Viagem ao Centro da Terra é, com certeza, uma das maiores obras de ficção científica já escritas. Seu autor, o grande Júlio Verne, é considerado o Pai da Ficção Científica Moderna. Não, meu caro, ele não inventou este gênero literário. A FC (ou sua abreviatura em inglês SciFi) não foi algo que surgiu muito recentemente. Outros autores já tinham se aventurado em romances que usavam paradigmas científicos. Um deles era, nada mais nada menos, que Johann Kepler. Kepler ao que se tem notícia escreveu o primeiro conto de ficção científica em sua obra Somnium, onde ele narra uma viagem à Lua, quando seus personagens fazem uso de um “Elixir Especial”.
Escrever histórias assim, numa época onde a Igreja não via com bons olhos quaisquer manifestações científicas de toda espécie, ainda mais que façam uso de um “elixir da lata”. Kepler viveu numa era tumultuada, onde a Guerra dos 30 anos o obrigou a fugir de um canto a outro, pelo fato de ele ser protestante, e os chatólicos nunca foram amiguinhos de quem pensava diferente (claro que o mesmo acontece com os protestantes, mas isso fica para outro artigo).
Júlio Verne, tal qual Kepler, se baseou em muitos fatos científicos de sua época para construir seus romances, envoltos de aventura e fantasia. Este artigo é mais do que um simples chato que vai procurar erros e incorreções na obra (que por sinal está em cartaz nos cinemas com Brandon Fraser – com sua eterna cara de débil mental – e a maravilhosa Anita Briem). Vamos ver o que o escritor – que foi responsável por muitas crianças desejarem se tornar cientistas – reservou-nos em suas linhas. Peguem suas mochilas, calcem suas botas, segurem as cordas e desçam comigo a uma Viagem ao Mundo de Verne.

Não é isso que você está pensando. A Economia brasileira AINDA não foi pro Espaço. Apesar que ninguém me tira da cabeça que estamos sob o comando de uma série de aliens e eu nunca confiei em seres nonadáctilos.
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Se o professor da University of Florida estiver certo, é provável que o primeiro disco voador a riscar os céus do planeta Terra não virá do espaço sideral, mas de Gainesville, onde ele está planejando a construção de uma aeronave circular que pode se manter no ar como um helicóptero, sem partes móveis e sem usar combustível. O que equivale a dizer que a aeronave se parecerá com um ovni, mas na verdade, será mais que um ovni, será um ovbi, um objeto voador bem identificado.

Antes de chegarmos ao plano do Dr. Ray Kurzweil para atualizar e melhorar o software “abaixo do padrão” que rege o cérebro, permitam-me transmitir algumas das notícias animadoras que ele levou ao Festival Mundial da Ciência, em Nova York, encerrado no dia 1º de junho.
Cientistas da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, captaram o momento exato do nascimento de uma supernova (explosão de uma estrela), um acontecimento do qual só se tinha imagens de horas ou dias depois após sua ocorrência. A informação é de um estudo publicado nesta quarta-feira (21) pela revista científica britânica “Nature”.
São 300 dias por ano que não chove nem uma gota d’água. A cidade mais próxima fica a duas horas de ônibus –um pouco menos, se você estiver voltando, porque é descida. Apenas 15 pessoas moram nesse lugar. Por mais inóspito que possa parecer, não estamos falando de Marte, mas do observatório de Paranal, em Antofagasta, no Chile, no começo do deserto do Atacama, a 2.600 m de altitude.
Hoje fomos agraciados com as novas pérolas emitidas pelo Vaticano, o templo da idiossincrasia cristã. O diretor do Observatório Astronômico do Vaticano, conhecido como “Specola”, o jesuíta argentino José Gabriel Funes, afirmou que é possível acreditar em Deus e nos extraterrestres.
Pesquisadores espanhóis estão trabalhando em um projeto da Agência Espacial Européia (ESA) sobre teletransporte quântico, que consiste no envio de um manual de instruções para reconstruir objetos idênticos em lugares distantes. O chamado transceptor, que estará pronto em junho de 2010, é o protótipo de um sistema que seria instalado no módulo Columbus da Estação Espacial Internacional (ISS) e enviaria fótons entrelaçados a duas estações terrestres.
Para os fãs do
Um mês depois de
Os malditos cientistas aprontaram mais uma! Dessa vez, conseguiram uma explicação pro mito da destruição de Sodoma e Gomora.
É com muito pesar que Ceticismo, Ciência & Tecnologia vê o falecimento de Sir Arthur Clarke, aos 90 anos de idade.
Ceticismo, Ciência & Tecnologia sempre gosta de trocar artigos com outros amigos blogueiros, principalmente com o