, sob a autoridade papal, o casamento entre um judeu e um cristão era um crime capital, impedindo o casamento inter-racial mesmo entre aqueles que desejavam.
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A Bíblia afirma que Deus determinou manter Seu povo escolhido separado para si (Êxodo 33.16; Levítico 20.26; etc.) porque (8) Ele os traria de volta à sua terra nos últimos dias (Jeremias 30.10; 31.8-12; Ezequiel 36.24, 35-38; etc.) antes da segunda vinda do Messias. Essa profecia e promessa, tão esperada foi cumprida no renascimento de Israel na sua Terra Prometida em 1948, quase 1900 anos depois da Diáspora final na destruição de Jerusalém em 70 d.C. pelos exércitos romanos de Tito. Essa restauração de uma nação após 25 séculos é totalmente impressionante, um fenômeno sem igual na história de qualquer outro povo e inexplicável por qualquer meio natural, muito menos pela sorte (http://pt.wikipedia.org/wiki/Sionismo).
Ainda mais impressionante (9) Deus declarou que nos últimos dias antes da segunda vinda do Messias, Jerusalém se tornaria “um cálice de tontear… uma pedra pesada para todos os povos” (Zacarias 12.2,3).
Para entender quão impressionante é essa profecia, deve-se perceber que 2500 anos atrás, quando Zacarias fez, sob inspiração de Deus, a impressionante alusão a Jerusalém como “cálice de tontear” e “pedra pesada” , aquela capital antiga de Israel estava em ruínas e cercada pelo deserto. Ela permaneceu destruída por séculos, e mesmo quando reconstruída jamais alcançou sua antiga glória para os judeus. Somente um profeta inspirado pelo verdadeiro Deus que conhece o futuro poderia ter feito tal previsão a respeito do papel central de Jerusalém na atual busca pela paz! Essa poderia ter sido uma profecia incrível mesmo a 70 anos atrás. Não é nem possível explicar isso racionalmente com base nas informações que temos hoje.
As Nações Unidas dedicam impressionantes um terço de suas deliberações a Jerusalém, uma cidade de pequena importância comercial e científica. Ela não tem uma localização estratégica, nem recursos naturais, nem uma beleza incomum (comparada com outras cidades) para atrair turistas. Cada um dos centros Disney de turismo da Califórnia e na Flórida atraem muito mais turistas anualmente (assim como os santuários católicos romanos de Maria) do que todo o país de Israel. No entanto, precisamente como Zacarias previu, a população mundial está de olho em Jerusalém com medo e temor, sabendo que a próxima guerra mundial estourar será sobre essa aparentemente insignificante capital de um dos menores países do mundo. Uma profecia incrível realmente está sendo cumprida diante dos nossos olhos!
(10) Ainda mais impressionante, porém, foi a explicação de Zacarias do porquê de Jerusalém ser um cálice de tontear, ele diz que os líderes de Judá serão “como um braseiro ardente debaixo da lenha… devorarão… a todos os povos em redor…” (Zacarias 12.6).
Se Israel fosse facilmente derrotado, não seria um “cálice de tontear” . Mas essa pequena nação repetida e decisivamente derrotou forças árabes de superioridade numérica surpreendente apoiadas pelo poderio soviético, deixando os árabes – e o resto do mundo – sem alternativa nesse ponto a não ser negociar.
Não se pode negar que o pequeno Israel, como Zacarias notavelmente previu, contra probabilidades intransponíveis, foi e continua sendo como um fogo devorador para todas as nações ao seu redor. Comparado com os Estados Unidos, a nação mais poderosa do mundo (cuja tentativa de resgatar seus reféns no Irã se tornou numa embaraçosa derrota), Israel trouxe decisivamente e com sucesso seus reféns do centro da África com a perda de apenas um homem. Quando o Iraque construiu um centro nuclear, Israel, agindo para sua própria preservação, mandou seus aviões e bombardeou com precisão as esperanças iraquianas. Como George Will disse: “O ocidente deveria se lembrar com gratidão do ato mais eficaz e benéfico da história recente, o bombardeio israelense do embrião do programa de armas nucleares do Iraque em 1981” .
Em uma batalha aérea, cerca de 200 caças sírios MIG avançados foram derrubados enquanto Israel só perdeu algumas unidades. Não há dúvida de que, nas guerras com seus visinhos, a Força Aérea israelense poderia ter bombardeado o Cairo e Damasco, e o exército israelense poderia ter capturado essas cidades se quisessem. Os árabes aprenderam do jeito mais difícil que a afirmação inacreditável de Zacarias há 2500 anos atrás se tornou verdade para assombrá-los. Eles realmente têm um “fogo consumidor” em seu meio que nem Alá nem todo poder militar árabe unido podem controlar (http://www.youtube.com/watch?v=ALstJRTDLl4).
