Evangelismo: a maior mentira da História

Índice

  1. Notas de edição
  2. Introdução
  3. O inicio da trama
  4. O grande mestre iniciado e incompreendido
  5. Discípulos envergonhando seu mestre e sua doutrina
  6. Notas e referências

Notas de edição

O presente texto foi tirado do site http://www.geocities.com/foratalibagospel/mentira.html.

Este texto foi modificado pela redação do Ceticismo, Ciência & Tecnologia visando o seguinte:

  1. Alteração do título, de modo a ficar mais alusivo ao conteúdo do texto. O título original é “A maior mentira da História”.

  2. Adição de um índice para facilitar a busca por conteúdo.
  3. Adição desta seção de notas de edição para justificar as alterações gráficas no texto.
  4. Remodelação das notas de fim, evitando as “idas e vindas” durante a leitura do texto.

  5. Mudanças de formatação do texto afim de adequá-lo ao formato do blog.
  6. Adição de quebras no texto em parágrafos para facilitar a leitura.
  7. Revisão ortográfica e gramatical.
  8. Adição de inserções explicativas, deixando o texto mais compreensível.

O conteúdo textual não foi alterado em seu significado, mantendo-se fiel ao original, respeitando assim o desejo do autor.


Introdução

Este não é um opúsculo acadêmico, no sentido estrito do termo. E nem mesmo poderia ser: qualquer professor ou pesquisador ligado a uma universidade estaria se expondo a perder sua cadeira ou ajuda de custo para pesquisa, se se atrevesse a publicar algo de teor parecido com esta obra. Pois, de fato, para muitos esta obra será considerada execrável, blasfema, digna de ser queimada após a leitura. E isso, pelo simples fato de que aqui, em não muitas páginas repletas de citações, viemos desmascarar a maior mentira que já foi propagada em toda a história da Humanidade. Fazemos isso não por desconsiderar aquele que teve seus ensinamentos criminosamente deturpados por grupos fanáticos, sedentos de poder, coisa que ele mesmo certamente desaprovaria de forma extremamente veemente.

Estamos, sim, honrando a memória de um número gigantesco de inocentes que foram massacrados num espaço de vários séculos, unicamente porque não queriam se curvar perante a grande mentira. E também em honra a esses heróis inocentes, que decidimos que este trabalho seria lançado apenas virtualmente, no formato de um e-book, podendo ser livremente distribuído por quantos assim o desejem desde que inalterado em seu teor (“sine adulterare“). Num mundo corrompido, em que mercenários se levantam em todos os campos com a única intenção de saciar sua sede por dinheiro, optamos em reverenciar o nobre costume da Velha Tradição, que não permite que se faça da religião um comércio. Estamos certos de que fundamentalistas de todos os matizes não aprovarão esta obra, que certamente tentarão desacreditar como “coisa do demônio”; afinal, estaremos aqui gritando para todo o mundo a respeito do mal que fizeram e ainda fazem à Humanidade. Porém, não serão mais inocentes os fundamentalistas que conseguirem ler todo este trabalho; as mentiras que divulgam, muitas vezes crendo tratarem-se de verdades incontestáveis, caem como castelos de cartas diante do vento poderoso da História das antigas civilizações, notadamente da gloriosa Civilização Egípcia, por razões ligadas estreitamente às mesmas mentiras que tem sido apregoadas há tantos séculos.

Também teremos uma pequena parte demonstrando os métodos utilizados para que a grande mentira fosse imposta à força às populações de todo o mundo, com ênfase na Europa, por termos relatos históricos confiáveis à disposição, e por nos mostrar que, basicamente, os mesmos métodos baixos de caluniação e descrédito estão em uso até hoje contra os que não querem mais seguir a grande mentira. Nos abstivemos deliberadamente de encerrar o presente com uma “conclusão”; não porque nos faltem condições para tal, mas sim para deixar ao leitor espaço para tirar suas próprias conclusões.

O início da trama

É crença muito difundida, e pouco analisada, de que os cinco primeiros livros da Bíblia teriam sido escritos por Moisés. Os próprios teólogos não mais crêem nisso, embora praticamente não se comente a este respeito dentro das igrejas, e quando se comenta, o piedoso objetivo do comentário quase sempre é classificar os teólogos como “hereges”. De acordo com o que em Teologia se chama de “alta crítica” – que trata de questões referentes à autoria e integridade dos textos bíblicos – , os referidos livros foram escritos por volta de 700 a.E.V1, ou seja, muitos séculos depois dos acontecimentos narrados. A respeito de Moisés, o suposto autor desses livros, os pesquisadores Knight e Lomas, em sua obra “A Chave de Hiram”, informam que:

“[...]Mas antes de nos aprofundarmos na questão das datas é importante lembrar aquilo que sabemos sobre esse homem chamado Moisés e o que a Bíblia nos conta sobre os israelitas e seu novo deus. Percebemos que o nome Moisés é verdadeiramente muito revelador. Estranhamente, a Bíblia Católica Romana Douai informa a seus leitores que significa “salvo das águas”, quando na verdade quer simplesmente dizer “nascido de”. Esse nome Moisés sempre requeria um outro nome que o prefixasse, como por exemplo, Thotmoses (nascido de Thot), Ramsés (nascido de Rá) ou Amenmosis (nascido de Amon). Apesar do elemento “moisés” ser soletrado de maneiras diversas em outras línguas que não o egípcio, significa sempre o mesmo, e nos parece provável que o próprio Moisés ou talvez algum escriba posterior tenha abolido da frente de seu nome o nome de algum deus egípcio, alguma coisa assim como tirar o Donald de um nome escocês, deixando-o apenas com o Mc, em vez de McDonald. A definição católica romana está provavelmente errada, mas se existir alguma verdade histórica nessa idéia, pode ser que o nome de Moisés tenha sido nascido do Nilo”, e então ele se chamaria Hapymoses” (grifamos).

“[...]. Qualquer Faraó que desse uma ordem dessas estaria abrindo mão de seu direito a uma vida eterna quando seu coração fosse pesado. Além do mais, em termos práticos teria sido muito desagradável e pouco saudável ter milhares de corpos em decomposição flutuando na praticamente única fonte de água potável da população. De acordo com o Antigo Testamento, a mãe de Moisés estava decidida a não permitir que seu filho morresse, portanto, colocou-o nos juncos da beira do Nilo em uma cesta impermeabilizada com piche, na qual ele foi encontrado pela filha do Faraó. Faz tempo já se percebeu que esse episódio de nascimento é quase idêntico ao de Sargão I, o rei que dominou a Babilônia e a Suméria centenas de anos antes de Moisés. Uma comparação rápida mostra as similaridades óbvias:

Sargão

Minha inconstante mãe Concebeu-me: e me teve Em segredo Ela me colocou em uma cesta de vime, com betume selando A tampa. Ela me atirou ao rio, Que não me cobriu.

Moisés

… uma mulher Levita. concebeu e teve um filho… ela o escondeu por três meses. Mas não podia escondê-lo mais. Então ela conseguiu uma cesta de vime, tornou-a impermeável com barro e Piche, colocou-o na cesta. E a colocou nos juncos da Margem do Nilo.“(grifamos)

Temos, logo de início, três valiosas informações: primeiro, o nome de Moisés estava originalmente ligado ao de uma divindade do panteão egípcio. Os autores sugerem que isso se deva ao fato de que Moisés teria de fato um papel importante na corte egípcia de então. Segundo, a monstruosa ordem atribuída a Faraó no sentido de que todos os bebês hebreus do sexo masculino que nascessem fossem eliminados, estaria em total desacordo com os princípios éticos e religiosos do Egito, e faria com que o Faraó perdesse seu direito à vida eterna. Curiosamente, o Livro dos Mortos egípcio mostra que uma das perguntas do Tribunal de Osíris, que tinham que ser respondidas pelos mortos, era se a pessoa havia sujado as águas do Nilo – que seria então do egípcio que enchesse o Nilo de cadáveres! Em terceiro lugar, temos a constatação da semelhança entre as histórias de Moisés e Sargão I da Babilônia. É interessante notar que o atual alfabeto hebraico é, na verdade, assírio, e foi adquirido exatamente durante o período do exílio na Babilônia. Isso parece reforçar a visão da Alta Crítica segundo a qual os livros do Antigo Testamento foram escritos a partir do ano 700 a.E.V.

A narrativa bíblica diz que Moisés teria libertado o povo hebreu da escravidão do Egito, e que seus pedidos a Faraó eram no sentido de que o povo fosse ao deserto oferecer um sacrifício a Yahweh, o deus do povo de Israel. Porém, a esse respeito a História registra que

“Após a expulsão dos hicsos, semitas de todos os tipos, ai incluídos os Habiru, devem ter-se tomado bastante impopulares, e isso explicaria porque os sempre amigáveis egípcios subitamente escravizaram muitos ou todos os remanescentes em seu país durante a década de 1560-­1550 a.C. Inscrições dos séculos XVI e XV a.C. foram encontradas dando detalhes desses escravos Habiru e de seus trabalhos forçados. Uma delas conta como era grande o número dessas pessoas forçadas a trabalhar em minas de turquesa o que deve ter sido extremamente perigoso sem ventilação e com archotes queimando todo o oxigênio. Foi interessante perceber que essas minas estavam a muito pouca distância da montanha de Yahweh, o Monte Sinai, nas montanhas ao Sul da península de Sinai. Seria isso uma coincidência, ou poderia ser que o movimento de escravos Habiru tivesse se dado aqui em vez de no próprio Egito? Achamos registros que indicam que apesar desses protojudeus falarem a língua canaanita, eles adoravam deidades egípcias e ergueram monumentos aos deuses Osíris, Ptah e Hator, o que não combina com a imagem dos nobres e escravizados seguidores de Yahweh ansiosos para serem levados a Jerusalém pelo “deus de seus pais” (grifamos).

Quem quer que já tenha ao menos lido a Bíblia conhece a expressão “Eu sou o SENHOR, que te tirou do Egito”, repetida inúmeras vezes em todo o Antigo Testamento (como em Êxodo 20:2 , Deuteronômio 8:14 e Deuteronômio 20:1 , por exemplo). Esta expressão vem comumente após alguma determinação apresentada como uma ordem direta de Yahweh, que não poderia ser desobedecida. Porém, acabamos de perceber que toda a história de Moisés está extremamente “mal contada”; há a inegável cópia da história de Sargão I da Babilônia, o nome Moisés tem significado totalmente diferente do que fomos acostumados a acreditar e, fato igualmente ou até mesmo mais importante, há registros históricos de que os hebreus (habirus) no Egito não cultuavam Yahweh como seu deus, e sim, as deidades egípcias. Os mesmos autores lembram da divergência existente a respeito da data em que Moisés teria vivido, sem mencionar, porém, uma questão decorrente da narrativa bíblica: segundo a Bíblia, Moisés feriu o Egito com dez pragas devastadoras; pela narrativa, o Egito teria ficado completamente arrasado, devido à natureza e extensão das pragas. Porém, não há nenhum registro na história do Egito que pelo menos sugira que semelhantes calamidades possam ter ocorrido na extensão narrada pela Bíblia; de outra forma, nos parece evidente que teria sido extremamente fácil fixar a época exata da existência de Moisés e do tão falado “êxodo”! Já foi mencionado o fato de que, excetuando-se a praga da morte dos primogênitos, todas as outras nada mais são do que fenômenos naturais, que já foram observados várias outras vezes, inclusive a vermelhidão das águas do Nilo, como mencionado pelo próprio Werner Keller em “A Bíblia tinha razão”.

Estas observações são extremamente importantes, uma vez que os dogmas explicitamente autoritários utilizados como pretexto para se fazer um número absurdamente alto de vítimas de todas as idades, em vários séculos de história2, baseiam-se em narrativas que, à luz de fatos históricos documentados, mostram-se notoriamente manipuladas em seu teor. Não entraremos aqui em investigações sobre os diversos (e possivelmente ímpios e sórdidos) motivos que poderiam ter levado os antigos sacerdotes e escribas a legitimarem tamanha falsificação; nosso objetivo é, antes de mais nada, provocar a reflexão do leitor, despertar o desejo de conhecer a verdade por si próprio, para que o mesmo jamais se deixe levar por “verdades” supostamente absolutas, “reveladas” por algum “profeta” ou “iluminado”. Nem mesmo nos arvoramos em detentores de nenhuma verdade absoluta; o único “título” que nos habilita a falar sobre este assunto é o de ex-seminarista, tendo cursado o primeiro ano do Seminário Teológico Presbiteriano do Rio de Janeiro, com aprovação em todas as disciplinas, durante o ano de 1999 E.V. Outrossim, fazemos questão de citar as fontes das informações aqui reproduzidas, a fim de que qualquer pessoa interessada em desmascarar a presente “obra do diabo” possa descobrir por si mesma onde estão, respectivamente, as verdades e as mentiras.

