set 08

A pedofilia é uma ocorrência derivada de um comportamento social que parece ser comum entre os países do Oriente Médio na atualidade. Não que outros países não a apresentem, mas a questão é que no Oriente Médio não é unicamente relacionada com ato sexual com menores de idade, mas também consiste no casamento com meninas em tenra idade (com menos de 14 anos – já que a adolescência começa após essa idade, na ocasião da primeira menstruação). Esses casamentos são realizados como se fosse um costume social, aceito e até mesmo incentivado por razões religiosas. No texto que se segue, mostraremos uma pesquisa sobre os casamentos organizados com a “benção” do Hamas, bem como um sucinto resumo sociológico que procura estudar o porque deste comportamento e uma pesquisa jornalística atrás da veracidade das acusações.

Antes de começarmos o assunto, precisamos definir o que é exatamente a pedofilia e como ela foi definida. O que dizer da pedofilia antes que esta se tornasse indesejada e tornada imoral por todos? Vejamos aqui um trecho, tirado do Internet FAQ Archives:

A pedofilia palavra tem origem na palavra grega Paidos, o que significa “criança”, e philia, que significa amor. A pedofilia é caracterizada por atração sexual e talvez o amor para com as crianças. O primeiro cientista a usar o conceito foi o médico e sexólogo alemão Richard Krafft-Ebing. Em sua monografia “Psychopathia Sexualis”, publicado em 1886, ele definiu a pedofilia como uma perversão psicossexual, aberta à cura. Isso foi um nítido contraste com a decisão religiosa e moral sobre as relações sexuais entre adultos e crianças. Para Krafft-Ebing, a pedofilia pode ser causada por senilidade ou outras deficiências mentais. Por volta de 1906, o seu homólogo britânico Havelock Ellis apresentou a pedofilia como uma versão extrema da sexualidade masculina normal. Atualmente, a pedofilia é entendida como um desvio de personalidade, causada por um dano psicológico na infância. Este conceito foi raramente usado em inglês antes de 1950.

Soubemos dessa denuncia através do blog The Last Crusade (eu sei, é um blog mantido por religiosos e, a priori, carente de confiabilidade), mas pudemos verificar a fonte dessa denúncia, que foi trazida por Paul L. Williams, e pesquisamos um pouco sobre esta pessoa. Pudemos verificar que é um historiador americano, autor de vários livros sobre as Cruzadas e sobre o chamado terrorismo islâmico dos tempos atuais. Sem contar que há fontes bibliográficas que sustentam essa denuncia.

A denúncia publicada neste blog nos fala que ocorrem casamentos dos membros do Hamas (em árabe: حماس, transl. Hamās, acrônimo de حركة المقاومة الاسلامية Harakat al-Muqāwamat al-Islāmiyyah, cujo significado é “Movimento de Resistência Islâmica”) com crianças com idades de até 4 anos. E isso tudo com a autorização do islamismo fundamentalista.

Pudemos ver a noticia na fonte original, que foi publicada em vídeo pela Jewish Vídeo, e também pela The Palestine Telegraphy. Claro que a notícia foi publicada também no World Net Daily (o que em nossa opinião, não merece credibilidade), porém ao fazer uma extensa pesquisa usando o Todo-Poderoso, a denúncia encontra-se fundamentada por inúmeros vídeos exibindo o casamento, com os que tem na Live Leak e no You Tube. Daí, podemos concluir que esta notícia possui fundamento, apesar de não ter sido publicada em grandes veículos da mídia nacional e internacional. Talvez, porque a Globo e a Record estavam ocupadas com uma briga de lavadeiras, para saber quem lava mais sujo.

