Para quem estranhou o uso do termo “desinstalar” no título, que poderia facilmente ser substituído por qualquer outro sinônimo mais adequado ao ser humano, informo que o uso foi intencional para que pudesse se adequar à seguinte analogia da era da informática: “Deus e as religiões são vírus residentes na memória, instalados junto com a bios e que têm proteção contra a desinstalação. Por isso a sua remoção é difícil pois, se mal feita, poderá ocasionar defeitos de funcionamento ou o travamento do PC“. Isto não lhes parece familiar?
Pois é mais ou menos assim que funciona a idéia de Deus e a do seguimento de uma religião. Essas necessidades são implantadas na memória das pessoas, desde a mais tenra idade, de tal forma que, ao chegarem à idade adulta, equiparam-se ao funcionamento de um vírus, de difícil remoção. Para desinstalá-lo, só existe um caminho: determinação, perseverança e conhecimento. Se estes três requisitos não estiverem presentes como antivírus, é melhor não arriscar e deixar o vírus dentro da bios. Pelo menos assim o seu PC vai funcionar. Controlado e sem autonomia, mas funcionando, limitadamente. E entre não funcionar e funcionar com limitações, as pessoas, por covardia ou comodismo, escolhem sempre a segunda opção, se é que se pode chamar isso de “opção”. Para os que querem libertar-se, mesmo possuindo os pré-requisitos determinação e perseverança, nada conseguirão se não tiverem o terceiro e mais difícil requisito: o conhecimento.
Onde começa e quando se detecta o problema?
Onde começa, já foi explicado. E quando se toma conhecimento de que já se está contaminado… Bem, sobre isso, cito como exemplo, de acordo com o artigo da Isto É – Independente, a matéria “A virada para a vida adulta
“.

A matéria mostra que ao chegar aos 13 anos, bem no início da adolescência, os jovens, na sua esmagadora maioria, já têm o seu “Deus” e a sua opção religiosa escolhida. A pergunta que faço é: “um jovem de 13 anos ou menos possui maturidade suficiente para entender o que seja ‘Deus’ e poder definir-se por uma religião?” Se não, como parece óbvio, por que isso ocorre? Será que aqueles conceitos que estão implantados na cabeça dos jovens, como um vírus, não os levaram para esse caminho, sem que disso se dessem conta? E se mais tarde eles quiserem se libertar ou simplesmente mudar as suas convicções religiosas, conseguirão fazê-lo sem sofrimento?
No judaísmo, os meninos aos 13 anos, e as meninas aos 12, nas cerimônias “Bar-Mitsvá “(meninos) e “Bat-Mitsvá” (meninas) são obrigados a confessar sua conversão à religião judaica, demonstrando conhecer a Torá e lendo seus textos em cerimônias especiais para estas datas. Para isto, são preparados nos anos precedentes, aprendendo e decorando, obrigatoriamente, os preceitos e mandamentos da Torá. No catolicismo, existe o batismo (geralmente feito em recém-nascidos, mas que pode ser realizado em qualquer idade), o catecismo e outras práticas que induzem filhos de católicos a também se tornarem católicos.
Quase todas as religiões têm o condão de preparar as mentes dos jovens, antes da adolescência, para fazerem suas conversões religiosas, de tal sorte que, entrados nessa fase , já tenham o vírus da religião implantado nas suas cabeças. E os maiores cúmplices dessa sandice são os próprios pais, que fazem isso por pura ignorância, acreditando estar fazendo o bem para os seus filhos. Nisto, têm a cumplicidade da escola, dos parentes e até dos amigos mais íntimos.
Resultados da pesquisa:
De acordo com a matéria citada, foi feita uma pesquisa com 100 alunos , em três escolas de São Paulo, Recife e Curitiba. A pesquisa abrangeu itens como “relacionamento com os pais”, “sexo”, “meio ambiente” e outros, dentre os quais, o quesito “religião e espiritualidade”, aplicado aos jovens na faixa etária 12-13 anos. Vejam as 4 perguntas eformuladas e os resultados, que confirmam a nossa assertiva:
1 – Você acredita em Deus?
Sim – 87%; Não – 13%
2 - Você tem religião?
Sim - 95%; Não – 5%
3 – A religião que segue é a mesma de sua família?
Sim – 79%; Não – 21%
4 – Acha necessário ter uma religião para acreditar em Deus?
Sim – 88%; Não – 12%
A argumentação, os fatos e os números da pesquisa, embora numa pequena amostragem, foram expostos. Agora cabe aos leitores tirarem suas conclusões. Antes, porém, pensem nos seus filhos menores de 12 anos, caso possuam. Se vocês não os influenciarem, quem sabe um dia eles ainda vão lhes agradecer por isso? Já na hipótese contrária…
Sites do autor com assuntos correlatos:
Irreligiosos
Debate Desvenda e Divulgue
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59 respostas para "Por que é tão difícil ‘desinstalar’ Deus e Religião do subsconsciente das pessoas?"
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novembro 10th, 2009 em 17:08
Pior que minha familia fez isso comigo, fui para a tal do catequese ¬¬, tive que fazer tudo comunhão e crisma, terminei fiquei um bom tempo indo para igreja e amiguinhos que amam a Deus, mas eu respeitava pois também acreditava, depois de um tempo pra cá comecei ver que isso é besteira¬¬ e desisti, vi que o tal Deus não existia e ele era uma farsa para vender santinhos(Deuses modernos cristãos), e comecei a perceber outras coisas e fui fazer uma pesquisa , porque os livros de historia não cita Jesus Cristo e seu grande pai Deus ¬¬, isso principalmente na escola em nenhum livro de historia existia esses dois.E outra porque Deus só ferra as pessoas que acreditam e rezam por ele, essas pessoas deveria ser protegida por Deus e porque não é?!.
Conclusão o conhecimento me salvou e hoje não acredito nessa grande farsa.
slineu respondeu:
novembro 10th, 2009 às 17:43
@Renato,
acho que isso é quase um termo comum entre os ateístas brasileiros. Boa parte deve ter tido criação religiosa (mais precisamente cristã) e depois percebeu que não precisa de ninguém onipresente vigiando pra tomar as próprias decisões e ser responsável por elas.
Gostaria de conhecer alguém que teve criação ateísta , naturalista ou agnóstica e saber como foi a transição para o ateísmo
Renato respondeu:
novembro 10th, 2009 às 23:45
@slineu,
nunca ouvi falar em alguém que teve criação ateísta ou agnóstica aqui no Brasil, pelo menos não conheço ninguém também.
novembro 11th, 2009 às 08:43
Eu diria que eu fui criado mais ou menos de forma agnostica, ja que meus pais e a minha familia quase nunca falavam em religiao.
Renato respondeu:
novembro 11th, 2009 às 15:01
@Abbadon,
Finalmente alguém =D
Paula respondeu:
novembro 11th, 2009 às 23:05
@slineu,
Minha professora de pilates é ateia, filha de ateia.
Você pode até não influenciar diretamente, mas os filhos escutam as conversas dos pais sobre religião, as vezes vem com perguntas intrigantes, daquelas assim: se a maçã é proibida porque Deus fez?