O grande “mestre iniciado” e incompreendido

É amplamente difundida no mundo a crença em que Jesus era o “cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Evangelho de João 1:29). Já vimos, anteriormente, que a definição de “pecado” está inserida em um contexto dogmático que se baseia em narrativas que, à luz da História, mostram-se comprovadamente deturpadas. Estariam também deturpadas as narrativas que temos a respeito de Jesus?

A maioria das pessoas conhece apenas as narrativas bíblicas sobre Jesus, contidas nos evangelhos atribuídos aos apóstolos Mateus, Marcos, João e Lucas (sendo que Lucas não chegou a conhecer Jesus pessoalmente, como ele mesmo admite), e tende a acreditar que são os únicos relatos disponíveis a respeito do Mestre. Entretanto, isso não é verdade; segundo os próprios teólogos admitem, existem pelo menos mais onze evangelhos datados da mesma época dos quatro evangelhos chamados canônicos3. De acordo com os gnósticos, esse número seria de algumas dezenas. Porém, nos limitaremos aos onze mencionados, por estarem já relativamente bem difundidos, inclusive pode-se fazer o download dos mesmos via internet com bastante facilidade. Estes outros evangelhos, doravante chamados aqui de “evangelhos apócrifos”, trazem suas próprias versões da história de vida de Jesus. Alguns episódios lembram bastante os canônicos, porém, há algumas narrativas ligeiramente diferentes, outras completamente estranhas ao contexto bíblico como o conhecemos normalmente. No evangelho de Pedro (que não possui divisões em capítulos e versículos por não se tratar de texto canônico e sim apócrifo) podemos ler as seguintes passagens:

“[...]Como Maria havia lavado as fraldas do Senhor Jesus e as estendera sobre umas madeiras, o menino possuído pegou uma das fraldas e colocou-a sobre sua cabeça. Imediatamente os demônios fugiram, saindo pela boca, e foram vistos sob a forma de corvos e serpentes. O menino foi curado instantaneamente pelo poder de Jesus Cristo e se pôs a louvar o Senhor que o havia libertado e rendeu-lhe mil ações de graça”.

“Havia lá um filósofo, astrônomo sábio, que perguntou ao Senhor Jesus se ele havia estudado a ciência dos astros. Jesus, respondendo-lhe, expôs o número de esferas e de corpos celestes, sua natureza e sua oposição, seu aspecto trinário, quaternário e sêxtil, sua progressão e seu movimento de leste para oeste, o cômputo e o prognóstico e outras coisas que a razão de nenhum homem escrutou.”

“[...]José concordou e também Maria. Levaram, pois, a criança para o professor e assim que ele o viu, escreveu o alfabeto e pediu-lhe que pronunciasse Aleph. Quando ele o fez, pediu-lhe para dizer Beth. O Senhor Jesus disse-lhe: – Dize-me primeiro o que significa Aleph e aí então eu pronunciarei Beth. O professor preparava-se para chicoteá-lo, mas o Senhor Jesus pôs-se a explicar o significado das letras Aleph e Beth, quais as letras de linhas retas, quais as oblíquas, as que tinhas desenho duplo, as que tinham pontos, aquelas que não tinham e porque tal letra vinha antes da outra, enfim, ele disse muitas coisas que o professor jamais ouvira e que não havia lido em livro algum. O Senhor Jesus disse ao professor: – Presta atenção ao que vou te dizer! E pôs-se a recitar clara e distintamente Aleph, Beth, Ghimel, Daleth, até o fim do alfabeto. O mestre ficou admirado e disse: – Creio que esta criança nasceu antes de Noé. Virando-se para José, acrescentou: – Tu o conduziste para que eu o instruísse, mas esta criança sabe mais que todos os doutores. Depois disse a Maria: Teu filho não precisa de ensinamentos.”

A narrativa de Pedro mostra Jesus versado em Astrologia, apesar da clara e severa proibição da Torah:

Deuteronômio 17:3-5

indo servir outros deuses ou adorando o sol, a lua, ou o exército dos céus – o que eu não mandei -, se te derem aviso disso, logo que o souberes, farás uma investigação minuciosa. Se for verdade o que se disse, se verificares que realmente se cometeu tal abominação em Israel, farás conduzir às, portas da cidade o homem ou a mulher que cometeu essa má ação, e os apedrejarás até que morram.

Em relação às letras do alfabeto hebraico, mostrou também conhecimentos da Kaballah judaica. A primeira passagem é de um notório exagero: as fraldas que Jesus usava quando era um bebê tinham poder sobre espíritos malignos! Isto mostra que estes relatos, tendo sido escritos décadas depois dos acontecimentos, contém diversas imprecisões e mistificações. De qualquer modo, é de se notar que, descontado o exagero de se dizer que Jesus, ainda criança, já era um exímio conhecedor de Astrologia e Kaballah, a menção a esses conhecimentos mostra que ele era certamente um iniciado, ou seja, não era um homem comum. Outro fato digno de nota em relação aos apócrifos é que nem todos mencionam a ressurreição de Jesus, apesar de ser o dogma fundamental do Cristianismo como o conhecemos. Alguns sequer mencionam a crucificação. Eis uma explicação lógica para o fato de que, na própria Bíblia, podemos facilmente verificar que os primeiros cristãos consideravam-se judeus, e porque não havia consenso entre eles em relação à necessidade ou obrigatoriedade de pregar o evangelho aos não judeus: como, de fato, um evento monumental como a ressurreição poderia ter passado despercebido por diversos autores destes evangelhos apócrifos? Como a alegada “grande comissão” de Jesus para que os discípulos pregassem “a toda criatura” poderia, como o próprio Novo Testamento deixa claro, ser notoriamente desconhecida entre vários destes discípulos, se fosse verdadeira?

Podemos considerar, por sinal, que a doutrina conhecida hoje como “cristã” é, na verdade, “Paulina”, ou seja, de autoria ou pelo menos grandemente influenciada por Saulo de Tarso. Bittencourt afirma que

“Logo após a morte de Paulo em Roma por volta do ano 64, surge naquela mesma cidade o Evangelho de Marcos, provavelmente no ano 65, e que serviria de base a duas outras grandes obras futuras. Cópias deste Evangelho logo encontraram seu caminho até as mais distantes partes do império.

Partindo do trabalho de Marcos, cuja conexão com Pedro e com a cidade de Roma lhe dava grande autoridade, Mateus escreve seu Evangelho provavelmente em Antioquia da Síria e Lucas na Grécia, o primeiro entre 80-85 e o último entre 85-90.

E por fim, parecendo desconhecer os outros três, o Quarto Evangelho surge na última década do século, provavelmente em Éfeso”(grifamos).

Podemos inferir claramente deste texto, extraído de um livro de Teologia Cristã, é bom frisar, que Paulo teria exercido uma considerável influência sobre os autores dos quatro evangelhos considerados canônicos pelas igrejas, uma vez que suas cartas teriam sido escritas antes de qualquer um deles. A respeito de Paulo de Tarso, Knight e Lomas nos informam que

O assassinato do Rei dos Judeus pelo procurador romano criou muita publicidade, em toda Israel e mais além, e pessoas começaram a se interessar pelo movimento messiânico. Uma dessas pessoas foi um cidadão romano de nome Saulo, vindo de uma área que hoje é ao sul da Turquia. Seus pais haviam se tornado judeus da Diáspora e ele era um jovem que tinha sido criado como judeu mas sem nenhuma das atitudes e cultura dos puros seguidores de Yahweh em Qumran. A idéia de que seu trabalho era perseguir cristãos é uma insensatez óbvia, porque esse culto não existia nessa época. Os Nazoreanos, agora liderados por Tiago, eram os judeus mais judaicos que é possível imaginar e o trabalho de Saulo era simplesmente, por conta dos romanos, desarticular qualquer movimento remanescente que buscasse a independência.

Os Mandeanos do sul do Iraque, como já discutimos, são Nazoreanos que foram expulsos de Judá e cuja migração pode ser datada com precisão em 37 E.V.: portanto, é quase certo que o homem que os perseguiu foi o próprio Saulo, aliás, Paulo. Saulo deve ter sido o terror do movimento judaico de libertação por dezessete anos, já que era o ano de 60 d.C. quando ele subitamente se viu cego na estrada para Damasco. Hoje em dia se acredita que Saulo não tinha autoridade para prender ativistas em Damasco mesmo se lá houvesse algum, o que parece bastante improvável, e seu destino era, no entender de muitos estudiosos, a Comunidade de Qumran, que era sempre chamada de “Damasco”. Sua cegueira e a recuperação da visão foram simbólicos de sua conversão a um dos partidos da causa Nazoreana. O fato do destino de Saulo ser efetivamente Qumran está claro em Atos 22:14, em que lhe informam que ele seria apresentado ao “Justo”, uma referência óbvia a Tiago. (grifamos)

Logo no primeiro século, a doutrina dos Nazoreanos, os verdadeiros seguidores de Jesus, já havia chegado em vários outros países, inclusive nas Ilhas Britânicas, onde foi estabelecido o chamado Cristianismo Celta. Os cristãos celtas não acreditavam na divindade de Jesus, nem aceitaram a supremacia de Roma e, por estes motivos, seus líderes foram massacrados pela igreja romana. É de se notar, pela leitura das cartas paulinas, que o cristianismo paulino já surgiu com uma evidente vocação para a anatematização de pensamentos discordantes. Sobre isso Knight e Lomas nos esclarecem que

“Uma seita chamada de os Ebionim ou Ebionitas era descendente direta da Igreja de Tiago, seu nome sendo exatamente o mesmo que os Qumranianos usavam para descrever-se – Ebionim, que como sabemos significa “os Pobres”. Esta seita tinha os ensinamentos de Tiago, o Justo, em alta conta, e acreditava que Jesus havia sido um grande mestre mas um homem comum, não um deus. Eles ainda se consideravam como judeus e acreditavam que Jesus tinha sido o Messias após sua “coroação” por João. Há registros que também mostram que eles odiavam a Paulo, a quem viam como o inimigo da verdade. Por muito tempo depois da morte de Jesus e Tiago, os termos Ebionita e Nazoreano eram usados para significar a mesma coisa, e essas pessoas eram condenadas, sob ambos os nomes, como hereges pela Igreja de Roma. No entanto todos os descendentes da Igreja de Jerusalém, exceto o desvio Paulino, acreditavam que Jesus tinha sido um homem e não um deus, portanto, é apenas o próprio e enfeitado Vaticano e seus seguidores que são os verdadeiros pagãos ou “hereges”(grifamos).

As discordâncias entre os cristãos do primeiro século eram notórias, sendo inclusive admitido pelos teólogos que os livros do Novo Testamento foram escritos, entre outros motivos, com o propósito de combater heresias. Esta vocação para amaldiçoar os que crêem de outra forma fez com que a igreja escrevesse algumas das mais infames e vergonhosas páginas de toda a História da Humanidade.

Discípulos envergonhando seu Mestre e sua doutrina

Logo no início da história da igreja, seus seguidores já estavam divididos em vários partidos, sendo que o partido paulino, para infelicidade da Humanidade, acabou prevalecendo sobre os demais e veio a se tornar aquilo que conhecemos como igreja cristã. Outros grupos de seguidores, além dos Nazoreanos, eram os vários grupos gnósticos, sendo que alguns desses já existiam antes de Jesus, e absorveram seus ensinamentos. Os gnósticos também não acreditavam na divindade de Jesus, considerando-o como um iniciado. A ligação entre Jesus e a comunidade de Qmram, bem como seus conhecimentos de Astrologia e Kaballah, demonstrados no evangelho apócrifo de Pedro, mostram que, de fato, ele teria sido um iniciado. Os ensinos contidos em alguns evangelhos apócrifos mostram, entre outras diferenças em relação ao cristianismo conhecido, que a doutrina de Jesus, ao contrário do cristianismo paulino, era tolerante e valorizava as mulheres, considerando-as tão dignas de honra quanto os homens.

