Andrés é uma criança de apenas cinco anos, mas seu pai, o argentino Alejandro Rozitchner, de 47, já sabe o que dizer ao filho quando ele lhe perguntar pela primeira vez sobre a existência de Deus. “Vou explicar que Deus é só uma idéia criada pelos homens como uma necessidade de explicar o mundo. E que, por isso, não deixa de ser um personagem, tal como o Buzz Lightyear ou o Woody do Toy Story (desenho animado dos estúdios Disney-Pixar).”
Rozitchner e sua mulher, Ximena Ianantuoni, de 37, não querem traumatizar o filho mais velho (eles têm outros dois: Bruno, de 2 anos, e Félix, de 5 meses). Até porque ele é filósofo e ela, psicoterapeuta especializada em crianças. Os dois são ateus e defendem a liberdade de criar seus filhos sem a influência de qualquer religião, apesar de ele vir de uma família judia e ela, de uma católica. Por isso, desde o começo o casal quer mostrar a eles uma visão atéia do mundo. “As pessoas sempre educam os filhos de acordo com suas crenças. Nós vamos educá-los por nossas convicções. E achamos que a fé não é algo saudável para eles”, afirma Rozitchner, que se refere aos filhos como “os três ateuzinhos”.
O casal, que vive em Buenos Aires, não teve medo de expor suas idéias e publicou no ano passado o livro Filhos sem Deus – Ensinando à Criança um Estilo Ateu de Viver. A obra chega agora às livrarias brasileiras em uma edição da Martins Fontes – o lançamento foi na Bienal do Livro, encerrada no dia 24. Além disso, os dois mantêm blogs na internet, onde divulgam suas idéias – 100Volando, de Alejandro, e Vamosviendo, de Ximena.
Em entrevista a ÉPOCA, os dois dizem por que são favoráveis a uma educação ateísta, mesmo respeitando os que optam pelo ensino religioso, e supõem que haja mais ateus na sociedade do que se imagina.
ÉPOCA – Vocês já pensaram o que vão dizer a seus filhos quando eles perguntarem pela primeira vez sobre Deus?
Rozitchner - Vou explicar que Deus é só uma idéia criada pelos homens como uma necessidade de explicar o mundo. E que, por isso, não deixa de ser um personagem, tal como o Buzz Lightyear ou o Woody do Toy Story. Por mais que eu respeite quem dá aos filhos uma educação religiosa, nada me faz demover da idéia de que a fé é algo daninho, pouco saudável. Enfim, vou falar a minha verdade. Que Deus é uma idéia um tanto primitiva, uma figura cuja existência faz com que as pessoas nunca sejam totalmente donas de si e responsáveis por seus atos.
ÉPOCA – Essa posição não impede que seus filhos tenham liberdade para se interessar por alguma religião?
Rozitchner – É claro que vamos conduzir nossos filhos para uma forma ateísta de ver a vida, mas as pessoas sempre educam os filhos de acordo com suas crenças. Nós vamos fazer o mesmo: educá-los por nossas convicções. Não me parece que na escola isso vai ser algo problemático para eles. O tema tem de ser conduzido com naturalidade. Só assim eles podem se acostumar com os pais que têm.
ÉPOCA – Em que tipo de escola estuda seu filho mais velho? Foi escolhida a dedo?
Ximena – Sim. É um jardim de infância privado e laico, que aceita alunos cujos pais seguem qualquer credo – e os que não seguem nenhum. Nessa escola a religião simplesmente não é um tema discutido dentro da sala de aula. Mas essas instituições ainda são poucas em Buenos Aires, e caras. É um fenômeno recente. Muitos colégios, principalmente os públicos, oferecem o catecismo como um currículo extra. Vivemos numa sociedade muito necessitada de algo que ordene a educação, e a religião cumpre esse papel.
Rozitchner - Eu não matricularia meus filhos em uma escola religiosa. Em Buenos Aires a educação pública vê a religião como um componente importante.
ÉPOCA – Para quem é destinado o livro?
Rozitchner – Muitas pessoas me agradeceram porque enxergaram no livro uma chance de encontrar argumentos para esclarecer sua posição e dar uma formação a suas crianças sem o vínculo da religião. Eles identificaram algo que já tinham em mente, mas não conseguiam expressar. Acredito que exista muita gente que é atéia e não tem consciência disso. Diz que acredita em Deus por costume, mas, se você confronta essas pessoas sobre a questão, elas acabam admitindo que Deus não é algo que lhes importe no dia-a-dia.
ÉPOCA - Houve críticas ao livro por parte de grupos religiosos na Argentina? O que vocês esperam da reação aqui no Brasil?
