mar 16

As pessoas mais idosas tinham ditados eficiente e que retratavam bem o mundo, mas infelizmente as pessoas não costumam dar ouvidos, e a ICAR é uma boa prova disso.

“Passarinho que come pedra sabe o cu que tem”, já dizia o adágio. Só que algumas bestas não sabem o cu que têm e comem além de sua cota de pedras, tendo um desfecho pra lá de indigesto, como foi o caso da menina de nove anos grávida de gêmeos mostrou. Vendo que a opinião pública se voltou contra seus dogmas idiotas, o Império do Mal voltou-se contra um de seus Siths, mostrando que, como todo bom predador, eles não desdenham voltar-se contra um de seus membros (ops), quando o caldo entorna.

Em artigo publicado pelo caminhão de bobagens que a “Santa” Sé (o reduto dos Sith) chama de jornal, chamado Osservatore Romano, neste sábado último (14/03), o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, darth Monsenhor Rino Fisichella (não, ele nunca foi piloto de Fórmula 1) afirmou que os médicos que praticaram o aborto na menina de 9 anos não mereciam a excomunhão.

Lindo não é? O amor, a temperança, o perdão… a CARA-DE-PAU de ter se “esquecido” que o próprio Vaticano deu de ombros e deu apoio ao Arcebesta™ (copyright by Abbadon, todos os direitos reservados).

“São outros que merecem a excomunhão e nosso perdão, não os que lhe permitiram viver e a ajudarão a recuperar a esperança e a confiança, apesar da presença do mal e da maldade de muitos”, escreve Darth Fisichella, um dos mais próximos colaboradores do papa Chico Bento XVI e maior autoridade do Vaticano em bioética.

De minha parte, ninguém me tira da cabeça que os conceitos “ética” e “catolicismo” são princípios mutuamente excludentes. OI que acontece é que a ICAR viu a celeuma que isso causou , manchando mais ainda uma reputação pra lá de imunda. A decisão é, portanto, política e, quais tubarões, atacaram o membro mais fraco do bando, matilha, cardume, quadrilha ou qualquer coletivo que vocês achem mais adequado.

Na avaliação de Darth Fisichella, o Arcebesta™ de Recife e Olinda, José Cardoso Sobrinho, foi apressado e deveria ter se preocupado primeiro com a menina.

“O caso ganhou as páginas dos jornais somente porque o Arcebesta™ de Olinda e Recife se apressou em declarar a excomunhão para os médicos que a ajudaram a interromper a gravidez. Uma história de violência que, infelizmente, teria passado despercebida se não fosse pelo alvoroço e pelas reações provocadas pelo gesto do bispo.”

Ou seja, se não tivesse dado a repercussão que deu entre jornais, blogs, sites, comunidades no Orkut e até em bate-papo de vizinha fofoqueira, os seres nefastos do Império do Mal teriam se mantido em apoio ao tosco Zezinho. Mas, segundo o próprio monsenhor, o anúncio da excomunhão por parte de D. Jose Cardoso Sobrinho colocou em risco a credibilidade da Igreja Católica.

“Era mais urgente salvaguardar a vida inocente e trazê-la para um nível de humanidade, coisa em que nós, homens de igreja, devemos ser mestres. Assim não foi e infelizmente a credibilidade de nosso ensinamento está em risco, pois parece insensível e sem misericórdia”, escreve o bispo numa tentativa de salvar sua igrejinha de mais um vexame.