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Tendo rejeitado o que os profetas do Antigo Testamento disseram, a única estratégia que resta aos árabes é o subterfúgio e as falsas promessas de paz em preparação para o ataque final a fim de exterminar Israel quando chegar a hora certa. E nessa hora, sob a liderança do anticristo, o mundo inteiro se unirá aos árabes na “solução final” para o problema dos judeus.
E ai ? Será que vcs conseguem refutar ? Duvido mto que consigam. Para que tanta arrogância. Deixem de ser cegos e vejam a realidade. Está mais do que provado que Deus existe, Arrependam-se, pois Deus irá acolher vcs mediante ao arrependimento em seu Santo Nome.
novembro 5th, 2009 às 21:30
Fácil de refutar: Os Evangelhos, IDIOTA, não fazem parte do Velho testamento, IMBECIL!
O que vc escreveu aí? Forçando significados a passagens que eu poderia fazer com qualquer outro país na história das civilizações.
Bando de crente burro. Nem sabem o que são os Evangelhos…
Este comentário tem data de validade. Aproveite o quanto pode.
novembro 5th, 2009 em 21:57
@André,
Vc é um sujeito mto ignorante, seu xucro imbecil ! Cadê as refutações acerca das profecias ? Tudo bem… eu já não esperava mesmo. Só lhe restou partir para o Ad hominem. Atacar o argumento que é bom…absolutamente NADA !
novembro 5th, 2009 às 22:06
Profecia? Mas Javé não proibiu que se fizesse vidência?
novembro 5th, 2009 em 22:04
E seu tempo de vida na Terra tem um prazo de validade. Aproveite bem enquanto pode. Vc não sabe o quão indescritível será o prazer de ve-lo lançado no fogo eterno.
novembro 5th, 2009 às 22:09
Mateus 5:22 – Mas eu vos digo: todo aquele que se irar contra seu irmão será castigado pelos juízes. Aquele que disser a seu irmão: Raca, será castigado pelo Grande Conselho. Aquele que lhe disser: Louco, será condenado ao fogo da geena.
Pelo visto, não estarei sozinho, crentinho de meia pataca. Vc tem que me amar e me tratar bem. Foi seu G-zuizinho quem mandou.
A propósito, vc falou das provas que os EVANGELHOS eram verdadeiros. Tolinho, nem sabe o que são os evangelhos. Crentinho de merda que vc é.
novembro 5th, 2009 às 23:19
Parece que o cre(n)tin(h)o fugiu…
Como sempre.
novembro 6th, 2009 às 07:31
O seu tempo de vida tambem tem um prazo de validade. Esperemos que seja mais curto para vc, pois sera um prazer para toda a Humanidade nos livrarmos de um crente como vc, cheio de odio que deseja que as pessoas sejam condenadas ao inferno.
Icarus respondeu:
novembro 6th, 2009 às 09:21
@Luciano Marques,
Este meu comentário vai ao som de: “Love is in the air”…
Ahhhhhhhh o amor cristão… Como eu tenho saudades dele…
Ou você pensa igual a mim (ou melhor: Não pense! Não questione!), ou vai ser torturado eternamente.
Cara, fala sério.Você vai conseguir sentir prazer mesmo em viver uma eternidade sabendo que uma pessoa esta sendo torturada só porque não pensa igual a você?????? Só porque ela não conseguiu acreditar em cobras falantes????
Este é o amor cristão que você defende??? Este é o evangelho que você acredita??? Não tem nada de errado nisso??
novembro 6th, 2009 às 14:29
Crente é igual laranja: Uma espremidinha e vemos logo o que tem dentro.
Icarus respondeu:
novembro 6th, 2009 às 20:36
@André,
O artigo estava tratando o assunto na teoria. A mula, alem de não refutar nada, nos deu um ótimo exemplo na prática de como o cristianismo é um erro.
Eu só fico me perguntando para que eu fiz o comentário, pois a anta não vai responder mesmo .
novembro 5th, 2009 em 23:20
Texto fora de contexto é pretexto. Comigo essa tática não funciona. E não serei mandado pois aquele que acredita Nele já está salvo.
E vc ataca a pessoa, mas não ataca o argumento. Belo argumentador que vc é.
E zé ruela por zé ruela vc ganhou de mim, pois não refutou o que eu disse ,me xingou e ainda desviou do assunto.