É melhor falar a verdade, mas não exagerar, aos poucos descobrem do que se trata a crença.
slineu respondeu:
novembro 12th, 2009 às 10:59
@Paula,
interessante. Sem contar que você levantou um tema interessante que é o surgimento dos questionamentos por parte das crianças. Talvez os pais tenham vergonha de falar pros filhos pequenos que também não entendem as contradições e acabam partindo pra postura de reforçar a necessidade da fé, de acreditar mesmo sem entender. E isso vai passando de geração em geração.
Paula respondeu:
novembro 19th, 2009 às 23:03
@slineu,
Com certeza.
Isso é incurável, começa da raiz.
Depois me diz se serão adultos normais.
Os pais são responsáveis por isso.
http://www.youtube.com/watch?v=WITXbXvhv7k
novembro 10th, 2009 em 17:23
Em alguns casos de vírus na bios é necessário flashar e apagar tudo. No crente isso quer dizer lobotomia
?
novembro 10th, 2009 às 17:36
Como se extirpa um pedaço de algo que não se tem?
Spy respondeu:
novembro 10th, 2009 às 17:39
@André,
André, cortando a alegria da piada alheia since 2006.
Robson Fernando respondeu:
novembro 10th, 2009 às 19:59
huahauahuahauhaua
Icarus respondeu:
novembro 11th, 2009 às 08:24
@Spy,
Se serve de consolo, esta sua frase foi bem engraçada
.
ovtbqr respondeu:
novembro 10th, 2009 às 22:11
Só colocar algo que não existe no lugar do que tu queres extirpar, pokemon.
novembro 10th, 2009 em 19:52
Como o próprio texto explica, isso vem acontecendo há muitas gerações, e no caso do cristianismo teve o auxílio da espada romana. A religião não será “desinstalada” da mente das pessoas mas sim substituida por conhecimentos que serão mais acessíveis com o desenvolvimento da tecnologia. Quantas gerações serão necessárias para isso acontecer é difícil calcular. Podemos tomar como exemplo alguns dos comentários feitos sobre o artigo e pessoas que conhecemos que não seguiram o caminho religioso tradicional na sua família, buscando outros caminhos conforme foram adquirindo conhecimento, mesmo que tenha sido outra religião.
ovtbqr respondeu:
novembro 10th, 2009 às 22:12
@Milton V.
Faz-me rir.
novembro 10th, 2009 em 20:00
Ivo, é um prazer ver você dando as caras também aqui no Cet.net =)
novembro 11th, 2009 em 03:37
O prazer de estar aqui entre vocês é meu, Robson. E agradeço ao André por ter acolhido o meu texto (quase fui barrado). Ocorre, – como você bem me conhece, porque também age assim -, que luto em várias frentes e, muitas vezes, publico a matéria simultâneamente em 2, 3 ou 4 dos meus sites.
Talvez por isto o André, num primeiro momento, pensou que o texto fosse apenas uma republicação do “Formou? Disseca e Publica!” e do “Vida Escaneada”, ambos de minha propriedade, e onde também publiquei o post. O importante é que o engano foi reparado e agora estou aqui entre vocês para debater, porque o debate é a minha praia. O assunto em questão é sério, prejudicial à formação moral das pessoas e, na minha visão, chega a se constituir num crime, precisando ser amplamente discutido.
Admiro muito as opiniões do André: é estudioso, combativo, lúcido e corajoso. E estas qualidades tão raras têm de ser valorizadas. Dele, só não concordo com a opinião que tem sobre os agnósticos , que ele considera como “um ateu que não teve a coragem de sair do armário”. Se ele me permitir, vou preparar um artigo sobre as diferenças entre o pensamento ateu e agnóstico e postar aqui.
Abraços a todos!
novembro 11th, 2009 em 05:41
Dele, só não concordo com a opinião que tem sobre os agnósticos , que ele considera como “um ateu que não teve a coragem de sair do armário”. Se ele me permitir, vou preparar um artigo sobre as diferenças entre o pensamento ateu e agnóstico e postar aqui.
Para o seu deleite: http://ceticismo.net/comportamento/entendendo-o-agnosticismo/
Agora, pode me dizer ONDE eu escrevi que agnósticos são ateus que não saíram do armário? Link, por favor.
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 11th, 2009 às 17:38
@André, Calma, meu amigo André, calma! Ando meio sem tempo neste momento, mas volto a este assunto para explicar por que cheguei a esta conclusão. Leio vários escritos e comentários seus e dentre os vários que li, conclui que você parece não concordar muito com o posicionamento dos agnósticos. Note que eu não disse que você cunhou a expressão “o agnóstico é um ateu que não teve a coragem de air do armário” (ela é bastante popularizada entre ateus), nem que afirmou isso taxativamente. Disse apenas que seria “uma opinião que você tem sobre os agnósticos” porque me pareceu que você a endossa. Mas posso estar enganado (tomara mesmo que esteja).
Quando tiver tempo, volto a falar sobre esse pequeno ranço que a maioria dos ateus têm sobre os agnósticos e que, particularmente, acho completamente descabido. Vou tentar descobrir, – mas vai demorar um pouco -, de que textos seus eu inferi isso. E se eu estiver enganado, desde já, minhas desculpas.
Para finalizar, dou a minha opinião de que embora muitos me considerem ateu, eu só não assumi essa postura ainda – e por isso me situo entre os agnósticos ateístas – porque o meu posicionamento não é definitivo: se algum dia alguém conseguir provar que Deus existe e me convencer, eu me retrato, peço desculpas pelo que escrevi de errado anteriormente e passo a seguir a corrente dos que me provaram. Enquanto isso não acontece, permaneço não acreditando e afirmando “não sei nem ninguém sabe. Já quanto às religiões teístas, aí sim, sou taxativo: considero-as maléficas e desnecessárias. Isso é o que me parece mais racional.
Abraços a todos!
novembro 11th, 2009 às 18:25
Eu acho que vc deveria ler o artigo do link. Lá tá tudo bem explicadinho, e outro artigo sobre o tema não será necessário. Se quiser, vc pode comentar lá, ainda mais porque 90% dos comentários mostram que as pessoas não leram direito, mas me reservo no direito de não reescrevê-lo.
Abraços.
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 11th, 2009 às 19:49
@André, Vou ler sim, companheiro, e com o maior prazer. Notei aqui uma necessidade de aprofundar as discussões sobre as diferenças entre “ateismo”, “agnosticismo” e “ceticismo”. Você permite que eu prepare um ou dois posts sobre o assunto? Hoje mesmo submeto um com enfoque no ateísmo e depois complemento com as “diferenças” propriamente ditas.
Mas, por favor, André: vou deixar claro que é a minha visão pessoal (que poderá estar “certa” ou “errada”). Não quero polemizar com ninguém e sim ouvir opiniões e tentar clarear o assunto.
novembro 11th, 2009 às 21:37
Deixando o trollzinho de lado, devo salientar uma coisa, Ivo. Eu vou avaliar seu artigo e ver se é algo que possa incluir informação e não apenas uma releitura do tema. Eu entendo que será sua opinião pessoal e digo que não há problema, já que blogs SÃO opiniões pessoais.