Rozitchner - O livro não causou nenhum escândalo na Argentina, mesmo para a Igreja. Ninguém se indignou. Acredito que isso é decorrência de uma sociedade mais ampla. Há extremistas, mas eles não são a maioria. O mais comum é uma fé tolerante. Não conheço a fundo o Brasil, mas imagino que a reação não vá ser muito diferente. No livro, não pretendemos converter ninguém ao ateísmo. Respeitamos muito quem tem uma religião. Só queremos ter o direito a dar uma educação ateísta.
ÉPOCA – No Brasil, uma lei estabelece a obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas públicas. Qual a sua opinião sobre esse tipo de norma?
Ximena – Acredito que seja algo negativo, porque não dá a possibilidade às crianças de perguntarem coisas como a origem do Universo e o que ocorre depois da morte. São questões para as quais, num ensino guiado pela religião, as respostas são inflexíveis. Isso intimida o aluno.
ÉPOCA – A senhora se “converteu” ao ateísmo. Como foi isso?
Ximena – Quando eu tinha 16 anos, por aí, comecei a ganhar responsabilidades na vida, passar por algumas experiências que me fizeram duvidar de Deus. E fui me dando conta de que não havia uma figura divina. O sentido da vida mudou totalmente para mim. Percebi que a chave do cotidiano era viver o presente sem fugir de suas obrigações, sem delegar a um ser superior. Conheci o Alejandro só com 25 anos e logo me identifiquei com a sua perspectiva de vida. Ele não me “converteu”, mas nosso relacionamento deixou mais claro para mim o que era uma visão ateísta do mundo.
Reportagem publicada na revista Epoca.
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74 respostas para “Como ensinar seus filhos que deus não existe”
Inspiração
O homem que não tem vergonha de admitir que não acredita num deus mostra total falta de caráter e de responsabilidade moral, o que o desqualifica a ser ouvido ou levado a sério numa corte de justiça num país que se intitula cristão.—

agosto 31st, 2008 em 23:41
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André Respondeu:
setembro 1st, 2008 às 21:38
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setembro 1st, 2008 em 06:40
que beleza de publicaçao!!!
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setembro 1st, 2008 em 11:47
Apesar de ter achado a segunda pergunta tendenciosa, dou os parabéns à revista pela entrevista (e o Abbadon pela postagem, já que não leio Época).
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setembro 1st, 2008 em 11:59
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Gigante-SP Respondeu:
outubro 15th, 2008 às 14:57
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Abbadon Respondeu:
outubro 15th, 2008 às 16:02
E o sao ate a idade de 5 a 7 anos.
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setembro 1st, 2008 em 18:26
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setembro 1st, 2008 em 21:33
Seria MUITO bom, que os fanáticos pudessem entender que não acreditar em Deus, é diferente de não ter moral, caráter nem respeito pelo próximo.
dou como exemplo o monte de “religioso que teme e crê em Deus”, que vemos por aí, cometendo crimes. (coloquei entre aspas, pois não quero enquadrar todos os religiosos na categoria)
uma salva de palmas para esse casal corajoso!!!
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Bruno Caxito Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 18:06
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setembro 2nd, 2008 em 12:10
Por falar em vaticano…. leiam essa
http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=47351
IGREJA CATÓLICA ALEMÃ INDENIZA 594 ESCRAVOS DO NAZISMO
Berlim, 31 ago (RV) - A Igreja Católica na Alemanha indenizou, com uma quantia simbólica de € 2.556,00 cada um, 594 trabalhadores forçados e estrangeiros que se viram obrigados a trabalhar nas 27 dioceses do país, durante o III Reich, sob a tirania de Adolf Hitler.
O Presidente da Conferência Episcopal Alemã, Cardeal Karl Lehmann, e o Presidente da Caritas-Alemanha, Dom Peter Neher, fizeram hoje, em Mainz, um balanço do fundo de indenizações para os trabalhadores forçados do Nazismo, criado pela Igreja Católica no país.
Enquanto a Igreja Evangélica Alemã preferiu contribuir com o fundo criado pelas companhias alemãs, para indenizar os trabalhadores forçados, a Conferência Episcopal Alemã criou, em agosto de 2000, um fundo próprio, depois que ficou demonstrado que a instituição usou escravos do Nazismo em algumas paróquias alemãs.
O Cardeal Karl Lehmann assegurou hoje, que o pagamento dessa indenização aos escravos do Nazismo significa “um gesto de desculpas e de reconciliação, que tem um grande significado para as pessoas afetadas”.
O Presidente dos bispos alemães precisou que, até agora, foi pago um valor de 1,49 milhões de euros dos 2,5 milhões que compõem o fundo de indenizações da Igreja Católica alemã.
A maior parte das 594 pessoas que receberam a indenização da Igreja Católica são originárias da Polônia (289) e da Ucrânia (150).