Vamos, poste as provas covarde !
novembro 5th, 2009 às 23:38
Primeiro, vc tem que postar as provas sobre os Evangelhos. Foi vc quem disse que ia dar provas da veracidade dos EVANGELHOS e não eu.
Vc me xingou de novo. tsc tsc. Traga seu talco contra brotoeja.
novembro 6th, 2009 em 00:35
@André,
Não seja sonso rapaz. Eu vim aqui de forma bem educada, e vc já partiu para cima de mim cheio de patfaria. Eu só devolvo o tratamento que recebo.
Não se faça de bobo. Não venha querer fazer tratamento burocrático. Estou pegando a bíblia como um todo, e vcs dizem que parte dela é falsa. Pois bem, trouxe a luz da discurssão profecias que demonstram que a bíblia tem veracidade em suas palavras. Eu conheço mto bem essa tática que vc está usando: Consiste em que a partir do momento em que se fica contra parede, usar táticas de distração, menosprezo ao adversário para fugir da responsabilidade que lhe foi imposta. Comigo isso não funciona.
A sua desonestidade intelectual é latente. E alias, vc não tem tanta certeza que deus não existe ? Por que vc está com tanto de medo de responder a questão que lhe foi imposta ? Não tem fé no seu taco ? rs
Prefiro que nem seja vc que responda as minhas perguntas , pelo o covarde que é. Prefiro deixar essas perguntas para um tal de Abbadon , o principe do abismo, adorador de satanas. Mal posso esperar para ver nele a sua derrota e fraqueza diante de mim, para glória de Deus.
novembro 6th, 2009 às 06:58
Não seja sonso rapaz. Eu vim aqui de forma bem educada, e vc já partiu para cima de mim cheio de patfaria. Eu só devolvo o tratamento que recebo.
Estranho. E a parte que seu deusinho disse sobre dar a outra face e não reagir? Reafirmo: Crente nunca leu o próprio livro, e o pouco que leu não cumpre. Eu sou livre, posso falar o que quiser pra vc, pois nenhum deus vai me encher de hemorróidas de ouro.
Não se faça de bobo. Não venha querer fazer tratamento burocrático. Estou pegando a bíblia como um todo, e vcs dizem que parte dela é falsa.
Não importa, princesa. Você falou que ia PROVAR que os EVANGELHOS são verdadeiros. E sobre a parte da vidência, hein? Javé proibiu que previssem o futuro. Sai dessa que eu quero ver.
Pois bem, trouxe a luz da discurssão profecias que demonstram que a bíblia tem veracidade em suas palavras.
Eu posso fazer o mesmo com o Zend Avesta e o Bagavad Gita. O que vc provou? Nada! Dizer que Israel se soergueu? Prova que vc não sabe história. Se os americanos não tivessem dado armamentos e ido lá (sim, meu filhjo, Israel não lutou só com seus soldadinhos), não teria havido nada disso. Ademais, o quer eram o exército sírio e egípcio na década de 60? Se fossem tão bons assim, teriam expulsado os ingleses há tempos!
Alegar que a diáspora foi um fato histórico e que a profecia previu (vidência de novo?) prova… nada! Primeiramente, teremos que provar que tal profecia foi feita antes. Eu digo: No ano de 2010, no carnaval, muitas pessoas sofreram acidentes de carros. E daí? Quero ver uma profecia bíblica (vidência MAIS UMA VEZ???) “atletas israelenses serão assassinados por terroristas num evento chamado “Olimpíadas”, na cidade de Munique”. Vai estudar e pára de fazer cópia/cola que pega mal.
Eu conheço mto bem essa tática que vc está usando: Consiste em que a partir do momento em que se fica contra parede, usar táticas de distração, menosprezo ao adversário para fugir da responsabilidade que lhe foi imposta.
Ah, sim. A responsabilidade de refutar que os EVANGELHOS não são verdadeiros.
Comigo isso não funciona.
Claro que não funciona. Sabe por que? Pq vc viu que falou merda logo de início, confundindo Zacarias com EVANGELHOS. Eu perdôo sua ignorância.
A sua desonestidade intelectual é latente.
Evangelhos? Alguém?
E alias, vc não tem tanta certeza que deus não existe ? Por que vc está com tanto de medo de responder a questão que lhe foi imposta ?
Eu acredito em deus sim. Odin vai nos castigar se não o adorarmos. Os escritos nórdicos estão repletos de provas e… Ops! O hinduísmo tb tem dessas provas. Ei, mas e os maias? Vem com outra, rapaz.