Ainda assim, dependerá muito do que vc escreverá, ok?
Abraços.
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 12th, 2009 às 05:19
@André, Claro que está Ok, André. E não poderia ser de outra forma. Conheço as regras dos blogs. Minha intenção é tentar deixar bem claras as diferenças entre “ateus”, “agnósticos” e “céticos”. Poderia incluir também os deístas e os irreligiosos, mas aí a coisa já iria muito longe.
Não sei qual o seu procedimento mas quanto a mim, costumo permitir mais de um post sobre o mesmo assunto, desde que os enfoques sejam diferentes. Isso só acrescenta e mostra outros ângulos da mesma questão.
Li o seu artigo sobre os agnósticos (excelente) e o trecho de texto que me levou à conclusão de que você talvez fosse ateu e endossasse as opiniões deste foi:
“Ateus fanáticos não gostam muito de agnósticos, coitados, porque estes deviam ser ateus. Cômico, não? Usam, às vezes, a expressão “sair do armário”, embora que eu ache uma expressão que tem mais a ver com opções sexuais.”
Pô, você há de convir que não foi muito convincente (no trecho citado) na defesa dos agnósticos. Mais parecia um ateu falando. Daí o meu justificado equívoco, sobre o qual agora me desculpo. Não chame os agnósticos de “coitados”!
Sobre esse tal Danilo, só não usei os termos que gostaria por questões de princípios éticos e em consideração a você e aos outros usuários do blog. Mas se ele aprontar outra, peço autorizaçao para responder à altura, nem que tenha de me retirar do blog. Mandei um filósofo famoso, com mais de 20 livros publicados, aprender a debater e a se informar melhor… Por que não mandaria um merdinha ignorante desses, que nem tem capacidade para estar aqui? Se fosse você, autorizava a publicação do meu artigo (já está aí) só para ele cortar as coisas dele e, depois, se achasse que o tópico é desnecessário, você o deletava (não se preocupe comigo. saberei entender).
Pronto! Justifiquei o que me pediu. Abraços!
novembro 12th, 2009 às 12:23
Pô, você há de convir que não foi muito convincente (no trecho citado) na defesa dos agnósticos.
E quem, em nome de Shaitan, estava defendendo agbnósticos? Eu escrevi um texto EXPLICANDO o agnosticismo. Eu, como arrogante, misantropo, anti-social, rude, bruto, selvagem etc – uma espécie de Dr. House do Ceticismo – estou sinceramente me lixando pros agnósticos, ateus ou pra quem acredita na Fada do Dente.
Mais parecia um ateu falando.
Argumentum ad Denorex.
Daí o meu justificado equívoco, sobre o qual agora me desculpo. Não chame os agnósticos de “coitados”!
http://pessoas.hsw.uol.com.br/sarcasmo.htm
Danilo Soares respondeu:
novembro 12th, 2009 às 20:50
@Ivo S. G. Reis,
“Mandei um filósofo famoso, com mais de 20 livros publicados, aprender a debater e a se informar melhor…”
>b>Qualquer um pode escrever livros. Até a Bruna Surfistinha escreveu um e ficou em primeiro lugar em vendas, o que mostra que não significa nada.
Agora, quero provas. Nome do filósofo e link onde você debateu com ele.
novembro 12th, 2009 às 22:04
Último aviso: Ou para com esta babaquice ou vá cantar em outra freguesia.
Eu sou o Cão-Chefe por aqui e todo o restante é filhote ainda mamando. Próximo ataque e será banido e declarado como spam.
Aviso dado, promessa feita.
Danilo Soares respondeu:
novembro 13th, 2009 às 18:22
@André,
Não precisa chegar a este extremo. Vou ajustar o tom.
Danilo Soares respondeu:
novembro 11th, 2009 às 19:02
@Ivo S. G. Reis,
O artigo até que estava bom.
Agora no comentário tu falou a maior merda.
Vc não sabe a diferença de agnostico e ateu e quer fazer um artigo para ensinar os outros????
Agora que viu que fez uma salada vai dar a desculpa que esta sem tempo para justificar ao melhor estilo falácia Leão da Montanha?????
Tá sem tempo, e conseguiu fazer este comentario grande????
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 11th, 2009 às 19:36
@Danilo Soares, Sei sim Danilo, e se não soubesse nem me atreveria a escrever porque tenho senso de autocrítica. A maioria das pessoas realmente não sabe os limites entre o ateísmo e o agnosticismo. Daí a confusão que fazem.
Se o que disse fez uma salada na sua cabeça, desculpe. Você não será o primeiro nem o último a ter de digerí-la. Eu também tive de fazer isso. Para explicar, – não tentando “ensinar” ninguém como você supos (emiti apenas a minha modesta opinião, sem a intenção de “ensinar” ninguém) -, isto não caberia num simples comentário. Teria de escrever um ou dois “posts”. Por isso, disse que estava como uma momentânea falta de tempo porque, afinal, adminstro uma pequena rede com vários sites e tenho de dar atenção a todos.
Vou ler o artigo do André e arrumar um tempinho para preparar a matéria. Nesse meio tempo, se você quiser saber alguma coisa mais sobre ateus e agnósticos, visite o meu site “Irreligiosos” (http://irreligiosos.ning.com) ou a seção “Religião” do “Debata, Desvende e Divulgue!” (http://debatadesvendeedivulgue.com/blog/) e encontrará alguma coisa mais sobre o assunto.
Você tem todo o direito de discordar do meu posicionamento e respeito esse seu direito. Só não pode (aliás, “deve”, porque poder até pode e já o fez) é fazer isso de forma ofensiva. Mas tudo bem. Por ser a primeira vez, eu o desculpo e vou entender isso como uma questão de “linguagem”.
Talvez ainda hoje eu poste um primeiro artigo introdutório que, depois, complementarei em outro post, para não ficar muito extenso.
Danilo Soares respondeu:
novembro 11th, 2009 às 20:14
@Ivo S. G. Reis,
“Sei sim Danilo, e se não soubesse nem me atreveria a escrever porque tenho senso de autocrítica”
Então me explique esta merda que você escreveu: –>agnósticos ateístas
“Se o que disse fez uma salada na sua cabeça”
me explique esta merda que você escreveu[2]: –>agnósticos ateístas
Vou ler o artigo do André e arrumar um tempinho para preparar a matéria. Nesse meio tempo
Faça isso, por favor, depois volte aqui para explicar isso:–>agnósticos ateístas
“Você tem todo o direito de discordar do meu posicionamento e respeito esse seu direito. Só não pode (aliás, “deve”, porque poder até pode e já o fez) é fazer isso de forma ofensiva…”
mimimimimimi
“Talvez ainda hoje eu poste um primeiro artigo introdutório que, depois, complementarei…”
O André te passou o link e foi bem polido, mas no fundo, ele te chamou de ignorante no assunto com toda diplomacia (estranho isso). Agora eu corto meu pinto fora se ele publicar o seu artigo sobre agnosticismo considerando o seu baixo conhecimento sobre o assunto
No mais é só dar pressão que a mentira aparece. Apareceu o tempo para escrever um artigo? Faz um favor para todos nós, não escreva nada, só assume que falou merda e fim de papo. Deixa este assunto para quem conhece
novembro 11th, 2009 às 21:36
Vamos deixar uma coisa bem clara, novato. Vc se registrou para comentar hoje. Se tem alguém aqui que possui a licença para dar esporro em quem quiser, este “alguém” são os administradores do Cet.net. Eu canto de galo por aqui.