A Igreja Católica alemã destinou também 2,5 milhões de euros do chamado “fundo de reconciliação” para financiar 175 projetos no leste europeu. (MZ)
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setembro 3rd, 2008 em 02:48
e nem que são normais tipo que lê Livros, pois para não acreditar em Deus só não vivendo nesse mundo.
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André Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 11:54
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AC/DC Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 12:09
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André Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 14:08
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AC/DC Respondeu:
setembro 4th, 2008 às 10:37
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Edmilson Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 14:47
Qual deles?
* Abacai
* Andurá
* Anhangá
* Chandoré
* Guaraci
* Iara
* Jaci
* Sumé
* Tupã
* Rudá
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_divindades
Indo pela sua lógica, supondo que você é cristão, e considerando que o cristianismo sequer é maioria no planeta Terra,
http://library.thinkquest.org/05aug/02016/images/map_of_religions.png
http://cache.eb.com/eb/image?id=3731&rendTypeId=4
quem seria mesmo de outro mundo?
“deus=0+i” Adorei.
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setembro 3rd, 2008 em 13:51
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André Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 14:14
Que tal, gente?
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Bruno Caxito Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 18:08
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Abbadon Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 14:20
Porque vc nao prova para nos que esse deus existe ? Ah, so para constar: ha 1,3 bilhoes de pessoas que nao acreditam na existencia de um deus. 2,1 bilhoes sao islamicos e acreditam em Allah. 1,2 bilhoes sao hindus e acreditam em mais de 20 mil deuses diferentes. O que e que vc vai fazer a respeito, hein ?
Ate la, o onus da prova é seu, e esse deus nao passa de um ser imaginario.
e ainda ensinar para os filhos que Deus ñ existe
Eles tem todo o direito de ensinar os filhos como quiserem. Assim como vc foi ensinada a acreditar na religiao de seus pais, mesmo que eles nunca tenham te provado que esse deus existe. E aposto que, toda vez que vc teve duvida ou alguma pergunta incomoda, a mandaram calar a boca.
Quem é vc para criticar a vida alheia dos outros ? Quem é vc para se meter na escolha alheia ? Com que direito vc os critica ? Vc gostaria que nos metessemos o bedelho em sua vida ?
isso é um absurdo,deixem pelo menos as crianças crescerem para elas escolher se querem ou ñ acreditar em Deus.
É um absurdo que as criancas tenham de engolir goela abaixo a religiao escolhida pelos pais, sem que lhes seja dado o direito de escolha. Ninguem ensina criancas a serem petistas, tucanas, flamenguistas, comunistas, capitalistas, marxistas, direitistas, esquerdistas, etc… mas ensinam para que sejam catolicas, evangelicas, judias, etc.. e quando crescem, ja assimilaram a religiao dos pais, nao podendo mais muda-la sob pena de pressao familiar e constrangimento social, alem de desprezo e rejeicao.
Mas enfim, nao sao vcs que ensinam as criancas a acreditarem em seres imaginarios como Papai Noel, Coelhinho da Pascoa, Fada dos Dentes e depois contam que nao existem, que nao ha provas, de que sao lendas ? Porque vcs mesmos nao conseguem aplicar o mesmo ceticismo em suas respectivas religioes ? Hein ?
E lendo esses comentários fique perplexa em saber que tem pessoas q concordam com esse absurdo,colaborando em comprar o livro.
Ja comprei o meu livro. E eu fico perplexo em saber que ha pessoas que leem a Biblia e acreditam literalmente nela, apesar de todas as evidencias em contrario, tais como que a Terra tem apenas 6 mil anos, o valor do PI é 3, que o ouro enferruja, ferro flutua na agua, que o Sol parou por uma hora, que uma corneta demoliu um muro inteiro, uma lanca atravessando 800 pessoas de uma so vez, que esse deus judeu adora ganhar hemorroidas de ouro, gente que anda em cima da agua, levar 40 anos para atravessar um deserto cuja distancia nao levaria mais que uns meses para cruzar a pe, que morcegos sao aves, insetos com quatro patas, etc… e para piorar as coisas, existem mais de 7000 contradicoes, e nao ha provas de sua autenticidade e da verdadeira autoria.
Que absurdo, nao ?
Gente a vida é um milagre de Deus,procurem acreditar em um Deus que nos criou e nos ama.
A vida é um fenomeno corriqueiro da Natureza, nao um milagre divino, depois de bilhoes de anos de evolucao.
Alem do mais, esse deus nao é capaz de provar por si mesmo ? Que deus é esse que precisam que acreditem nele, em vez de mostrar que existe de fato, dispensando a necessidade de crença e fé ? Nao é diferente de Papai Noel, Coelho da Pascoa, Fada dos Dentes, Trolls, Gnomos, Duentes, Saci-Perere, Curupira, Boitata, Mula sem Cabeca, Unicornios, etc… sao todos seres imaginarios que precisam de fé e crença para existirem…. dentro da cabeca do crente. Sao todos conceitos abstratos, nao reais.
