fev 07
O bom de viver no futuro de um antigo presente (ou presente do que foi futuro um dia) é poder ver coisas fantásticas. Claro que ainda há gente vivendo hoje num passado que há muito tempo já passou. Não é para eles o que tenho para mostrar. SENHORES! Contemplem 40 séculos de História que pouco se importa com sua ridícula existência e frugal tempo de vida. Eu vos dou… as Pirâmides!
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jan 30
VLA é a sigla do Very Large Array, um conjunto de radiotelescópios que, juntos, formam um imenso observatório de radioastronomia localizado nas planícies de San Agustin, entre as cidades de Magdalena e Datil, algumas 50 milhas (80 km) a oeste de Socorro, Novo México, EUA. Atualmente, seu nome oficial é The Karl G. Jansky Very Large Array, em homenagem Nichola Tesla…. ok, é brincadeira. A homenagem, muito merecida, é para Karl Gunthe Jansky, físico e engenheiro americano, nascido em 22 de outubro de 1905. Em agosto de 1931, Jansky descobriu algo desconcertante: ondas de rádio. Não que ondas de rádio fossem alguma novidade. O ineditismo estava no lugar de onde as ondas estavam vindo. Do interior, bem do interior da Via Láctea. Jansky se tornou um dos fundadores da radioastronomia.
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jan 25
O problema no insano mundo das conspirações é que quanto mais você pensa que um maluco não pode falar mais besteira do que o monte de sanduíches, digo, sandices já proferida, outro chega e diz "Bitch, please" e solta mais um verborrágico texto mais louco ainda. Me disseram que a culpa era da tenra idade e a vontade de querer aprender. Óbvio que eu acredito tanto nisso como acredito nas calcinhas santas da Virgem Maria (não duvido que uma hora apareçam com esta "relíquia"). Portanto, o que resta? Resta mais um maluco com mania de conspiração e pronto para dar mostras de como vai indo a Educação Brasileira, ladeira abaixo.
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jan 22
Alguns leitores me chamaram a atenção por uma coisa estranha que aconteceu no RSS. Como vocês sabem, vocês podem inscrever o Cet.net no leitor de RSS, de forma a ver na hora quando um artigo e postado e poder lê-lo de maneira rápida, com conteúdo integral, salvo quando são páginas, mas eu sempre deixo uma “chamada” para o artigo principal, de forma que vocês saibam quando conteúdo sob este formato aparece.
Pois bem, esta semana apareceu um fragmento de artigo sobre Termodinâmica que não apareceu no site. Na verdade, ele apareceu no site, mas eu o apaguei em seguida. Por quê? Simplesmente porque o imbecil aqui clicou no botão “publicar” ao invés de “salvar” do Windows Live Writer. Isso não significa, é claro, que não teremos este artigo, pelo contrário. Ele está em franca preparação, mas daí me surgiu um problema.
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jan 19
Eu sou um apaixonado por livros. Olho para a minha direita e vejo livros sobre a história de Roma, Química Orgânica, Mitologia Comparada, manuais de reagentes, os romances de Tom Clancy e Frederick Forsyth, dicionários, teologia do Novo Testamento, algumas apostilas (escritas por mim ou nem tanto), papéis avulsos e outras histórias. Às vezes, quando estou fora de casa, me pego numa questão que não tenho como responder na hora. Seja durante a aula, seja conversando com pessoas ou até mesmo respondendo a um comentário. Posso aprovar os comentários daqui quando estou no almoço, direto do celular. Sempre pensei em ter este acervo em ebook (que eu também possuo aos montes, a ponto de nem saber direito o que tenho no HD). A pesquisa online nem sempre me retorna o que eu quero, acabando por olhar nos meus livros.
Os livros estão ali, quietos, prontos para entrar em ação. Desde algumas obras bem velhas, do século XIX, até edições novinhas em folha (algumas ainda nem receberam a luz dos meus olhos). Eles estão ali, imutáveis e este é um dos grandes problemas dos livros: sua imexibilidade (salve, pai Magri de Ogum!). Eles são estáticos, parados, perfeitos na perfeição em que foram planejadas, mas muitas vezes isso é pouco, como num mundo de grandes mudanças que sempre precisa estar atualizado. Como se faz?