Eu fui polido com o Ivo, Zé Ruela, porque ele não falou nada demais e ninguém é obrigado a conhecer todas as matérias do site. Neste exato momento, temos 1.539 posts, mais de 150 páginas de artigos especiais, com mais de 17 comentários aprovados (incluindo os meus). E mesmo que o Ivo tivesse visto, não é você quem dá esporro aqui, Zé.
Outra coisa, eu não chamei o Ivo de ignorante subliminarmente, porque sou homem o bastante pra falar logo, como acho que vc possui um certo retardo mental ou algo do gênero, com trolagem de moleque mimado bancando o ateuzinho de fim-de-semana. Aqui não é lugar pra gente assim.
Mas, a cereja do bolo foi:
Agora eu corto meu pinto fora se ele publicar o seu artigo sobre agnosticismo considerando o seu baixo conhecimento sobre o assunto
Eu deveria aprovar qualquer artigo que ele colocasse, mesmo que fosse beeeeeeeeem tosco, só pra ver se vc, bonitão, iria cortar o pau, mesmo. Mas eu tenho um compromisso com meus leitores e averíguo tudo. Cada artigo enviado por leitores é revisado por, pelo menos, 2 administradores. Eu não perderei tempo só pra sacanear um trollzinho sem ter o que fazer.
Eu até sugeriria pra vc, mona, escrever então algo melhor e nos abrilhantar com sua vasta sapiência, mas óbvio que não me darei a este trabalho. Aprenda a comentar direito por aqui, seguindo as regras. Único aviso, e se ficar de merdinha dizendo que não volta mais aqui, Alt+F4 é serventia da casa.
Assim falou EU, sapientíssimo Senhor do Ceticismo.net
Danilo Soares respondeu:
novembro 12th, 2009 às 20:16
@André,
Nunca comentei, mas eventualmente leio textos aqui. Você eu respeito, a Fátima também. Agora o Ivo não. Ele acabou com o próprio texto depois do próprio comentário. Pessoas que fazem comentários estúpidos e textos ruins tudo bem. Pessoas que não sabem o que estão falando, fazem comentários estúpidos e ainda querem escrever textos para ensinar assuntos que não dominam é o fim da picada. Pardon se fui rude, mas quem esta tentando cantar de galo aqui a meu ver é o Ivo.
Fatos:
- Ele disse no texto que precisa de conhecimento para se desinstalar Deus do subconsciente. Mas deixou provas que não conhece bem a própria posição que defende. Conheço muitos cristãos intelectuais que vão rir da cara dele.
- Ele disse que não teria tempo para responder a sua indagação naquele momento quando foi pressionado. Ficou provado que era mentira, pois pelos horários das respostas percebe-se que tempo ele tinha de sobra. No mais isso é uma desculpa péssima.
Quanto à cereja do bolo. Aqui vocês vêem quebrando as pernas da crentaiada a um bom tempo. Os crentes estão doidos para mostrar que vocês não sabem o que escrevem. Tenho certeza que você esta mais preocupado com a imagem do blog do que com o meu pau. Ainda bem kkkkkkkk. A minha aposta é certa e ainda esta de pé kkkkk.
Eu não escrevo textos porque não tenho a menor habilidade e me contento em ser um bom leitor. O Ivo deveria seguir meu exemplo a ficar querendo ensinar coisa que não sabe. Agora se quer estragar a qualidade do seu blog vai fundo.
Outra coisa que era esperado de alguém que quer ensinar aqui era que ele fizesse uma pesquisa nos assuntos já publicados para não falar merda. Se ele quiser eu ensino para ele como funciona aquela caixa de Busca.
Finalizando, ateísmo e agnosticismo são termos antigos. É irrelevante conhecer qualquer texto aqui para falar com propriedade do assunto.
Assim falou eu, reles leitor
novembro 12th, 2009 às 20:29
Já terminou? Sua opinião foi colocada e devidamente ignorada. Obrigado.
novembro 11th, 2009 em 10:18
seu texto lembrou-me um excerto de um artigo do Richard Dawlkins (‘Muitas crianças emergem incólumes do pior que as freiras e mulás podem jogar nelas”)., e um pouco do meu passado quando eu era obrigado a frequentar Igrejas com minha mãe. que tedioso…gostei da analogia com vírus de computadores.
novembro 11th, 2009 em 13:51
É engraçado isso mesmo… Para citar um exemplo, eu e minha namorada em alguma divagação sobre “projeto familiar e tal”:

Eu: Ah eu acho que as pessoas tem que ser livres para escolher a religião que querem seguir ou até mesmo não seguir.
Namorada: Claro com certeza, eu também acho.
Eu: Não acho certo que os pais imponham a religião deles para seus filho.
Namorada: Claro eles que tem que escolher o que querem para si.
Eu: Então o certo a fazer é não batizar, não obrigar a fazer catequese, nem crisma e ele (a criança) que escolha o que achar melhor.
Namorada: Ah não! tem que ser batizado, fazer catequese e crisma sim, depois quando tiver 18 anos daí ele escolhe o que quer!
Depois disso concordamos em não falar mais sobre religião
Resta claro que esse tipo de “liberdade” sugerida, não é liberdade, pois, depois de vários anos (mormente no período de formação da criança) exposta a uma doutrinação, a porcentagem de pessoas que deixará de “crer/seguir” será uma parcela pequena. Mas… no meu papel de ateu na pior das hipóteses tratarei de “equilibrar” as coisas fornecendo alguns questionamentos interessantes para o futuro rebento.
Renato respondeu:
novembro 11th, 2009 às 15:18
@hiltongil,
Isso mesmo rapaz =D, de um jeito ai para que seu filho não tenha problema em relação a religião e que não viva com essa ilusão, eu sou um exemplo que não tive nenhum ateu me auxiliando, só tinha religiosos em volta e depois dos 18 anos me livrei do tal Deus através do conhecimento, ou seja, passe o que você sabe sobre ateísmo para o seu filho.
novembro 11th, 2009 às 15:39
Nem todas as pessoas que tem uma religião são rematados imbecis.
Joseph K respondeu:
novembro 12th, 2009 às 10:27
@hiltongil,
Entendo seu problema, principalmente porque tive a sorte de não acontecer comigo.
Eu e minha esposa concordamos em dar uma educação livre de religião à nossa filha, e está tudo tranqüilo: mesmo a sogra dela (êta sogra legal, essa), religiosa da renovação chatismática, não intefere.
Essa conversa de “liberdade e respeito à religião, desde que seja a minha” é chata mesmo, boa sorte a você.
novembro 11th, 2009 em 17:43
Como profissional de TI eu digo: Só formatando
novembro 12th, 2009 em 00:30
Caro André:
Obrigado por sair em minha defesa em relação ao que disse o nosso colega(???) Danilo. Cheguei aqui com a melhor das intenções para somar e não para desagregar.