Na avaliação do prelado, a prática do aborto neste caso não teria sido suficiente para dar um parecer que “pesa como um machado”, porque houve uma contraposição entre vida e morte, só que não é isso que os princípios do direito canônico dizem. Os motivos para excomunhão são:

  1. Profanação das espécies sagradas (chutar imagens, por exemplo)
  2. Violência física contra o Pontífice (meter a porrada no Papa)
  3. Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne (se alguém absolveu o padrasto da menina, este sacerdote será excomungado)
  4. Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical (como o caso dos lefrevistas.
  5. Violação direta do segredo da Confissão (nada de contar os podres alheios)
  6. Apostasia (afastamento definitivo e deliberado da ICAR)
  7. Heresia (do grego ???????, “escolha”, ou seja, quem escolher ir pro Céu por outro caminho)
  8. Cisma (separar-0se da ICAR, como os Ortodoxos)
  9. ABORTO

Em fato, nada ali diz que o vagabundo do padrasto teria que ser excomungado, se bem que ele incorreu em pecado da carne. Se a Lei Mosaica não foi abolida como o Jpoquei de Jegue disse, então ele teria que ser apedrejado (o padrasto, e não o Jóquei de Jegue, mas não seria de todo mal também). Só que, a menina TAMBÉM teria que ser apedrejada, pois ela não gritou alto o suficiente.

Assim é a religião mais maluca do mundo. mas, o Jóquei de Jegue lavou, passou e engomou os pecados, né? Nionguém vai ao Pai se não por ele, deixai vir a mkim as criancinhas entre outras babaquices que religiosos toscos como Zézinho não cumprem.

Ainda segundo o monsenhor (jogaram uma bela batata quente no colo dele, pra ele amenizar os ânimos), devido à idade e às precárias condições de saúde, a menina corria sério risco de vida por causa da gravidez. E justifica os médicos, que em sua opinião, merecem respeito profissional.

Ainda assim, a ICAR tinha dito que o Arcebesta™ tava certo.

De acordo com o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, segundo a moral católica a defesa da vida humana desde sua concepção è um principio imprescindível. O aborto não espontâneo sempre foi e continua sendo condenado com a excomunhão, que é automática.

“Não era, portanto, necessária tanta urgência em dar publicidade e declarar um fato que se atua de forma automática, mas sim um gesto de misericórdia.”

Sabe o que eu acho? Fodam-se vocês e suas excomunhões! O médico disse que não se arrepende (mesmo porque, ele já tinha sido excomungado antes). E se for pra ele ser excomungado cada vez que salva uma vida, que seja. Ele pode ir pro inferno? Segundo a mitologia cristã católica, sim. O que se pode dizer disso? Para mim, um mártir! Sacrificou sua alma imortal (vamos fazer de conta que isso existe) em prol do bem alheio. Mas, ele pode ficar tranquilo. Sacrífício maior é viver no Brasil com salário de médico. Misericórdia divina? Pegue e enfie, monsenhor. Quem merecia isso era a menina e não teve. No fim, o caso será esquecido (alguém ainda se lembra do João Hélio) e o Arcebesta™ ainda estará lá fazendo o seu monte de merda. Em contrapartida, o médico contiunuará a salvar vidas e é isso que é importante e não figuras de ópera-bufa, com seu vestidinho preto e faixa roxinha que é um arraaaaaaaaaaaaaaso (ui!).

Abaixo, trazemos uma entrevista à Veja Multiuso com o Arcebesta™ . Eu me recuso a comentar daqui por diante. Analisem por si sós. Com colaboração de Abbadon, que trouxe esta entrevista.


Por que o senhor acha que tantas pessoas, católicas em sua maioria, ficaram revoltadas com a sua posição no caso da excomunhão dos adultos envolvidos no aborto da menina violentada?

Em primeiro lugar, nós temos de colocar essa questão no âmbito religioso. Acreditamos em Deus? É sim ou é não. E eu suponho que a grande maioria das pessoas acredita. E acreditar em Deus significa aceitar que Deus é a origem de tudo e é também o nosso fim. Essa é uma verdade fundamental. É premissa importantíssima para dizer que a lei de Deus está acima de qualquer lei humana. E a lei de Deus não permite o aborto. Então, se uma lei humana está contradizendo uma lei de Deus, no caso, a que permitiu a operação, essa lei não tem nenhum valor. Quanto ao que você afirma, sobre as pessoas estarem revoltadas, tenho de dizer que também houve um clamor grande, eu diria enorme, de autoridades de Roma a meu favor. Tenho sido insultado, claro, mas hoje mesmo recebi uma carta de Giovanni Battista Re, prefeito da Congregação para os Bispos em Roma, em que me elogia.