Devemos nos perguntar por que é que não foi publicada ou exibida nas demais cadeias de TV, mas acredito que a resposta é simples. Ainda está recente na memória os acontecimentos que sucederam após a publicação das charges dinamarquesas que retratavam o profeta Maomé, que ocasionou vários tumultos pelo planeta, com destruição de bens e propriedades, embaixadas queimadas, assassinatos, ameaças de morte, boicote aos produtos dinamarqueses, o apoio implícito do Vaticano sob a alegação de que blasfêmias não podem ser toleradas, as tentativas de silenciar a liberdade de expressão, crise diplomática internacional, depredação e fogo causados por manifestantes islâmicos, terroristas muçulmanos com ameaças de bombas contra os cidadãos dinamarqueses, etc. E nem precisamos ir muito longe, basta revermos o que aconteceu com a professora que inocentemente cometeu um pecado gravemente mortal de… colocar o nome Mohammed num urso de pelúcia! Afinal, o glorioso profeta Mohammed (aportuguesadamente, Maomé) não tem muito o que fazer e se ofende gravemente por causa de um simples brinquedo e Alá, que tava entediado, resolveu que aquilo era pecado mortal!

Ou seja, os islâmicos radicais, apoiados por uma massa de ignorantes fanáticos, impuseram a cultura do medo, do terror, da ameaça contra a liberdade de expressão, contra o Ocidente, contra cidadãos que ousaram levantar as suas vozes contra as práticas islâmicas (como a infibulação feminina, o uso de crianças como noivas por homens crescidos, contra o véu islâmico, contra a submissão degradante da mulher, contra o apedrejamento de pessoas acusadas de adultério, contra a aplicação de penas de morte em mulheres estupradas, etc). Se formos enumerar cada uma dessas atrocidades que trouxemos até vocês, leitores do Ceticismo.net, não terminaremos este artigo. Para mais informações, naveguem entre as categorias e vejam o que já publicamos a respeito.

Voltando ao assunto, realmente, podemos dizer que há um choque entre as civilizações (recomendo a leitura desse livro, escrito por Samuel Huntington). Vamos à notícia em questão, trazida pela Mídia Sem Máscara:

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

“Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade”, Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

“Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra”, discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

O historiador americano, após trazer esta noticia, fez os seguintes comentários que podem ser transcritos abaixo, publicado no blog The Last Crusade:

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.
Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatolá Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

“Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota… É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.”

Para finalizar, um vídeo traz informações sobre espancamentos realizados contra meninos no mundo muçulmano para “estudarem melhor” – que incluem açoitamentos – escravidão de menores e a venda de meninas de 8 anos ou até menos como noivas no Sudão e em outras países da região. Tudo, com carimbo do islã radical.

Caros leitores, sei que tudo isso é revoltante. Em nossas sociedades atuais, a pratica da pedofilia não é aceita, sob nenhuma hipótese. Muitas vezes, os criminosos sexuais são segregados da sociedade pelo resto da vida e o crime cometido por eles será sempre lembrado, não importa a ocasião ou se já cumpriu com a sua pena em um presídio. Nos EUA, há leis proibindo a presença de ex-condenados por pedofilia próximos de uma escola, creches, bairros residenciais onde hajam crianças morando etc. Alguns outros são cadastrados em um sistema nacional para consulta de nomes por pessoas que suspeitam de novos moradores ou futuros empregadores. Outros até mesmo recebem localizadores GPS para serem rastreados pela polícia. Aqui no Brasil, não raro, criminosos sexuais são linchados ou mortos dentro das próprias cadeias por outros presidiários, pois “lá dentro” também existe um naco de civilidade ainda e infratores de todos os graus não toleram violência sexual de nenhuma espécie. Soltem um cara numa cela lotada e diga ao pessoal que o sujeito é um estuprador. Coitado dele…

Mas o que dizer das atitudes do Vaticano? Muitas vezes, os casos envolvendo pedofilia praticada por padres ou sacerdotes são encobertos, no qual os acusados são transferidos de paróquia em paróquia, sem o conseqüente julgamento ou denuncia judicial, para tirar estes elementos de circulação (cliquem AQUI e vejam o que já publicamos a respeito). O próprio Joseph Ratzinger (atualmente, o Papa Bento XVI) fez parte de uma comissão que investigava esses casos, e ordenou que tudo ficasse em segredo, abafar o máximo possível, transferir os acusados para outras localidades ou ate mesmo alegar a imunidade da igreja para se protegerem dos indiciamentos criminais do Poder Judiciário em diversos países, ou trazer os criminosos para Roma e abrigarem-no a salvo da policia. Quem quiser saber mais sobre o assunto, é só pesquisar na Internet, que esta cheia de artigos, vídeos, documentários.