E alem do mais, quem nos criou sao os nossos pais, nossos avos, nossos bisavos, etc. O merito é deles, nao de um deus qualquer. E sao eles quem nos amam de verdade, porque sao reais, sao presentes, dizem os seus sentimentos em nossa frente, expressam de forma clara e direta, e nao nos ameacam de morte ou inferno se nao acreditarmos, e nao impoem um amor condicional em base do temor de um castigo.
Passar bem, fique com os seus amigos imaginarios, que nos ficamos com a vida real.
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AmadeusXIII Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 16:33
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Bruno Caxito Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 18:32
Você achou um absurdo “esses ateus” por quê? O que tem de absurdo não acreditar em deus, pra mim absurdo é uma religião que diz pregar o amor mas prega o preconceito, que fala de paz mas os fez guerra. Pegue um livro de historia (que seja confiável e laico) e leia sobre sua religião, seja ela qual for tenho certeza que não vai ser só amor e alegria.
Qual o problema de existirem pessoas que não acreditam em deus, porque isso te faz triste? E compaixão pelo que vamos sofrer? Ou é só porque seu sacerdote falou que você deve ter pena dos infiéis?
Qual o problema de ensinar para os filhos que deus não existe? Que dano isso vai causar a eles? Eles vão ser vitimas de que ou melhor de quem? Do seu deus vingativo? Vão ter uma vida miserável porque deus os ama tanto que só por não acreditarem nele vai desgraçá-los?
Vocês religiosos deixam as crianças crescerem antes de enfiar forçosamente suas crenças nelas? Diz-me ai, seus pais esperaram você fazer pelo menos uns 14 anos?
Qual o problema em acreditar nisso, porque isso seria um absurdo? Você não acha absurdo as pessoas acreditarem em um livro que tem mais de 7000 contradições como sendo a palavra de uma entidade criadora de tudo?
Por que precisamos acreditar em um deus? Coloca a mão bem lá no fundo da historia da sua vida e me diz por que você segue a religião que segue? Você escolheu por conta própria ou foi por causa da família e/ou da sociedade ao seu redor.
Responde ai!
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setembro 3rd, 2008 em 14:17
eles exercem a liberdade constitucional, de questionar e analisar, tanto, quanto você exerce a liberdade constitucional, de seguir a crença que lhe der na telha.
Então, que tal, ao invés de enxergá-los como um bando de idiotas, enxergue-os como seus irmãos, com as mesmas necessidades materiais, de casa, comida e um mundo melhor, e tente por em prática o amor universal, acima de crenças e escolhas?
Amar aos seus semelhantes, como a tí mesmo, é o que está escrito.
não está escrito: amar somente, ao que segue a mesma crença sua!
beijos!
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setembro 3rd, 2008 em 14:21
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André Respondeu:
setembro 3rd, 2008 às 14:24
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setembro 3rd, 2008 em 14:24
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setembro 4th, 2008 em 09:05
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André Respondeu:
setembro 4th, 2008 às 09:43
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setembro 4th, 2008 em 10:59
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setembro 4th, 2008 em 20:14
Se tiver um manifesto dos autores pela educação laica, fico mais feliz ainda por ele.
Falando em “estilo ateu de viver”, essa semana eu escrevi um artigo esclarecendo às pessoas sobre os ateus:
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2008/09/427421.shtml
É evidente que nem todo ateu vai gostar dele (porque a única unanimidade no ateísmo é a descrença em deuses), mas creio que seja um texto adequado pra falar sobre os ateus em geral. (Se bem que algumas partes podem ser acusadas por alguns de generalização)
Espero que gostem e, se possível, publiquem aqui no Ceticismo.net.
Abs
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André Respondeu:
setembro 4th, 2008 às 20:32
Garanto que manterei o texto e darei os créditos. Tá bem assim?
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Robson Fernando Respondeu:
setembro 4th, 2008 às 23:12
Pode postar sim com a formatação adequada.
Tá muito bem.
Abs
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Robson Fernando Respondeu:
setembro 4th, 2008 às 23:37
Creio que seja melhor postar no crédito este link em vez do link pro CMI.
Valeu
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André Respondeu:
setembro 4th, 2008 às 23:44
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Bruno Caxito Respondeu:
setembro 5th, 2008 às 15:00
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AmadeusXIII Respondeu:
setembro 5th, 2008 às 16:17
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setembro 4th, 2008 em 23:56
É esse aqui: http://conscienciaefervescente.blogspot.com/2008/08/homem-um-animal-no-to-racional-assim.html
“Homem, um animal não tão racional assim”
Envolve muito do que é pertinente aqui, como evolução, religião, comportamento e, talvez, História.
Espero que gostem do texto também
Caso gostem a ponto de quererem publicar, não incluam as imagens com suas legendas (que estão à direita de cada imagem e em letras menores).