O que o senhor diria aos católicos que condenaram sua atitude?

Antes de tudo, quero deixar bem claro que não fui eu que excomunguei os médicos que praticaram o aborto e a mãe da menina. Isso é falso. Eu não posso excomungar ninguém. Eu simplesmente mencionei o que está escrito na lei da Igreja, o cânone 1398, do Código de Direito Canônico, que está aí nas livrarias para qualquer um ler. Por essa lei, qualquer pessoa que comete aborto está excomungada, por uma penalidade que se chama latae sententiae, um termo técnico que significa automática. Então, não foi dom José Cardoso Sobrinho quem os excomungou. Eu simplesmente disse a todos: “Tomem consciência disto”. Qualquer pessoa no mundo inteiro que pratique o aborto está incorrendo nessa penalidade – mesmo que ninguém fale nada. Quem é católico sabe que na primeira carta de São Paulo a Timóteo, no capítulo II, está escrito: Deus quer que todos sejam salvos.

Por que estupradores não são também automaticamente excomungados?

A nossa santa Igreja condena todos os pecados graves. O estupro é um pecado gravíssimo para a Igreja, assim como o homicídio. Agora, a Igreja diz que o aborto, isto é, o ato de tirar a vida de um inocente indefeso, é muito mais grave que o estupro, que o homicídio de um adulto. Qualquer pessoa inteligente é capaz de compreender isso. Eu não estou dizendo que o estupro e a pedofilia são coisas boas. Mas o aborto é muito mais grave e, por isso, a Igreja estipulou essa penalidade automática de excomunhão.

Em que outros casos se aplica a excomunhão automática?

No Código de Direito Canônico anterior, promulgado por Bento XV, havia cerca de quarenta motivos para a excomunhão automática. Em 1983, sob a autoridade de João Paulo II, foi publicado um novo Código. O atual os reduziu a apenas nove. São eles: o aborto; a apostasia, que é quando a pessoa abandona a religião; a heresia, que acontece quando uma pessoa nega um dogma da Igreja; a violência física contra a pessoa do papa; a consagração de um bispo sem a licença do papa; o cisma; a absolvição por um sacerdote do cúmplice de um pecado da carne; a violação direta do segredo da confissão; e a profanação das hóstias consagradas.

O que a Igreja e o senhor pessoalmente ofereceram à menina, em matéria de apoio material e espiritual, caso não fizesse o aborto?

Agradeço muito essa pergunta. Essa criança residia na diocese de Pesqueira, na cidade de Alagoinha, no interior de Pernambuco. Quando aconteceu isso, o bispo de Pesqueira me informou que a menina seria trazida para o Recife. Ele e eu queríamos fazer o que fosse possível para salvar a vida dela e a dos filhos que ela concebera. Nós tivemos várias reuniões com nossos advogados para saber o que poderíamos fazer para impedir o aborto. Pedimos audiência ao desembargador, e ele ligou para várias varas da infância e da juventude para tentar fazer algo. O pai da menina esteve também nesse encontro e declarou ser contra o aborto. Ele é analfabeto, mas repetiu desde o começo que não estava de acordo. Fez até uma procuração para o nosso advogado e assinou. Quer dizer, assinou não, pôs o dedão lá. Então, nós fizemos tudo o que foi possível.

Foram oferecidos abrigo, sustento material, uma eventual família adotiva?