Recomendo o documentário da BBC “Sexo e Crime no Vaticano” na sua fonte underground de cultura – conhecida como eMule ou Torrents – e também a leitura do Crimen Sollicitationis, o qual é um documento secreto, emitido em 1962 pelo Santo Oficio do Vaticano, atualmente chamado Congregação para a Doutrina da Fé. Nele, a Igreja Católica dá instruções específicas aos bispos como lidar com casos de padres acusados de zoofilia e pedofilia.

Estou me desviando muito do assunto principal. Retornando ao cerne da questão, ao verificar o conteúdo da notícia trazida (sim, nós checamos tudo), resolvemos pesquisar sobre as idades mínimas para o consentimento legal para a realização de casamentos entre mulheres e homens, e achamos no Worldwide Age of Consent e a maioria das idades esta entre 16 a 18 anos, no mínimo. Como podemos ver, os casamentos realizados foram com crianças com idades entre 4 a 12 anos!

E se alguém quiser consultar as estatísticas sobre os casamentos com crianças realizados no mundo, basta consultar o site do Centro Internacional para Pesquisas sobre Mulheres, e verificar onde ocorrem, o numero de vitimas, os responsáveis, relatos, documentos oficiais.

Há quem alegue que as crianças exibidas nas fotos e nos vídeos não passam de damas de honra, que é uma prática comum entre os casamentos pelo mundo (principalmente no Ocidente). Mas como bem frisou a redação do Mídia Sem Máscara: “Por que não há uma única imagem das ‘verdadeiras noivas’ se há tantas imagens e vídeos com as daminhas? E por que as damas estão acompanhadas dos noivos e nunca das noivas?”

Essa é uma boa pergunta. Eu mesmo conferi os vídeos, e realmente não há nenhuma noiva adolescente ou adulta. Somente homens adultos e crescidos, trajando ternos e com emblemas islâmicos pendurados nas roupas deles, comemorando alegremente os seus casamentos. Me pergunto se tiveram lua-de-mel depois… ou foram direto para casa, e passar um bom par de anos esperando que as meninas cresçam e se tornem mulheres para, então, consumar o casamento? Acho muito difícil que um homem mantenha o seus pênis dentro de suas calças. Ou eles realizam a consumação de seus casamentos, ou eles procuram prostitutas para extravasar seus desejos sexuais libidinosos.

Com a palavra, o Hamas.

Também não vamos nos esquecer que no Irã, os mulás de lá emitem autorizações chamadas Sigheg. Vejamos abaixo o que significa isso, publicada pelo Estado de São Paulo:

O ministro do Interior do Irã desafiou um tabu social ao insistir para que seja revivida a antiga prática xiita de casamento temporário para dar aos jovens um acesso mais fácil e legítimo ao sexo. O ministro Mustafá Pourmohammadi disse que a tradição, conhecida como sigheh, deve ser promovida para contrabalançar a tendência de casamento tardio, que ele disse estar privando a juventude da satisfação sexual.

O costume do sigheh, que permite aos casais estabelecer uniões que podem durar de alguns segundos a 99 anos, é permitido pelo islamismo xiita, mas tem sido comparado à prostituição no Irã. No entanto, Pourmohammadi, um clérigo conservador, descreveu a prática como “norma de Deus”, acrescentando que é uma alternativa aceitável ao sexo pré-conjugal, proibido pela lei islâmica.

