Muito provavelmente, você já deve ter ouvido falar de Stonehenge, um monumental círculo de pedras localizado no condado Wiltshire, na Inglaterra, datando pelo final do Neolítico e início da Era do Bronze. Um lugar incrível, onde idiotas criaram toda espécie de mito, como uso para balizamento por OVNI’s, que possuem uma tecnologia tão avançada que os faz ter que usar recursos visuais para poder pousar. Entretanto, a imagem de abertura do artigo (mais abaixo tem uma ampliação) não é “O” Stonehenge, mas o que chamam de “Stonehenge Brasileiro”, localizado cidade de Calçoene, no interior do Amapá. Acreditem, é tão interessante quanto o seu irmãozinho inglês.
Até agora havia uma certa dúvida sobre o tema, mas ao que parece, os cientistas chegaram a um consenso: a extinção dos dinossauros foi causada por um gigantesco asteróide que caiu na Terra. Cientistas responsáveis pela maior revisão dos estudos sobre a extinção dos dinossauros afirmam que podem confirmar que este impacto, na região do México, teria sido responsável pelo desaparecimento dos animais, há 65 milhões de anos. Há 30 anos, a teoria domina os estudos sobre os dinossauros, mas permanecia sem confirmação, com alguns especialistas afirmando que a extinção poderia ter sido causada por uma erupção vulcânica na Índia. Entretanto, uma revisão de 20 anos de estudos sobre o assunto realizada por um grupo de 41 cientistas de 12 países sugere que há provas suficientes não apenas para apoiar a teoria do asteróide, mas para descartar outras teorias vigentes sobre a extinção dos animais.
Quem não segue uma religião tem o costume de culpar os religiosos por atitudes estúpidas, violentas e de culpá-los pelos males do mundo, mas e se não existisse religião?
A gente vê que o fanatismo religioso é mais do que destacável no mundo todo e que os males que a religião trouxe a sociedade são grandes e que por causa dela foram criadas guerras, inquisições e outros grandes problemas com a humanidade, mas isso é culpa só da religião?
Para você, que acompanha o Ceticismo.net, tem um QI acima da média, se interessa por ciência e não fica me xingando, tem início o ciclo de palestras Ciência às 6 e meia, promovido pelo SBPC/RJ.
Se você mora no Rio de Janeiro, poderá assistir ao vivo no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas - CBPF, Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, situado na Rua Xavier Sigaud, 150 - Urca. Vocês podem ver indicações de como chegar ao local, com mapa e até coordenadas do Google Earth, no próprio site da instituição. Caso você não more no Rio e/ou é preguiçoso como eu, você poderáassistir por streaming, no seguinte endereço: mms://itv.cbpf.br/cienciaseisemeia (sim, você terá que assistir pelo maldito Media Player).
Ao contrário do que muitos podem achar, o Brasil não é tão atrasado em termos de Ciência. Muitos cientistas se destacaram no passado, e uma das principais confirmações da Teoria da Relatividade veio, como Einstein mesmo disse, do luminoso céu do Brasil. No campo da Astronomia, um dos principais nomes brasileiros que merece destaque é o de Alypio Leme.
Alypio Leme de Oliveira nasceu em Bragança Paulista em 22 de novembro de 1886. Ele terminou seus estudos secundários - como era chamado o Ensino Médio na época - no Colégio do Seminário Episcopal, onde se matriculara em 02 de março de 1897, concluindo o curso de Humanidades em 1903. Foi um dos fundadores da Companhia rede Telefônica de Bragantina, em 1905, chegando a ser um de seus diretores. Essa companhia deu origem à Companhia Telefônica Brasileira, CTB, em 1912.
É famosa a história da maçã que caiu na cabeça de Isaac Newton e, assim, ele teve a inspiração para investigar a natureza da atração gravitacional, culminando na lei da gravitação universal, onde dois corpos agem entre si, atraindo-se mutuamente, cuja força é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distâncias que os separam. A verdade, porém, não é bem assim. Newton n]ão recebeu uma maçã no quengo e - voilà! - toda a sua pesquisa apareceu por encanto. Quem relatou o ocorrido foi William Stukeley, um de seus biógrafos.