Não se preocupe em tomar posição em meu favor porque estou acostumado a defender-me de pragas e xingamentos de crentes e até de filósofos mal-informados. Não gosto de termos chulos nem de baixarias porque acho que depõe contra o blog, baixando muito o nível. Mas se precisar bater, também sei dar porradas e pagar na mesma moeda. Não o faço por uma questão de princípios e de foro íntimo. Esta arma eu só úso em último caso.
Felizmente, nos meus blogs nunca precisei usá-la porque nunca apareceu um Danilo desses por lá e, se aparecesse, a própria comunidade faria com que ele se recolhesse à sua insignificância. Talvez lá ele nem tivesse coragem de comentar e se o fizesse, sentiria vergonha de expressar-se como fez aqui porque alguém (e nem seria eu) mandaria ele ir passear e estudar um pouco, antes de comentar e falar suas abobrinhas.
Mas voltando ao Sr. Danilo: um cara que não sabe o que é um “agnóstico ateísta e depois me chama de ignorante por ter usado a expressão, sem sequer se dar ao trabalho de pesquisar antes!… Falar o quê para um cara desses?
Sinceramente, Danilo – e que me perdoe o André pelo revide em casa alheia – na minha opinião, você não tem nível nem bagagem cultural para discutir assuntos de tamanha profundidade. Como pode afirmar a priori que eu não sei do que estou falando, se você nem me conhece?. Que você não concorde com o termo, tudo bem. Eu também não gosto dele por achá-lo inadequado, como mais ainda o de agnóstico-teista. Mas não fui eu quem inventou a classificação. Este critério existe e é freqüentemente citado, embora não seja o mais aceito. Se você estudasse mais um pouquinho saberia.
Deixo nas suas mãos, André, a moderação. Se achar que a minha presença aqui vai causar distúrbios – eu chamo para o debate mesmo – é só avisar que me retiro.
Não sou daqueles que escrevem para que me digam amém e nem gosto de dizer amém para o que não concordo. Eu só quero a verdade, o debate honesto e a liberdade de cada um dizer o que pensa, mas sem ofensas pessoais.
E para finalizar, gosto quando existe o contraditório. Em não sendo assim, não haveria espaço para o debate esclarecedor, que é o que interessa a todos nós.
novembro 12th, 2009 às 12:11
Nah, Nah. Eu não te defendi. Só não gosto de zona em meu blog. trolls, de nenhum tipo, são bem-vindos aqui.
E eu continuo achando que agnóstico teísta é uma expressão burra, independente se usam ou não. E deixei bem claro no artigo que passei o link do porque tal termo é tolo.
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 12th, 2009 às 13:13
@André, Tenho de concordar que deixou mesmo. E eu, particularmente, também acho a expressão de uma infelicidade total, pois dá margem a vários tipos de discussão que não levam a nada. Só que os críticos filosóficos continuam rotulando e muitas vezes, ao fazermos referencias não temos como escapar disso, mesmo não concordando.
Agora eu tomar uma porrada de um tal de Danilo só porque ele não conhece a expressão é um pouco demais. Posso até não concordar com ela, como já disse, mas tenho de referenciá-la quando for oportuno. Agnóstico-teísta, agnóstico-ateísta e pior: ateu-teísta??? Pode? Os caras viajam muito na maionese.
slineu respondeu:
novembro 12th, 2009 às 15:30
@Ivo S. G. Reis,
por curiosidade, o que seria um ateu-teísta ?
Danilo Soares respondeu:
novembro 12th, 2009 às 20:42
@Ivo S. G. Reis,
“Felizmente, nos meus blogs nunca precisei usá-la porque nunca apareceu um Danilo”
O seu blog? Aquele que esta com uma mensagem “Portal em reconstrução”, faltando um monte de links e que segundo dados do seu próprio blog, você tem 2 visitas diárias. Um deve ser você e o outro? Nem a crentaiada vai no teu blog de tão ruim que é.
“um cara que não sabe o que é um “agnóstico ateísta e depois me chama de ignorante por ter usado a expressão”
Nananinanão!!! Você usou este termo, cabe a você o ônus da explicação. Faça-o para que eu me divirta um pouco.
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 13th, 2009 às 02:11
@Danilo Soares, Danilo:
Pela última vez e por consideraçao e respeito aos administradores e usuários deste blog, eu ainda vou tentar lhe responder educadamente, embora isto esteja ficando difícil. De todos os que comentaram aqui, você foi o único a criar esta celeuma besta e gratuita. Já foi advertido pelo administrador do blog e até ameaçado de ser cortado e, mesmo assim, insiste em me ofender. E o pior é que agora está fazendo isso com má fé e mentiras.
Quem foi que falou para você que o meu blog principal, o “Debata, Desvende e Divulgue!” está fora do ar com a mensagem “Portal em reconstrução”?. Você foi ao endereço errado. Acessou o portal, que realmente está em reconstrução e fui eu quem deixei o aviso lá, para que pessoas menos inteligentes como você não ficassem achando que aquilo era o blog. O portal tem a função apenas de direcionar para os outros 9 sites. Portal não é blog, burrão. É um site e não admite posts nem comentários.
Se tivesse acessado o blog corretamente, veria que ele tem apenas 2 anos e 2 meses de criação, está ativo, e já registra hoje (acabei de clicar) 61.613 visitas, com 235 posts, 1.586 comentários e 12 páginas nas seções de Religião, Filosofia, Ateísmo, Ceticismo, Política, Ecologia, Atualidades, Biografias e Notícias. Veria também na barra lateral a relação dos posts mais comentados em religião, onde temos um post sobre a “Vida de Jesus…”, com 139 comentários; outro sobre “A Grande Tribulação” com 51 comentários; outro sobre “Perigo dos Evangélicos”, com 49 comentários e vários outros na faixa 30-45. Veria também que o rank do blog no “BlogBlogs” é 6.497, que se não chega a ser cinsiderado uma maravilha é considerado muito bom para um blog com aproximadamente 2 anos de atividades e mantido somente por um administrador e mais 2 auxiliares diretos, prestando um grande serviço às causas ecológicas e ao combate ao obscurantismo religioso, dentre outros.
Tenho para mim que você está divulgando essas afirmações por pura má fé, porque ninguém pode ser tão burro assim ao ponto de não saber diferenciar um site-portal de um blog e, mais ainda, de não saber como acessar o blog, sendo que o link (funcionando) está no portal e no rodapé da notícia, bastando clicar. Até minha netinha de 11 anos sabe fazer isso.
Quanto ao que você tanto insiste em saber, duvidando que o termo “agnóstico-ateu” exista, é problema seu. Informe-se! E se você é preguiçoso, nem precisa sair daqui. Acesse o link: http://ceticismo.net/comportamento/entendendo-o-agnosticismo/
Éste é o artigo que o André escreveu e me recomendou a leitura. E eu não só li, como comentei. Discordei de dois pontinhos apenas, mas o fiz com argumentos justificados e com educação (o artigo por sinal, é muito bom). Leia! O termo “agnóstico-ateu” (com o qual não concordo) está lá.Será que você vai conseguir achar? Se não se satisfazer, estude um pouco mais e depois volte aqui – se ainda houver espaço para você.