“A elevação na idade do casamento neste país tem causado muitos problemas”, disse ele numa conferência na cidade de Qom. “Será possível que o islamismo seja indiferente a um jovem de 15 anos no qual Deus incutiu apetite sexual? Temos de encontrar uma solução para atender o desejo sexual dos jovens que não têm possibilidade de casamento. O islamismo é uma religião abrangente e completa e tem solução para todos os comportamentos e necessidades, e o casamento provisório é uma das soluções para as necessidades dos jovens.”

Ridículo, não?

Mas de onde se originou essa pratica de se casar com crianças menores de idade? Uma das respostas possíveis pode ser encontrada na própria religião islâmica, onde se narra que o profeta Maomé se casou com uma criança de 6 anos de idade, chamada Aisha e teve relações sexuais com ela quando completou 9 anos. Mais detalhes podem ser encontrados no texto “A favorita do profeta”, publicado no site da Aventuras da História.

Em todo caso, esse costume de casamentos é muito perverso com meninas que ainda estão em sua infância, que mal entendem como o mundo funciona, não possuem maturidade para se relacionar com adultos e entendê-los, que são ainda inocentes, gostam de brincar, são sensíveis a muitas coisas, fisicamente frágeis, impressionáveis e com as suas personalidades ainda sendo moldadas.

No passado, tal costume era explicável. Haviam poucas pessoas no mundo, em comparação a hoje. O analfabetismo era superior a 90%; a higiene e métodos profiláticos, praticamente inexistentes. A expectativa de vida era de cerca de 30 anos e, segundo o cinismo do André, aos 15 a pessoa já estava pedindo pra morrer. Mortes durante o parto eram muito, mas muito comuns, o que pode indicar o motivo de se possuir mais de uma esposa. Mais esposas, mais chances de se ter uma família grande (sinal de status). O índice de mortalidade era algo monstruoso! Considerando que dificilmente as pessoas ficavam “velhas” (na época, ter a soberba sorte de chegar aos 35-40 anos era tido como um ancião, sábio e venerado por todos), havia a necessidade de casar cedo. Principalmente as meninas, já que os rapazes continuavam na lida diária, num trabalho braçal de proporções quase inumanas. As mulheres, não. Sendo mais frágeis e não possuindo musculatura adequada para serviço pesado, elas eram apenas “mais uma boca” em casa. Era necessário “se ver livre” do custo extra, e o melhor método era arrumando um pretendente. De preferência, que oferecesse um bom dote.

Vocês podem sacudir a cabeça perante estes povos, então, selvagens, morando em tendas no meio do deserto, só que estão errados. A mesma coisa acontecia na Europa.

Com as guerras para retomar as terras conquistadas pelos árabes, a Europa foi se expandindo, com o cristianismo por trás, pregando seus valores (igualmente questionáveis). A Idade das Trevas na Europa estava chegando ao fim, mas no Oriente Médio ela ainda não tinha se iniciado. A Inquisição se fora e o mundo começou a reencontrar-se com a cultura (ironicamente, trazida pelos sábios, cientistas e pensadores árabes). O mundo via a Luz chegar e espantar as Trevas para o lado, pois era chegada a hora do Renascimento. Universidades já existiam, e começaram a se expandir. Mulheres de nobres começaram a ler as bibliotecas dos maridos, embora as camponesas (juntamente com toda a sua família) permaneciam na ignorância. Melhor assim, pensava a aristocracia.

Algumas boas décadas se passam e tem-se início a Época das Luzes. O Iluminismo traz a reflexão, a expansão do conhecimento científico, trazendo ao homem o pensamento racional. Livros eram deixados nas praças, financiados pelos mais abastados, como foi o caso de Voltaire. Diderot – junto com Voltaire, d’Alembert, Rousseau e Montesquieu – escreve a Enciclopédia. O conhecimento humano da época em 28 volumes. O papel das mulheres começa a ser visto com outras lentes. Alguns países, como a Inglaterra Vitoriana, ainda mantinham as mulheres em segundo patamar, mas não do mesmo modo que nos séculos anteriores. A mulher passara a ser responsável pela casa, pelas crianças, pela ordem social. Se torna um símbolo, mesmo que ainda sofressem restrições, como o direito ao voto. Mas nada, NADA!, semelhante ao que existia antes, quando elas eram apenas pedaço de carne.