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jan 18
O problema do Brasil é… bem, eles começaram em 1500. O pior é a santa credulidade que muitas organizações insistem em ter, pensando que somos o país do futuro. Nós deixamos de ser o país do futuro depois que a Primeira Expedição Exploradora veio aqui e Gaspar de Lemos resolveu que daqui não sairia grande coisa. Infelizmente, o rei insistiu e o luso teve que voltar aqui, com Américo Vespúcio servindo de feitor. Apesar de hoje ser o dia do protesto contra o caldo verde, digo, do SOPA, você pode ter UM MUNDO de informações sobre Gaspar de Lemos na Wikipédia lusófona. Como sou ráquer, eu consegui burlar a tela preta de kernell panic da wiki em ingrêis. (sim, eu usei a dica do Ghedin).
Entrando logo no assunto, O Brasil mais uma vez mostra a que veio e está sendo acusado de atrasar construção do "telescópio boladão" que a ESO — European Southern Observatory (Observatório Europeu do Sul) — está construindo, em convênio com vários países. Sabem a minha posição sobre isso? "Eu te disse! Eu te disse!"
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jan 14
Ok, está decidido: as porcaria do mundo não tem salvação. Anos de estudo e pesquisa são jogados no lixo quando fazem um evento anual trazendo "profetas da chuva". Função deles? A rigor, nenhuma, mas juram de pés juntinhos e mãos postas que conseguem prever quando vai chover em determinada região. O pior é que ainda jogam meteorologistas de verdade no meio e acham que isso é enriquecimento cultural. Qual é o problema do Brasil, hein?
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jan 14
Nos meus memoráveis anos da infância/adolescência, eu sempre adorei os filmes do James Bond. Carros de luxo, cassinos, tiroteio, violência não muito violenta e 007 pegando tudo que era rabo-de-saia que aparecesse, enquanto tomava uma vodka-martini (batida e não misturada) e fumava um cigarro. Em anos politicamente corretos, o James Bond de Sean Connery não teria lugar. Tempo foi passando e eu preferi filmes mais dramaticamente profundos e com linguagem própria (Rambo, Comando para Matar, Braddock e etc). Outra coisa que eu apreciava muito eram os imensos cenários, rodados nos estúdios da Pinewood, onde o vilão parecia sempre viver num imenso hangar, armazém decoradíssimo ou coisa que o valha.
Uma das aventuras era contra Goldfinger, cujo plano diabólico (sim, vem um tenebroso spoiler) era explodir uma bomba atômica em Fort Knox, deixando toda a reserva em ouro dos EUA radioativo, fazendo o preço do metal ir às alturas (Nixon ainda nem sonhava em ser eleito presidente, se me compreendem). Enquanto vivíamos o pesadelo da 3ª Guerra Mundial ali na esquina, com uma chuva de ICBM caindo em nossas cabeças, James Bond lançou o medo do poder do átomo. Começou com a disseminação do cagaço e das críticas negativas no tocante da energia atômica. Bom, pelo menos é o que a Royal Society of Chemistry acha.
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jan 12
Uma das maravilhas em nossos olhos é perceber o que chamamos de "3 dimensões". O mundo é muito diferente ao se olhar pela janela do que o que vemos na tela de um computador. Até mesmo o cinema em 3D não se compara ao nosso dia-a-dia.
Cientistas procuram entender como acontece (e onde) a chamada "visão em 3D", mais corretamente chamada de visão estereoscópica. Estudando regiões do cérebro de macacos rhesus, os pesquisadores tentam desvendar o que se passa dentro do cérebro de forma que ele consiga perceber o mundo que nós vemos.
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jan 11
Muitas vezes, quando se escreve sobre elos entre as espécies e ancestrais comuns, acabamos dando informações que parece mágica, já que pela Lei de Clarke, qualquer tecnologia avançada é indistinguível de magia.Quando me fazem uma pergunta do tipo "Alguém consegue me dizer se o DNA humano tem alguma semelhança com o DNA de uma planta? E de quanto é essa semelhança?", basta saber quando o ancestral se dividiu (já que ninguém seria tão idiota em querer saber o percentual de diferença exato entre um ser humano e uma planta). Para isso, faço uso do Time Tree.
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