Abs
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Robson Fernando Respondeu:
setembro 8th, 2008 às 17:43
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André Respondeu:
setembro 8th, 2008 às 18:15
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Robson Fernando Respondeu:
setembro 11th, 2008 às 23:35
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setembro 8th, 2008 em 01:28
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setembro 8th, 2008 em 07:56
O texto seguinte vem do blog “O Calhamaço dos Embustes!” (http://embusteiros.blogspot.com)
“Devemos ensinar às crianças que provavelmente quase todas as religiões têm a mesma origem: a ignorância, o medo e as pressões sociais. Que deus foi inventado e que esse deus inventado é um deus monstruoso, que se impõe pelo terror, prometendo a morte, seguida do sofrimento eterno, a todos os que não se curvarem às suas ordens. Que ele é fruto da superstição, e que jamais uma única evidência da sua existência foi apresentada por aqueles que dizem nele acreditar. Que devemos nos libertar dessa ideia, de que ele existe, para que nos possamos sentir verdadeiramente livres e fortes o suficiente para enfrentarmos os desafios da vida.
Devemos ensinar às crianças que a ciência destronou esse deus cristão tão cruel, inventado há milénios atrás por indivíduos que faziam da ignorância e do medo um modo de vida. Devemos ensinar-lhes que nenhum pecado é tão terrível ao ponto de fazer com que um pecador seja punido por toda a eternidade nas labaredas do inferno.
Devemos dizer às crianças que os líderes religiosos jamais deverão ser perdoados pelos crimes que cometeram em nome de deus. Que jamais poderão justificar as torturas, a destruição das famílias, e as incontáveis mortes que pesam sobre os seus ombros. Que padres e pastores são desonestos porque ensinam mentiras e levam dinheiro por isso.
Devemos dizer às crianças que a mentira e a hipocrisia são os dois pilares que dão sustentação ao cristianismo. Que tanto a mentira como a hipocrisia, aliadas ao medo, manterão as mentes das multidões de infelizes totalmente anestesiadas, prisioneiras nos calabouços celestiais, submetidas ao terror divino, para que ninguém questione, para que ninguém investigue, para que ninguém progrida, a não ser os “mercadores da fé”, que escolheram como ganha-pão a exploração da ignorância e da burrice alheias.
Devemos dizer às crianças que as religiões são contra o progresso, contra o avanço da ciência, contra o divertimento, contra os prazeres da carne, contra o orgasmo, contra o sexo sem fins reprodutivos, contra o uso de preservativos nas relações sexuais, contra as festas pagãs, contra a riqueza obtida com o trabalho árduo, contra a música e a literatura de vanguarda, enfim, contra tudo que possa fazer a vida valer a pena ser vivida.
Devemos dizer às crianças que ‘verdades’ mentirosas não podem ser ensinadas como sendo sagradas. Que nada existe de mais sagrado para o ser humano do que a liberdade de expressar seu pensamento honestamente. Que todo aquele que, em nome de um deus, ou de uma religião qualquer, reprime a livre manifestação de pensamento, não passa de um carcereiro, com procuração ‘divina’, que deve ser declarado inimigo da humanidade.
Devemos dizer às crianças que não vale a pena morrer por aqueles que ainda vão nascer. Que os inocentes não devem ser punidos pelos culpados. Que sacrificar a vida material por uma vida ‘espiritual’ depois da morte – facto que nunca foi comprovado — é uma enorme idiotice. Que os seres humanos não devem amar seus inimigos e odiar seus familiares, como a bíblia ensina. Que o amor por seres humanos é real e o amor por fantasmas que povoam os céus é a mais deslavada das mentiras.
Devemos dizer às crianças que precisamos ser bons e honestos, não por temor a deuses inventados, mas porque a bondade e a honestidade são os caminhos que nos levam à paz interior. Devemos dizer às crianças que não existe nenhuma revelação divina pela qual valha a pena renunciar à vida aqui na Terra. Que é da natureza que vem todas as revelações que precisamos e que basta entendê-la para que possamos entrar em harmonia com o universo que nos rodeia.
Devemos dizer às crianças que investigar não é pecado. Que aceitar promessas de vida eterna em troca de crença em factos absurdos que não se apoiam em evidências é pura insanidade. Que a credulidade não é uma virtude, e sim um defeito. Que a investigação, a razão, a lógica e o raciocínio é tudo que temos para nos guiar na nossa passagem pela vida.
Devemos dizer às crianças que nada pode ser mais sagrado que o amor aos nossos familiares, que o amor aos animais, que o amor às plantas, que o amor à vida. Que é impossível para um homem inteligente e sensível amar um ser sobrenatural e fantasmagórico que só existe dentro de cabeças cujos cérebros foram cauterizados por uma lavagem cerebral feita na infância. Que é impossível amar incondicionalmente, pois o inconsciente não pode ser comandado pelo consciente. Que só podemos e devemos amar quem merece o nosso amor. Devemos dizer-lhes também, que amar o inimigo é uma traição aos nossos amigos.