Infelizmente, as terras onde a civilização humana floresceu, foram erigidos monumentos, o saber da humanidade começou seu caminho, foi criada a escrita, desenvolveu-se a matemática, a astronomia, a química e a farmacologia, ficou reduzido a um bando de pastores de cabras rudes. Os países árabes caíram (e ainda vivem) a sua Idade das Trevas. Tirando os poços de petróleo, o que mais sustenta aqueles países? Sem o dinheiro dos ricaços e magnatas do petróleo, Abu Dabi não teria seus prédios luxuosíssimos e seus perfumes não estariam nas casas de milhares de dólares, muito menos serviriam comidas temperadas com pó de ouro. Exagero? Então, vejam o próprio jornal de lá. Onde estão os estudos como haviam séculos e mais séculos, quando a grande Biblioteca de Alexandria era uma luz (literalmente) no vasto mundo antigo? Não, isso não existe nem em Abu Dabi, Dubai ou qualquer outro país dos Emirados Árabes Unidos. A Arábia Saudita proíbe que se dê flores às namoradas. Um juiz saudita defende que se batam em esposas que “gastam demais”. Precisamos relacionar outras atrocidades culturais desses lugares?

Não, o Oriente Médio ainda está na Idade das Trevas. Omar Kayann não escreve mais poemas, as belas 1001 noites não possuem comparação ainda, e dificilmente outro tesouro da literatura mundial aparecerá naquele lugar. Não aparecerá outro Al Kwarismi nem outro Geber. Pena!

Mas tudo isso vem em defesa do “pudor” proclamado em nome da fé islâmica; e não podemos falar mal das religiões, pois, coitados, eles têm o direito a ter fé. Fé? Em quê? O próprio Alcorão diz para tratar as mulheres com respeito, e que, segundo uma das próprias suras, “O reino de Deus está sob os pés das mulheres”. Está? Então por que tratam-nas assim? E as crianças? Sim, crianças inocentes que são obrigadas a se deitar com um bando de maníacos, afim de satisfazer desejos carnais, pouco se importando com o sentimento alheio. A Europa conseguiu sair de sua barbárie, mas isso dificilmente chegará a acontecer naquele recanto do mundo abandonado por todos os deuses: a saber o deus cristão, judaico e o islâmico, e não venham me dizer que é o mesmo deus, pois sabemos muito bem que não é. A única semelhança entre eles é suas inexistências.

Que futuro esperam estas meninas, casando-se com homens que irão maltratá-las, forçá-las a manterem relações sexuais (não, elas não podem se negar), espancando-as, tratando de fazerem com que sejam esposas submissas e quietas, trancá-las em casa para que não brinquem mais, não estão mais sob o abrigo da proteção paterna e materna, e tratadas como objetos? Onde estão a Anistia Internacional, Cruz Vermelha e até o metodista Exército da Salvação? Ah, sim… é uma tradição religiosa… temos que respeitar. Nojento! Ateus, agnósticos e céticos em geral se opõem veementemente a isso, mas as Ovelhinhas do Senhor fingem que não é com elas, já que são de outra religião e “Deus cuida dos seus”. Outros países não estão nem aí, pois não há interesse econômico envolvido, logo para que se meter? Vidas humanas? Que piada!

Tudo isso é feito em nome e pela honra de Alá, um deus tribal reverenciado no século 7 E.C., especialista em matar oponentes e ordenar genocídios, não muito diferente de um certo deus criado por pastores de cabras na Palestina no século 6 A.E.C. Aos Camelinhos de Alá resta serem submissos, escondendo-se atrás de uma burca de vergonha, enquanto homens-bomba se matam por um livro que proíbe taxativamente que se morra como mártir. Assim são as contradições religiosas.