Não tem fé no seu taco ? rs
Meu taco é pra minha mulher, deixe de pederastia.
Prefiro que nem seja vc que responda as minhas perguntas , pelo o covarde que é.
Suas perguntas eram sobre os evangelhos, né?
Prefiro deixar essas perguntas para um tal de Abbadon , o principe do abismo, adorador de satanas. Mal posso esperar para ver nele a sua derrota e fraqueza diante de mim, para glória de Deus.
O leite Ninho, digo, Glória do seu deus é confundir Evangelhos com profecias? Seu deus tá mal de seguidores. Seguidores que ele mandou serem mansos e não rebaterem agressões, dando a outra face. Como dizem: o único cristão morreu na cruz, e este sequer existiu, então….
Joseph K respondeu:
novembro 6th, 2009 às 10:46
@Luciano Marques,
Será mesmo que os envagelhos são mentiras ?
Na minha opinião? Mentiras na cara dura.
E se eu provar para vcs que não ?
Eu ficaria muito feliz, em ver essas provas.
Quero ver se vcs terão a capacidade de refutar.
Primeiro quero ver se você tem capicidade, de apresentar alguma evidência, que os EVANGELHOS não são mentiras.
[Lista de "profecias" do AT]
Em primeiro lugar, pensei que você falaria dos EVANGELHOS, em segundo lugar, você não está argumentando, mas apenas fazendo um copia-cola de “JERUSALÉM – UM CÁLICE DE TONTEAR, de Dave Hunt”, sem se dar ao trabalho de mencionar os créditos ou que é uma citação, comportamento típico da honestidade crental.
Vamos ao “argumento”.
De novo, essa história de “provar” pelas “profecias”?
1º) SE seu livro mágico fosse, de fato, verdadeiro, TODAS as “profecias” dele teriam que se realizar, do contrário, basta que UMA única fosse falsa, para mostrar que não é obra da inspiração divina.
Com isso em mente, dê uma olhada nesse site e veja por si mesmo, quantas “profecias” são furadas.
2º) Também é bom lembrar das “profecias” sobre a volta de jesuis, que falharam miseravelmente.
Mesmo essas “profecias”, que você “diz” terem sido cumpridas, são em termos genéricos e com interpretações amplas, eisegese mesmo, caso você tenha algum problema com isso, confira aqui e depois me diga onde aparecem Migs ou Hitler, no AT.
Assim, fica fácil ver que, em seu primeiro comentário, apesar de sua “garganta”, você não foi honesto, não apresentou evidência nenhuma da validade dos evangelhos e tentou forçar a barra com eisegese de “profecias”.
Vc não sabe o quão indescritível será o prazer de ve-lo lançado no fogo eterno.
Tsc, tsc, por que será que os crentes são tão hipócritas e egoístas?
Texto fora de contexto é pretexto.
Se você sabe disso, então assuma que seu primeiro comentário foi desonesto e falacioso.
Comigo essa tática não funciona.
Mas bem que tentou usar conosco, não foi?
. E não serei mandado pois aquele que acredita Nele já está salvo.
Um problema teológico: é a FÉ ou os ATOS, que garante a salvação? Responda essa.
Estou pegando a bíblia como um todo, e vcs dizem que parte dela é falsa.
E põe falsa nisso. Veja o que ela diz sobre a volta do seu todo-poderoso salvador:
“Mateus 24:34 — “Em verdade vos digo que NÃO PASSARÁ esta GERAÇÃO sem que TODAS essas coisas se cumpram.” (Também em Marcos 13:30 e Lucas 21:32)
Mateus 24:34 — “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer ANTES DE MORREREM TODOS OS QUE AGORA ESTÃO VIVOS.”
Isto mostra que a palavra “geração” na passagem tem seu sentido usual, que naturalmente ocorre ao leitor em uma primeira leitura do texto: o conjunto das pessoas cujos tempos de vida de sobrepõem em uma determinada época, confirmando o prazo de meados do século II para a volta de Jesus”
Que mico, não é mesmo?
Pois bem, trouxe a luz da discurssão profecias que demonstram que a bíblia tem veracidade em suas palavras.
Não, o que você fez foi citar “profecias” para significarem o que o autor do livro quis.
Já que o assunto é, novamente, “profecias”, dê uma olhada nesse site, é bem divertido.
A sua desonestidade intelectual é latente.
No entanto, a sua desonestidade intelectual é patente.
Prefiro que nem seja vc que responda as minhas perguntas
Eu preferia que viesse um crente honesto, para debater, está ficando cansativo, responder às mesmas coisas.