Devemos dizer às crianças que, ao contrário do que está na bíblia, a mulher não é inferior ao homem. Devemos dizer-lhes que não foi deus quem fez o homem à sua imagem e semelhança, e sim o contrário, e que por isso mesmo esse deus inventado é tão egocêntrico, colérico e vingativo. Que o amor do melhor dos santos cristãos jamais poderá ser comparado ao amor da mais insignificante das mães.
Devemos dizer às crianças que a felicidade não é menor pelo facto de sabermos que um dia iremos morrer. Que, até que se prove o contrário, a morte é uma barreira intransponível e não uma passagem para ‘outra vida’. Que ela é o descanso eterno, o fim do sofrimento, o término de toda angústia e de toda agonia, enfim, uma consequência inevitável da vida. Que nunca se apresentou uma só evidência de que exista algo mais depois dela.
Devemos dizer às crianças que, por pior que seja a verdade, é melhor viver dentro dela, do que enganar-se a si mesmo, fingindo aceitar uma mentira, apenas para encobrir a própria ignorância. Que não se deve aceitar explicações mais absurdas do que o que se pretende explicar, visando única e exclusivamente acalmar a mente perturbada que não consegue respostas para o problema existencial.
Devemos dizer às crianças que devem lutar contra a mentira embutida nas mensagens religiosas que prometem o paraíso. Que é desonesto oferecer uma recompensa em troca de uma crença que nós não temos o direito de investigar ou testar por nós mesmos. Que devem rejeitar, incondicionalmente, um deus que faz chantagem com as suas criaturas, ameaçando-as com as mais terríveis punições.
Finalmente, devemos alertar as crianças para que não dêem jamais ouvidos às declarações atribuídas a testemunhas que já morreram, foram enterradas e se transformaram em pó há séculos e séculos atrás, pois a simples declaração de uma pessoa não serve como evidência incontestável, principalmente se ela estiver morta. Que o cadáver de um ancestral desconhecido não pode ter mais credibilidade do que um facto comprovado. Que eles devem ficar longe de homens, e mulheres, que se dizem cheios do ‘espírito santo’, pois eles são os inimigos da ciência, já que são contrários à investigação e à livre manifestação do pensamento. Que devem desprezar todos aqueles que fazem declarações estúpidas, capazes de contradizer a lógica mais elementar.
Dizendo tudo isso poderemos ter certeza de que as nossas crianças ficarão mais livres dessa enorme mentira chamada deus…”
tai, eh isso que vou ensinar aos meu filhos, caso eu venha a te-los…
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setembro 8th, 2008 em 07:56
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Abbadon Respondeu:
setembro 8th, 2008 às 12:27
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setembro 8th, 2008 em 10:04
direcionar os filhos ao ateismo, sem que pra isso, menosprezem ou
redicularizem os que crêem. Parabéns a eles, desta forma serão
respeitados!
[Responder]
André Respondeu:
setembro 8th, 2008 às 12:04
[Responder]
Bruno Caxito Respondeu:
setembro 8th, 2008 às 15:42
http://www.alfabetizacaopelabiblia.com.br/mensagem17.asp
[Responder]
ZzXx Respondeu:
outubro 2nd, 2008 às 21:22
HAHAHAHAHA!!
brincadeira, gosto de rir.
[Responder]
setembro 8th, 2008 em 13:32
todo crente sofre lavagem cerebral
ateu não acredita em nada, e racionalisa até o amor.
cético fala que não acredita em deus, por que tem vergonha de admitir que acredita
crente tem o cu quente
kardecista é macumbeiro
macumbeiro é satanista
neopagão é satanista
espiritas fazem sacrificio humano
ubandistas fazem sacrificio humano
ubandista é satanista
homosexual é satanista
lésbica é satanista
índio bom é índio morto
negro não é gente
mulher é inferior ao homem
todo nordestino é analfabeto
Que lindo não? Cada dia eu me surpreendo mais e mais, com a maturidade e capacidade humana de determinar pré conceitos equivocados, e disseminar esses pré conceitos, de forma definitiva, como se fossem verdade.
e me pergunto: Cadê o amor e respeito ao próximo, que tanto gostam de estender como bandeira, mas que no fundo não sabem nem METADE do que significam essas palavras?
Cada dia eu mais me convenço de que não é amai-vos uns aos outros, como irmãos, (visto que esse “amai”, teria que estar acima de crenças, cor, desenvolvimento social, sexo, etc) ,e sim: amai-vos uns aos outros, dentro do que te convém.