Sou ético e paro por aqui, por entender que não merece mais nenhuma explicação.
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 13th, 2009 às 04:29
@Ivo S. G. Reis, Em tempo: 3 correções na minha resposta anterior, “por erro de digitação” e antes que o Danilo venha a usar isto para me atacar de novo: 1) Na 1ª linha, onde se lê “digitacao”, leia-se “digitação”; 2) no final do 2º parágrafo, onde se lê “Portal não é blog, burrão. É um site e não admite posts nem comentários.”, leia-se “Portal não é blog, burrão. É um site introdutório que normalmente não admite posts nem comentários”; 3) na penúltima linha , do penúltimo parágrafo, onde se lê “Se não se satisfazer”, leia-se: “Se não se satisfizer”. É isso.
Danilo Soares respondeu:
novembro 13th, 2009 às 19:28
@Ivo S. G. Reis,
Ivo, eu não quis fazer um ataque a sua pessoa, me desculpe. Eu já sou um velho rabugento e sem paciência. Eu disse que você era ignorante quanto AO ASSUNTO ESPECÍFICO Agnosticismo e Ateísmo, me desculpe a franqueza, mas foi esta a minha impressão lendo o que você escreveu. Não disse em nenhum lugar que você era burro ou coisa parecida.
Não se preocupe em ficar corrigindo as palavras, eu já nem enxergo direito as letras kkkkk. Não vou usar contra você, não sou tão “crica” assim.
Quanto ao seu blog, eu não estou agindo de má fé e mentindo coisa nenhuma. Eu falei uma merda homérica mesmo kkkkkkkk. Desculpe-me[2]. Agora, aceite uma critica construtiva. Eu cliquei no link abaixo do seu nome. Este “portal” esta muito ruim e só tem 400 e poucos acessos desde 2008 fazendo aumentar a minha má impressão sobre você. Você poderia apontar direto para o seu melhor na internet e de preferência para o seu blog, assim ajuda a “ceguetas” como eu.
Viu? eu não tenho problemas nenhum em assumir as merdas que eu falo e gostaria de perceber isso em você também. Ou então você me prova que eu estou errado como fez assertivamente quanto ao seu blog.
Agora vamos tentar resolver civilizadamente a nossa questão.
O que você disse no início:
“e por isso me situo entre os agnósticos ateístas”.
O que você está dizendo agora, após ler o texto do André:
“Leia! O termo “agnóstico-ateu” (com o qual não concordo) está lá”
Quem é agnóstico não pode ser ateu. Se você me disser que simplesmente fez uma confusão no início eu vou aceitar e morreu o assunto.
Agora, se você quer mudar a minha opinião sobre você para herói, me passa o link onde você despachou um filósofo que publicou 20 livros. Isso eu nunca vi acontecer e para mim seria um feito heróico. Os filósofos com suas incansáveis retóricas nunca param de falar e nunca admitem que estão errados. Eu vou virar o seu fiel escudeiro de blog.
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 14th, 2009 às 04:22
@Danilo Soares, Danilo:
Agora sim, você melhorou o linguajar, pediu desculpas, foi um pouquinho mais educado. E por isso, somente por isso, vou lhe dar um pouco mais de atenção. Vamos por partes:
1) Você leu o artigo do André e viu lá o termo “ateu-agnóstico”? Vou admitir que sim. Se viu, sabe que o termo existe (só não venha me dizer que fui eu quem o inventei);
2) Você disse “Quem é agnóstico não pode ser ateu. Se você me disser que simplesmente fez uma confusão no início eu vou aceitar e morreu o assunto.”
Comentário: Pode sim, e não fiz confusão nenhuma. No campo filósofico, existem várias classificações tanto para ateus (fortes x fracos; implícitos x explícitos, etc) como para agnósticos (teístas x ateístas, comum ou fraco, etc). Obviamente, como isto é um comentário, não vou poder aprofundar-me e explicar todas as diferenças porque precisaria um artigo inteiro para isso. E se nem os estudiosos e filósofos chegam a um consenso sobre essas denominações, não serei eu, pobre mortal comum, quem irei resolver a questão. Então vou me ater ao mínimo, só para satisfazer a sua curiosidade:
No geral, o termo “agnóstico” serve para classificar aquelas pessoas que admitem não saber se Deus existe ou não existe e que não é possível provar nem uma coisa nem outra. Assim, por falta de evidências, preferem ficar neutras ou, o que é mais comum, “não crer”. O que elas têm em comum é o “não crer e/ou não tomar conhecimento”. E agora vem a diferença:
Agnósticos teístas: São os que não crêem mas admitem remotamente a possibilidade de que possa haver um “Deus”;
Agnósticos ateístas: São os que não crêem e dão como improvável a possibilidade da existência de um “Deus”.
Basicamente, é isto. E não vou me aprofundar mais porque é suficiente para você continuar a pesquisa. Por causa dessas divisões, os agnósticos-ateístas costumam também ser considerados como “ateus fracos”. Mas isso tudo é uma bobageira, meras questões acadêmicas e de classificações. Quanto ao meu posicionamento e, em função do explicado, declarei que a minha posição se aproxima mais da dos agnósticos-ateístas. Morreu? Acho que sim.
Sobre o debate filosófico, e por questões éticas, reservo-me o direito de não citar nomes, até porque ele se iniciou por questões políticas e se restringiu mais a essse campo, que foge aos objetivos deste blog – o ceticismo. Se quiser acreditar (e se não quiser não estou nem aí) só lhe dou a minha palavra de que foi verdade e nada mais que isso. Como não quero ser “herói” e nem preciso de “fiel escudeiro”, morre aqui também.
Finalmente, quanto ao meu site, espero que reconheça o seu equívoco e que não tome o portal como referência (está em construção) e sim o blog. Já estou quase apagando o portal só para caras como você não irem lá e depois vir encher o meu saco.
É isso. Torço para que se dê por satisfeito e que as nossas discussões terminem por aqui, enquanto ainda estou conseguindo manter a linha.
Abraços a todos!
novembro 14th, 2009 às 20:28
Eu EXPLIQUEI por que não existe agnósticos teístas/ateístas. Por favor, LEIA. Se um agnóstico crer que deus não existe (WTF?), então ele não é agnóstico, é ateu. Se ele crê que haja uma divindade, então ele não é agnóstico, é TEÍSTA. Qual é a dificuldade de entender algo tão simples?
Em tempo, reitero: Filosofia é arte de procurar um gato preto que não existe no escuro. Twermos existem muitos. Como boitatá, por exemplo. Isso não significa que existem boitatás.
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 15th, 2009 às 07:09
@Ivo S. G. Reis, Viu, André, como é que essa questão de nomenclatura, divisões e subdivisões entre ateus e agnósticos é uma pura frescura acadêmica que só serve para confundir?
Veja só: Eu me autoconsidero um agnóstico que não crê em Deus; você (pelo que entendi) também se considera um agnóstico que não crê em Deus. Ora, se você diz (veja seu comentário acima) diz: “Se um agnóstico crer que deus não existe (WTF?), então ele não é agnóstico, é ateu”, está querendo dizer que tanto eu, como você seríamos ateus? Entendeu agora porque eu disse que você, embora agnóstico, mais parecia um ateu falando?