Joseph K respondeu:
novembro 6th, 2009 às 15:41
@Luciano Marques,
Será mesmo que os envagelhos são mentiras ? E se eu provar para vcs que não ?
Que decepção, pensei que, finalmente, apareceu um crente que fosse apresentar evidências arqueológicas que o jesuis dele existiu; que tivesse acesso aos textos originais das escrituras; que soubesse dizer por que os textos canônicos são mais sagrados que, digamos, o evangelho de Tomé ou que pudesse correlacionar as narrativas contraditórias da lenda bíblica, com a história documentada…
Que Buda te abençôe, e te dê consolo.
Mal posso esperar para ver nele a sua derrota e fraqueza diante de mim, para glória de Deus.
Crentes fanáticos são como peixes, morrem pela boca.
Você não “provou” nada, nem sequer apresentou uma evidência, relacionada aos evangelhos; sua apresentação ridícula, das “profecias” no VT, acompanhadas de eisegese e pesamento falacioso, apenas servem para mostrar que você é só papo furado.
novembro 6th, 2009 às 15:52
Que Buda te abençôe, e te dê consolo.
Buda? Não, ele só vai aceitar, consolos de Jesus, mesmo.
Alinee S2 respondeu:
dezembro 27th, 2011 às 22:38
Parece q esse bando d crente do cú quente ñ se manca d q nós, céticos temos a maior palavra, pois esse site se chama CETICISMO.NET
novembro 6th, 2009 às 18:10
Vejo que vc nao conhece o significado do nome Abbadon. É o nome de uma antiga divindade hebreia, que foi adorada pelos antigos hebreus, antes da adocao do monoteismo.
Nada a ver com “principe do abismo, adorador de satanas”. Vc esta fazendo o que os evangelicos fazem hoje em dia com as religioes africanas: transformar os deuses deles em demonios. E execra-los, em uma flagrante discriminacao e intolerancia.
Quanta fraqueza a sua, nao ? Vc mesmo ja se derrotou sozinho, para a vergonha de seu deus imaginario.
Um dia vc aprende sobre a origem das religioes, de onde vieram os mitos, a historia por tras, e um pouco mais de mitologia comparada.
novembro 6th, 2009 às 18:15
Eu sei que é desonestidade intelectual fazer um copia-e-cola de um texto, sem citar a fonte, e nao responder vc mesmo de seu proprio punho.
Isso é bem latente, e todos nos podemos observar isso em vc.
E nao, a Biblia nao possui veracidade. Nao tem muita credibilidade, se analisar bem.
fevereiro 10th, 2011 em 01:33
André, eu tenho uma dúvida mas não sei onde postá-lal Vou postar aqui pois parece que a imagem criada do demo pela ICAR é uma mentira deslavada.
Gostaria de saber quem na realidade era o tal ha-Satan. Li que era um dos filhos de Deus que fazia parte da Assembleia Divina e tinha a função de testar os homens, mas não fazia nada que YHWH não permitisse. É verdade isso?
Acho que um artigo sobre a imagem construída pela Igreja sobre o demo seria legal.
Obrigado
fevereiro 10th, 2011 às 09:02
Sheitan significa “opositor” e não era visto como sendo o “capetão” com o qual estamos acostumados. Eu tinha começado a elaborar um artigo sobre isso, mas deixei de lado, assim como muitos outros. Pretendo colocar estes artigos pra fora do forno este ano. Em suma, Sheitan é visto como no caso de Jó, tinha passe livre no Céu onde servia de “promotor”, acusando e colocando as pessoas à prova.
Como vimos, ele tinha plena razão ao dizer que JHó só era puxa-saco de Deus pq era cumulado de bens e felicidade.
Rei Childerico respondeu:
fevereiro 10th, 2011 às 12:12
@André, Então quer dizer que essa história do Demo no inferno esperando a galera para sentar no colo dele é mentira. Bom, já vimos pelo artigo “o inferno desmascarado” que não existe inferno algum na Bíblia, e agora você me diz que o Belzebu podia dar rolê no ceu quando quisesse ahuahuahuha. Interessante. E o tal do Lúcifer; é lenda que foi criada com o passar dos tempos né?
Se você postar o artigo sobre o cramunhão, vai ter muito pastor xingando no twotter, afinal, eles precisam que as ovelhinhas acreditem no Satanás dos infernos hauhauhauha
fevereiro 10th, 2011 às 13:06
Não há NENHUMA menção a Lúcifer na Bíblia, e se algum pastoreco quiser me xingar no tuíter, sinta-se à vontade, mas com links para aumentar a minha relevância.