O futuro não é nada bonito, pelo contrário. É negro… negro como o óleo daquela terra, que está se esgotando. E quando se esgotar definitivamente… veremos realmente como uma pseudocivilização cairá de vez no caos e na barbárie. Ai daquelas pobres meninas. Ai de todos que terão que presenciar isso. Ai de toda a humanidade.



18 respostas para "A pedofilia do Hamas: Um estudo definitivo"

  1. 1. Rodrigo Souza a.k.a. Sargento disse:

    “Ai de toda a humanidade.”

    Não há mais muita coisa a acrescentar.

    Eu bem que tento de vez em quando levar meus alunos a pensarem um pouquinho fora da caixa de papelão com uma folhinha de alface que eles vivem, mas semestre após semestre isso se torna cada vez mais difícil. O pior é que “não posso” indicar um site como o CetNet como uma leitura complementar pois tenho certeza que logo surgiria alguma voz conservadora bitoladas dentre todas qe me relaciono e que me acusariam de pregar o ateísmo, demônio, quemem o bruxo etc.

  2. 2. krebys disse:

    E ainda tem gente escrevendo por aew que a religião fez coisas boas… claro, claro, assim como fez na vida de todos que fora obrigados a seguir desde que nasceram.

  3. 3. jrmnogueira disse:

    Muito bom o artigo!
    Educativo, pois, não conhecia a história da Aisha.
    Vale lembrar, quando se trata de pedofilia, que aqui no Brasil não é muito diferente, vide a prostituição infantil praticada de Norte a Sul e que a sociedade faz vista grossa e em alguns casos até incentiva :???:

  4. 4. Paula disse:

    Nossa, que coisa.
    Que absurdo!

    Agora, por que as meninas não usam burca, se vestem e se maqueiam como uma noiva ocidental? Que estranho isso.

    Essa deve ser as piores de todas as religiões.

  5. 5. Alexssandro Duarte disse:

    Eu já estava esperando um bom artigo sobre esta história, ia até mandar um email para voces pesquisarem a veracidade disto já que os blogs e sites religiosos estão repetindo o mesmo texto sem aprofundar muito, o que me levou até a considerar tudo mais propaganda anti-islamica, mas pelo jeito a coisa é verdade mesmo.

    Parabens pelo texto esclarecedor.

  6. 6. Beth disse:

    Isso acontece, com ou sem respaldo legal ou religioso, no mundo todo, todos os dias, toda hora. Mas os caras, lá naquele inferno, são muito f d p mesmo!!! Aliás esses fanáticos de merda sacaneiam as mulheres em todo canto. Estava vendo dia desses um documentário sobre as meninas da Índia. São vítimas de abuso sexual nas aldeias onde vivem e depois, são expulsas de casa e da aldeia por seus abusadores, por terem se tornado impuras. Muitas vão para os grandes centros, onde passam a se prostituir e mendigar. Organizações internacionais, há anos, estão se mobilizando para mudar a situação dessas crianças da Índia. Sem falar da circuncisão feminina a que as meninas muçulmanas, ainda hoje, em alguns lugares, são submetidas, sem anestesia ou qualquer cuidado. Aff… Queria só 05 minutos trancada num quarto com um cara desses.

  7. 7. bornato disse:

    “a saber o deus cristão, judaico e o islâmico, e não venham me dizer que é o mesmo deus, pois sabemos muito bem que não é. A única semelhança entre eles é suas inexistências” …

    Maiores explicações sobre essa afirmação? Recentemente eu fiz tal cometário e tomei uma saraivada de “Claro que é!” Porém, só pude alegar que: se possuem leis diferentes são, então, deuses diferentes…. algo mais ?

    Administrador André respondeu:

    Jesus é filho de Deus. Logo, não é filho de si mesmo. Marcionitas sempre disseram que Jesus era um e YHVH era outro. Muitos até alegam que o mundo não foi feito pelo deus cristão, que este veio para corrigir as cagadas.