Bem, meu amigo, discussões à parte, eu teria coragem suficiente para me assumir como ateu (como aliás, me classificam). Só não o faço porque ateus (por favor, não fale nos tais ateus fracos) são radicais em suas posições. Não sei se existe Deus (acho que não), mas como não tenho certeza e sou capaz de rever minhas posições diante de provas e evidências que me convençam, só posso me autodeclarar agnóstico e jamais ateu. Mesmo assim, declaro-me simpatizante da maioria das teorias ateístas, quando não apresentadas como “questões fechadas.
as”.
Mas e você, afinal? Pelo que me parece, não crê na existência de Deus. Se não crê (pela sua teoria), não é agnóstico, é ateu. Agora voltei a ficar sem saber: é agnóstico ou ateu?
Viu como essa questão de denominação confunde?
.
novembro 15th, 2009 às 11:38
Viu, André, como é que essa questão de nomenclatura, divisões e subdivisões entre ateus e agnósticos é uma pura frescura acadêmica que só serve para confundir?
Não tem nada de acadêmico aí. Ou vc viu algum artigo com revisão por pares que fale algo sobre isso?
Veja só: Eu me autoconsidero um agnóstico que não crê em Deus; você (pelo que entendi) também se considera um agnóstico que não crê em Deus.
Puta merda, é foda. Se eu fosse assim, ora bolas, eu seria ateu, droga. Se for assim, então judeus, muçulmanos, católicos e ind[igenas seriam ateus, pois não acreditam em uma ou outra divindade. Logo, não existem religiões, pois todos são ateus. Nota zero em Lógica.
Ora, se você diz (veja seu comentário acima) diz: “Se um agnóstico crer que deus não existe (WTF?), então ele não é agnóstico, é ateu”, está querendo dizer que tanto eu, como você seríamos ateus?
Vc eu não sei. EU é que não sou ateu.
Entendeu agora porque eu disse que você, embora agnóstico, mais parecia um ateu falando?
Argumentum ad Denorex.
Mas e você, afinal? Pelo que me parece, não crê na existência de Deus. Se não crê (pela sua teoria), não é agnóstico, é ateu. Agora voltei a ficar sem saber: é agnóstico ou ateu?
Faz diferença o que eu sou?
Viu como essa questão de denominação confunde?
Não vi, não. A explicação acima foi simples, direta e bem construída. Se ficam se apegando a teorias, vocabulários ou a receitas da Dona Benta, não é problema meu. Não continuarei este assunto. Eu pensei que estava escrevendo para pessoas com boas capacidades de leitura, mas vi que este artigo foi um fracasso, dada a incompreensão de frases simples como “Não existe agnósticos teístas nem agnósticos ateístas”.
Danilo Soares respondeu:
novembro 16th, 2009 às 19:29
@Ivo S. G. Reis,
Ivo,
Estamos evoluindo bem com esta discussão. Você me ensinou que um portal não é um blog. Ainda que para mim aquela página esteja muito ruim para sequer merecer um nome, foi muito bom aprender com você. Você também pelo visto aceitou o meu conselho e colocou o link direto para o blog. Muito bem, só faltam estes três itens:
1) Li sim e o texto também está dizendo que um agnóstico não pode ser ateu. Se você leu então só posso concluir que você não entendeu o que leu. Quem é agnóstico não pode ser ateu. Isso é algo muito simples de entender.
Quem complica a coisa são os filósofos que não tem o que fazer na vida. Se você quiser seguir esta linha de pensamento, para mim tudo bem, só que vou continuar entendendo que você é um ignorante NO ASSUNTO e sem condições de ensinar alguém sobre este TEMA e me desculpe pela sinceridade.
2) Você não deve ter percebido que eu estava mostrando que você esta claramente entrando em contradição, não é? No início você disse que era agnóstico ateísta, depois você diz que não concorda com o termo.
3) Quanto ao filósofo “20 livros” que você debateu, você só pode estar de brincadeira. Em pleno blog cético você me dizer que eu tenho que acreditar na sua palavra, honestamente, não faz sentido nenhum para mim. Com todo o respeito, esta muito difícil de acreditar nisso. Se for assim, eu vou ter que acreditar se um crente me falar que conversou com Jesus.
novembro 16th, 2009 em 22:16
Danilo:
PQP, você é carniça mesmo, não é, Danilo? Mas está com sorte porque hoje eu não estou de mau humor e ainda vou continuar lhe respondendo educadamente. Primeiramente, eu não tenho a intenção de ensinar nada a ninguém. Lembre-se que foi você quem insistiu para que eu explicasse sobre o famigerado termo “agnóstico-ateu”. Eu simplesmente, diante da insistência, atendi.
E quanto a não concordar com o termo, confirmo: não concordo mesmo. mas o fato de não concordar não significa necessariamernte que eu tenha de desconsiderá-lo, já que a porcaria da classificação existe e é utlizada com bastante freqüência. Isso vale também para outros que eventualmente não tenham entendido o meu posicionamento. Veja o que você disse:
“2) Você não deve ter percebido que eu estava mostrando que você esta claramente entrando em contradição, não é? No início você disse que era agnóstico ateísta, depois você diz que não concorda com o termo.”
Onde existe a contradição aí? Eu não concordo com a classificação, mas situando-me diante dela, eu seria um “agnóstico-ateísta”. É difícil de entender isso, cara? Que cuilpa eu tenho se os “experts” inventam termos loucos iguais a esse e se eles são aceitos? Não é comigo que você ou quem quer que seja tem de brigar. Protestem contra quem criou as classificações e o termo. Seria a mesma coisa de você dizer, no futebol, que não concorda com o termo “categorias inferiores”. Mas os jornalistas usam, comentaristas usam, a mídia usa e se você num artigo ou comentário fizer referências às “categorias inferiores” não significa que concorde com o termo. Ficou claro agora, pô?
Quanto ao tal debate, já te disse que o motivo do mesmo foi por “razões políticas” (visões divergentes) e o teor dele, em si, nada tem a ver com este artigo. Não tenho interesse em voltar a isso porque o assunto já está encerrado e você só tem a minha palavra afirmando que foi verdadeiro. Mas é claro, você não é obrigado a acreditar na minha palavra e eu também não sou obrigado a provar nada para você. Em que isso ajudaria na discussão do tema que estamos debatendo? A questão das denominações adotadas para ateus e agnósticos sim, mas isto?
Sobre o meu portal, tive problemas técnicos e vou ter de reconstruí-lo por inteiro, mas ainda não tive tempo, o que só prejudica a mim. A referência que estava errada no meu perfil aqui não foi erro meu. O sistema é que não estava aceitando atualizações.Em que isso lhe afeta?
Será que você está criando uma antipatia gratuita para comigo, logo agora que eu estava começando a mudar minha opinião com relação a você e até achando que poderíamos ser amigos? Não creio que o André vá gostar do prolongamento deste debate sem sentido e que se desvirtua do assunto principal.