Infelizmente, não foram estas as idéias que prevaleceram na igreja, que acabou se transformando numa monstruosa máquina totalitária, exterminando comunidades inteiras, como na cruzada conta os cátaros (uma seita cristã gnóstica) no sul da França do século XIII. Depois de perseguir e quase eliminar os gnósticos, que passaram a praticar suas religiosidades em sociedades secretas, o totalitarismo eclesiástico de Roma voltou-se contra os pagãos, não porque eles realmente praticassem as absurdas torpezas descritas no infame “Malleus Maleficarum“– o famigerado “manual da caça às bruxas” da Inquisição – mas simplesmente porque a Antiga Religião fazia felizes os seus praticantes, que não viram razão para abandoná-la e filiar-se à igreja, apesar das reiteradas e mentirosas pregações no sentido de que os Antigos Deuses nada mais eram do que diabos disfarçados, e que as alegres reuniões pagãs, os sabbaths, eram cultos demoníacos. Nesta insana campanha de perseguição e difamação, as mais grotescas e inverossímeis histórias foram criadas sobre sacrifícios de bebês, transformação de pessoas em animais, e refeições imundas durante as celebrações. Até mesmo animais, supostamente associados ás bruxas, foram considerados amaldiçoados, e ainda hoje há quem acredite, por exemplo, que gatos “trazem má sorte”, que ouvir uivos de cães ou pios de coruja significa que alguém conhecido irá morrer, e outras tolices do mesmo tipo. Porém a despeito do absurdo conteúdo do “Malleus Maleficarum”, ele foi aceito até mesmo pelas igrejas reformadas como “referência” em relação à bruxaria e, em nome dessa estupidez, estima-se que nove milhões de pessoas tenham sido executadas pela Inquisição entre os séculos XV e XVIII. Este nefando livro, certamente uma das mais abomináveis coisas já engendradas pela mente humana, advogava o uso da tortura para obtenção de confissões, e fornece detalhes sobre instrumentos e métodos de tortura a serem utilizados. Sobre o Malleus Maleficarum, seus autores e demais autoridades eclesiásticas que apoiaram esta obra hedionda, cabe o comentário de Gardner que “enquanto existirem padres assim não haverá necessidade de se evocar demônios”. Gardner reproduz o comentário de um piedoso clérigo que reclamava que, numa região da Europa, “ninguém comentava sobre outra coisa a não ser o último sabbath, e não se esperava outra coisa que não fosse o próximo”.

Em nome de um “Mestre Iniciado” que jamais pregou a violência ou o extermínio de seguidores de quaisquer outros cultos, pessoas inocentes foram, durante vários séculos, cruelmente torturadas e assassinadas, pelo simples fato de seguirem outra religião. Comunidades inteiras foram exterminadas. Culturas inteiras perderam-se totalmente, sem que nenhum registro seja conhecido, devido ao vandalismo e à intolerância dos missionários. Em nome de um Mestre Iniciado que jamais amaldiçoou seguidores de outras crenças, quaisquer que elas fossem, seus pretensos seguidores, ainda hoje, espalham o veneno da intolerância religiosa, inclusive utilizando-se dos mais modernos meios de comunicação para essa hedionda tarefa. Em nome de um Mestre Iniciado que ensinou seus discípulos a serem verdadeiros, seus atuais seguidores não hesitam em mentir descaradamente a respeito de outras religiões, a fim de apresentá-las como “enganos do diabo” e, dessa forma tão pouco digna, conseguir novos adeptos. Não somente os espíritas, esotéricos e praticantes das religiões afro são assim caluniados: até mesmo o catolicismo tem sido reiteradamente atacado por outras igrejas, que o consideram “idólatra”, sem considerar a “idolatria” que tem sido praticada e divulgada, com ampla cobertura de mídia e dentro destas mesmas igrejas, em relação aos “artistas gospel”, e mesmo em relação a alguns pastores “famosos”.

Em nome de um “Mestre Iniciado” que teve seus primeiros discípulos entre os mais pobres de Israel, sendo ele mesmo um dos pobres, as atuais lideranças religiosas que dizem “seguir seus ensinamentos” utilizam-se de diversas formas de pressão psicológica sobre seus desventurados rebanhos, a fim de amealhar a maior quantia de dinheiro possível. Não se contentam com o mandamento bíblico do dízimo, certamente insuficiente para financiar o escandalosamente milionário estilo de vida de muitos dos atuais líderes religiosos: utilizam-se dos mais variados, absurdos e às vezes manifestamente ridículos pretextos para “levantar ofertas”, fazem permanentes “campanhas de associação”, divulgadas através de programas de televisão e de emissoras de rádio adquiridas por essas lideranças, campanhas estas com os mais variados nomes, porém, todas com o intuito em comum de arrecadar mais dinheiro.

Em nome de um “Mestre Iniciado” que teria ensinado certa vez seus discípulos a “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, seus atuais seguidores, pretensos “representantes de Deus na Terra”, desenvolvem cada vez mais uma obsessão pelo poder político, muitas vezes deixando clara a intenção de legislar no sentido de impor a observância de seus dogmas a toda a sociedade, desprezando o conceito de separação entre Estado e Religião. A atuação de vários destes pretensos “representantes divinos” na política se caracteriza por uma repulsiva desfaçatez, sendo que vários se envolveram em escândalos de corrupção política.

Em nome de um “Mestre Iniciado” que ensinou seus discípulos a serem fiéis á verdade dos fatos, alguns de seus pretensos seguidores, logo no início da história do cristianismo, não hesitaram em falsificar deliberadamente relatos a fim de fazer parecer que estavam pregando não a doutrina de um grande iniciado, mas do próprio Deus que teria se encarnado na Terra a fim de livrar a Humanidade do “engano dos demônios”, como os atuais seguidores alegam até hoje quando se referem a qualquer religião de origem não cristã. Estes mesmos pretensos seguidores do primeiro século não hesitaram em caluniar nem mesmo seus próprios companheiros, estes sim, discípulos verdadeiros, mas que eram considerados “hereges” e acabaram sendo perseguidos e anatematizados pelos falsificadores da doutrina.

Em nome de um “Mestre Iniciado” que, segundo os seus atuais seguidores, veio para libertar, prega-se abertamente contra a liberdade humana, e aqueles que se colocam a favor da liberdade são considerados “hereges”, “blasfemos”, “inimigos de Deus”. Formas novas de expressão, novos estilos musicais, livros e filmes tem sido reiteradamente apontados como “obras do diabo”, unicamente por apregoarem a liberdade. A pregação insistente de que manifestações artísticas populares, não cristãs, são necessariamente “demoníacas”, com a conseqûente e pouco disfarçada interdição da apreciação destas manifestações por membros de várias igrejas, não somente é uma maneira hipócrita de criar um “mercado alternativo” para que “artistas” de talento muitas vezes questionável possam ter seu público, mas mostra também que o caráter totalitário ainda está bem presente nas mesmas.

Em nome de um “Mestre Iniciado” que, segundo se diz, curava todas as doenças, ainda se insiste em condenar o uso de preservativos, mesmo diante da epidemia mundial de AIDS, e a se condenar o sexo antes do casamento, sem se levar em conta que nos tempos antigos as pessoas casavam-se praticamente ainda na adolescência e não desenvolviam os problemas psicológicos que podem surgir, decorrentes de um adiamento da experiência sexual em uma espera muitas vezes longa e absolutamente contrária à natureza humana.

Em nome de um “Mestre Iniciado” que, segundo afirmam, teria prometido o derramamento do “Espírito Santo” e dons espirituais genuínos a todos os que cressem, vemos hoje em inúmeras comunidades cristãs pessoas enfrentando problemas seríssimos causados por médiuns exatamente iguais aos médiuns espíritas, sujeitos exatamente aos mesmos acertos ou erros; porém, ao contrário dos médiuns espíritas conscientes e sérios, estes são extremamente pretensiosos, ignorantes e irresponsáveis. São tão ou até mais perigosos do que alguns médiuns espíritas mal orientados, pois estes nem sequer sabem que são simplesmente médiuns, conhecimento que certamente faria um grande bem às suas almas, embora possa certamente fazer um grande mal a seus enormes egos. Tais pessoas se julgam revestidas de santidade e, consequentemente, investidas de infalibilidade, “profetizando” curas e bênçãos de todos os tipos para pessoas que continuam, porém, doentes e cada vez mais distantes das bênçãos anunciadas pela própria mente do “profeta” ou por espíritos zombadores, que encontram amplo terreno para se manifestar livremente em um meio onde muitas pessoas, geralmente detendo um baixo nível de instrução, se consideram “espiritualmente infalíveis”, simplesmente por se dedicarem a práticas absolutamente inócuas e manifestamente ineficazes contra a empáfia dos mesmos, como jejuns regulares, e orações prolongadas no alto de morros tidos como “locais consagrados à oração”.

Em nome de um “Mestre Iniciado”, que segundo se diz, pregou a humildade, seus atuais discípulos fazem questão de ostentar vestuário dito “social”, numa tola demonstração de vaidade que, muitas vezes, compromete parte considerável dos rendimentos destes mesmos discípulos. É de se notar que, apesar de ninguém saber exatamente como os primeiros cristãos se trajavam, ainda existem muitos que julgam seus companheiros de crença em função do vestuário utilizado. Existe atualmente, em boa parte das igrejas cristãs, uma crescente obsessão por uma “prosperidade” que, em muitos casos, não passa de mal disfarçada megalomania, a qual muitas vezes leva a pessoa a uma situação financeira pior, às vezes até mesmo desastrosa. Apesar disso, e em flagrante constraste com o conceito de humildade, esta obsessão por bens materiais é estimulada de forma deselegantemente explícita por muitos chamados “líderes” de comunidades cristãs.

Em nome de um “Mestre Iniciado”, que enfrentou e escandalizou os hipócritas do seu tempo afirmando que meretrizes os precediam no “Reino dos Céus”, muitos dos seus atuais pretensos discípulos, demonstrando total ignorância em relação à misericórdia de tal afirmação, ainda agem exatamente como os falsos religiosos daquele tempo. Ainda hoje há frequentadores de comunidades cristãs de diversas orientações que se julgam membros de uma casta superior, desprezando e referindo-se às pessoas de outras religiões, às vezes até mesmo de outras comunidades cristãs, como se fossem “seres inferiores”.

Em nome de um “Mestre Iniciado”, que teria dito a seus discípulos que eles conheceriam a verdade e ela os libertaria, “líderes” totalmente despreparados, sem um mínimo de cultura, ou seja, conhecimento (em algumas comunidades ditas cristãs, há “líderes” e “autoridades da igreja” que mal sabem ler!), nem um mínimo de condições emocionais para cargos de liderança, oprimem seus rebanhos, impondo-lhes de forma despótica suas próprias opiniões como verdades absolutas, cujo questionamento ou é ameaçado com o “fogo do inferno”, ou dá lugar a uma sumária e piedosa exclusão da comunidade em questão.


 Notas e referências

1 – ALMEIDA, Prof. João Luiz Carvalho – INTRODUÇÃO E ANÁLISE DO ANTIGO TESTAMENTO – ed. do autor para uso no Seminário Teológico Presbiteriano do Rio de Janeiro.

2 – É bom lembrar que, embora em escala um pouco menor, ainda hoje os mesmos dogmas são utilizados para legitimar discriminações contra pessoas que não seguem cegamente as ordens das lideranças das religiões dominantes, e.g., a proibição pelo Vaticano do uso de preservativos e do sexo antes do casamento.

3 – BITTENCOURT, B. P. – O NOVO TESTAMENTO Cânon Língua Texto Rio de Janeiro e São Paulo, JUERP/ASTE


50 respostas para "Evangelismo: a maior mentira da História"

  1. 1. EMERSON disse:

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    VOCÊ TEM MAIS IMFORMASSÕES ? :shock:

    Administrador André respondeu:

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    Temos. Informação se escreve com “Ç”.

  2. 2. Marcello disse:

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    Me baseando por varias respostas de crentes aqui, parece que muitos são analfabetos funcionais… Se estão nessa condição de não serem capases de interpretar textos como eles leem o livro mitologico deles?? Seria mais um milagre do espirito santo??? :lol:
    Agora acho que fui condenado ao inferno por brincar com o “santo espirito”….heheheh :cool:

    miguel respondeu:

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    capazes…

  3. 3. Ricatdo disse:

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    OK, talvez Jesus não tenha existido mesmo. Mas não podemos tirar o mérito moral da Bíblia. É fácil para alguém letrado ter um código moral sem Deus, mas e os pobres favelados? Eu sei que a Bíblia apóia escravidão, genocídio, apedrejamento, mas isso não é mostrado na Assembléia de Deus, Universal, ou outras igrejas menores. Elas só mostra as partes boas. Tudo bem que deve ser um saco para os favelados que não ligam pra isso( Converta-se, tá amarrado em nome de Jesus), mas um garoto crente morando lá, pode pensar duas vezes antes de matar ou roubar.

    Administrador André respondeu:

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    Deve ser por isso que não tem um único crente nos presídios, não é?

    Administrador Abbadon respondeu:

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    @Ricatdo,

    Que “mérito moral” existe na Biblia ?