Atacama, no Chile, é um lugar desolado. É considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, onde em algumas partes não chove há centenas de anos e a baixíssima umidade torna-o não só um lugar completamente inóspito, como o paraíso dos astrônomos. Um dos maiores pesadelos para alguém que vasculha o firmamento, em busca de corpos celestes é a umidade, que causa distorções ópticas nas imagens trazidas pelos caríssimos telescópios. Dessa forma, cientistas preferem um lugar onde haja pouca umidade atmosférica e o Atacama é um verdadeiro Nirvana para isso.
O ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) é um telescópio móvel, formado por três antenas que podem ser rearranjadas conforme a necessidade, localizado a 5 mil metros de altitude, na região norte do Chile. Assim, conforme a necessidade, os técnicos fazem os telescópios movimentarem-se, de modo a vasculhar com detalhes uma curta região do espaço (curta em sentido astronômico, obviamente), ou com uma grande abertura, captando imagens de vastas áreas (e quando eu falo “vasto”, é vasto MESMO!).
Então, para vocês que têm medo até da sombra e uma simples bombinha faz com que subam pelas paredes, pensando que chegou o arrebatamento e Satã veio buscar as suas almas imundas, tenho uma notícia que deixará todos vocês contentíssimos! A Terra poderá, em breve, ser aniquilada pela explosão de uma estrela a cerca de 3.000 anos-luz de distância, de acordo com cientistas americanos. FUJAM PARA AS MONTANHAS! (não que adiantará alguma coisa)
Qualquer coisa que é muito grande ou muito pequena escapa da nossa compreensão racional, pois nossa razão não consegue “medir” coisas fora do nosso campo observável. Assim, muitas vezes temos que imaginar o tamanho dessas coisas e trabalhar em cima comparando a observação (direta ou indireta), experimentação e analisarmos os dados obtidos, de modo que possamos compreender as relações através da fria, mas não insípida, matemática. O nosso sistema solar é um perfeito exemplo disso. Não tínhamos a perfeita noção dos planetas, por aparecerem apenas como pontinhos luminosos no céu. receberam este nome, que significa “estrelas errantes”, já que eles apresentam posições diferentes a cada dia que passa.
Como advento de aparelhos para observarmos o esplendor de nosso sistema, construímos mentalmente um modelo de tamanho que este sistema ocuparia em nossa galáxia. Mas este tamanho pode não ser exatamente o que temos imaginado até recentemente, isto é, ele pode ser significativamente mais compacto, de acordo com uma simulação computadorizada da nuvem de cometas que encobre o sistema solar. Uma pesquisa sugere que a nuvem não pode conter tanto material como se pensava, e isso serve como uma suspeita de que poderia resolver um problema de longa data sobre como os planetas se formaram.
Hoje é dia 4 de janeiro, como coisa que vocês ainda não saibam. O que muitos não sabem é que hoje é aniversário de alguém querido e muito especial. Alguém que - como muitos que vieram antes dele, e outros que vieram depois - modificou o rumo da Ciência, lançando novos conhecimentos, novas reflexões e criou novos paradigmas para nossa humilde compreensão do universo.
Parabéns, Sir Isaac Newton, pelos seus 367 aninhos de vida,mas com um corpinho de 300.
Muitos blogs científicos já devem ter lotado a Internet com parabéns, mini-biografias, fofocas sobre sua suposta virgindade etc. Alguns simplesmente estão deixando passar em branco. Não importa, o importante é sabermos onde está a maior importância do legado que tio Isaaac nos deixou. Eu posso chamá-lo de tio, enquanto que o restante terá que tomar muito chá das 5 (e ler suas obras em latim) para ter essa honra e coleguismo. Para vocês: SENHOR Isaac Newton.