    Alá? Ué, Jesus não é paz e amor? Alá manda logo partir pra porrada. No Alcorão, jesus é mencionado como profeta e não como deus. Logo, os islâmicos fazem uma diferença entre o Jóquei de Jegue e o Deus dos Camelos.

  8. 8. Bob disse:

    Caraca! E eu pensando que o Islã é só um cristianismo com um Deus diferente. O.o Muito bom!(o texto)

    Administrador André respondeu:

    Cristianismo com deus diferente? WTF?

    Bob respondeu:

    @André, Nunca parei pra pensar no que era o Islã porque até pouco tempo atrás era evangélico e pra mim era a única verdade. Nunca perguntei para os meus pais porque acredito que eles não sabem e falariam que o demônio tá começando a controlar a minha mente e nunca aprofundaram sobre o Islamismo nas “maravilhosas” escolas por onde estudei. Enfim, deu pra entender algumas coisas no texto e nuns sites aí

    Bob respondeu:

    @Bob, Corrigindo: “Escolas onde estudei” e “em alguns sites aí”

    Administrador André respondeu:

    Existe um excelente documentário sobre o Alcorão, produzido pela National Geographic, disponível pra download na sua fonte underground de cultura. Google é seu amigo.

  9. 9. Sternberg disse:

    Pedofilia do Hamas: Um Estudo Definitivo ?????

    Definitivo onde ? Que fonte confiável ?

    Alguém pelo menos se interessou em saber quem foi o repórter cobrindo a matéria ?

    Pelo visto não, o nome dele é Tim Marshall, e é possível ver o que ele, que estava lá, tem a dizer sobre o assunto. http://blogs.news.sky.com/foreignmatters/Post:dcc9d723-8046-4857-b618-5c1135ba6417

    :arrow: Que Maomé era pedófilo e religiões semítas não tem lá grandes objeções contra casamentos com crianças (e não só as semítas) todo mundo está careca de saber :!: , agora repetir factóide como um papagaio, sem checar a confiabilidade das fontes e ainda sair espalhando como candinha fofoqueira foi tão cético e ético quanto o Silas Malafaia pedindo dinheiro.

    JEWISH Vídeo para fazer qualquer comentário sobre o Hamas foi o cúmulo da falta de senso, eles por exemplo não tem o hábito de publicar muita coisa sobre rabinos pedófilos, já tudo que eles puderem usar para enlamear não só o Hamas mas os palestinos eles usam e não necessariamente seguindo algum padrão de ética.

    Falar obviedades sobre o Islã é bem fácil, agora ter seriedade na busca da notícia é que é o difícil.

    Administrador André respondeu:

    Então, suponho eu, vc apresentará milhares de fontes que contrariam o exposto acima, certo?

  10. 10. Sydnei disse:

    Não tenho nenhuma simpatia pelo Islã ou por qualquer outra religião, mas penso que vc pisou na bola divulgando esta notícia.
    Como o Sternberg observou, o próprio jornalista que fez as imagens do casamento desmentiu a história.
    O jewish video está longe de ser uma fonte isenta.
    O The Palestine Telegraphy não fala em casamento de crianças, mas de viúvas.
    O Mídia Sem Máscara é um site da extrema-direita mais cretina que existe. Os caras encontram comunistas em todo lugar. Em nome do liberalismo, chegam a defender os comerciantes que cobram preços abusivos pela água dos atingidos pela tragédia dos deslizamentos no RJ.
    Enfim, a notícia não saiu em nenhum grande jornal não por medo da repercussão, mas simplesmente porque é falsa.

  11. 11. moni disse:

    Soube dessa notícia só hoje… custo a acreditar nesse tipo de coisa. Mas eu gostaria de ver fotos das verdadeiras noivas para que não haja mais dúvida. Vejo uns acusando e outros defendendo. Mas prova de que isso não aconteceu não vejo nenhuma… ideal seria postar fotos das noivas, para provar a todos que trata-se de uma mentira.

  12. 12. Morte disse:

    Noticia horrível sobre o assunto:

    http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/09/menina-8-anos-morre-lua-mel-marido-40.html

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