    Vc diz que as partes imorais nao sao mostradas nas igrejas, logo podemos concluir que a Biblia nao é adequada à moralidade atual de nossas sociedades.

    XaparraL respondeu:

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    @Ricatdo,
    (…)na Assembléia de Deus, Universal, ou outras igrejas menores. Elas só mostra as partes boas

    Por mais linda que seja uma puta, você pagaria por uma noitada sabendo que ela é um criadouro ambulante de DST?

    Estes são os pastores.
    Vendem o que interessa apenas.

    Marcos respondeu:

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    @XaparraL,
    Entre duas mentiras, eu prefiro aquela que vai me “garantir” um futuro melhor.
    Vc fica com a sua mentira e eu fico com a minha.
    Por que tudo que foi publicado neste artigo, assim com como a Bíblia, conclúi-se que são apenas narrativas, certo?
    Sendo assim eu prefiro crer que a narrativa Bíblica tem muito mais fundamento, afinal, até hj, não conheço nenhum militante anti bíblico que tenha sido realmente feliz em sua tentativa, e olha que muitos tentaram e ainda tentar combater os ensinamentos bíblicos.
    Creio que se realmente tudo que cremos é realmente mentira, esta é a mentira mais bem contada de todos os tempos e vcs até hj tentam combate-la inutilmente.
    O meu conselho: continue tentando, quem sabe um dia vcs consigam reverter a situação.

    Administrador André respondeu:

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    Acho que não tiveram sucesso porque os chefes religiosos mandaram executar sem dó nem piedade. Vide Cruzadas, Noite de São Bartolomeu, Inquisição etc. Muitos países hoje não possuem uma grande parcela de cristãos e a China anda tocando missionário de lá a toque de caixa. Depois, vcs ficam de #mimimimi

    Fabio K respondeu:

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    @André,
    Isso para não falar de países que têm sorte, como o Japão, que deveria ter sido o primeiro país cristão, fora da Europa, mas teve o bom senso de acabar com essa praga.
    Crentes, fiquem chupando o dedo. :twisted:

    Administrador Abbadon respondeu:

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    @Fabio K,

    O Japao disse NÃO ao cristianismo e mandou os missionarios e os jesuitas se foderem. Os xoguns do periodo Tokugawa viram o cristianismo como uma ameaca à sua seguranca (cultura, social, economica, etc) e o classificaram como uma doutrina perniciosa.

    Em 1639, os cristaos europeus foram expulsos do Japao. E em 1660, o cristianismo desapareceu.

    Por isso, o Japao teve melhor sorte que os demais paises que foram visitados pelos europeus. Se tivesse adotado o cristianismo, o Japao nao seria o que é hoje, e sim uma nacao de 3° Mundo igual às Filipinas ou qquer pais da America do Sul. E teriamos perdido muita coisa da cultura japonesa que tanto influencia o mundo de hoje.

    Como seria o mundo de hoje, se os colonizadores europeus nao tivessem enfiado à força o cristianismo em cima dos povos que conquistaram pela ponta da espada ?

    Nao tenho duvidas de que seria muito melhor….

    XaparraL respondeu:

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    @Marcos,
    Entre duas mentiras, eu prefiro aquela que vai me “garantir” um futuro melhor

    A preguiça mental é inerente dos crentes de qualquer espécie. Não é por menos que a maior nação católica do mundo tem um presidente analfabeto.

    Combater o evangelismo??? De onde você tirou esta idéia? O que se oferece aqui é um entendimento com argumento sólido, asno.
    Ninguém aqui está tentando torná-lo descrente, pois cabe a você ler e, se capaz, raciocinar e tirar o melhor proveito.

    Como raciocínio e religião não se misturam, continue de 4 rezando, pois para você nada além disso fará sentido.

    Hotsea (Rodrigo) respondeu:

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    @Marcos,

    Vá olhar para o ouro e ver se ele enferruja, vai… :lol:

  4. 4. Paul disse:

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    Diante da natureza humana cuja grande maioria gosta de “curtir” o ócio mental, tudo indica que as religiões persistirão por muitos anos, pois ela vai de encontro ao que é a maioria das pessoas que detesta pensar, prefere acreditar, basta acreditar e está garantido o seu futuro no reino de deus.
    Quanto ao Japão, no meio do século XVI os portugueses aportaram em Kyushu com armas de fogo e os missionários, estes foram bem recebidos, principalmente as armas de fogo, mas Toyotomi Hideyoshi ao perceber que os missionários na verdade estavam é colonizando, não só proibiu a conversão, mas baniram a religião e mandaram executar os franciscanos que insistiram em ficar. Caso os catequizadores e colonizadores não tivessem encontrado adversários capazes de desmascará-los, hoje os japoneses teriam nomes como, Imelda, Marcos, Ferdinando, e assim por diante como em Filipinas, povo vivendo na maior miséria e corrupção reinante em toda a camada dominante. Outro bom exemplo é Macau, o que era na administração portuguesa e o que é hoje.

  5. 5. Wagner disse:

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    Venho pensado em alguns dias sobre algumas coisas, sou cético em relação ao Jesus histórico, mas ainda tenho lá minhas dúvidas e espero que André me ajude! Assisti ao filme o “Deus que não estava lá” e vi uma passagem nas cartas paulinas (não me lembro qual) que dizia que se Jesus tivesse estado na terra ele nunca teria sido um Sacerdote”, o que comprovaria a inexistência do homem. Mas andei lendo novamente as cartas de Paulo e me deparei com I Coríntios, 15:3-7, que não havia visto antes, talvez por desatenção, aí me bateu a dúvida, será que essa carta foi escrita, como sugere Bruno Bauer, por um falsificador?; ou foram enxertados passagens dos Evangelhos nas cartas de Paulo por editores da Igreja? (da mesma forma como vejo em várias passagens que são trechos fiéis dos evangelhos); ou já existiam Evangelhos naquela época, já que Paulo fala várias vezes nas Escrituras (existe alguma passagem no AT que fale em ressureição ao 3º dia?)?. Outra coisa que me tenho dúvidas é em relação a Tiago que ele diz ser irmão do Senhor, mas peraí, será que Tiago, o Justo, também seria um mito ou suas relações com Paulo não passam de mentiras ditas por Paulo para armonizar com os personagens que exstiam nas escrituras, mas não na realidade? Existe algum documento histórico que comprove a existência de algum dos apóstolos? Sobre as questões teológicas, realmente tá na cara que o cristianismo primitivo era uma religião de mistério, pois beber o sangue e comer o corpo de algum deus me reporta aos rituais báquicos e mitraicos, mas será relamente que existiu algum homem que não fosse Jesus por trás do mito como atesta o Post a cima, sobre um Mestre Iniciado? (recentemente li um texto que falava das referências históricas dos conspiradores cristãos que gostaria de compartilhar aqui) Existe algum documento histórico que o comprove? Espero ansiosamente as respostas que você André sabiamente contesta aos que como eu possuem dúvidas! Abraço!!!

    Administrador André respondeu:

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    Assisti ao filme o “Deus que não estava lá” e vi uma passagem nas cartas paulinas (não me lembro qual) que dizia que se Jesus tivesse estado na terra ele nunca teria sido um Sacerdote”, o que comprovaria a inexistência do homem.

    Epa! Calma aí! Estudiosos concordam que PODE ter havido um Jesus Histórico. Isso não significa que ele seja o mesmo Jesus Bíblico. Naquela época, como hoje, o que não faltava era malucos pregando o fim-do-mundo e o advento de um reino celestial. Isso não confere poderes X-Man a esses caras. Pode ter havido um Jesus Hippie que saía pregando por todo canto? Sim, pode. Pode ter havido acontecimentos como a Bíblia relata? Não, pois não há relatos paralelos e a própria História coloca em xeque muitas passagens.

    Mas andei lendo novamente as cartas de Paulo e me deparei com I Coríntios, 15:3-7, que não havia visto antes, talvez por desatenção, aí me bateu a dúvida, será que essa carta foi escrita, como sugere Bruno Bauer, por um falsificador?

    Hummm, difícil responder. Paulo nunca conheceu Jesus, logo os relatos dele são de terceiros. Ele pode ter ouvido o galo cantar e não saber onde. PODE ser uma adição posterior, ou não. Não temos os originais dos textos. Isso não implica que aquilo ocorreu, é claro. Mas tb não implica que alguém falsificou (estou me referindo a este trecho em específico).

    ou foram enxertados passagens dos Evangelhos nas cartas de Paulo por editores da Igreja? (da mesma forma como vejo em várias passagens que são trechos fiéis dos evangelhos)

    Algumas passagens são fiéis, mas discordam de certas passagens de outros evangelhos. Não há concordância absoluta entre os 4 Evangelhos.

    ou já existiam Evangelhos naquela época, já que Paulo fala várias vezes nas Escrituras

    Sim, existiam, mas não haviam sido reunidos num único cânone.

    existe alguma passagem no AT que fale em ressureição ao 3º dia?

    Não.

    Outra coisa que me tenho dúvidas é em relação a Tiago que ele diz ser irmão do Senhor, mas peraí, será que Tiago, o Justo, também seria um mito ou suas relações com Paulo não passam de mentiras ditas por Paulo para armonizar com os personagens que exstiam nas escrituras, mas não na realidade?

    Tiago não falou nada, pois não temos nenhum documento de sua autoria. Ele pode ter existido e sido irmão do Jesus Histórico. Não temos como saber.

    Existe algum documento histórico que comprove a existência de algum dos apóstolos?

    Não, mas também não se tem documentos que contradigam. Naquela época não havia certidão de nascimento entre judeus.

    Sobre as questões teológicas, realmente tá na cara que o cristianismo primitivo era uma religião de mistério, pois beber o sangue e comer o corpo de algum deus me reporta aos rituais báquicos e mitraicos

    Não é bem assim. No início, não havia estas coisas de “beber o sangue” nos cristãos primitivos. E mesmo que houvesse… bem, não quer dizer muita coisa, pois havia CENTENAS de vertentes cristãs primitivas. Cada uma com teologia e ritos próprios.

    mas será relamente que existiu algum homem que não fosse Jesus por trás do mito como atesta o Post a cima, sobre um Mestre Iniciado?

    O artigo, cuja autoria está bem indicada, não é meu e eu não concordo com certas partes. postei para ser uma fonte independente e que eu achei interessante compartilhar. Não me sinto, entretanto, na obrigação de concordar 100%. Esse negócio de “mestre iniciado” para mim é bobagem espiritualista. Mas, como já vi gente defendendo que Saint Germain era encarnação de São José e veio a Terra para trazer Jesus blábláblá, não me espanta em nada usarem tais terminologias, que não são reconhecidas por outros cristãos e muito menos por acadêmicos sérios.

    recentemente li um texto que falava das referências históricas dos conspiradores cristãos que gostaria de compartilhar aqui

    Link, por favor.

    Existe algum documento histórico que o comprove?

    Não entendi. Comprovar o que? Que houve um Herodes Antipas, Pôncio Pilatos e Caifás? Sim, são personagens históricos comprovados. O que isso significa? Nada. Isso não prova que houve um Jesus Bíblico, assim como a existência do Empire State não prova que o King Kong existiu.

    Wagner respondeu:

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    @André, descobri que o artigo que citei pertence a este site e se chama “A maior invenção da indústria da fé”. Você assistiu ao documentário que citei? Bem eu li aqui neste site vários artigos sobre a inexistência de um Jesus histórico (você ja visitou o site JESUSNEVEREXISTED?) e você me diz que PODE ter existido um:

    Epa! Calma aí! Estudiosos concordam que PODE ter havido um Jesus Histórico. Isso não significa que ele seja o mesmo Jesus Bíblico. Naquela época, como hoje, o que não faltava era malucos pregando o fim-do-mundo e o advento de um reino celestial. Isso não confere poderes X-Man a esses caras. Pode ter havido um Jesus Hippie que saía pregando por todo canto? Sim, pode.

    Tiago não falou nada, pois não temos nenhum documento de sua autoria. (Então você quer dizer que os autores dos evangelhos foram os próprio apóstolos?) Ele PODE ter existido e SIDO irmão do Jesus Histórico. Não temos como saber.

    Como assim, só falta você me falar que esses estudiosos afirmam que Jesus ressucitou ao 3º dia? Bem e se formos dar crédito a Paulo teríamos que creer que realmente esse Hércules palestino ressucitou ao 3º dia e que apareceu para uma multidão de mais de 500 pessoas que nunca saberemos quem foram e etc. Dessa forma gostaria de saber porque somente Paulo escreveu sobre esses homens, Pedro, Tiago e Jesus, sobre esses milagres fantasiosos e se Jesus relamente lhe apareceu, para onde foi? Será que Dan Brown estava certo :lol: .:

    Isso não implica que aquilo ocorreu, é claro. MAS tb não implica que alguém falsificou (estou me referindo a este trecho em específico).