[Responder]
AmadeusXIII Respondeu:
setembro 8th, 2008 às 16:13
o conceito de amar uns aos outros incondicionalmente é ridículo. Leva à hipocrisia, já que não é possível amar alguém que não conhecemos. Conduz à pena, que é um sentimento horrível. Esse ideal de amor cristão cego levou muita gente inocente pra fogueira. Por amor cristão livros foram queimados, direitos suprimidos e produziu-se uma geração de fracos. Na melhor das intenções o amor cristão fez mais mal que bem.
Ao invés de tentar amar o mundo todo e acabar não amando ninguém, é melhor:
- Se relacionar da melhor forma possível com seus pais, irmãos e outros familiares com quem você convive;
- valorizar a pessoa que está com você (e que você quer que esteja até o fim)
- ter amigos e vivenciar com eles momentos bons;
- trabalhar, estudar e colaborar para a construção de um mundo melhor.
Caridade produz fraqueza.
Pena produz fraqueza.
Respeito é só pra quem é digno de ser respeitado.
[Responder]
setembro 8th, 2008 em 16:46
e concordo com o respeito recíproco, porém ainda se entende como recíproco, o mesmmo que “só se for igual a mim”.
Vejo gente agredir e não querer receber a réplica da agressão, achando que é dono da verdade absoluta, e vejo gente deixar diferenças de lado, e dialogar, e ISSO é mostrar respeito, o diálogo, a educação, a vontade de discutir, conhecer, entender.
Não é necessário ser igual, para demonstrar respeito. E respeito, tolerância, fazem parte do que eu acredito ser “amor”, além de crenças e definições religiosas, e sociais.
algo que alguns chamam de utopia, ilusão, visão romântica, sei lá.
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setembro 8th, 2008 em 18:23
li a reportagem : http://br.noticias.yahoo.com/s/08092008/40/saude-comediante-stephen-colbert-enviara-dna-espa.html
e fiquei me perguntando: QUEM DIABOS VAI FAZER O TRABALHO DE RECUSSITAR A RAÇA HUMANA?
e COMO TRAZER DE VOLTA TODA A GAMA DE COMBINAÇÕES GENÉTICAS, A PARTIR DE UMA ÚNICA AMOSTRA DE GENES?
hãããããã, me perdoem, mas sou muito pouco científica, pra entender como funcionaria.
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Bruno Caxito Respondeu:
setembro 9th, 2008 às 17:39
Olha isso é muito complexo mas resumi o máximo que pude.
Isso é só um sonho pessoal dele, não é uma certeza que se realizará.
A expectativa é que alguma raça extraterrestre avançada encontre essa cápsula e saiba o que é aquilo lá dentro, claro que essa mesma raça extraterrestre vai precisar de uma tecnologia incrível, que inclusive nos humanos não dispomos hoje, tanto para identificar o que tem dentro da cápsula quanto para poder reproduzir réplicas humanas em laboratório a partir desse DNA.
Através do DNA pode-se replicar o individuo, seria como fazer um clone em laboratório, já que não terão uma mulher a disposição, pois para clonar um individuo nós precisamos de um útero da mesma espécie, onde o núcleo da célula somática (aquelas que formam órgãos, pele e ossos ) contendo o DNA do fornecedor possa ser “hospedado” em um óvulo sem núcleo (retirasse o núcleo do óvulo). Depois se utiliza um choque elétrico para que a célula possa ser reativada agora agindo como um gameta (ovulo, espermatozóide) assim os genes começam a agir novamente gerando um embrião.
A grande questão é será que existe por ai (ou vai existir) uma espécie extraterrestre tão mais avançada que a raça humana para poder fazer isso tudo, alem do mais quais são as probabilidades dessa mesma espécie encontrar essa cápsula. Poxa mim isso é impossível, mas não seria bom se tentássemos?
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mirtes Respondeu:
setembro 9th, 2008 às 20:20
É que eu me esqueço que a telepatia ainda não foi inventada, (tá ela FOI inventada, asm ainda não comprovada e nem ensinada, eu mesma não sei fazer uso dela - sentiu a ironia?) e que não dá pra advinhar a intenção da pessoa, em algumas poucas linhas aml escritas, fora a dislexia, que me atrapalha o raciocínio.
Mesmo assim OBRIGADA MESMO, pela sua simpatia, espero ter a oportunidade de conversar mais vezes com você!
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setembro 9th, 2008 em 11:43
Mirtes, não me referia a respeito recíproco.
Amadeus Mozart
pelos seus concertos pra piano e sua facilidade em fazer uma música popular e ao mesmo tempo de uma complexidade genial. Eu o respeito por isso, respeito sua música mas talvez o reprovasse em outros aspectos.
Existem pessoas que são muito diferentes de mim, sustentam opiniões que não concordo, e ainda assim são dignas de respeito.
