Enquanto as tropas Jedi avançam em seus ataques contra Coruscant, eis que aparece um Lord Sith para defender o Imperador e justificar todo o mal que emana do Lado Negro da Força, com a intenção de que a gente engula as desculpas esfarrapadas e que nos os perdoemos, na infinita misericórdia de Mestre Yoda.
Não, você não está no artigo errado. É uma introdução ficcional para que possamos falar das ficções malucas de um padre esclerosado e tão encarquilhado quanto o Papa, que só conta mentira que até o Pinóquio ficaria com inveja.
Em sua longa história, as grandes religiões monoteístas ofereceram o Paraíso, como prêmio para os seus seguidores, se eles seguissem os seus dogmas e mandamentos, acreditarem neste ou naquele mito, louvar e puxar o saco de amiguinhos imaginários, construírem templos aos montes nas periferias das cidades, cantarem musicas de má qualidade, rezarem muito por horas a fio, abster-se de muitas coisas e prazeres da vida, incomodar os outros para tentar convertê-los à religião deles, e alegarem que possuem a “verdade” e que todos os outros estão errados (e todos alegam a mesma coisa), além de viverem com as caras enfiadas dentro de livros ditos “sagrados” e escritos por “inspiração divina” e recitarem determinados trechos (esquecendo convenientemente de todo o resto), sempre interpretando à sua maneira, com truques circenses da teologia, para tentar dizer que amarelo é vermelho, e que azul é verde, mas que laranja não é laranja.
Quando eu penso que a semana vaio começar de modo inspirador e tranquilo, onde o ser humano aprende a se comportar e agir dentro da normalidade, eis que o protótipo de acéfalo (nem pra isso serviu) chega aqui destilando besteiras. Have fun, folks!
Aviso: não vou rezar, mas à minha maneira manifesto meu total pesar pela tragédia do Haiti e minha intenção de ajudar como puder em termos de solidariedade humanitária. Não preciso de religião para demonstrar meus pêsames e solidariedade.
Então, chegamos a mais um fim-de-ano. Aquela época maravilhosa, com show do Roberto Carlos, retrospectivas sobre coisas que acontecem todo ano, falsidades, shows pirotécnicos e um monte de doces criaturas do sexo feminino ligeiramente embriagadas, a ponto de toparem qualquer enlace mais íntimo, mesmo que seja com você, meu caro loser.
Neste final de semana, um crime foi perpetrado.
Papai Noel deveria ser preso pela ANVISA. Deveria amargar bons tempos num cadeião, vendo o Sol nascer quadrado, com a rapaziada coçando o cavanhaque e olhando pra ele com pensamentos pouco natalinos. Papai Noel deveria ser o inimigo público número 1 dos metidos a uma vida saudável, como
Arqueólogos afirmam ter descoberto as primeiras peças conhecidas de um sudário da época em que Jesus teria, supostamente, vivido em Jerusalém, e – SURPRESA! – o achado é mais uma pá de cal no mito do pano-de-chão santo.
Nem todo mundo está preparado para novas tecnologias, como a roda e a escrita por exemplo. Quando é algo um pouco mais recente como liberdade de opinião e possibilidade de externar seus pensamentos, danou-se! Que o digam os rabinos ultra-ortodoxos daquele cantinho empoeirado do mundo chamado Israel, onde os baby-sitters de cabras decidiram que acessar a Internet não é coisa que YHWH permitiria nos áureos tempos de Moisés, e se fosse realmente necessário, José não teria visões, receberia as informações por e-mail.
Estávamos tristes aqui. Sua Santidade, o