    O que poderia ser dito que realmente Paulo o havia escrito e relatado ou melhor inventado ou posteriormente anexado.

    Bem se depender de estudiosos que atestam a existência de um Jesus histórico deveríamos dar créditos aos que não fazem o mesmo, não concorda? Bem quer dizer que pode ter existido um Jesus histórico, mas que ninguém com exceção de Paulo o cita, referindo-se ao mesmo como um deus e que mantém relações fiéis aos Evangelhos, pelo menos os sinóticos e em grande parte. Aliás e se não existiu o ritual do vinho e do pão como você disse que provavelmente não houve, como Paulo afirma que havia, não era aquela tradição a dos cristãos primitivos, ou Paulo o copiou dos adoradores de Baco? ou inventou com base na adoração de Baco? 1Coríntios 11:23-24-25: Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído (identico ao dos evangelhos e como ele poderia saber disso se não houvesse uma tradição por trás?), tomou o pão; E tendo dado graças, o repartiu e disse: Tomai, comei; isto é meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. semelhantemente também, despois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.”

    Será que Paulo herdou alguma coisa dos seus ensinamentos em Qumran, como alguns autores dizem, ou é mais fácil aceitar que ele inventou tudo com base nas escrituras que corriam na época, inventou um Jesus, um Tiago e um Pedro de carne e osso e soprou em suas narinas para que lhes desse vida.

    Agora Em relação a Paulo, quais os estudiosos, com exceção de Bruno Bauer, criticaram suas cartas e quais os documentos que comprovam a existência de Paulo (isso é uma dúvida não uma pergunta retórica)? Estudar o cristianismo parece o cachorro perseguindo o próprio rabo, uns dizem uma coisa, outros dizem outra, outros dizem uma coisa e depois afirmam outra, em quem confiar?
    Tudo bem que algumas coisas que Paulo diz se opõe aos Evangelhos, mas como negar a influência desses nas cartas de Paulo se o mesmo afirma: Romanos 1:3-4: “Acerca de seu filho que nasceu de Davi segundo a carne; Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressureição dentre os mortos, – Jesus Cristo, nosso Senhor”, Gálatas 1:18-19: “Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro, e fiquei com ele 15 dias.E não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão do Senhor”. Então Pedro não era apóstolo, mas sim Tiago. Se Paulo não era visto como mentiroso, para que ele testificaria que não mentia? Gal. 1:20: “Ora, acerca do que vos escrevo, eis que diante de Deus testifico que não minto.”
    É óbvio que Paulo teve acesso aos Evangelhos, mesmo que oralmente, pois se não fosse o mesmo, como ele teria ciência sobre as Teologia da Tradição cristã, sobre detalhes que só se encontra nos mesmo, como a ressureição ao 3º dia, a decendência de Davi segundo a carne, a relação de parentesco entre Jesus e Tiago.” Pelo que verifico nas cartas paulinas, Paulo era visto como um mentiroso descarado e ainda afirmou o mesmo. Rom. 3:7: “Mas se pela minha mentira abundou mais a verdadede Deus para glória sua, por que sou eu ainda julgado também como pecdor?”

    E ainda tem estudioso que dá crédito a essas coisas!
    E então André, eu lhe peço que me responda as minhas indagações.
    Só escrevo novamente porque o seu comentário sobre minhas perguntas, me deixaram com mais dúvidas ainda.

    Administrador André respondeu:

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    descobri que o artigo que citei pertence a este site e se chama “A maior invenção da indústria da fé”. Você assistiu ao documentário que citei? Bem eu li aqui neste site vários artigos sobre a inexistência de um Jesus histórico (você ja visitou o site JESUSNEVEREXISTED?) e você me diz que PODE ter existido um

    Sim, eu disse. Por acaso vc leu TUDO o que escrevi?

    Como assim, só falta você me falar que esses estudiosos afirmam que Jesus ressucitou ao 3º dia?

    Leia o que eu escrevi. Se não entender, leia de novo e de novo.

    Bem e se formos dar crédito a Paulo teríamos que creer que realmente esse Hércules palestino ressucitou ao 3º dia e que apareceu para uma multidão de mais de 500 pessoas que nunca saberemos quem foram e etc.

    Eu falei que tinhamos que dar crédito a Paulo? Você leu a parte que eu disse que o testemunho dele era baseado em relatos de terceiros? E não mencione dan Braown num debate sério.

    Dessa forma gostaria de saber porque somente Paulo escreveu sobre esses homens, Pedro, Tiago e Jesus, sobre esses milagres fantasiosos e se Jesus relamente lhe apareceu, para onde foi? Será que Dan Brown estava certo

    Filhotinho, quem te falou que somente Paulo escreveu sobre eles?

    Isso não implica que aquilo ocorreu, é claro. MAS tb não implica que alguém falsificou (estou me referindo a este trecho em específico).

    PODE ter sido fasificado, pode não ter sido. Pode ser apenas o que disseram pra Paulo e ele acreditou. Não sabemos.

    O que poderia ser dito que realmente Paulo o havia escrito e relatado ou melhor inventado ou posteriormente anexado.

    Isso está cansando. Detesto qdo não leem o que escrevo.

    Bem se depender de estudiosos que atestam a existência de um Jesus histórico deveríamos dar créditos aos que não fazem o mesmo, não concorda?

    Não vou falar de novo a diferença entre o Jesus histórico e o Jesus Bíblico.

    Bem quer dizer que pode ter existido um Jesus histórico, mas que ninguém com exceção de Paulo o cita, referindo-se ao mesmo como um deus e que mantém relações fiéis aos Evangelhos, pelo menos os sinóticos e em grande parte.

    Vc já ouviu falar dos Documentos de Nag Hammadi?

    Aliás e se não existiu o ritual do vinho e do pão como você disse que provavelmente não houve, como Paulo afirma que havia, não era aquela tradição a dos cristãos primitivos, ou Paulo o copiou dos adoradores de Baco?

    PUTA QUE PARIU! Vc falou sangue, não mude as palavras.

    ou inventou com base na adoração de Baco?

    E por que um JUDEU usaria um ritual romano como parâmetro?

    1Coríntios 11:23-24-25: Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído (identico ao dos evangelhos e como ele poderia saber disso se não houvesse uma tradição por trás?)

    Porra, cacete, entenda: não havi a Bíblia, mas os textos dos Evangelhos já circulavam por aquela época.

    Será que Paulo herdou alguma coisa dos seus ensinamentos em Qumran

    Qumran? Mas Qumran não tem nada a ver com cristianismo. São documentos judaicos!

    como alguns autores dizem, ou é mais fácil aceitar que ele inventou tudo com base nas escrituras que corriam na época, inventou um Jesus, um Tiago e um Pedro de carne e osso e soprou em suas narinas para que lhes desse vida.

    Teólogos de fim-de-semana…

    Agora Em relação a Paulo, quais os estudiosos, com exceção de Bruno Bauer, criticaram suas cartas e quais os documentos que comprovam a existência de Paulo (isso é uma dúvida não uma pergunta retórica)?

    Leia estudiosos modernos, como Geza Vermes, Bart Ehrman, J.P. Meier, Karen Armstrong entre outros.

    Estudar o cristianismo parece o cachorro perseguindo o próprio rabo, uns dizem uma coisa, outros dizem outra, outros dizem uma coisa e depois afirmam outra, em quem confiar?

    Ninguém. Confie-se nas obras e compare. É assim que se estuda. Se vc quer acreditar em historiadores ao invés das demonstrações de suas teses, vc tá no caminho errado. Muito errado.

    Tudo bem que algumas coisas que Paulo diz se opõe aos Evangelhos, mas como negar a influência desses nas cartas de Paulo se o mesmo afirma(…)

    E quem falou que não influenciaram?

    É óbvio que Paulo teve acesso aos Evangelhos, mesmo que oralmente, pois se não fosse o mesmo, como ele teria ciência sobre as Teologia da Tradição cristã, sobre detalhes que só se encontra nos mesmo, como a ressureição ao 3º dia, a decendência de Davi segundo a carne, a relação de parentesco entre Jesus e Tiago.

    Porra, e o que foi que eu falei antes?

    Pelo que verifico nas cartas paulinas, Paulo era visto como um mentiroso descarado e ainda afirmou o mesmo. Rom. 3:7: “Mas se pela minha mentira abundou mais a verdadede Deus para glória sua, por que sou eu ainda julgado também como pecdor?”

    hehehe Ele foi expulso de muitas cidades. Onray o considera um louco lunático e esquizofrênico.

    E ainda tem estudioso que dá crédito a essas coisas!

    Vc se engana. Um historiador não dá crédiuto ao que está escrito. Ele dá ou deixa de dar crétido à autenmticidade do documento. nem por isso eles atestam que o documento é a prova absoluta da verdade. Mas que os textos foram escritos por um autor do século I, isso é inegável, dada a estilística da escrita e os documentos até agora encontrados.

    E então André, eu lhe peço que me responda as minhas indagações.

    Eu já respondi. Se vc não entendeu, a culpa não é minha. Feliz Ano Novo.

    Wagner respondeu:

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    @André, égua andré tu ficas o dia todo aí, ía abrir somente amanhã, mas vi que vc já havia respondido. rsrs Feliz Ano Novo!!!

    Wagner respondeu:

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    @Wagner, só um detalhe, eu sei que não existia Bíblia naquele tempo, eu não sou idiota o bastante, mas como você afirmou e eu supus, havia escritos circulando na época. Escrevi aquelas alegações afim de que os argumentos de Paulo não pudessem parecer plasíveis e sim invenções. Sobre a sua alegação de que Paulo era Judeu, bem o próprio fala em 1 Corintios 9:20: “E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus…”

    Sobre o seu: PUTA QUE PARIU! Vc falou sangue, não mude as palavras.

    Bem o o vinho simbolizava o sangue e o pão o corpo assim como no ritual báquico, qualquer estudioso sobre mitologia sabe disso. Bem eu poderia até dizer que os cristãos primitivos já encoporavam paralelos com religiões pagãs, como tantos e tantos autores já escreveram.

    Olha eu não quero te aborrecer, então não se irrite. Obrigado pelas respostas e pelo nome dos autores.

    Administrador André respondeu:

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    1) Paulo não se fez judeu. Ele era. Depois se converteu. Fez-se judeu no sentido que os judeus tinham sua comunidade afastada dos demais gentios.

    2)Faça o favor de colocar bibliografia fazendo a relação pagã entre o cristianismo primitivo e as demais religiões.

    3) Leia os autores supracitados.

  6. 6. Wagner disse:

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    Judentum und Hellenismus : Studien zu ihrer Begegnung unter Berücksichtigung Palästinas bis zur Mitte des 2 Jh.s v.Chr.. Tübingen: J.C.B. Mohr, 1973
    Judaism and Hellenism : Studies in Their Encounter in Palestine During the Early Hellenistic Period. 1st English ed. 2 vols. London: SCM Press, 1974.
    Crucifixion in the Ancient World and the Folly of the Message of the Cross. Philadelphia, Pa.: Fortress Press, 1977.
    The Jesus Mysteries: Was the “Original Jesus” a Pagan God? by Timothy Freke and Peter Gandy.
    Powell, Barry B., Classical Myth Second ed. With new translations of ancient texts by Herbert M. Howe. Upper Saddle River, New Jersey: Prentice-Hall, Inc., 1998.

    Assista também “The Hidden Story of Jesus” feita por Robert Beckford que sem querer mostra mais que evidentemente a relação do mito Jesus com outros deuses pagãos.

    Administrador André respondeu:

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    Ah, tá bom. Vc leu tudo isso. Ok, vou ser bondoso e considerar.

    Sua proposição é a relação entre judaísmo e helenismo (primeira fonte)? Isso não é bem o que falamos, é?

    Segundo, crucificação no mundo antigo? WTF?

    Terceiro: Foi Jesus um Deus Pagão? Engraçado que os HISTORIADORES que eu citei nunca fizeram menção a esse cara, que é… filósofo? Hummm. Mas, pelo menos ele faz shows (vide o site dele). Cool! Artigo em publicação indexada? Nenhum.

    Desculpe, mas não me ligo muito em documentários de vídeo, só trabalhos acadêmicos. Ter zilhões de documentários até a Fundação Templeton tem. Agora, posso ver uma coisa muito interessante que destrona seu amiguinho Beckford:

    The Secret Family of Jesus

    December 2006, Channel 4

    In The Secret Family of Jesus, Robert Beckford explores THE HISTORICAL EVIDENCE for claims that Jesus had brothers and sisters, cousins, aunts, uncles and nephews, as well as a deep friendship with Mary Magdalene.