Repito mais uma vez: essa menina é residente em outra cidade, portanto, em outra diocese. O bispo de Pesqueira foi quem acompanhou tudo de perto. O padre de lá deu toda a assistência possível. A menina não tinha nenhum problema de necessidade material nem passava fome. E, se acontecesse o parto, a cidade de Alagoinha iria ajudar. A menina não ficaria abandonada. A nossa santa Igreja iria ajudar. Nós temos aí abrigos para os pobres. Mas eu queria voltar a insistir no fato de que estamos sempre tentando cumprir a lei de Deus. E o quinto mandamento diz: não matar. Então, não é lícito, para salvar uma vida, eliminar a vida de dois inocentes. O fim não justifica os meios. Eu posso ter uma finalidade ótima, salvar a vida daquela menina grávida. O meio para chegar lá pode ser usar todos os recursos da medicina. Mas nunca, jamais, eliminar a vida de um inocente para salvar a vida de outro. O aborto é um crime nefando.

O senhor esteve com ela alguma vez?

Não consegui. Quando eu soube do caso, passei o dia todo, das 7 da manhã às 10 da noite, trabalhando na tentativa de evitar a operação. Mais tarde, eu estava me dirigindo ao primeiro hospital onde a menina foi internada, no interior do estado, para tentar convencer a família a desistir do aborto, e eis que tive uma surpresa. Um médico amigo me telefonou para dizer que um grupo de mulheres chamadas feministas tinha convencido a mãe a assinar um documento em que assumia a responsabilidade pela filha e autorizava a sua alta. Ela então seguiu para outro hospital, no Recife, onde o aborto foi feito já no dia seguinte. Eu fiquei muito angustiado.

O senhor sabe como era a vida da menina dentro da casa onde ocorriam os estupros?

Com licença, esses detalhes eu não sei. Se alguém tiver interesse, o caminho mais curto é ligar para o padre da cidade de Alagoinha e perguntar.

Qual é o nome dela?

A menina… Como se chama? (A pergunta é dirigida às cinco pessoas que acompanharam a entrevista a pedido do arcebispo; ninguém sabe responder.)

Como o senhor se sente em face das críticas e dos ataques que vem recebendo?

Eu quero dizer que estou com a minha consciência tranquila. Cumpri o meu dever. Não podia prever essa reação em nível nacional e internacional, mas remorso eu sentiria se tivesse ficado em silêncio. Humanamente falando, é muito mais cômodo cruzar os braços e fechar os olhos. Eu estou tranquilíssimo. Espero que os fiéis católicos se conscientizem da gravidade de um aborto. Nós sabemos que no mundo inteiro acontecem 50 milhões de abortos por ano. No Brasil, há 1 milhão a cada ano. Quero lembrar o que aconteceu na II Guerra Mundial. Hitler, aquele ditador, queria eliminar o povo judaico e dizem que ele chegou a matar 6 milhões de judeus. Não podemos esquecer esse delito. Agora, eu pergunto: por que vamos ficar em silêncio quando estão acontecendo 50 milhões de abortos no mundo? Eu chamo isso de o holocausto silencioso. E nós, cristãos, não podemos ficar quietos.

Do ponto de vista da doutrina da Igreja, qual é a situação da menina?

Ela não foi excomungada, porque essa sentença só se aplica a maiores de idade. Essa menina vai ser recebida na paróquia dela para ter instrução religiosa. Eu não sei se fez a primeira comunhão. Se ela tiver consciência de algum pecado, vai se confessar e receber o perdão. Não existe pecado sem perdão para aqueles que se arrependem, inclusive para os que incorrem na excomunhão. A Igreja só aplica essa penalidade para levar a pessoa à conversão ou, se era católica antes, à nova conversão. Se a pessoa se converte, a Igreja tem poderes para absolvê-la.

Se o senhor ficasse frente a frente com a menina, o que diria a ela?

Eu diria: o que aconteceu já passou. Daqui para a frente, procure praticar a religião com os meninos da sua idade, ir para a igreja e aprender o catecismo. Seria tão bom se as criancinhas fossem como antigamente, quando nem tinham uso da razão mas já sabiam rezar o Pai-Nosso e a Ave-Maria.

Se encontrasse o padrasto que a violentou, o que diria a ele?

Eu iria procurar convertê-lo. Iria perguntar se reconhece que errou e se está arrependido. Eu não sei onde ele está, se está preso, sei lá. Mas, se tivesse a oportunidade de visitá-lo, diria a ele que pedisse perdão a Deus. Iria ajudá-lo a fazer uma oração pedindo perdão.