Por mim, paro essa briguinha por aqui, mas se você quiser continuar e desde que o administrador do blog permita(o que não creio)…
Danilo Soares respondeu:
novembro 17th, 2009 às 19:35
@Ivo S. G. Reis,
Ok Ivo. Considero encerrada esta nossa discussão.
Você não concorda com um termo e mesmo assim se auto-enquadra nele. Sua lógica esta perfeita Kkkkkkkkk.
Eu não fico passando para frente conceitos que eu não aceito, só porque algum “expert”, que eu considero um imbecil, disse e muitos estão adotando. Lembre-se esta também é a forma que as religiões se propagam, então tome cuidado com o que você escreve. Mas tudo bem eu já entendi a sua lógica.
Quanto ao filósofo é uma pena você não poder citar. Como você usou este recurso com o propósito de mostrar suas qualidades e não pode provar, então eu vou descartar o recurso. Se você aceita mais uma crítica construtiva, não faça mais isso, ainda mais num blog cético.
Eu te desejo boa sorte no seu blog, nós precisamos de bons escritores. Eu tenho certeza que a nossa pequena discussão vai te ajudar no futuro, pois antes de você escrever algo, vai lembrar que pode aparecer um “Danilo carniça” para te questionar kkkkkk.
Abraço
Ivo S. G. Reis respondeu:
novembro 18th, 2009 às 03:55
@Danilo Soares, Danilo:
O termo você é um “carniça” que usei ao referir-me a você, não é pejorativo. Eu até adoro os “carniças”, porque eles são a alma de um debate. Se não existissem os “carniças” para contestar e insistir o debate não seria possível. Mas tem uns carniças que são teimosos acima do que seria razoável e que mesmo vendo que as suas críticas perderam a razão de ser, continuam insistindo. Aí, pô, tenha dó:a vontade que dá é mandar o cara ir catar coquinhos ou procurar polêmicas em outro lugar.
Entenda, Danilo, eu não lhe quero mal e até tenho de lhe agradecer pelo menos por uma coisa: a observação que fez em relação ao meu portal e o endereço do blog, que estava errado aqui no “Ceticismo”. Graças à sua observação, já corrigi o endereço e assim que tiver tempo vou corrigir também o portal e você será, como meu convidado de honra, a primeira pessoa que chamarei para conhecê-lo. O portal estava muito bom, quase tudo funcionando, mas houve um problema no servidor e vários arquivos se corrromperam, principalmente os das imagens (coisas da internet).
Quanto a divulgar conceitos que não aceita, você está radicalizando e torcendo as coisas, Danilo. Não é assim que funciona na prática e eu até já dei um exemplo no texto e não tenho culpa se você ou mais alguém não entendeu. Pela última vez, Danilo, vou “tentar” explicar, usando a sua própria lógica e as suas palavras, que destaco:
“Eu não fico passando para frente conceitos que eu não aceito, só porque algum “expert”, que eu considero um imbecil, disse e muitos estão adotando. Lembre-se esta também é a forma que as religiões se propagam, então tome cuidado com o que você escreve.”
Neste seu parágrafo, eu concordo em 100%. De onde é que você tirou que eu ajo diferente? Viu como é só uma questão de interpretação? Você tem de entender as diferenças entre o que é endossar uma afirmação e o que é “referenciar” uma afirmação. Penso ter deixado bem claro (leia os comentários) que não concordava com o termo “agnóstico-ateísta” e que o considerava de uma infelicidade total. Agora, porque usei o termo nos meus comentários e disse que pelo critério de classificação absurdo eu seria um “agnóstico-ateísta”, não significa que concorde com ele, ainda mais quando tive o cuidado de deixar isso claro antes.
Você concorda, por exemplo, com a forma como a Bíblia descreve ” A criação do Céu e da Terra e de tudo o que existe”? ( No princípio, Deus criou o Céu e a Terra e esta era sem forma e vazia. Havia trevas sobre a face do abismo e o espírito de Deus se movia sobre a face das águas). Caceta! Quantas contradições num único parágrafo! É claro que você não acredita nisso, não é? Mas mesmo não acreditando nesta baboseira toda, quantas vezes, inadvertidamente, usou a expressão “Graças a Deus”? Isto significa que acredita em Deus e em tudo o que acerca dele se diz? E quando os caras dizem (gozação, é claro) Sou ateu, “graças a Deus”, significa que ele está se contradizendo e que crê em Deus? Parei, Danilo. Se vc não conseguiu entender, sinto muito, mas deve estar com alguma deficiência de raciocínio.
E mais: quando escrevo, sempre penso na possibilidade de existirem “carniças” iguais a você para me empentelhar. Mas você está entre os melhores: nem com uma arma na boca confessa que está errado. Prefere morrer. Parabéns, “campeão”!.
novembro 18th, 2009 em 06:18
Eu ia a igreja católica com minha mãe – que era católica e hoje é da Igreja de jesus Cristo dos últimos dias – fiz crisma e 1a comunhão, mas aos 14 anos comecei a achar muitas coisas sem sentido. Foi aí que me tornei agnóstico. Despois de 14 anos de pesquisas, me tornei ateu.
Acho que a maioria das pessoas continua a acreditar em deus porque tem medo do que vem depois da única coisa que é certa em nossa vida: a morte. O medo do desconhecido faz com que as pessoas “por via das dúvidas” acredite em algo, em uma “força superior”, pois vai que existe mesmo céu ou inferno né? eheheh
Eu, como ateu, não acredito em deus e nem em inferno ou céu. Parar mim, aqui na terra já tem céu e inferno. Seria algo sem sentido se um deus existisse e ele criasse um castigo eterno por causa de um pecado (por mais ediondo que seja esse pecado) numa vida breve como a nossa, não acham? Seria o mesmo que um ladrão de galinha pegasse prisão perpétua e com direito a torturas diárias.
novembro 18th, 2009 em 14:48
Ivo,
Muito boa a idéia de usar a linguagem da informática para colocar o problema da exposição das crianças à educação religiosa (acreditar, ter fé, não pensar por si mesmo). O Richard Dawkins em seu livro “Deus, um Delírio”, coloca essa prática na categoria de abuso infantil.
novembro 22nd, 2009 em 14:37
Sobre essa questão de Deus e religião, vi no site http://www.physorg.com uma notícia datada de 20/novembro, que uma historiadora, Bárbara Frale, encontrou novas provas da autenticidade do sudário de Turim, e até já escreveu um livro sobre sua descoberta !
As “provas” seriam palavras escritas em grego, latim e aramaico, que ela descobriu usando imagens ampliadas por computador. Como aparece a expressão “Jesus de Nazaré” (ou Nazareno), essa anta afirma que se trata de uma prova definitiva, pois um falsificador medieval usaria algo como “Jesus, Filho de Deus”, para não passar por herege. É um argumento estranho, pois a preocupação da Igreja com as heresias e a caça aos hereges ficou séria lá pelo final do século XV, e o sudário foi datado como sendo do século XIII ou XIV.
Supondo que as tais inscrições realmente existam, desde quando uma simples argumentação em cima de algumas palavras tem mais força que a datação pelo carbono ? Só mesmo na cabeça de algum religioso.
A não ser que ela esteja simplesmente querendo ganhar algum dinheiro com a “polêmica” que só existe ainda para os crentes otários.