    Boa sorte pra ele. Ele será o único que possui evidências de tais coisas. Acadêmicos especializados em História Antiga não possuem tais evidências sobre o Jesus Histórico. O Bíblico é moleza, pois a própria Bíblia fala que ele tinha irmão (e gêmeo, hehehe), pai, mãe, tia e primos. Provar isso do Jesus Histórico é algo que eu me alegraria muito de ver. Eu e acadêmicos sérios e não “tiólogos” de documentários (Jacobovici? Alguém?)

    Mas Beckford deve ser uma sumidade. Legal! Ele alega que Krishna foi nascido de uma virgem, o que é uma grossa tolice, já que ele não tinha pais. E não me venha com a similaridade de Krishna e Cristo, se não quiser passar vergonha. Uma pista: Paneleiro, Bicha e Banheiro (todas elas da língua portuguesa). E mesmo que tenha tido, duvido muito que os reis tenham ficado casados sem fuc-fuc. Eu li o Bagavad-Gita e não encontrei nada nesse sentido. Krishna não era “O” deus. Ele era a encarnação de Vishnu, que faz parte da Santíssima Trindade Védica: Brahma, Vishnu e Shiva: o princípio da criação, equilíbrio e destruição para que haja um novo ciclo. Shiva não é uma entidade maléfica, portanto, esqueça o desenho do Shurato.

    Para aniquilar de vez, hindus são politeístas. Assim, nem mesmo haviam 3 deuses, mas milhares (como os romanos e gregos)! Qualquer um com um mínimo de conhecimento em Estatística poderia ver que fatalmente haverá uma co-relação com algum outro deus. Agora, dizer que Jay Cee serviu vinho e distribuiu pão evidencia ligação direta com religiões pagãs, dá licença, vou dar uma saída pra gargalhar e volto mais tarde.

    Beckman… Pffffff!!!! Leia coisa melhor, filho.

  7. 7. Wagner disse:

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    Ah, tá bom. Vc leu tudo isso. Ok, vou ser bondoso e considerar.

    Só o resumo.

    Sua proposição é a relação entre judaísmo e helenismo (primeira fonte)? Isso não é bem o que falamos, é?

    Sim, pois falamos do ritual báquico e você pediu para fazer a relação bibliográfica, fazendo relações entre cristianismo e relgiões pagãs. Como consta nesses trabalhos apresenta o consumo de vinho e do pão como paralelos entre a última ceia. De fato no Livro de Ouro do Deuses e Deusas de Elizabeth Hallam narra que Dionísio era popular entre as mulheres, outro paralelo com a figura de Jesus. Também nos livros que citei anteriormente, antes do consumo com pão e vinho ter sido usado pelos participantes do culto, as bacantes e os sátiros, embriagados, caçavam um bode que simbolizaria Dionísio e o comiam cru e bebiam seu sangue, sendo que a rendenção dos seguidores viria através desse ato.

    Segundo, crucificação no mundo antigo?

    Bem isso pesquisei pouco, não vou comentar aqui.

    Terceiro: Foi Jesus um Deus Pagão? Engraçado que os HISTORIADORES que eu citei nunca fizeram menção a esse cara, que é… filósofo? Hummm. Mas, pelo menos ele faz shows (vide o site dele). Cool! Artigo em publicação indexada? Nenhum.

    Bem antes de serem historiadores, esses caras eram cristãos ou são cristãos e sempre pensaram em Jesus como um ser humano, não considerando os paralelos com outras religiões, então eles fizeram o caminho inverso de outros autores que consideram a questão do mito Jesus. Geza Vermes foi padre, Bart Ehrman formado em teologia e PhD já foi evangélico, J. P. Meier sempre escreve sobre o Jesus que PODE ter sido histórico (aposto que nunca o considerou um mito) e Karen Armstrong já foi freira, o fato é que essas pessoas nunca se dispuseram a pensar em Jesus como um mito. Acho também que deveríamos considerar que Dionísio deve ter existido, já que os relatos sobre ele são tão consistentes não acha? Exceto ele ter nascido da coxa de Zeus! Bem isso é outra história. O fato é que se um desses autores se propusessem a considerar Jesus como mito, perderiam seu Status, já que 95% dos historiadores ocidentais são cristãos.

    Sobre Beckford, ele é um teólogo fundamentalista cristão, mas isso não faz com que as evidências sobre os paralelos possam ser descartados no seu documentário. Exclua tudo o que ele vir a falar e somente aceite o que falam os especialistas, sem considerar o fato da existência de cristo.

    Você falou em Trindade, Paulo fala em Trindade, mas isso já existia muito antes, como você citou sobre a Trindade Hindu, mas se esqueceu da Trindade Egípcia que são Amon, Re e Ptah, as três dinvindades mais importantes do panteão Egípcio.

    Mas Beckford deve ser uma sumidade. Legal! Ele alega que Krishna foi nascido de uma virgem, o que é uma grossa tolice, já que ele não tinha pais.

    Tolo é você que não conhece as histórias dos deuses. Não era Krishna que não tinha pais, mas sim Vishnu que fecundou Devaki, que deveras não era virgem, mas que teve seu filho milagrosamente, com um fio de cabelo preto do deus colocado no seu ventre, o porquê de Krishna ter nascido daquela cor. Ao mesmo tempo Krishna era a encarnação do deus Vishnu igualmete a Jesus que era a encarnação de Yahweh.

    Caro André, há várias relações entre as religiões pagãs e o cristianismo, pena que por causa da supremacia cristã no meio acadêmico, muito dos trabalhos que poderiam ser feitos para comprovar os mesmo são censurados ou desacreditados.

    Administrador André respondeu:

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    Sim, pois falamos do ritual báquico e você pediu para fazer a relação bibliográfica, fazendo relações entre cristianismo e relgiões pagãs. Como consta nesses trabalhos apresenta o consumo de vinho e do pão como paralelos entre a última ceia.

    Eu posso comparar qualquer coisa, como os diversos mitos sobre enchentes. Até mesmo entre algumas tribos indígenas do Brasil há esses mitos. Isso estabelece uma relação entre o Dilúvio Hebraico com os mitos do Brasil? Acho que não.

    De fato no Livro de Ouro do Deuses e Deusas de Elizabeth Hallam narra que Dionísio era popular entre as mulheres, outro paralelo com a figura de Jesus.

    Grandes coisas. O mesmo posso dizer de vários deuses hindus, persas etc.

    Também nos livros que citei anteriormente, antes do consumo com pão e vinho ter sido usado pelos participantes do culto, as bacantes e os sátiros, embriagados, caçavam um bode que simbolizaria Dionísio e o comiam cru e bebiam seu sangue, sendo que a rendenção dos seguidores viria através desse ato.

    Nas minhas Bíblias não fala-se nada de bodes na Santa Ceia.

    Bem antes de serem historiadores, esses caras eram cristãos ou são cristãos e sempre pensaram em Jesus como um ser humano, não considerando os paralelos com outras religiões, então eles fizeram o caminho inverso de outros autores que consideram a questão do mito Jesus.

    Enquanto isso, vc prefere teólogos. Sei.

    Geza Vermes foi padre, Bart Ehrman formado em teologia e PhD já foi evangélico, J. P. Meier sempre escreve sobre o Jesus que PODE ter sido histórico (aposto que nunca o considerou um mito) e Karen Armstrong já foi freira, o fato é que essas pessoas nunca se dispuseram a pensar em Jesus como um mito.

    Prova que vc nunca leu nenhum livro deles. Nem mesmo Rudolf Bultmann acreditava no Jesus Bíblico (o BÍBLICO!!!). O que os autores citados por mim, os quais vc NÃO LEU, fazem é estudar os contextos históricos e inclusive apontam os severos erros e anacronismos contidos no NT. Eles separam quem teria sido o personagem Jesus, homem, pregador, andarilho, whatever, do personagem criado nas páginas do NT. Mas, como vc não leu, só lhe resta fazer especulações com ad hominens velados, desqualificando os estudiosos só porque professa(ra)m alguma fé um dia. Isso não é muito honesto. O nome disso é falácia do Escocês.

    Acho também que deveríamos considerar que Dionísio deve ter existido, já que os relatos sobre ele são tão consistentes não acha?

    Sim, PODE ter havido um Dionísio histórico sem poderes X-Men. Assim como os historiadores que eu citei alegam a existência de um rabino no século 1 que NÃO TINHA poderes X-Men.

    Acho que nunca houve uma cidade de Tróia, já que Afrodite, Zeus, Éres etc são entidades míticas. Patético! Lamento se vc não foi capaz de entender a situação.

    Mentira, não lamento nada além da perda de meu precioso tempo repetindo algo que já disse, mas que vc não teve condição de entender, simplesmente porque não quis entender (estou sendo gentil em inferir que vc tem inteligência para entender, mas não quis).

    Exceto ele ter nascido da coxa de Zeus! Bem isso é outra história. O fato é que se um desses autores se propusessem a considerar Jesus como mito, perderiam seu Status, já que 95% dos historiadores ocidentais são cristãos.

    Falácia do Escocês. Vai ver Zeitgeist, vai. Estou perdendo a paciência consigo. Prefiro responder ao Sabino.

    Sobre Beckford, ele é um teólogo fundamentalista cristão, mas isso não faz com que as evidências sobre os paralelos possam ser descartados no seu documentário. Exclua tudo o que ele vir a falar e somente aceite o que falam os especialistas, sem considerar o fato da existência de cristo.

    Deixe-me ver… Eu não posso levar em consideração a palavra de HISTORIADORES pelo fato deles serem (ou terem sido) cristãos. Mas eu tenho que aceitar um TEÓLOGO FUNDAMENTALISTA – que eu desacreditei com muita facilidade, por sinal – falando besteiras, porque ele coaduna com a SUA opinião? Ok, vc não merece muito mais minha atenção. Será seu último post que eu irei responder. Aproveite e leia até o final.

    Você falou em Trindade, Paulo fala em Trindade

    E?

    mas isso já existia muito antes, como você citou sobre a Trindade Hindu, mas se esqueceu da Trindade Egípcia que são Amon, Re e Ptah, as três dinvindades mais importantes do panteão Egípcio.

    E?

    Tolo é você que não conhece as histórias dos deuses. Não era Krishna que não tinha pais, mas sim Vishnu que fecundou Devaki, que deveras não era virgem, mas que teve seu filho milagrosamente, com um fio de cabelo preto do deus colocado no seu ventre, o porquê de Krishna ter nascido daquela cor.

    Devaki não era virgem, mesmo porque teve 8 filhos ANTES. E sim, se Krishna foi resultado de uma Santa Fecundação, Batman, então ele não tinha pai. Só falta vc falar que houve massacre de inocentes na Índia, né? Fim da linha, seu argumento foi destroçado! Vai apelar pra quem agora? Hórus?

    Ao mesmo tempo Krishna era a encarnação do deus Vishnu igualmete a Jesus que era a encarnação de Yahweh.

    Nota Zero em Cristianismo pra você. Jesus NUNCA foi encarnação de Javé, cara. Se era, me diga: Quem disse a frase “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Mateus 3:17, Almeida Corrigida e Fiel), durante o batismo de Jesus, hein? Foi Krishna, Hórus ou seu amigo Beckford?

    Caro André, há várias relações entre as religiões pagãs e o cristianismo, pena que por causa da supremacia cristã no meio acadêmico, muito dos trabalhos que poderiam ser feitos para comprovar os mesmo são censurados ou desacreditados.

    Adoro gente que preza por teorias conspiratórias. Até mais. Não darei mais atenção aos seus desatinos, falácias e besteiras Zeitgeistianas.

    Jesus é encarnação de Javé… Essa é boa!

  8. 8. Wagner disse:

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    Ah André obrigado pela sua ajuda. Percebi que a Passagem de Favio Josefo sobre Tiago também foi adulterada, muito obrigado!!!

  9. 9. Wagner disse:

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    E de qual deus Jesus seria filho então André? Elohim?

    Administrador André respondeu:

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    Cansei de discutir com trolls iletrados, cuja “intilijênça” provém de documentários.

    Do alto dos meus poderes divinos eu declaro que vc perdeu o direito de comentar. Quando eu mudar de idéia, eu retiro o bloqueio. Vai se divertir com os vídeos do seu “tiólogo”.

    Nada pior que ateu-de-fim-de-semana.

  10. 10. Thiago disse:

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    Excelente artigo, tanto na parte histórica , quanto na parte reflexiva.