O senhor acredita que uma educação religiosa poderia ter evitado o estupro?

Certamente. E o aborto também. Soube esses dias de um caso parecido, mas que teve um desenrolar muito diferente. É uma menina de 12 anos, do Rio Grande do Sul, que também engravidou assim. A diferença é que o médico dela me ligou dizendo que não vai fazer o aborto. Esse é um exemplo edificante que, infelizmente, não encontra muita difusão na imprensa. Outro exemplo: dia desses, uma mulher da mesma diocese dessa menina (pernambucana), que tinha um filho de 1 ano e meio, engravidou de novo. Ela não queria ter esse segundo filho. Então, foi procurar um médico querendo abortar e levou o menino mais velho junto, para dizer que não tinha condições. Mas o médico era católico e disse à mulher que, já que ela não podia ter dois filhos, ele ia matar o primeiro e ela ficava com o segundo, o que estava na barriga. A mulher, na hora, despertou e não aceitou mais o aborto.

O senhor já fez sermões contra a pedofilia, contra o estupro?

Nós temos na arquidiocese uma rádio católica. Eu tenho um programa diário e estou explicando ao povo o catecismo da Igreja. Leio um parágrafo e faço um comentário. Estou cumprindo o meu dever. E falo sobre todos os pecados. Ninguém pode dizer que dom José não condena a pedofilia e que dom José não condena o estupro. Mas não posso falar diariamente sobre a pedofilia. Vão dizer que estou louco. Eu não omito nenhum tema da lei de Deus.

Os adversários da Igreja são rápidos em reavivar os erros do passado, como a Inquisição e as perseguições religiosas, e projetá-los no presente. A Igreja raramente rebate. Isso significa que ela se desacostumou do embate de ideias?

Não. O que acontece é que a doutrina teológica diz que qualquer problema teológico, na história da Igreja, tem de ser escutado para ver quais são as opiniões. A diversidade de opiniões é permitida na Igreja. Agora, quando se trata de dogmas, a Igreja não pode admitir que se discorde. Quem não aceita esses dogmas está fora. E não adianta um católico dizer que, porque uma lei brasileira permite tal coisa, ele pode fazer essa coisa, como é o caso do divórcio, e ficar tranquilo. Fica não.

O senhor tem mais algo a dizer sobre o caso?

Sim, eu lamento não poder ter feito o batizado desses dois bebês. Eu estava planejando uma festa para esse dia, mas não aconteceu. (comentário de André: Depois dessa última, eu fui vomitar)

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Um Ping to "ICAR muda de ideia e critica excomunhão no caso da menor grávida"

  1. Afe! « Mão pequena é o caralho! disse:

    [...] Tagged ai que ódio Dá uma olhada nisso: ICAR muda de idéia e critica excomunhão no caso da menor grávida. [...]


10 respostas para "ICAR muda de ideia e critica excomunhão no caso da menor grávida"

  1. 1. larissa disse:

    quanta hipocresia da ICAR… revoltante

    ariel wollinger respondeu:

    @larissa, hipocrisia

  2. 2. Gláucia disse:

    Apesar de todas as babaquices do arcebispo de Olinda, os médicos fizeram o que tinham que fazer, GRAÇAS A DEUS.

    Uns anos atrás, não lembro quando, aconteceu algo semelhante numa cidade perto da minha, com uma menina de +/-13 anos, por aqui tanto se meteram os padrecos infelizes e miseráveis que a menina acabou sendo obrigada a levar a gravidez até o fim.

    XaparraL respondeu:

    @Gláucia,
    Apesar de todas as babaquices do arcebispo de Olinda, os médicos fizeram o que tinham que fazer, GRAÇAS A DEUS.
    :shock:

    O seu deus em nada teve a ver com o caso. Aliás, se dependesse daqueles que o representam, a menina estaria no bico do corvo.