Não existem critérios pra definir quem é digno ou não de respeito, eu admiro
Abraços fia!
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mirtes Respondeu:
setembro 9th, 2008 às 12:23
beijos, papi!!!!
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setembro 9th, 2008 em 20:06
Dai um tema como a inquisicao, por exemplo, (tanto a inq. catolica como a caca as bruxas feitas por protestantes durante a Idade Moderna) poderia ser revisado, com conteudo academico e provas historicas. Esta seria uma retrospectiva. Em seguida, o plano da perspectiva consistiria em fazer um alerta aa nossa geracao, prevenindo as pessoas de nao aceitarem quaisquer tipos de supersticoes, posto que ha muitos religiosos atuais querendo manipular as mentes das pessoas (ex. Orlando Fedeli, etc) e que os politicos ligados as religioes querem impor leis retrogradas (Vide, por exemplo, o manifesto contra as experiencias com celulas-tronco).
Desculpe-me se fui prolixo ou conceitualmente errado em algum ponto.
O blog esta de parabens!
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outubro 2nd, 2008 em 16:20
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André Respondeu:
outubro 2nd, 2008 às 17:35
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Abbadon Respondeu:
outubro 2nd, 2008 às 17:37
Vc é pobre de raciocinio logico.
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mirtes Respondeu:
outubro 2nd, 2008 às 17:42
É dá pra fazer muita coisa, entre viver, crescer e morrer!
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André Respondeu:
outubro 2nd, 2008 às 17:44
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outubro 2nd, 2008 em 17:45
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mirtes Respondeu:
outubro 2nd, 2008 às 17:59
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outubro 2nd, 2008 em 18:11
Vocês não sabem de nada e acha que sabem tudo!!! Passam a vida inteira estudando o corpo humano, a natureza, o universo, criando maquinas que custaram bilhões para descobrir a origem do universo e ainda acreditam que a origem é o Acaso. Parece que o “Acaso devia ser Phd. em química, física, genética, matemática, biologia, etc, etc e dos bons ainda mais. Ponham nas cabeças incrédulos: o que projetos e séculos de estudo não conseguem repetir, o acaso não faz.
Se vocês acreditam que tudo aconteceu por acaso, devem acreditar que esse texto foi digitado por um analfabeto que bateu os dedos nas teclas. Interessante, ele nem sabe o que escreveu…
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André Respondeu:
outubro 2nd, 2008 às 18:39
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ZzXx Respondeu:
outubro 3rd, 2008 às 14:51
Esse aí nos poupou até de responder seu comentário
“Eu quero saber o que parece ser mais imbecil: acreditar que o “acaso” é a origem de tudo ou que alguém projetou e criou tudo.”
Eu sei aquilo que é mais imbecil: aquela pessoa que xinga os dois lados das discuções e se considera o mais inteligente e não sabe fazer nada além de encher o saco, não sabe sequer no que acredita.
Concordo em gênero, número e caso com o último parágrafo. [2]
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Bruno Caxito Respondeu:
outubro 16th, 2008 às 13:38
Concordo com o ZzXx
Vocês não sabem de nada e acha que sabem tudo!!! Passam a vida inteira estudando o corpo humano, a natureza, o universo, criando maquinas que custaram bilhões para descobrir a origem do universo e ainda acreditam que a origem é o Acaso.
Você acredita que a verdade está escrita em um livro forjado de 1700, quem tem fontes mais confiáveis?
Parece que o “Acaso devia ser Phd. em química, física, genética, matemática, biologia, etc, etc e dos bons ainda mais. Ponham nas cabeças incrédulos: o que projetos e séculos de estudo não conseguem repetir, o acaso não faz.
Na verdade acabou de completar UM século que estamos estudando a origem do universo.
Se vocês acreditam que tudo aconteceu por acaso, devem acreditar que esse texto foi digitado por um analfabeto que bateu os dedos nas teclas. Interessante, ele nem sabe o que escreveu…
Não sabe mesmo, pra falar tanta coisa comprovadamente errada e com convicção.
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novembro 21st, 2008 em 12:53
Qual foi sua resposta para tal solicitação angelical para estes protestantizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzinhos de plantão
A minha foi: Jesus me ama, Maria, os Exú e os Gnomos Tbm. Já que vc´s estão me convidando para o culto vamos para a minha igreja…o terrero de candomblé…Vamos fazer essa troca justa!!!
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dezembro 13th, 2008 em 13:35
Não é porque indiquei, mas porque você, André, disse:
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André Respondeu:
dezembro 13th, 2008 às 14:29
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dezembro 30th, 2008 em 20:33
como defendo na minha tese de doutorado.. invés de a era da mediocridade atual.. vivemos na era da anencéfalia dos adultos contemporâneos…narciso13@bol.com.br
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André Respondeu:
dezembro 30th, 2008 às 21:00
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