    Mas no entanto, o texto me despertou algumas dúvidas. Uma, seria na medida que o texto diz :

    “Em nome de um “Mestre Iniciado” que jamais pregou a violência ou o extermínio de seguidores de quaisquer outros cultos”

    Como assim, “jamais”? Puxa, o cara mandou exterminar quem não se submetesse a ele, mandou odiar os pais, disse que quem não permanecesse nele iria ser jogado na fornalha acessa, onde haveria “ranger de dentes”, mandou comprar espadas,atacou mercadores com um chicote, falou que não ia trazer paz a Terra e sim uma espada. Como poderia ser isso algo pacífico ? :shock:

    Eu sei que os textos neotestamentários que temos hoje, sofreram várias adulterações, que se diferem mto dos textos originais e etc… E queria saber a respeito disso, se as ideias de Jesus, que eu citei, eram algo que contiam nos textos em grego mais próximos possíveis dos originais, ou se foram inserções posteriores.

    Outra dúvida,seria mais uma recomendação que eu pediria a vcs. :roll:
    O texto afirma que é possível fazer download dos evangelhos apócrifos, e gostaria de saber se vcs poderiam me indicar um site confiável onde eu poderia baixar não só os livros apócrifos do NT, como também os do VT.

    Abraços

    Thiago respondeu:

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    @Thiago,

    Olá.

    Alguém poderia responder minhas perguntas ?

    Abraços

  11. 11. uberfram de souza disse:

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    OI BOM DIA
    AMIGO VOCÊ DIZ QUE “NA NARRATIVA DE PEDRO, NOS EVANGELHOS APÓCRIFOS, JESUS É VERSADO EM ASTROLOGIA.
    SE VOCÊ TIVESSE CRIADO O UNIVERSO, VOCÊ TERIA ALGUMA DUVIDA SOBRE ELE?
    SABE O PORQUE JESUS RESPONDEU AO FILÓSOFO, ASTRONOMO SÁBIO? SIMPLISMENTE PORQUE ELE “JESUS” É O CRIADOR DE TODAS AS COISAS! COLOSSENSES 1:16.
    A QUANDO NOS REREFERIMOS A PALAVRA “ASTRLOGIA” DEVEMOS SER BEM CLARO QUE É A MENTIRA DE SABER AS COISAS FUTURAS ATRAVEZ DOS ASTOROS.
    JESUS AO EXPLICAR SOBRE OS ASTROS, NÃO QUIS DIZER QUE ADVINHAVA O FUTURO POR MEIO DOS ASTROS, MAS ELE FALOU DOS ASTROS, QUE ELE CONECE MUITO BEM, POIS, FOI ELE MESMO QUE OS CRIOU!
    E EM NENHUM LUGAR VOCÊ VAI LER QUE JESUS ADOROU OU DEIXOU ENTENDIDO QUE ERA PRA ADORAR OS ASTROS, PELO CONTRARIO ELE DISSE A SATANAS QUE O UNICO DIGNO DE SER ADORADO É DEUS – MATEUS 4:8-11
    ABRAÇO E DEUS TE ABENÇOE!

    Administrador André respondeu:

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    AMIGO VOCÊ DIZ QUE “NA NARRATIVA DE PEDRO, NOS EVANGELHOS APÓCRIFOS, JESUS É VERSADO EM ASTROLOGIA.
    SE VOCÊ TIVESSE CRIADO O UNIVERSO, VOCÊ TERIA ALGUMA DUVIDA SOBRE ELE?

    Em qual parte da Bíblia diz que Jesus criou o Universo? Ele mesmo falou que ele não era bom e sim o pai. Por que ele estava falando de outra pessoa/entidade/whatever?

    SABE O PORQUE JESUS RESPONDEU AO FILÓSOFO, ASTRONOMO SÁBIO? SIMPLISMENTE PORQUE ELE “JESUS” É O CRIADOR DE TODAS AS COISAS! COLOSSENSES 1:16.

    Jesus não falou isso. Quem falou foi Saulo. Jesus era o filho de Deus e fim. Reitero: Jesus nunca disse que ele ERA deus. Ele disse que era FILHO dele. Sai dessa agora.

    A QUANDO NOS REREFERIMOS A PALAVRA “ASTRLOGIA” DEVEMOS SER BEM CLARO QUE É A MENTIRA DE SABER AS COISAS FUTURAS ATRAVEZ DOS ASTOROS.

    Evangelismo é outra mentira. Empataram!

    JESUS AO EXPLICAR SOBRE OS ASTROS, NÃO QUIS DIZER QUE ADVINHAVA O FUTURO POR MEIO DOS ASTROS, MAS ELE FALOU DOS ASTROS, QUE ELE CONECE MUITO BEM, POIS, FOI ELE MESMO QUE OS CRIOU!

    Me mostre a passagem dos EVANGELHOS afirmando isso. Lembre-se que citar João cap. 1 lhe obrigará a encontrara passagem semelhante nos demais evangelhos. :mrgreen:

    E EM NENHUM LUGAR VOCÊ VAI LER QUE JESUS ADOROU OU DEIXOU ENTENDIDO QUE ERA PRA ADORAR OS ASTROS, PELO CONTRARIO ELE DISSE A SATANAS QUE O UNICO DIGNO DE SER ADORADO É DEUS – MATEUS 4:8-11

    Falou bem. Ele disse DEUS e não ELE, Jesus. Sai dessa. ;)

  12. 12. uberfram de souza disse:

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    Em qual parte da Bíblia diz que Jesus criou o Universo? Ele mesmo falou que ele não era bom e sim o pai. Por que ele estava falando de outra pessoa/entidade/whatever?
    uma coisa você deve saber as Escrituras interpretam as próprias Escrituras, e se você isolar algum texto da Bilbia e tentar explicar fora do seu contexto terá um pretexto. não sei se você quis se fazer de cego quando eu citei colossenses 1:16, mas dessa fez não vai dá pra se fazer de ceguinho,pois vou digitar pra você amiguinho. ” pois, Nele foram criadas TODAS AS COISAS, NO CEUS E SOBRE A TERRA, AS INVISIVEIS, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potesdades. TUDO FOI CIRADO POR MEIO DELE E PARA ELE. Quer mais um pouco então toma: Hebreus 1:8 ” mas a respeito do filho ele disse: o teu reino o Deus, vai durar para todo o sempre.

    Jesus não falou isso. Quem falou foi Saulo. Jesus era o filho de Deus e fim. Reitero: Jesus nunca disse que ele ERA deus. Ele disse que era FILHO dele. Sai dessa agora.

    se não foi jesus que foi interrogado então a sua citação no texto está errada, pois lá voce explica que foi jesus que foi interrogado e não paulo!

    Evangelismo é outra mentira. Empataram!
    com essa sua resposta vc concordou que a astrologia é uma mentira assim como vc diz que o evangelho é, então vc discorda e combate uma mentira pra seguir a outra?

    Administrador André respondeu:

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    uma coisa você deve saber as Escrituras interpretam as próprias Escrituras

    Não interpretam não. Abaixo direi o pq.

    e se você isolar algum texto da Bilbia e tentar explicar fora do seu contexto terá um pretexto.

    E mesmo assim, temos milharesa de contradições,. Explique isso.

    não sei se você quis se fazer de cego quando eu citei colossenses 1:16, mas dessa fez não vai dá pra se fazer de ceguinho,pois vou digitar pra você amiguinho. ” pois, Nele foram criadas TODAS AS COISAS, NO CEUS E SOBRE A TERRA, AS INVISIVEIS, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potesdades. TUDO FOI CIRADO POR MEIO DELE E PARA ELE. Quer mais um pouco então toma: Hebreus 1:8 ” mas a respeito do filho ele disse: o teu reino o Deus, vai durar para todo o sempre.

    E daí? Isso está escrito nos Evangelhos? Deixa titio te dizer uma coisinha: Sabe porque Saulo NÃO EXPLICA Evangelho nenhum? Por que o mais antigo dos Evangelhos é o de Marcos, que foi escrito no ano 70 E.C. Os escritos de Saulo foram escritos no ano 50 E.C. Sacou? Saulo não faz NENHUMA alusão aos Evangelhos, pois eles ainda nem tinham sido escritos. Mas os Evangelhos narram a vida de Jesus, coisa que Saulo ignorou, pois nunca os tinha lido e morreu sem lê-los. Repito: Não há base teológica para afirmar isso perante os Evangelhos. Logo, diga-me: Vc segue Jesus ou segue Saulo?

    se não foi jesus que foi interrogado então a sua citação no texto está errada, pois lá voce explica que foi jesus que foi interrogado e não paulo!

    Versículo dos Evangelhos que dizem isso, por gentileza.

    com essa sua resposta vc concordou que a astrologia é uma mentira assim como vc diz que o evangelho é, então vc discorda e combate uma mentira pra seguir a outra?

    Mas eu nunca defendi astrologia nenhuma, ué. Isso não faz o relato evangélico digno de veracidade históirica. Se vc ler o texto, verá que não é isso que ele diz. O texto (que não fui eu quem escreveu, mas não sou analfabeto funcional) não faz alusão a isso. É como dizer que Ptolomeu foi o Messias porque foi ele quem inventou a pseudociência da astrologia. Que tal?

    Vc ainda deve respostas a outras questões que eu coloquei no meu comentário e a princesa ignorou.

    Thiago respondeu:

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    @André,

    Olá André.

    Aproveitando que vc esta respondendo perguntas nesse artigo, vc poderia responder minhas perguntas que ficaram em aberto nesse tópico ?

    Ficaria muito grato com suas respostas.

    Abraço

    Administrador André respondeu:

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    1) Não fui eu quem escreveu o artigo.

    2) Custa usar Google, meus sais. http://autoresespiritasclassicos.com/Evangelhos%20Apocrifos/Apocrifos/Evangelhos%20Apocrifos.htm

    Thiago respondeu:

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    @André,

    Hey…calm down, André

    1- Eu sei que não foi vc quem escreveu o artigo. Agora,considero ele falho na medida que ele tenta passar uma imagem de um Jesus “paz e amor”, quando na verdade, os evangelhos( pelo menos, os canonicos) contradizem completamente essa imagem.

    Minha dúvida era se essa imagem de um Jesus “Hannibal Lecter “que temos na bíblia, era algo que já aparecia nos manuscristos mais antigos, ou se foram inserções tardias, bem como se as seitas cristãs primitivas mais póximas do cristianismo pregado por Jesus, ofereciam uma construção mitografica semelhante nesse quesito.

    2- Eu já havia pesquisado pelo o google, e só tinha achado links para sites crentes, que não expressavam muita credibilidade. E como vcs são estudiosos da história do cristianismo, queria que vcs me indicassem uma fonte confiável.

    Fico grato por suas respostas.

    Administrador André respondeu:

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    Agora,considero ele falho na medida que ele tenta passar uma imagem de um Jesus “paz e amor”(…)

    Eu coloquei o link de onde eu tirei. Basta escrever pra ele, ué.

    Minha dúvida era se essa imagem de um Jesus “Hannibal Lecter “que temos na bíblia, era algo que já aparecia nos manuscristos mais antigos

    Resposta: Sim. Aliás, no 1º cap. do Ev. Segundo Marcos, mais precisamente nos versículos 40 a 42 nos manuscritos mais antigos, Jay Cee demonstra irritação quando o cego pede ajuda. A palavra é σπλαγχνισθείς (se irritou) . Depois, a palavra que passou a ser usada é ὀργισθείς (sentiu pena). Análises mostram que a primeira palavra, que denota raiva, é a mais acertada, e isso pode ser visto no Codex Bezae Cantabrigensis (também chamado Códice Beza), que é um documento datando do século V.

    Para uma explicação melhor, sugiro o livro Evangelhos Perdidos, do Bart Ehrman.

  13. 13. uberfram de souza disse:

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    é claro que interpreta só um cego não ver, e mesmo assim só de ouvir concordaria!
    me mande as contradiçoes e eu as exlplicarei pra vc amiguinho!
    é claro que eu seguidor de Jesus, assim como paulo era seu seguidor.
    vc não a defende de maneira a seguir a astrologia, mas no momento em que vc a usa pra combater o evangelho vc é a favor dela!
    não sei porque vc tem medo tem um certo medo de da uma voltinha comigo fora dos evangelhos, será porque vc tem medo de saber que as Escrituras interpretam as proprias Escrituras?
    ou vc nunca ouviu que não é só os evangelhos que falam do Salvador – JESUS e sim toda a biblia de geneses a Apocalipse!

    Administrador André respondeu:

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    é claro que interpreta só um cego não ver, e mesmo assim só de ouvir concordaria!