  3. 3. Gláucia disse:

    E a lei de Deus não permite o aborto.

    ?????????????????????????????

    Onde que é que está escrita essa lei de Deus?????? Pelo amor de Deus, quanta babaquice junta?

    Quase todas as religiões são contrárias ao aborto, mas …. essa é a pior resposta sobre o assunto que eu já ouvi.

    Dério respondeu:

    @Gláucia, “A Lei de Deus” segundo a “bíblia interpretada”…

    Você sabe, “bíblia interpretada” é diferente da “bíblia literal”.

    “Bíblia interpretada” representa o que o leitor acha que se aplica a sua vida, por exemplo: estupro, racismo, incesto, homofobia, roubo, assassinato. Tudo isso pode ser justificado como “Vontade de Deus” segundo a “bíblia interpretada”.

    Já a “bíblia literal”, apesar de se tratar do mesmo livro, não faz sentido algum além de contos (i)morais mitológicos e/ou lendários, tem o mesmo valor de qualquer outra fábula de terror infanto-juvenil, e nenhum valor histórico (ciência).

    A “bíblia literal” poucos conseguem ler, já que ela é sem nexo e irrelevante. Por isso a “bíblia interpretada” atrai muitas pessoas que acham nela sentido para suas ações e culpa pelas conseqüências. Um buffet onde escolhem o que agrada e ignoram o que não se aplica.

  4. 4. Rodrigo disse:

    Qual o nome dela? :lol:
    (A pergunta é dirigida às cinco pessoas que acompanharam a entrevista a pedido do arcebispo; ninguém sabe responder.)

    Isso PROVA, que eles só FALAM do que NÃO SABEM!

  5. 5. Lilian Berta disse:

    Muito bom, muito bom, só não concordo com a frase

    “Sacrífício maior é viver no Brasil com salário de médico.”

    hehehe isso sim é uma heresia!

  6. 6. Atila nascimento disse:

    O acerbicha de olinda tomou como referencia o cânone de 1398 para escomungar os envolvidos nesse caso. Só um imbecil,retardado mental,idiota,tosco,mitomaníaco medieval, pode se pautar em dogmas estúpidos como estes. O cristianísmo, e todos os ísmos religiosos, formam essa máquina de fabricar ilusões e fantasias, que são vendidas a preço de sangue aos idiotas e estúpidos que formam a maioria da população da terra. Eu pesso a tupã que o ” CETICÍSMO.NET” continue a levar o esclarecimento aos cérebros que ainda teimam em permanecer na idade das trevas.

  7. 7. Sophung disse:

    O Arcebispo deu admiráveis manobras para se esquivar de algumas perguntas.

    Por exemplo, quando o entrevistador perguntou “Por que estupradores não são também automaticamente excomungados?”, ele sequer respondeu a pergunta, no máximo ele atestou que ele está do lado do estuprador, ao dizer -mais à frente na entrevista- que o estuprador é mais digno de perdão do que os médicos. Oh médicos, sempre servindo a Satã, usando os seus malditos modernos, efetivos e satânicos conhecimentos para salvar a vida de detestáveis pecadores! xD

    Observem que ele se esquiva de novo quando o entrevistador pergunta: “O senhor já fez sermões contra a pedofilia, contra o estupro?”. Ele mesmo disse que não, mas ele ainda tenta maquiar a sua conivência para com os pedófilos da sua igreja dizendo que ele fica falando das leis de Deus.

    E eu fiquei especialmente enojado quando ele fala: “Então, não é lícito, para salvar uma vida, eliminar a vida de dois inocentes”. A menina também era inocente, então deveria um inocente morrer por dois inocentes? Ele fala tanto sobre não matar, mas obrigar ela a levar uma gravidez perigosa é claramente um homicídio disfarçado. É o mesmo que alguém ter sido picado por uma cobra peçonhenta e o “Arcebesta” proibí-lo de receber o antídoto por que os soros antiofídicos são feitos com trabalho escravo de cobras e cavalos inocentes.

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