    Mas, hein?

    me mande as contradiçoes e eu as exlplicarei pra vc amiguinho!

    1) O que foi que os ladrões disseram para Jesus na cruz?

    2) Onde foi proferido o sermão da montanha?

    3) Quem viu Jesus ressuscitado primeiro?

    4) Quantas mulheres chegaram na tumba de Jesus?

    5) O que encontraram lá?

    6) Sendo Gadara (ou Gerasa) muitos quilômetros longe do mar, como os porcos se atiraram na água? Porco voa?

    7) Jesus batizava?

    8.) O que é responsável pelo salvamento? Fé ou obras?

    9) Deus se arrepende?

    10) Deus muda de opinião?

    é claro que eu seguidor de Jesus, assim como paulo era seu seguidor. vc não a defende de maneira a seguir a astrologia, mas no momento em que vc a usa pra combater o evangelho vc é a favor dela!

    Se vc não entendeu o texto, a culpa não é minha.

    não sei porque vc tem medo tem um certo medo de da uma voltinha comigo fora dos evangelhos, será porque vc tem medo de saber que as Escrituras interpretam as proprias Escrituras?

    Os Evangelhos são os relatos da vida e obras de Jesus. Logo o Cristianismo se fundamenta nele e não nos escritos de Saulo. Usar a Bíblia pra provar a própriam Bíblia? Eu demonstro que ela mesma se contradiz.

    ou vc nunca ouviu que não é só os evangelhos que falam do Salvador – JESUS e sim toda a biblia de geneses a Apocalipse!

    Por favor, mostre onde está escrito EXPLICITAMENTE sobre Jesus no Gênesis. O Apocalipse foi o último livro escrito do Cristianismo, e muitas vezes foi considerado apócrifo. É o mesmo que eu pegar uma cartilha de Catecismo e dizer que ele serve para provar que a Bíblia está certa.

    Mas, se vc me citar a parte que Saulo INTERPRETA oque Jesus disse, coloque os versículos, sim?

  14. 14. uberfram de souza disse:

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    1) um disse ” se tú és Cristo, salva -te a ti mesmo e a nós. o outro disse ” tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? e nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam, mas este nenhum mal fez.
    2) é logico que ” num monte” e se vc está pensando que o relato de lucas 6;17-23 é o mesmo sermão, você estar muito enfganado, o conteudo pode ser o mesmo mas o público e o local não são o mesmo.
    3) a Maria Madelena e a outra Maria.
    4) Duas mulheres
    5) a pedra removida.
    6)no mar da galileia. Jesua saiu de uma das margem do mar da Galileia e foi para a oura margem, e que é a região dos gerasenos. E jesus ainda estva na margem do mar quando o homem veio ao seu encontro, por isso, também os demonios se jogaram no mar e só depois foi que Jesus foi ate que depois foi expulso de lá pelos seus moradores.
    7) Jesus não batizou. 8) a salvação é por meio da fé em Cristo Jesus e as obras são resultado disse tão grande salvação!
    9) Deus não se arrepende.
    10) é claro que Ele pode mudar de opinião!
    e quanto a referencia de Jeus em Gn leia Gn 1:26 “façamos o homem…
    Gn 3:22 ” então disse O SENHOR Deus: eis que o home se tornou como um de NÓS….
    Gn 3:15 A semente da mulher é JESUS o qual pisou na cabeça da serpente e isso aconteceu quando ELE – JESUS morreu e ressulcitou!
    boa tarde descupa pela demora estava ocupado! um abraço pra você!

    Administrador André respondeu:

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    Como reconhecer que crentes não leem seu livro religioso.

    1) um disse ” se tú és Cristo, salva -te a ti mesmo e a nós. o outro disse ” tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? e nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam, mas este nenhum mal fez.

    Mateus e Marcos falaram diferente:

    Mateus, cap. 27

    41. Os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os anciãos também zombavam dele:
    42. Ele salvou a outros e não pode salvar-se a si mesmo! Se é rei de Israel, desça agora da cruz e nós creremos nele!
    43. Confiou em Deus, Deus o livre agora, se o ama, porque ele disse: Eu sou o Filho de Deus!
    44. E os ladrões, crucificados com ele, também o ultrajavam.

    Marcos, cap. 15

    31. Desta maneira, escarneciam dele também os sumos sacerdotes e os escribas, dizendo uns para os outros: Salvou a outros e a si mesmo não pode salvar!
    32. Que o Cristo, rei de Israel, desça agora da cruz, para que vejamos e creiamos! Também os que haviam sido crucificados com ele o insultavam.

    BANG!

    é logico que ” num monte” e se vc está pensando que o relato de lucas 6;17-23 é o mesmo sermão, você estar muito enfganado, o conteudo pode ser o mesmo mas o público e o local não são o mesmo.

    Provas?

    3) a Maria Madelena e a outra Maria.

    Bem, isso foi o que Mateus disse. Mas, espere…

    Marcos 16:1-2 – Passado o Sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram aromas para irem ungir o corpo de Jesus. Muito cedo, no primeiro dia da semana, logo depois do nascer do Sol, foram ao sepulcro. (quatro mulheres)

    João 20:1 – Na madrugada do primeiro dia da semana, sendo ainda escuro, Maria Madalena foi as sepulcro, e viu que a pedra fora revolvida da entrada. Correu ela e foi ter com Simão Pedro e com os outros discípulos. (uma mulher)

    Lucas 23:54-55; 24:1; 24:10 – Era o dia da preparação e ia começar o Sábado. As mulheres que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram a José e viram o sepulcro, e como o corpo fora ali depositado (…) No primeiro dia da semana bem cedo, elas foram ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado (…) Eram Maria Madalena, Joana, Maria, mãe de Tiago e as outras que com elas estavam… (uma porrada de gente)

    BANG!

    5) a pedra removida.

    Mateus 28:2 disse que não.

    Aliás, Tinha alguém lá?

    Mateus 28:2-7 disse que tinha um anjo, Marcos 16:5 fala que era um homem jovem, Lucas 24:4 não concorda, fala que eram dois homens, e João 20:12 diz que eram dois anjos. Ninguém se decide?

    BANG!

    no mar da galileia. Jesua saiu de uma das margem do mar da Galileia e foi para a oura margem, e que é a região dos gerasenos.

    Na verdade não é bem assim, pois gadara não fica na outra margem do Mar da Galiléia. Fica uns 8 km. Olha o mapinha.

    Agora, se vc preferir Gerasa, a coisa fica pior, pois Gerasa ainda fica mais longe hehehe. E não venha com esperteza dizendo que ele estava à beira mar. A terra dos gadarenos não é aquela.

    BANG!

    Jesus não batizou.

    Não é o que João 3:22 diz: Depois disto foi Jesus com os seus discípulos para a terra da Judéia; e estava ali com eles, e batizava.

    Ato contínuo, sabe? Ademais, tem até blog cristão que concorda que ele batizava.

    BANG!

    a salvação é por meio da fé em Cristo Jesus e as obras são resultado disse tão grande salvação!

    Não, não! Quem disse isso foi Saulo em Romanos 3:28. Mas a Epístola a Tiago diz que não. Em Tiago 2:17-22 é dito que: Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé. Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem. Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante? Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou.

    Mas, espere! Não foi o mesmo Saulo quem escreveu para Tiago? Saulo era bipolar?

    BANG!

    Deus não se arrepende.

    Gênesis 6:6 – O Senhor arrependeu-se de ter criado o homem na terra, e teve o coração ferido de íntima dor.

    Ainda tem certeza que Deus não se arrepende?

    BANG!

    é claro que Ele pode mudar de opinião!

    E a onisciência fica onde? Mas, espere…

    Números 23:19 – Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? ou tendo falado, não o cumprirá?

    Ezequiel 24:14 – Eu, o SENHOR, o disse: Será assim, e assim e eu o farei; não tornarei atrás, não pouparei nem me arrependerei.

    Vc já deve estar aleijado, coitadinho.

    e quanto a referencia de Jeus em Gn leia Gn 1:26 “façamos o homem…

    Já ouviu falar de Plural majestático? Ademais, onde está a referência a Jesus? Pode ser qualquer outro deus.

    Gn 3:22 ” então disse O SENHOR Deus: eis que o home se tornou como um de NÓS….

    Translitere isso em hebraico e vc se surpreenderá. Afinal, é monoteísmo ou biteísmo?

    Gn 3:15 A semente da mulher é JESUS o qual pisou na cabeça da serpente e isso aconteceu quando ELE – JESUS morreu e ressulcitou!

    Bebeu? Gênesis 3:15 diz: E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

    Vai ler a sua Bíblia, vai!

    Administrador Abbadon respondeu:

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    BANG, BANG, BANG, BANG E BANG !!
    .
    O crente ja deve estar bem massacrado…
    .
    Essa é a fé. Entra em colapso diante de um sopro de bom senso.

  15. 15. Thiago disse:

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    André

    “Eu coloquei o link de onde eu tirei. Basta escrever pra ele, ué.”

    Bem, eu já tentei, mas o link parece estar quebrado. :sad:

    “Resposta: Sim. Aliás, no 1º cap. do Ev. Segundo Marcos, mais precisamente nos versículos 40 a 42 nos manuscritos mais antigos, Jay Cee demonstra irritação quando o cego pede ajuda. A palavra é ????????????? (se irritou) . Depois, a palavra que passou a ser usada é ????????? (sentiu pena). Análises mostram que a primeira palavra, que denota raiva, é a mais acertada, e isso pode ser visto no Codex Bezae Cantabrigensis (também chamado Códice Beza), que é um documento datando do século V.”

    Obrigado pelo esclarecimento.

    “Para uma explicação melhor, sugiro o livro Evangelhos Perdidos, do Bart Ehrman.

    Hum. Eu já li desse autor o livro ” Problema com Deus” e terminarei de ler totalmente “O que Jesus disse? O que Jesus não disse? Quem mudou a bíblia e por que”.

    Além do Ehrman,quais outros livros e autores, vc poderia me indicar, para eu formalizar uma base essencial da História do Cristianismo Primitivo ?

    Administrador André respondeu:

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    “Um Judeu Marginal”, de J.P. Meier (é uma série de livros) é uma excelente obra, também.

    skeptic-juris respondeu:

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    @André, Olá André! Não sei se é algo que o Ceticismo.net já esteja adotando, ou já esteja pensando em adotar, mas acredito que seria interessante uma seção com as leituras recomendadas.

    Acredito que muitos no site tenham sede de conhecimento, eu particularmente tenho enorme interesse por livros que tratem de história das religiões, até para o contexto histórico e social onde as crenças nasceram. Estou tentando alargar (no bom sentido) o foco, e não ficar somente em leituras tipo Dawkins, Hitchens, Harris.

    A minha principal busca é por um texto que fale das crenças no Egito Antigo, que pautaram boa parte das crenças judaicas (como o livro egípcio dos mortos). Tem algumas referências nos textos do Jordan Maxwell, mas ele é muito da escola Del Debbio pro meu gosto (Del Debbio mental como colocas muito bem)! Muita teoria da conspiração pro meu gosto.

    Mas enfim, à parte isso parabéns pelo trabalho e pela abnegação em suporte a crentalhada!

    Administrador André respondeu:

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    Pois é. Estou pra providenciar isso há muito tempo. Mas meus vassalos ficam morcegando.

    Com licença, vou molhar meu chicote na salmoura pra ter uma conversinha com eles.

    skeptic-juris respondeu:

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    @André, Hehe! Não se fazem mais vassalos como antigamente! Chicote neles!

    Bom aguardo a lista, e caso necessário posso auxiliar nos trabalhos de compilação. Até lá vou juntando as indicações esparsas que encontro pelos excelentes textos e mordazes comentários na minha lista dos desejos de conhecido site de comércio eletrônico.

  16. 16. Cobalamina disse:

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    André, eu fico até hoje matutando dois questionamentos que nem a literatura acerca de crítica textual bíblica, nem as análises históricas das passagens da última, com as quais tive contato, conseguiram me dar uma réplica. Você, tendo mais conhecimento e experiência do que eu (vinte e poucos anos é ainda uma fase deveras pueril), possivelmente possui alcance de uma indicação, ou mesmo uma resposta direta. As perguntas são:
    “Se o Evangelho dos Doze Apóstolos foi citado e repetido por Justino, um dos pais da Igreja, por que foi rejeitado no cânon? À frente do mesmo raciocínio, por que O Pastor de Hermas, muito popular nos primeiros séculos da comunidade cristã, foi excluído também?” Será que Atanásio ficava atazanado (que trocadilho horrível) com os defensores de tais textos?
    Se, por favor, puder saná-las, “muito obrigado, elevado à décima potência”.

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